Congregação para os Institutos de Vida Consagrada - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Congregação para os Institutos de Vida Consagrada - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Brasileiro entre os novos membros da Congregação para a Vida Consagrada https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/brasileiro-entre-os-novos-membros-da-congregacao-para-a-vida-consagrada/ Tue, 09 Jul 2019 13:50:05 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56070 Entre os novos membros nomeados pelo Papa Francisco para a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, está Dom Amilton Manoel da Silva, bispo auxiliar de Curitiba.
O Santo Padre nomeou novos membros para a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.

Cardeais

Trata-se dos Cardeais Angelo De Donatis, Vigário Geral de Sua Santidade para a Diocese de Roma; Kevin Joseph Farrell, Prefeito do Dicastério para os Leigos, Família e Vida e Camerlengo da Santa Igreja Romana; Luis Francisco Ladaria Ferrer, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, e Ricardo Blázquez Pérez, Arcebispo de Valladolid (Espanha).

Bispos

Assim como dos bispos Amilton Manoel da Silva, Bispo Auxiliar de Curitiba (Brasil); Paolo Bizzeti, Vigário Apostólico de Anatólia (Turquia); Sebastian Francis Shaw, Arcebispo de Lahore (Paquistão); Paskalis Bruno Syukur, bispo de Bogor (Indonésia); José de Jesús González Hernández, Prelado de Jesús María (México).

Superiores Gerais

Dos Reverendíssimos Superiores Gerais: Arturo Sosa Abascal, S.I., Superior Geral da Companhia de Jesus; Guillermo Leon Arboleda Tamayo, O.S.B., Abade Presidente da Sub-congregação Cassinense da Ordem de São Bento; Saverio Cannistrà do Sagrado Coração, O.C.D., Superior Geral dos Carmelitas Descalços; Robert Irvin Schieler, F.S.C., Superior Geral dos Irmãos das Escolas Cristãs; Alejandro Moral Antón, O.S.A., Prior Geral da Ordem de Santo Agostinho; Roberto Genuin, O.F.M. Cap. Ministro geral da Ordem Franciscana dos Frades Menores Capuchinhos; Leonir Mario Chiarello, C.S., Superior Geral dos Missionários de São Carlos Borromeo (Scalabrinianas).

Superioras Gerais

Das Reverendíssimas Superioras Gerais: Kathleen Appler, F.D.C., Superiora Geral das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo; Yvonne Reungoat, F.M.A., Superiora Geral das Filhas de Maria Auxiliadora (Salesianos de Dom Bosco); Françoise Massy, ​​F.M.M., Superiora Geral das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria; Luigia Coccia, S.M.C., Superiora Geral das Missionárias, Pie Madri della Nigrizia (Missionárias Combonianas); Simona Brambilla, M.C., Superiora Geral das Missionárias da Consolata; M. Rita Calvo Sanz, O.D.N., Superiora Geral da Ordem da Companhia de Maria Nossa Senhora; e a Sra. Olga Krizova, Presidente Geral do Instituto Secular de Voluntários Dom Bosco.

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Papa aos membros da Vida Consagrada: fidelidade à vocação https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-aos-membros-da-vida-consagrada-fidelidade-a-vocacao/ Mon, 30 Jan 2017 09:26:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44159 O Santo Padre concluiu suas atividades, na manhã deste sábado (28/01), no Vaticano, recebendo na Sala Clementina, cerca de 100 participantes na Plenária da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica. [Na foto, Francisco com o Cardeal João Braz de Aviz.]

Em seu pronunciamento, o Papa expressou sua satisfação em receber os membros da Congregação que, nestes dias, em sua plenária, refletiram sobre o tema da “fidelidade e dos abandonos”:

“O tema que escolheram é importante. Podemos dizer que, neste momento, a fidelidade é colocada à prova: é o que demonstram as estatísticas que examinaram. Encontramo-nos diante de certa “hemorragia” que enfraquece a vida consagrada e a própria vida da Igreja. Os abandonos na vida consagrada nos preocupam muito. É verdade que alguns a deixam por um gesto de coerência, porque reconhecem, depois de um sério discernimento, que nunca teve vocação; outros, com o passar do tempo, faltam de fidelidade, muitas vezes a apenas alguns anos da sua profissão perpétua”.

Aqui, o Papa perguntou: o que aconteceu? Como vocês destacaram no seu encontro, são muitos os fatores que condicionam a fidelidade nesse tempo de mudança de época em que se torna difícil assumir compromissos sérios e definitivos. Neste sentido, Francisco destacou alguns desses fatores:

“O primeiro fator que não ajuda a manter a fidelidade é o contexto social e cultural em que vivemos. De fato, vivemos imersos na chamada “cultura do fragmento”, do  “provisório”, que pode levar a viver “à la carte” e ser escravo da moda. Esta cultura leva à necessidade de se manter sempre abertas as “portas laterais” para outras possibilidades, alimenta o consumismo e esquece a beleza de uma vida simples e austera, provocando muitas vezes um grande vazio existencial”.

Vivemos em uma sociedade onde as regras econômicas substituem as leis morais, ditam e impõem seus próprios sistemas de referência em detrimento dos valores da vida; uma sociedade onde a ditadura do dinheiro e do lucro defende sua visão de existência. Em tal situação, disse o Pontífice, é preciso primeiro deixar-se evangelizar e, depois, comprometer-se com a evangelização. Assim, apresentou outros fatores ao contexto sócio-cultural:

“Um deles é o mundo da juventude, um mundo complexo, rico e desafiador. Não faltam jovens generosos, solidários e comprometidos em nível religioso e social; jovens que buscam uma vida espiritual, que têm fome de algo diferente do que o mundo oferece. Mas, mesmo entre esses jovens, há muitas vítimas da lógica do mundanismo, como a busca do sucesso a qualquer preço, o dinheiro e o prazer fáceis”.

Essa lógica, advertiu o Papa, atrai muitos jovens, mas nosso compromisso é estar ao lado deles para contagiá-los com a alegria do Evangelho e de pertença a Cristo. Essa cultura deve ser evangelizada. Aqui, indicou um terceiro fator condicionante, que vem da própria vida consagrada, onde, além de uma grande santidade não faltam situações de contra testemunho que tornam difícil a fidelidade:

“Tais situações, entre outras, são: a rotina, o cansaço, o peso de gestão das estruturas, as divisões internas, a sede de poder… Se a vida consagrada quiser manter a sua missão profética e o seu encanto, continuando a ser escola de lealdade para os próximos e os distantes, deverá manter o frescor e a novidade da centralidade de Jesus, a atração pela espiritualidade e da força da missão, mostrar a beleza do seguimento de Cristo e irradiar esperança e alegria”.

Outro aspecto ao qual a vida consagrada deverá prestar especial atenção é a “vida fraterna comunitária”, que deve ser alimentada pela oração comum, a leitura da palavra, a participação ativa nos sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação, o diálogo fraterno, a comunicação sincera entre os seus membros, a correção fraterna, a misericórdia para com o irmão ou a irmã que peca, a partilha das responsabilidades. A seguir, o Santo Padre recordou a importância da vocação:

“A vocação, como a própria fé, é um tesouro que trazemos em vasos de barro, que nunca deve ser roubado ou perder a sua beleza. A vocação é um dom que recebemos do Senhor, que fixou seu olhar sobre nós e nos amou, chamando-nos a segui-lo mediante a vida consagrada, como também uma responsabilidade para quem a recebeu”.  

Falando de lealdade e de abandono, disse ainda Francisco, “devemos dar muita importância ao acompanhamento. A vida consagrada deve investir na preparação de assistentes qualificados para este ministério. E concluiu dizendo que “muitas vocações se perdem por falta de bons líderes. Todas as pessoas consagradas precisam ser acompanhados em nível humano, espiritual e profissional. Aqui entra o discernimento que exige muita sensibilidade espiritual.

Por Rádio Vaticano

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