Covid 19 - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 03:58:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Covid 19 - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 É Tempo de Cuidar: sinos tocaram na Diocese de Uruaçu no Domingo da Misericórdia https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/e-tempo-de-cuidar-sinos-tocaram-na-diocese-de-uruacu-no-domingo-da-misericordia/ Mon, 12 Apr 2021 17:29:02 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60392 A Diocese de Uruaçu aderiu neste Domingo da Misericórdia, 11 de abril, às 15h, à iniciativa de repique de sinos das igrejas promovida pela CNBB, por meio do projeto É Tempo de Cuidar. Neste mesmo momento, todas as paróquias e comunidades católicas do Brasil foram convidadas a participar. Na diocese, participaram a Catedral Imaculado Coração de Maria e as paróquias Nossa Senhora da Abadia, em Goianésia, e Santo Antônio Maria Claret, em Hidrolina.

A ação manifestou sinais de esperança, fé e solidariedade diante das mortes pela covid-19. O ato não se restringe apenas a badalar sinos, mas a ajudar aqueles que mais precisam, pois foi o pontapé inicial da segunda fase da Ação Solidária Emergencial, que ano passado produziu e distribuiu para as populações mais vulneráveis de todo o Brasil, cerca de 717 mil alimentos (quentinhas), arrecadou e distribuiu 727.832 mil unidades de roupas e calçados, 411.580 mil kits de higiene e 414.114 mil equipamentos de proteção individual. Mais de 1,1 milhão de pessoas foram beneficiadas.

O mapa com os dados pode ser acessado no site oficial da CNBB Nacional. CLIQUE AQUI

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Santa Sé sobre o mundo na pós-Covid: interdependente e com ação coletiva responsável https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/santa-se-sobre-o-mundo-na-pos-covid-interdependente-e-com-acao-coletiva-responsavel/ Tue, 23 Feb 2021 14:03:10 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60175 Revitalizar a cooperação multilateral entre os Estados, baseada no respeito à igualdade de direitos e à autodeterminação dos povos, no espírito da Carta das Nações Unidas. Essa é o caminho para enfrentar com sucesso os novos desafios complexos que o mundo terá após a pandemia de Covid-19. Esse pensamento foi reiterado pelo arcebispo Ivan Jurkovič, Observador Permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas em Genebra, que nesta segunda-feira (22) participou de uma reunião preparatória para a 15ª Sessão Ministerial da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad XV).

O encontro, inicialmente previsto para outubro de 2020, será realizado de 3 a 8 de outubro deste ano em Barbados, uma ilha da América Central, sobre o tema: “Da desigualdade e vulnerabilidade à prosperidade para todos”, com o objetivo de refinar a Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030 à luz do dramático impacto da Covid-19 nas economias do mundo inteiro. O foco das discussões será em torno das estratégias e políticas necessárias para ajudar os países a resistir melhor a choques como a pandemia no futuro e se recuperar rapidamente de crises econômicas, financeiras, climáticas e sociais.

Novas formas de compromisso responsável
Objetivos compartilhados pela Santa Sé que, ao mesmo tempo, reitera a importância de fortalecer a cooperação entre os Estados em um momento em que o multilateralismo está sendo colocado à prova ainda mais. “Os diferentes aspectos desta crise imprevisível, as soluções e qualquer novo desenvolvimento que o futuro poderia trazer, estão cada vez mais interligados e interdependentes”, observou em discurso o arcebispo Jurkovič.

É por isso que “a família das Nações é chamada a repensar o percurso, a descobrir novas formas de compromisso responsável. Desta forma”, ressaltou ele, “a crise se torna uma oportunidade para discernir como dar forma a uma nova visão integral para o futuro”. De acordo com a Santa Sé, a primeira minuta do documento de trabalho da Conferência apresentada em dezembro do ano passado oferece uma “base sólida” nesse sentido. Entre os pontos salientes, destaque para os limites do atual “paradigma de desenvolvimento”, que surgiu em todas as suas evidências precisamente durante a crise da Covid-19, o que – observou o representante do Vaticano – serviu “para nos lembrar que este é realmente um mundo interdependente” e, portanto, a necessidade de “uma ação coletiva responsável e clarividente”.

Um desenvolvimento equitativo
Não apenas isso, mas a crise também evidenciou o quanto o ambiente, o desenvolvimento e a segurança estejam interligados: “resolver uma coisa sem pensar nos outros não é mais, portanto, uma perspectiva viável”. De acordo com o arcebispo, o documento final que a Unctad está preparando para discutir nos próximos meses oferece “uma oportunidade única para organizar uma resposta efetiva às consequências econômicas da Covid-19”, desde que – enfatizou na conclusão – o foco não seja apenas em medidas macroeconômicas, mas “também em uma série de políticas corretivas para construir um percurso de desenvolvimento equitativo, integral e favorável ao clima”.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Papa: o mundo precisa de fraternidade e esperança tanto quanto de vacina https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/papa-o-mundo-precisa-de-fraternidade-e-esperanca-tanto-quanto-de-vacina/ Mon, 08 Feb 2021 14:46:20 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60128 A audiência ao Corpo Diplomático constitui um dos eventos mais tradicionais do ano no Vaticano. Ao receber os embaixadores, o Papa formula seus votos de felicitações a todos os mais de 180 países com os quais a Santa Sé mantém relações diplomáticas. Mas, sobretudo, é a ocasião em que o Pontífice faz uma análise da atual conjuntura sociopolítica mundial.

A pandemia e suas consequências guiaram a reflexão de Francisco, identificando em seu longo discurso as crises que a Covid-19 provocou em escala global. O mundo está doente, afirmou o Papa, e não só por causa do vírus.

Crise sanitária
A doença e a morte ficaram muito mais palpáveis com a pandemia, o que leva a recordar o valor da vida, “de cada vida humana e da sua dignidade, em todos os momentos, desde a concepção no ventre materno até ao seu fim natural”.

Francisco manifestou sua dor com o fato de que muitas legislações no mundo se afastaram do seu dever primário de defender a vida, legalizando o aborto com o pretexto de garantir “pretensos direitos subjetivos”.

Mais uma vez o Pontífice renovou seu apelo para que os cuidados na área na saúde, como as vacinas, por exemplo, estejam à disposição de todos, sobretudo dos mais vulneráveis. Recordando, porém, que é responsabilidade de todos manter um comportamento responsável para si e para os demais.

Crise ambiental
Contudo, constatou o Papa, “não é apenas o ser humano que está doente, a nossa Terra também”. Francisco citou a exploração indiscrimanada dos recursos naturais e as mudanças climáticas, que provocam, por sua vez, insegurança alimentar e desastres ambientais. Burkina Faso, Mali, Níger e Sudão do Sul foram alguns dos países destacados. Mas também a Austrália e a Califórnia.

Crise econômica e social
No campo econômico, a pandemia obrigou muitos países a adotarem quarentenas e lockdowns para conter a difusão do vírus, com o consequente aumento do desemprego e da vulnerabilidade social. Crises humanitárias foram acentuadas, como o tráfico de seres humanos, a exploração da prostituição e o fluxo migratório. O Papa mencionou a tensão na região moçambicana de Cabo Delgado, na Síria e no Iemên. E as violações cometidas contra milhares de deslocados, refugiados e repatriados.

Esta crise evidenciou que é necessária uma “nova revolução copernicana”, que coloque de novo a economia a serviço do homem e não vice-versa. E recordou que a Santa Sé considera ineficaz a lógica das sanções de um país contra o outro.

“Oxalá esta conjuntura que estamos a atravessar sirva, igualmente, de estímulo para perdoar ou, pelo menos, reduzir a dívida que pesa sobre os países mais pobres, impedindo efetivamente a sua recuperação e pleno desenvolvimento.”

Crise política
A política também sofreu de Oriente a Ocidente, mesmo em países de longa tradição democrática. O Papa constatou um “aumento das contraposições políticas e a dificuldade, senão mesmo a incapacidade, de procurar soluções comuns e partilhadas para os problemas que afligem o nosso planeta”.

E encorajou os países a empreenderem reformas. Manifestou sua satisfação com o Tratado para a Proibição das Armas Nucleares, com sua iminente viagem ao Iraque e o prolongamento do Acordo Provisório entre Santa Sé e China sobre a nomeação dos Bispos. “Trata-se de um entendimento de caráter essencialmente pastoral e a Santa Sé espera que o caminho percorrido continue, em espírito de respeito e mútua confiança.”

O Papa desejou paz para Mianmar, Líbano, Terra Santa e Líbia e fez votos de que em 2021 se possa inscrever a palavra “fim” no conflito na Síria.

Paz também para a República Centro-Africana, Coreia. Para a América Latina, os votos são para que se consiga aliviar as tensões políticas e sociais, “cujas raízes se encontram nas profundas desigualdades, nas injustiças e na pobreza, que ofendem a dignidade das pessoas”.

O terrorismo também preocupa o Santo Padre, que com frequência atinge os locais de culto, “com uma consequência direta da defesa da liberdade de pensamento, consciência e religião”.

Crise dos relacionamentos humanos
Mas para Francisco, há uma crise que talvez seja a mais grave de todas: a crise dos relacionamentos humanos, expressão de uma crise antropológica geral.

O Papa manifestou sua preocupação com a “catástrofe educativa”, acirrada com a pandemia, que evidenciou a desigualdade no acesso à instrução, relegando milhões de estudantes a um limbo pedagógico.

A Covid-19 impactou também nos relacionamentos familiares, com o aumento da violência doméstica e nas limitações da liberdade religiosa.

“Um bom cuidado do corpo nunca pode prescindir do cuidado da alma”, disse Francisco, que concluiu:

“O ano de 2021 é um tempo a não perder; e não se perderá na medida em que soubermos colaborar com generosidade e empenho. Neste sentido, considero que a fraternidade seja o verdadeiro remédio para a pandemia e os inúmeros males que nos atingiram. Fraternidade e esperança são remédios de que o mundo precisa, hoje, tanto como as vacinas.”

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Campanha contra a Covid-19 no Vaticano: o Papa e o emérito foram vacinados https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/campanha-contra-a-covid-19-no-vaticano-o-papa-e-o-emerito-foram-vacinados/ Fri, 15 Jan 2021 13:57:04 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=59960 Prossegue a campanha de vacinação contra a Covid-19, no Vaticano, iniciada na manhã do dia 13 de janeiro, após a chegada do soro. Tanto o papa Francisco quanto o papa emérito Bento XVI já receberam a primeira dose da vacina.

“Posso confirmar que como parte do programa de vacinação do Estado da Cidade do Vaticano”, disse o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, respondendo às perguntas dos jornalistas, “até hoje a primeira dose da vacina para a Covid-19 foi administrada ao papa Francisco e ao papa emérito”.

Francisco havia anunciado durante a entrevista ao Tg5 que seria vacinado esta semana, enquanto o secretário particular de Bento XVI, Dom Georg Gaenswein, tinha confirmado que o papa emérito também seria vacinado.

Recorda-se que na entrevista o papa Francisco definiu a vacinação “uma ação ética, porque está em risco a sua saúde, a sua vida, mas também a vida dos outros”.

Fonte: Vatican News

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Ação Pastoral Pós-Pandemia (9) https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/acao-pastoral-pos-pandemia-9/ Tue, 28 Jul 2020 15:27:23 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58853

A Celebração Eucarística, na sociedade do espetáculo

Nos últimos anos, estamos nos envolvendo com aplicativos de celular que viabilizam relacionamentos rápidos, com diálogos instantâneos, bem como contatos interpessoais, ligações afetivas, profissionais e lúdicas. É o caso do Whastsapp.

Este aplicativo impõe um novo jeito de interagir entre as pessoas. Agora, boa parte da população recebe mensagens, comunicados, fotos, vídeos numa rapidez surpreendente.

Neste interagir com aplicativos (Whastsapp), estamos tomando ciência de inúmeras celebrações eucarísticas em todo mundo que estão totalmente deixando a desejar pelos vídeos que recebemos. Ex.: padres dançando, padres fazendo propaganda de celebrações eucarísticas, andando de patins dentro da Igreja, padres cantando de maneira altiva, outros vestidos de paramentos incomuns para chamar atenção e tantas outras situações que envergonham a nossa Igreja. Achamos graça, compartilhamos rapidamente, mas por outro lado, causam-nos uma tristeza imensa pela ridicularizarão do mistério da eucaristia. Estamos desconsiderando a Igreja e fazendo do mistério pascal um grande espetáculo.

Essa realidade nos faz refletir sobre as celebrações eucarísticas em nossas paróquias e comunidades numa “sociedade do espetáculo”. A celebração da eucaristia é ainda o meio mais eficaz de alimentar a fé e o evento mais procurado pelo povo de Deus.

O criador do conceito “sociedade do espetáculo” foi francês Guy Debard, que definiu o espetáculo como o conjunto das relações mediadas pelas imagens.

A palavra “espetáculo”, na raiz, está ligada a espectador, ou seja, “aquele que assiste”. Não é um conjunto de imagens, mas uma relação social entre pessoas mediatizada por imagens.

Na “sociedade do espetáculo” a aparência torna-se algo importante, bem como a produção de imagens e a valorização da dimensão visual da comunicação como instrumento de exercício do poder e de dominação social.

“No espetáculo, o fim não é nada, o desenrolar é tudo. O espetáculo não deseja chegar a nada que não seja ele mesmo” (Debard).

A imagem, obviamente, é algo para ser visto. Mas nem toda imagem está inserida na lógica do espetáculo. Uma imagem natural, lago, patos, montanhas ao fundo, campo, é apenas uma paisagem, ou uma imagem natural. No entanto, se o espaço for loteado para a venda e a paisagem utilizada como sedução para atrair compradores, o cenário se converte em mercadoria e ganha valor de imagem.

Na sociedade do espetáculo, quanto mais a pessoa se apresenta por meio de determinada estética (roupas, maquiagem, gestos ensaiados e palavras de ordem), mais se rende à lógica do espetáculo, na medida em que expressa sua rebeldia visualmente.

O espetáculo apresenta-se como uma enorme positividade indiscutível e inacessível. Ele nada mais diz senão que “o que aparece é bom, o que é bom aparece”.

A vida é cada vez mais moldada pelo espetáculo: o teatro, a moda, a arquitetura, a gastronomia, o sexo, os jogos, a música, a televisão, o filme, os esportes, as celebridades, a economia. É a espetacularização da realidade, a dramatização da vida e, infelizmente, nossas paróquias e comunidades estão entrando nessa. Nossas comunidades e paróquias, em sua caminhada de fé, vivem da celebração do mistério pascal de Jesus, na celebração dos sacramentos, principalmente, da Eucaristia.

Na encíclica Ecclesia de Eucharistia (EE), o papa São João Paulo II fez questão de recordar que a celebração eucarística nunca é propriedade do sacerdote ou da comunidade, lembrando ainda o grande sofrimento causado aos fiéis por abusos introduzidos na celebração da Missa. A observância das normas litúrgicas é uma expressão fundamental do amor a Cristo e à Igreja.

O papa fala, franca e abertamente, de abusos introduzidos na celebração da Sagrada Eucaristia por “um ambíguo sentido de criatividade e adaptação” (EE, 52). E acrescenta: “A ninguém é permitido aviltar o mistério confiado às nossas mãos: é demasiado grande para que alguém possa permitir-se tratá-lo segundo o próprio livre arbítrio, não respeitando o seu caráter sagrado nem a sua dimensão universal” (Ibidem).

Não nos é permitido reconfigurar ou redesenhar a Sagrada Eucaristia, nem tão pouco servir-nos dela e explorá-la para os nossos próprios intentos. A Sagrada Eucaristia é sempre, e ao mesmo tempo, sacrifício, banquete e presença real e não um espetáculo a ser assistido.

Na celebração da Eucaristia, o celebrante deve desaparecer por detrás da Pessoa de Cristo que ele faz presente, e atrás também da pessoa mística da Igreja, em nome da qual age, respeitando as cerimônias tal como são previstas no livro litúrgico.

Vamos nesta “sociedade do espetáculo” valorizar a celebração eucarística, respeitando sua dimensão de mistério e não tratá-la como mero espetáculo!

Dom Edson Oriolo
Bispo de Leopoldina (MG)

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“Eu não consigo respirar”: oração on-line pelos povos que sofrem com a Covid-19 é dia 23 de julho https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/eu-nao-consigo-respirar-oracao-on-line-pelos-povos-que-sofrem-com-a-covid-19-e-dia-23-de-julho/ Tue, 21 Jul 2020 15:07:52 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58842 Mais um momento para fortalecer a fé e testemunhar a presença de Deus unindo o mundo que enfrenta a pandemia de Covid-19. Nesta quinta-feira, dia 23 de julho, a oração on-line intitulada “Eu não consigo respirar” será direcionada especialmente às pessoas dos países que estão sofrendo drasticamente com as consequências do coronavírus. A iniciativa partiu da União Internacional das Superioras Gerais (UISG), da Confederação Latino-americana de Religiosos (CLAR) e da Conferência das Líderes de Congregações de Mulheres Religiosas (LCWR).

Como participar da oração on-line
A oração on-line está marcada para às 15h, no Horário de Verão da Europa Central (CEST), isto é, 10h no horário de Brasília. Para participar, basta seguir as indicações no site da UISG, acessando o link do App Zomm, já que o encontro mundial vai acontecer em modalidade de videoconferência (https://us02web.zoom.us/j/89788103343 Meeting ID: 897 8810 3343).

A iniciativa motiva para rezar sobretudo pelos países mais afetados pela pandemia, como: Estados Unidos, Brasil, Índia, Rússia, África do Sul, Peru, México, Chile, Reino Unido e Irã. Dessa forma, a oração será feita em português, espanhol, italiano e inglês.

A “santa inquietação” da pandemia
A presidente da UISG, Ir. Jolanta Kafka, em mensagem pública divulgada no final do mês de junho no portal da organização para manifestar comunhão e contribuir com o discernimento neste período de pandemia, descreveu o momento vivido como de “santa inquietação” pela privação de projetos e de poder administrar a própria vida. Um tipo de “pobreza” e de “incerteza” que “levam a confiar em Deus mais sinceramente, a aceitar que a insegurança eduque a uma busca intensa de Deus, a ancorar o coração n’Ele”.

Irmã Jolanta também lembrou que o confinamento ajudou a “redescobrir o próximo”, com gestos concretos de ajuda mútua, em nível local ou através da “solidariedade global”. Por isso, a oração on-line se manifesta como mais uma iniciativa para oferecer o acompanhamento recíproco, mesmo que de forma virtual, mas que vai “muito além da comunidade congregacional”.

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Não vos preocupeis https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/nao-vos-preocupeis/ Tue, 12 May 2020 03:43:53 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58374 Essa pandemia do Corona vírus é ocasião para refletirmos um pouco sobre a tranquilidade que devemos cultivar e o excesso de preocupação que devemos evitar. Fugir da depressão, do estresse e da ansiedade. A depressão, como dizem, é excesso de passado, estresse é excesso de presente e ansiedade é excesso de futuro. Enfim, excesso de preocupações. Vivamos bem o presente, com a confiança de filhos que somos de Deus, pai que se preocupa conosco.

Assim nos disse Jesus no seu Sermão da Montanha, ensinando-nos a pôr a nossa confiança em Deus. É a receita da tranquilidade: “Não vos preocupeis quanto à vossa vida… Olhai os pássaros do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros. No entanto, vosso Pai celeste os alimenta. Será que vós não valeis mais do que eles?… Aprendei dos lírios do campo, como crescem. Não trabalham nem fiam, e, no entanto, eu vos digo, nem Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um só dentre eles… Vosso Pai celeste sabe que precisais de tudo isso. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo. Portanto, não fiqueis preocupados com o amanhã, pois o amanhã terá sua própria preocupação! A cada dia basta o seu mal” (Mt 6, 25-34).

Claro que é normal a sadia preocupação. Jesus nos adverte contra a preocupação excessiva, com ansiedade: Não fiqueis excessivamente preocupados com o amanhã, ele quis dizer. A cada dia basta o seu mal. Nem com o passado, que não existe mais e está nas mãos de Deus, nem com o futuro, que a ele pertence. “Que a saudade do ontem e o medo do amanhã não roubem a alegria do nosso hoje” (Pe. Roque Schneider). Foi a oração de São Pio de Pietrelcina: “Senhor, eu peço para o meu passado a vossa misericórdia, para o meu presente o vosso amor, para o meu futuro a vossa providência”.

E fiquemos tranquilos assim. Precisamos controlar as lembranças do passado e as expectativas do futuro, para não perdermos a paz de espírito no presente.
Mas não termos a preocupação ansiosa não significa que não devamos ter cuidados, precauções, prudência e prevenções. Deus mandou que a Sagrada Família de Belém fugisse para o Egito, porque Herodes queria matar o menino (Mt 2, 13). Também quando Deus mandou que retornassem para Israel, São José não quis voltar para a Judéia, com medo do filho de Herodes. O próprio Jesus, quando foi tentado pelo diabo para que se lançasse do alto do templo, confiando que o Pai o protegeria, resistiu a essa tentação, dizendo que isso seria tentar a Deus. Quando ouviu a notícia de que Herodes tinha prendido e assassinado João Batista, retirou-se dali (Mt 14, 15); quando os judeus quiseram apedrejá-lo, escondeu-se deles (cf. Jo 8, 59). Quando aumentou o perigo, Jesus não quis andar pela Judeia, porque os judeus procuravam mata-lo (Jo 7, 1).

Alguém acusaria Jesus e São José de não terem tido fortaleza, fé e confiança em Deus, para arrostar imprudentemente os perigos? Não! Agiram com sadia preocupação e prudência.Assim, não nos preocupemos ansiosamente, mas, com confiança em Deus, procedamos com cautela e os cuidados necessários que nos são recomendados pelas pessoas prudentes.

Dom Fernando Arêas Rifan
Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

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CNBB conclama a sociedade e os responsáveis pelos poderes públicos a se unirem pela prevenção e pelo combate à Covid-19 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/cnbb-conclama-a-sociedade-e-os-responsaveis-pelos-poderes-publicos-a-se-unirem-pela-prevencao-e-pelo-combate-a-covid-19/ Fri, 01 May 2020 14:56:06 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58329 A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, por meio do seu Conselho Episcopal Pastoral (Consep), reafirmou, em nota, seu compromisso com o “Pacto pela Vida e pelo Brasil”, divulgado no dia 7 de abril, assinado inicialmente por seis respeitadas instituições da sociedade civil e, posteriormente, por mais de 150 entidades. O Pacto considera que “a hora é grave e clama por liderança ética, arrojada, humanística, que ecoe um pacto firmado por toda a sociedade, como compromisso e bússola para a superação da crise atual”.

Na nota intitulada “Posicionamento da CNBB – Em defesa da Democracia, pela Justiça e pela Paz”, a CNBB considera que esta é a mais grave crise sanitária dos últimos tempos e afirma ser este um momento dificílimo, que clama pelo efetivo exercício da solidariedade e da caridade. “É tempo das palavras e atitudes serenas de paz, de fé e de esperança, de respeito às leis e à democracia”, diz um trecho.

“É com perplexidade e indignação que assistimos manifestações violentas contra as medidas de prevenção ao coronavírus; que ouvimos declarações enviesadas de desprezo pela vida, por parte de agentes públicos sobre a morte de milhares de brasileiros e brasileiras contaminados pela covid-19; que vimos acontecer eventos atentatórios à ordem constitucional, com a participação de autoridades públicas, onde se defendeu o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, a volta do AI-5 e o retorno aos sombrios tempos da ditadura; que todo o Brasil soube de denúncias acerca da politização da justiça, ferindo sua necessária autonomia de investigação”.

No texto, a CNBB deixa claro que a Doutrina Social da Igreja ensina, com clareza, a intocável harmonia e cooperação entre os Poderes, base constitutiva da República, garantia do Estado Democrático de Direito, o princípio de que “é preferível que cada poder seja equilibrado por outros poderes e outras esferas de competência que o mantenham no seu justo limite. Este é o princípio do ‘Estado de direito’, no qual é soberana a lei, e não a vontade arbitrária dos homens.” (CDSI, 408).

Também considera que buscar soluções para os problemas do Brasil fora da institucionalidade democrática e em confronto com os poderes da República, coloca em risco a democracia e a integridade do povo brasileiro. “Nessa perspectiva, não são toleráveis as manifestações sociais que atentam contra a Constituição, assim como não é tolerável que qualquer autoridade viole os preceitos constitucionais e despreze a vida. Espera-se das instituições republicanas, garantidoras do Estado de direito, a devida responsabilização dos que atentam contra a ordem democrática”, diz outro trecho.

Reiterando o posicionamento contido no “Pacto pela Vida e pelo Brasil”, a CNBB conclama a sociedade e os responsáveis pelos poderes públicos a se libertarem dos “vírus mortais da discórdia”, da violência, do ódio e a se unirem no único confronto que a todos interessa nesse momento: a prevenção e o combate à Covid-19, em defesa da vida, especialmente a dos mais pobres e vulneráveis.

O texto salienta, ainda, que o cuidado da saúde das pessoas e da economia são fundamentais para a garantia da vida em sua plenitude e não se opõem. “Sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida, Maria, mãe discípula de Jesus, irmanamo-nos na luta empenhada por justiça e paz e pela democracia plena, onde deve prevalecer o bem comum e a dignidade de cada pessoa, como partícipe da construção de uma nova sociedade marcada pela solidariedade, como nos ensina o Papa Francisco”, finaliza.

A nota pode ser acessada, na íntegra, aqui.

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Estudo da SBCC e Cefet-MG mostra o impacto positivo do isolamento social na Igreja Católica https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/estudo-da-sbcc-e-cefet-mg-mostra-o-impacto-positivo-do-isolamento-social-na-igreja-catolica/ Tue, 28 Apr 2020 20:57:06 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58311 As medidas de isolamento social determinadas pelas autoridades sanitárias adotadas pelas arquidioceses, dioceses e prelazias brasileiras, que suspenderam as atividades religiosas como as missas, podem ter evitado mais de 120 mortes no Brasil.

O estudo foi feito pela Sociedade Brasileira de Cientistas Católicos (SBCC), da qual o Setor Universidades da Comissão Episcopal Pastoral para Cultura e Educação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) faz parte e o Grupo de Pesquisa em Modelagem de Problemas Biológicos do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG).

“O número aproximado de vidas salvas depende do número de mortos durante o tempo do isolamento pela suspensão de missas no Brasil. Dos 3.295 óbitos pela Covid-19 neste período, poderíamos estimar que a medida salvou em torno de 125 vidas humanas, fora os milhares de infectados”, afirma o doutor em Engenharia Elétrica e professor do departamento de Matemática do Cefet, Rodrigo Cardoso. Segundo o pesquisador, o número varia entre 46 e 120, com média em 85.

Os pesquisadores utilizaram um modelo matemático para estimar o número de mortes e casos evitados de coronavírus com missas sem a presença de fiéis, que foram suspensas na maioria das dioceses brasileiras por volta do dia 21 de março de 2020.

Segundo o estudo, “Dentro das hipóteses e casos considerados nesta estimativa, os resultados apontam que apenas essa medida pode ter sido responsável pela redução de 2,6% no número de casos de infecção e mortes no país e pela redução de cerca de 9,7% do número de casos de hospitalização simultâneos durante o pico da epidemia”.

De acordo com a SBCC, mesmo a restrição aos sacramentos tendo sido dolorosa para os fiéis, é importante ressaltar que essa contribuição foi fundamental para preservar vidas.

“Com esse estudo a SBCC pretende colaborar tanto para a divulgação científica junto ao público católico, como salientar para a sociedade em geral os esforços que a Igreja tem feito no intuito de auxiliar no enfrentamento da pandemia”, diz o artigo.

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IV – Novas orientações para a Diocese de Uruaçu sobre a prevenção contra o novo coronavírus (Covid-19)D-19) https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/iv-novas-orientacoes-para-a-diocese-de-uruacu-sobre-a-prevencao-contra-o-novo-coronavirus-covid-19d-19/ Wed, 22 Apr 2020 16:56:53 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58267 A todos que este nosso decreto virem, saudação, paz e bênção em nosso Senhor Jesus Cristo.

Firmes na fé, na esperança e na caridade;

Animados pela parábola do Bom Samaritano (Lc 10,30-37) cujas atitudes do ver, sentir compaixão e cuidar constituem parte essencial da prática cristã;

Considerando os novos pronunciamentos das autoridades competentes em nível federal, em Goiás e nos municípios de nossa Diocese, no que diz respeito às medidas preventivas frente à Covid-19;

Havemos por bem decretar, como de fato decretamos, com a anuência do Colégio de Consultores, novas determinações para o território diocesano visando a promoção e a defesa da vida humana, garantir ambientes seguros para os fieis e a prevenção contra a Covid-19:

1. As celebrações dos sacramentos e sacramentais sejam organizadas em base aos decretos ou orientações dos Prefeitos onde as paróquias, santuários e associações eclesiais estão situadas.

2. Para a Missa e Celebração da Palavra observe-se:
a. Evitar o aperto de mãos durante a acolhida aos fieis;
b. Suspender o uso do folheto litúrgico;
c. Não dar as mãos ao rezar o Pai-Nosso;
d. Omitir o abraço da paz;
e. Distribuir a comunhão somente sob uma espécie e diretamente nas mãos diante do ministro;
f. Redobrar os cuidados higiênicos ao preparar as espécies a serem consagradas na Missa;
g. Os sacerdotes e MESCE’s devem higienizar as mãos com álcool em gel 70% antes da distribuição da Sagrada Comunhão aos fieis, evitando tocá-los durante esse momento.

3. Seja transmitida ao menos uma Missa dominical paroquial pelos meios de comunicação e redes sociais disponíveis.

4. Em relação à restrição do número de pessoas por celebração, organize-se de tal forma a garantir, o máximo possível, a participação dos fieis. Para tanto, evite-se situações como “entram na igreja os primeiros que chegarem” de modo a impedir a concorrência, os favoritismos e privilégios.

5. Os Párocos enviem, segundo as possibilidades, os Ministros Extraordinários da Comunhão para presidir na matriz, nas capelas urbanas e rurais a Celebração da Palavra com distribuição da Eucaristia, aos domingos e dias de festa de preceito. Deste modo, mais fieis podem ter acesso à comunhão haja visto o número reduzido de presbíteros e o limite de pessoas permitido por celebração (cf. cân. 1248 § 2).

6. Aqueles que, por razão da determinação do número reduzido de Missas e de seus participantes, ou por outra grave causa, não conseguirem participar da Missa dominical ou dias de festa de preceito, são vivamente recomendados a participar da Celebração da Palavra, se houver, ou acompanhar a Missa pelos meios de comunicação social ou ainda se dedicar à oração por tempo conveniente, pessoalmente ou em família (cf. cân. 1248 § 2).

7. As igrejas permanecerão abertas para a visitação e oração pessoal dos fieis; bancos, maçanetas ou outros objetos constantemente tocados pelas pessoas sejam higienizados quantas vezes forem necessárias.

8. As reuniões e encontros de pastorais, movimentos e outros grupos eclesiais estão permitidos se houver respaldo nos decretos e orientações dos Prefeitos onde o evento acontecer e se seguirem as indicações dos mesmos. Recorde-se da possibilidade de se fazer uso dos meios oferecidos pelas redes sociais para realizar algumas destas atividades.

9. A catequese com a presença física dos envolvidos continuará suspensa e será retomada tão logo recomecem as aulas da rede de ensino público. Recomenda-se vivamente aos catequistas encontrarem meios alternativos e seguros para alimentar a fé dos catequisandos permanecendo unidos.

10. Haja nas paróquias ações solidárias para ajudar as pessoas que se encontrem necessitadas por causa da crise da pandemia do Covid-19. As ações já em curso sejam reforçadas. Serve de inspiração e de base o projeto da CNBB Nacional e Cáritas Brasileira “É tempo de cuidar – ação solidária emergencial da Igreja no Brasil para enfrentar a pandemia do coronavírus” (cf. http://www.cnbb.org.br/tempodecuidar/).

Por fim, recordamos que é de responsabilidade direta dos párocos e vigários fazer com que estas indicações litúrgicas e pastorais sejam obedecidas, uma vez que eles se encontram nos locais e nas circunstâncias em que as ações acontecem, responsabilizando-se, inclusive, pelo não cumprimento de algumas dessas orientações e pelas consequências oriundas desse descumprimento.

Contamos com a compreensão e a colaboração dos diocesanos em prol do bem dos fieis e da população em geral.

Confio todos à proteção maternal do Imaculado Coração de Maria, nosso padroeiro, e a São Sebastião, protetor contra as pestes.

Ficam revogados os decretos n. 096, 097, 098/2020.

Estas indicações entram em vigor nesta data e são válidas enquanto não mandarmos o contrário.

Dado e passado em nossa Cúria Diocesana em 22 de abril do ano do Senhor de 2020.

Pe. Francisco Agamenilton Damascena
Administrador Diocesano

Pe. Edilson Ribeiro de Freitas
Chanceler

 

 

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