construir pontes - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:06:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png construir pontes - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Cardeal Parolin: a exemplo de Santo Agostinho, Papa indica caminho do diálogo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-parolin-a-exemplo-de-santo-agostinho-papa-indica-caminho-do-dialogo/ Thu, 31 Aug 2017 09:16:15 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48212 A contribuição que Santo Agostinho “dá a nossos tempos difíceis do ponto de vista geopolítico” é “a lição do diálogo”, caminho que “também o Papa Francisco não cessa de indicar-nos para fazer a paz”. É o que afirma o secretário de Estado vaticano, Cardeal Pietro Parolin, em entrevista publicada no último número do semanário da diocese italiana de Pavia “Il Ticino”.

Por nascimento, um encontro entre dois mundos

“Agostinho, africano da Numídia, era filho de uma mãe (Mônica) de raça berbera – um povo ainda existente na atual Argélia, razão pela qual os argelinos o reconhecem como compatriota – e de um pai (Patrício) talvez colono romano. Portanto, nele já se realizava por nascimento um encontro entre dois mundos”, explica o Cardeal Parolin.

Após os estudos e o ensino em Cartago, veio primeiro a Roma e depois foi para Milão, capital de então do império romano do Ocidente.

Graças também a sua mãe, Santa Mônica, abraçou a fé católica

Em Milão, graças ao sacerdote Simplício e ao bispo Ambrósio, abraçou a fé cristã da Igreja católica, transmitida também por sua mãe, acrescenta o purpurado que esta segunda-feira (28/08) presidiu na Basílica de São Pedro in Ciel d’Oro de Pavia – norte da Itália – à celebração eucarística por ocasião da memoria litúrgica do santo doutor da Igreja.

Capacidade de dialogar com todos

“A sua experiência africana e romana, em particular, do cristianismo milanês, fez dele uma síntese única e intelectual” que o predispôs “à capacidade de dialogar com todos”: representantes das instituições romanas e grupos divergentes dentro da comunidade eclesial, observa o purpurado.

Construir pontes de diálogo, indica-nos também Francisco

“Considero que propriamente a lição do diálogo constitua a contribuição que o grande bispo de Hipona dá a nossos tempos difíceis do ponto de vista geopolítico. Construir sempre pontes de diálogo com os outros é o caminho que também o Papa Francisco não cessa de indicar-nos para fazer a paz”, conclui o secretário de Estado vaticano.

Por Rádio Vaticano

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Santa Sé na ONU: a gramática do diálogo para educar e construir pontes https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/santa-se-na-onu-a-gramatica-do-dialogo-para-educar-e-construir-pontes/ Fri, 30 Jun 2017 07:46:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47044 Nesta semana, em pronunciamento em Nova Iorque, num encontro sobre instrução e objetivos para o desenvolvimento sustentável, o Observador Permanente da Santa Sé na ONU, Dom Bernardito Auza, reiterou a necessidade, muitas vezes evidenciada pelo Papa Francisco, de reforçar o direito primário das famílias em educar os próprios filhos.

O arcebispo citou palavras do Pontífice, explicando que a tutela e a assistência das famílias na educação dos filhos é a base da atuação da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Dom Auza lembrou a experiência secular da Igreja Católica no campo da instrução, contribuindo a um mundo mais unido e pacífico: muitas são as escolas fundadas no mundo inteiro, “abertas a todos, meninas e meninos” e “aos pobres que, caso contrário, não teriam recebido instrução”.

A gramática do diálogo que educa e constrói pontes

Dom Auza acrescentou ainda que as instituições educativas devem promover a “gramática do diálogo”, base da cultura do encontro e instrumento para harmonizar a diversidade cultural na busca da verdade. Um clima de respeito, estima, escuta e solidariedade, segundo ele, podem responder a tantas formas de violência, pobreza, tráfico e restrição à liberdade.

Educados pela “gramática do diálogo”, finalizou convicto o Observador Permanente da Santa Sé, as novas gerações encontrarão motivações para “construir pontes e encontrar novas respostas aos vários desafios do nosso tempo”.

Por Rádio Vaticano

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Bartolomeu ao Papa: Igrejas irmãs unidas pelos mártires https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bartolomeu-ao-papa-igrejas-irmas-unidas-pelos-martires/ Wed, 28 Jun 2017 15:18:55 +0000 http://teste.toqueto.com/bartolomeu-ao-papa-igrejas-irmas-unidas-pelos-martires.html Igrejas irmãs, unidas no sangue dos mártires, testemunhas ainda hoje de “novas formas de perseguição e opressão”.

A mensagem do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, enviada ao Papa Francisco por ocasião das Festas dos Santos Pedro e Paulo, é dedicada aos mártires das Igrejas perseguidas e oprimidas no mundo.

A mensagem foi entregue ao Pontífice na manhã de terça-feira pelo Metropolita Job, de Telmessos – copresidente da Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre as duas Igrejas – durante encontro com a delegação do Fanar, presente em Roma para participar da Festa dos Santos Pedro e Paulo (da mesma forma que uma delegação do Vaticano participa da Festa de Santo André, em Istambul).

“Nos últimos anos – escreve Bartolomeu – temos sido testemunhas, com profunda dor, dos ataques contra os cristãos e os lugares de culto. As nossas Igrejas irmãs são próximas a todos os cristãos perseguidos e oprimidos dos nossos tempos e deste tempo”.

Viagem ao Egito

Na mensagem, o Patriarca repassa a viagem feita em abril ao Egito onde acompanhou o Papa, para rezarem juntos pela “unidade, a paz e a justiça” e manifestar a proximidade à comunidade copta-ortodoxa do país.

Bartolomeu recorda o que afirmou na Conferência Internacional sobre a Paz realizada na Universidade de Al-Azhar, no Cairo, reiterando que “nunca pode existir violência alguma, nem justificativa para o terrorismo, em nome da religião”.

O Patriarca sublinha como, junto com o Papa, os líderes cristãos enfatizaram que “a violência é a negação de todos os credos e doutrinas religiosas”.

Religiões, construir pontes entre as pessoas

A humanidade pede às religiões hoje para serem abertas e solidárias. O diálogo inter-religioso tem como objetivo “superar os fundamentalismos e demonstrar que as religiões podem e deveriam servir para construir pontes entre as pessoas, ser instrumentos de paz e compreensão recíproca, respeitar todo ser humano”.

Em um mundo colocado a duras provas por estes desafios, emerge com clara urgência o quanto é importante para as Igrejas cristãs fortalecer a sua unidade e trabalhar para chegar às plena comunhão, empenhando-se no “diálogo do amor” e da “verdade”.

Neste sentido, os votos do Patriarca para uma nova fase de trabalhos que aguarda a Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre as duas Igrejas, que se encontrará em setembro em Leros, na Grécia, para que seja “frutuosa” e possa contribuir para fazer avançar o caminho da Igreja rumo à unidade.

Por Rádio Vaticano

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Francisco: "Hoje mais do que nunca, devemos estar do lado dos refugiados” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/francisco-hoje-mais-do-que-nunca-devemos-estar-do-lado-dos-refugiados/ Mon, 19 Jun 2017 08:48:39 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46843 O Papa Francisco, afirmou neste domingo, que conhecer pessoalmente os refugiados “dissipa medos e ideologias distorcidas”. Falando após o Angelus na Praça São Pedro recordou a celebração do Dia Mundial dos Refugiados na próxima terça-feira, que tem como tema este ano “Com os refugiados. Hoje mais do que nunca, devemos estar do lado dos refugiados”.

“A atenção concreta vai para mulheres, homens, crianças que fogem de conflitos, violências e perseguições. Vamos recordar também na oração todos aqueles que perderam suas vidas no mar ou em viagens cansativas por terra”.

Segundo o Papa suas histórias de dor e esperança podem se tornar oportunidades de encontro fraterno e de verdadeiro conhecimento recíproco.

“De fato, o encontro pessoal com os refugiados dissipa medos e ideologias distorcidas e se torna fator de crescimento na humanidade, capaz de criar espaço para sentimentos de abertura e de construção de pontes”.

Os imigrantes e refugiados são um tema essencial no ministério de Francisco, que em muitas ocasiões chamou a atenção para a acolhida desses irmãos.

Sua primeira viagem dentro das fronteiras italianas foi à Ilha de Lampedusa, símbolo do fluxo migratório no Mar Mediterrâneo central e cenário de muitos naufrágios nos últimos anos.

Em abril de 2016 visitou os campos de refugiados da ilha grega de Lesbos, onde disse que viu situações de “fazer chorar” e retornou ao Vaticano com 12 sírios e de cuja integração se ocupa a Comunidade romana de Santo Egídio.

Por Rádio Vaticano

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