cristãos perseguidos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png cristãos perseguidos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 6 de agosto, Dia de rezar pelos Cristãos Perseguidos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/6-de-agosto-dia-de-rezar-pelos-cristaos-perseguidos/ Wed, 05 Aug 2020 21:09:30 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58890 Nesta quinta-feira, 6 de agosto, somos convidados a rezar pelos Cristãos Perseguidos. A ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) motiva a todos com o Dia de Oração pelos Cristãos Perseguidos, que neste ano, por conta da pandemia do coronavírus, realiza uma programação totalmente online.

Segundo a ACN, ainda hoje existem pessoas que são perseguidas por conta da fé que professam e, 80% das pessoas que são perseguidas pertencem à fé cristã. Na imagem em destaque, cristãos da região destruída de Ghouta Oriental, na Síria, rezam em frente ao ícone de Nossa Senhora das Dores, consoladora dos sírios. O ícone foi abençoado pelo papa Francisco no dia 15 de setembro de 2019 e enviado para peregrinar nas paróquias da Síria como um alvorecer de esperança.

Como Fundação Pontifícia, a ACN sempre faz o possível para ajudar esses cristãos em suas necessidades mais urgentes. Neste dia 6 de agosto, além de ajuda-los, vamos rezar por eles com todo o nosso coração!

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Muitos são forçados a fugir apenas por ser cristãos, afirma Dom Fisichella https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/muitos-sao-forcados-a-fugir-apenas-por-ser-cristaos-afirma-dom-fisichella/ Tue, 15 Aug 2017 09:00:19 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47907 O presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, Dom Rino Fisichella, recordou em Fátima que muitas pessoas são “forçadas a fugir apenas porque carregam consigo o nome de cristãos”.

O Prelado presidiu a Peregrinação aniversária de 12 e 13 de agosto no Santuário de Fátima, em Portugal, que é dedicada aos Migrantes e Refugiados e foi promovida no âmbito da 45ª Semana Nacional das Migrações, organizada pela Obra católica Portuguesa das Migrações.

Durante a homilia da Missa de domingo, 13 de agosto, ao referir-se à primeira leitura da Liturgia, que falava sobre o profeta Elias, Dom Fisichela sublinhou que ele era “um homem que foge porque tem medo”, pois “querem mata-lo porque tem fé em Deus”.

“Esta é hoje também a experiência de tantos irmãos e irmãs forçados a fugir apenas porque carregam consigo o nome de cristãos. Muitos entre nós sabem o que significa a distância de casa, da família, dos afetos, sabem o que significa viver em um país estrangeiro. Hoje, voltaram aqui à Capelinha de Fátima, porque esta é a sua casa”, assinalou.

O presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização ressaltou que, “em Fátima, a Mãe de Deus nos recorda a essência da vida cristã, feita de conversão, de silêncio, de oração e de testemunho da caridade”.

De acordo com ele, as palavras dirigidas pela Virgem aos três pastorinhos – “Quereis vos oferecer a Deus?” – “são hoje dirigidas a cada um de nós”.

Dom Rino Fisichella recordou que há cem anos, no dia 13 de agosto, os pastorinhos Francisco, Jacinta e Lúcia, foram levados, presos e ameaçados pelo administrador de Ourém, Arturo de Oliveira Santos.

Fazendo um paralelo com o Evangelho do dia, no qual Jesus caminha sobre as águas e Pedro pede que possa ir até o Senhor, o Prelado indicou que “também aos três pastorinhos é pedido caminhar sobre as águas”. “A linda Senhora vestida de braço lhes pediu que tivessem confiança, que voltassem seis vezes à Cova da Iria, simplesmente para se encontrar com Ela”.

“Também muitas vezes nos é pedido para caminhar sobre as águas, nas incertezas da vida, nos momentos de dor e sofrimento”, disse, ao acrescentar que em diversas ocasiões, muitas “dúvidas tornam os nossos passos vacilantes como os de Pedro e parece que vamos afundar”.

“No entanto, agarram-nos as mãos de Cristo que torna a nos levantar e nos segura abraçados a Ele”, ressaltou.

“Quantas vezes vivemos a experiência do pecado, do afastamento de Deus e do seu amor, talvez até nos sintamos livres e contentes, mas uma ilusão dramática, afundamo-nos cada vez mais, longe de nós mesmos e incapazes de mantermos verdadeiras relações de amizade, de sinceridade, de amor”, acrescentou.

Entretanto, “Cristo nos agarra e, segurando-nos bem perto de si, não nos impede de sermos livres, na?o nos faz mal, mas da?-nos a possibilidade de descobrir a verdadeira liberdade e abre diante de no?s horizontes de paz e de alegria, ta?o desejados e nunca alcanc?ados, porque sem Ele na?o podemos fazer nada”.

Além disso, o Prelado convidou a manter a confiança na Virgem Maria. “Estamos diante do olhar materno da Mãe de Deus, para rezar de tal modo que Ela nos escute. É preciso fixarmos os nossos olhos em seu rosto e percebermos dentro de nós o quanto este olhar contém de ternura e de compaixão, diz que nos quer bem, que somos seus filhos, que devemos confiar nela”, expressou.

“Retornaremos, assim, às nossas casas levando conosco a certeza de que o que é importante não é o que Ela é para nós, mas sim o que nós somos para Ela, somos os seus filhos”, concluiu.

Por ACI Digital

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Igreja se prepara para Dia de Oração pelos Cristãos Perseguidos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-se-prepara-para-dia-de-oracao-pelos-cristaos-perseguidos/ Mon, 24 Jul 2017 17:46:33 +0000 http://teste.toqueto.com/igreja-se-prepara-para-dia-de-oracao-pelos-cristaos-perseguidos.html Fiéis de todo o país são convidados a se unirem em oração pelos cristãos perseguidos por sua fé.

No próximo dia 6 de agosto, domingo da Solenidade da Transfiguração do Senhor, a Igreja Católica motiva os fiéis a se unirem ao Dia Internacional de Oração pelos Cristãos Perseguidos.

Serão muitas as iniciativas das comunidades pelo Brasil. Em São Paulo, o Cardeal Arcebispo Odilo Pedro Scherer celebrará a Santa Missa às 9h na Catedral da Sé, com a presença de religiosos da Igreja Oriental. No Rio de Janeiro, haverá Missa na intenção dos cristãos perseguidos às 12h na Paróquia São José da Lagoa e às 16h, o Cardeal Arcebispo Orani João Tempesta realizará uma celebração no Cristo Redentor.

O presidente da Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) no Brasil, Frei Hans Stapel, com o apoio da CNBB, escreveu uma carta aos párocos do país pedindo comunhão à causa. Os fiéis podem se unir à intenção de várias formas, às paróquias, é sugerida colocar a intenção na Oração dos Fiéis; aos grupos, pastorais e famílias a sugestão é rezar o Terço, um momento de Adoração ou mesmo a oração pessoal, nas intenções de toda pessoa que sofre por viver sua fé.

De acordo com estatísticas do Center for Study of Global Christianity, em 2016, 1 cristão foi morto a cada seis minutos, simplesmente por professar a sua fé. O Oriente Médio e o norte da África continuam como a região onde a perseguição é mais cruel.

Para aprofundar essa realidade, a ACN publica a cada dois anos o Relatório sobre a Liberdade Religiosa no mundo. A 13ª edição do documento, com dados de junho de 2014 a junho de 2016, mostra a situação e a vivência do direito à expressão da fé particular em 196 países, inclusive o Brasil.

Em março deste ano, no vídeo com suas intenções de oração mensal, o Papa Francisco lembrou a realidade dos que são perseguidos por sua fé, e questionou: “quantos de vocês rezam pelos cristãos que são perseguidos?”

O Pontífice motivou os fiéis: “Animem-se a fazer isso comigo, para que experimentem o apoio de todas as Igrejas e comunidades, por meio da oração e da ajuda material”

Por Canção Nova com ACN

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Bartolomeu ao Papa: Igrejas irmãs unidas pelos mártires https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bartolomeu-ao-papa-igrejas-irmas-unidas-pelos-martires/ Wed, 28 Jun 2017 15:18:55 +0000 http://teste.toqueto.com/bartolomeu-ao-papa-igrejas-irmas-unidas-pelos-martires.html Igrejas irmãs, unidas no sangue dos mártires, testemunhas ainda hoje de “novas formas de perseguição e opressão”.

A mensagem do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, enviada ao Papa Francisco por ocasião das Festas dos Santos Pedro e Paulo, é dedicada aos mártires das Igrejas perseguidas e oprimidas no mundo.

A mensagem foi entregue ao Pontífice na manhã de terça-feira pelo Metropolita Job, de Telmessos – copresidente da Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre as duas Igrejas – durante encontro com a delegação do Fanar, presente em Roma para participar da Festa dos Santos Pedro e Paulo (da mesma forma que uma delegação do Vaticano participa da Festa de Santo André, em Istambul).

“Nos últimos anos – escreve Bartolomeu – temos sido testemunhas, com profunda dor, dos ataques contra os cristãos e os lugares de culto. As nossas Igrejas irmãs são próximas a todos os cristãos perseguidos e oprimidos dos nossos tempos e deste tempo”.

Viagem ao Egito

Na mensagem, o Patriarca repassa a viagem feita em abril ao Egito onde acompanhou o Papa, para rezarem juntos pela “unidade, a paz e a justiça” e manifestar a proximidade à comunidade copta-ortodoxa do país.

Bartolomeu recorda o que afirmou na Conferência Internacional sobre a Paz realizada na Universidade de Al-Azhar, no Cairo, reiterando que “nunca pode existir violência alguma, nem justificativa para o terrorismo, em nome da religião”.

O Patriarca sublinha como, junto com o Papa, os líderes cristãos enfatizaram que “a violência é a negação de todos os credos e doutrinas religiosas”.

Religiões, construir pontes entre as pessoas

A humanidade pede às religiões hoje para serem abertas e solidárias. O diálogo inter-religioso tem como objetivo “superar os fundamentalismos e demonstrar que as religiões podem e deveriam servir para construir pontes entre as pessoas, ser instrumentos de paz e compreensão recíproca, respeitar todo ser humano”.

Em um mundo colocado a duras provas por estes desafios, emerge com clara urgência o quanto é importante para as Igrejas cristãs fortalecer a sua unidade e trabalhar para chegar às plena comunhão, empenhando-se no “diálogo do amor” e da “verdade”.

Neste sentido, os votos do Patriarca para uma nova fase de trabalhos que aguarda a Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre as duas Igrejas, que se encontrará em setembro em Leros, na Grécia, para que seja “frutuosa” e possa contribuir para fazer avançar o caminho da Igreja rumo à unidade.

Por Rádio Vaticano

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Diante da perseguição sejam “templos vivos do Senhor” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/diante-da-perseguicao-sejam-templos-vivos-do-senhor/ Thu, 22 Jun 2017 14:04:10 +0000 http://teste.toqueto.com/diante-da-perseguicao-sejam-templos-vivos-do-senhor.html Ao receber nesta manhã os participantes da 90ª Assembleia da Reunião das Obras para a Ajuda às Igrejas Orientais (ROACO), o Papa Francisco refletiu sobre a realidade da cruz, do sofrimento e da necessidade de ser “templo vivo” do Senhor, onde já não é possível defender as estruturas eclesiais.

Em seu discurso, o Papa disse que “sabemos que somos pedras vivas aderidas a Cristo, que é a pedra angular! As Igrejas Orientais custodiam tantas veneradas memórias, igrejas, mosteiros, lugares de santos e santas: são custodiados e preservados, também graças a sua ajuda, favorecendo assim a peregrinação às raízes da fé”.

“Mas, quando não é possível reparar ou preservar as estruturas, devemos continuar sendo templo vivo do Senhor, recordando que o ‘barro’ da nossa existência cristã foi moldado pelas mãos de ‘artesão’, o Senhor que colocou nela o seu espírito vivificador”, exortou.

Francisco recordou que “as Igrejas Orientais viveram muitas vezes ondas terríveis de perseguição e luta seja no Leste europeu seja no Oriente Médio. Grandes migrações enfraqueceram sua presença nos territórios onde floresceram há séculos”.

Agora, continuou, “graças a Deus, algumas delas voltaram a ter liberdade após o período doloroso dos regimes totalitários, porém, outras, especialmente na Síria, Iraque e Egito, veem os seus filhos sofrer por causa do perdurar da guerra e da violência insensata perpetrada pelo terrorismo fundamentalista”.

“Todos esses fatos nos fizeram viver a experiência da Cruz de Jesus: é causa de inquietação e sofrimento, mas ao mesmo tempo fonte de salvação. Como tive ocasião de dizer no dia seguinte da minha eleição como Bispo de Roma: ‘Se caminhamos sem a cruz, se construímos sem a cruz e se confessamos um Cristo sem cruz, não somos discípulos do Senhor’”.

Em seguida, falando aos seminaristas e sacerdotes das Igrejas de rito Oriental, o Pontífice disse que “estamos conscientes da escolha radical feita por muitos deles e do testemunho heroico de dedicação às suas comunidades muitas vezes marcadas pela provação”.

O Papa ressaltou que “é fundamental alimentar sempre o estilo do Evangelho nos bispos, para que eles possam vivê-lo em relação aos seus presbíteros, e que eles possam fazer os fiéis a eles confiados sentir o carinho do Senhor, conservando a graça de permanecer discípulos de Cristo”.

“O seminarista e o jovem sacerdote sentirão a alegria de ser colaboradores da salvação oferecida pelo Senhor que se inclina como o Bom Samaritano para colocar sobre as feridas dos corações e histórias humanas o óleo do consolo e o vinho da esperança evangélica”.

Ao concluir, Francisco pediu: “Não nos esqueçamos de que no Oriente, também em nossos dias, os cristãos – não importa se são católicos, ortodoxos ou protestantes – derramam seu sangue como selo de seu testemunho”.

Por ACI Digital

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Cardeal Sandri: mundo não abandone cristãos perseguidos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-sandri-mundo-nao-abandone-cristaos-perseguidos/ Tue, 09 May 2017 10:19:38 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46145 A Congregação para as Igrejas Orientais celebrou estes dias seu centenário junto ao do Pontifício Instituto Oriental. O Dicastério encontra-se neste período fortemente empenhado no auxílio às comunidades católicas do Oriente atingidas por guerras e perseguições. Para nos falar sobre este importante aniversário a Rádio Vaticano entrevistou o cardeal prefeito Leonardo Sandri. Eis o que disse:

Cardeal Leonardo Sandri:- “Com certeza, podemos dizer que este aniversário é muito importante para a vida da Congregação e para o Pontifício Instituto Oriental. É um momento de reflexão sobre a grande importância que as Igrejas orientais católicas têm na Igreja católica de Roma e sobre como cresceu para a Igreja esta consciência de ter uma riqueza que vem dos Apóstolos, das Igrejas apostólicas, e que se traduz na disciplina, na Liturgia, na patrística, na espiritualidade, que são realmente fontes importantíssimas também hoje – como ressaltou em seu tempo o Papa João Paulo II – para enfrentar o nosso caminho face ao ser discípulos de Cristo.”

RV: O senhor disse estes dias que foram dados muitos passos, mas há ainda muitos outros a serem dados…

Cardeal Leonardo Sandri:- “Exatamente, porque essa consciência, não somente da existência, mas da importância destas Igrejas para a vida espiritual da Igreja, significa também que devemos considerar os problemas de hoje como o da emigração de todos aqueles que fogem por causa da guerra, especialmente neste período no Oriente Médio. A perseguição e o exílio fizeram de modo que muitos de nossos irmãos cristãos, católicos, orientais, se deslocassem em nossos países em busca de segurança, paz e uma perspectiva de futuro com mais esperança. Por isso, significa que todo o nosso trabalho deve orientar-se no sentido de ir ao encontro de todas essas necessidades. Nesse sentido temos sempre a colaboração de toda a Igreja latina – bispos, sacerdotes e fiéis – pela qual agradecemos. E esse é o caminho que se encontrará no futuro para as Igrejas orientais, claro, jamais abandonando o Oriente Médio, de tal modo que seja sempre uma presença cristã, não somente de monumentos e de pedras que não falam e que não pensam, mas de pedras vivas que seguem Cristo porque um fator de paz, de equilíbrio para todos esses países. Seremos poucos cristãos, não seremos muitos, mas estaremos sempre a serviço destes países pela reconciliação e pela paz de seus habitantes.”

RV: O que mais se pode pedir à comunidade internacional em favor dos cristãos no Oriente que estão vivendo momentos tão difíceis?

Cardeal Leonardo Sandri:- “A comunidade internacional sempre foi exortada por todos os Papas a buscar e a encontrar a paz. Nesse sentido gostaria de ressaltar todos os apelos do Papa Francisco e também sua última viagem, na qual foi ao Egito, onde convidou justamente à paz e à reconciliação, à defesa da dignidade da pessoa humana e dos valores que são justamente o fundamento de uma convivência possível para todos, evitando sempre a violência, evitando sempre a divisão, o ódio e o terrorismo, e nesse sentido, que nenhuma religião jamais possa ser para ninguém inspiração para a violência e para o ódio. A Igreja faz tudo isso em seu ensinamento nas escolas e em todas as instâncias que se encontram sob seu controle. Os apelos à comunidade internacional são sempre muitíssimos e esperamos que haja essa resposta da parte dela, especialmente dos países que têm mais incidência nesta Região a fim de que logo, o quanto antes, haja paz, segurança na Síria, no Iraque e em todo o Oriente Médio.”

Por Rádio Vaticano

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Em março, Francisco pede orações em prol dos cristãos perseguidos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/em-marco-francisco-pede-oracoes-em-prol-dos-cristaos-perseguidos/ Thu, 02 Mar 2017 12:44:57 +0000 http://teste.toqueto.com/em-marco-francisco-pede-oracoes-em-prol-dos-cristaos-perseguidos.html Ajudar os cristãos perseguidos: neste mês de março, o Papa Francisco pede a oração de todos os fiéis em prol das vítimas das perseguições. No vídeo divulgado pelo Apostolado da Oração, o Pontífice recorda que muitas pessoas “são perseguidas por causa de sua fé, obrigadas a abandonar suas casas, seus locais de culto, suas terras, seus afetos”.

“Quantos de vocês rezam pelos cristãos que são perseguidos?”, pergunta Francisco, exortando os fiéis a se unirem em oração para que as vítimas “experimentem o apoio de todas as Igrejas e comunidades, por meio da oração e da ajuda material”.

Assista ao vídeo aqui.

“Quantas pessoas são perseguidas por causa de sua fé, obrigadas a abandonar suas casas, seus locais de culto, suas terras, seus afetos.

São perseguidas e executadas por serem cristãs, sem que os perseguidores façam distinção entre as confissões às quais pertencem.

Eu lhes faço uma pergunta, quantos de vocês rezam pelos cristãos que são perseguidos?

Animem-se a fazer isso comigo, para que experimentem o apoio de todas as Igrejas e comunidades, por meio da oração e da ajuda material.”

Por Rádio Vaticano

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Política migratória de Trump prejudicará a minoria cristã https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/politica-migratoria-de-trump-prejudicara-a-minoria-crista/ Fri, 03 Feb 2017 10:20:37 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44234 O Arcebispo caldeu de Bagdá (Iraque), Dom Louis Sako, alertou que a ordem executiva do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que busca restringir a entrada de muçulmanos de sete países, colocará em perigo os cristãos do Oriente Médio porque vai fortalecer a ideia dos terroristas islâmicos de que esta minoria religiosa está aliada com o Ocidente.

“Toda política de acolhimento que discrimina aqueles que são perseguidos e sofrem, com base na religião, prejudica os cristãos do Oriente, pois fornece argumentos a toda propaganda e preconceitos que atacam as comunidades cristãs autóctones do Oriente Médio como ‘corpos estranhos’, grupos mantidos e defendidos pelas potências ocidentais”, expressou o Prelado.

Em declarações difundidas pela agência vaticana Fides, Dom Louis Sako falou acerca da ordem executiva assinada por Trump no dia 27 de janeiro.

Esta ordem suspendeu nos Estados Unidos o Programa de Admissão de Refugiados durante 120 dias, a entrada de refugiados sírios de maneira indefinida, a entrada durante 90 dias de cidadãos do Iraque, Síria, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen – qualificadas como “áreas de preocupação” –; e prioriza solicitações de refugiados “com base na sua perseguição religiosa” se a pessoa pertence a uma minoria religiosa no seu país de origem.

Embora a ordem não mencione especificamente os cristãos sírios, antes de assiná-la o Presidente Trump disse a Christian Broadcasting News (CBN) que ele priorizaria os refugiados cristãos.

“Vamos ajudá-los”, disse Trump. “Eles foram terrivelmente maltratados. Sabia que, se você fosse cristão na Síria era impossível, ou pelo menos muito difícil, poder entrar nos Estados Unidos?”, acrescentou.

O Arcebispo caldeu, que desde 2014 denunciou a perseguição religiosa perpetrada pelo Estado Islâmico (ISIS) em países como Síria e Iraque, advertiu que esta ordem é “uma armadilha para os cristãos do Oriente Médio”.

Nesse sentido, indicou que separar os refugiados por causa da sua religião discrimina, cria e alimenta “tensões com os muçulmanos”. “As pessoas que pedem ajuda não precisam ser divididas baseadas em etiquetas religiosas. Não queremos privilégios”, expressou.

Dom Louis Sako recordou que isto “o Evangelho nos ensina e o Papa Francisco também nos mostrou, ao acolher refugiados do Oriente Médio cristãos e muçulmanos, sem fazer distinções”, concluiu.

Por ACI Digital

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