Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Cetel dá continuidade à revisão da tradução do missal romano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cetel-da-continuidade-a-revisao-da-traducao-do-missal-romano/ Fri, 02 Mar 2018 08:06:05 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51061 Dando continuidade ao trabalho de acompanhamento e revisão da tradução do missal romano, a Comissão Episcopal de Textos Litúrgicos (Cetel) realiza a primeira reunião do ano na sede provisória da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF). Participam da iniciativa o presidente da Comissão, dom Armando Bucciol; dom Aloísio Dilli; dom Geraldo Lyrio Rocha; dom Manoel João Francisco; dom Alberto Taveira Corrêa; dom José Aparecido Gonçalves; o novo assessor da Comissão para a Liturgia, padre Leonardo José de Souza Pinheiro e o padre José Weber.

Dom Armando Bucciol explica que o empenho da Comissão em revisar a tradução do missal já dura cerca de 15 anos. “É um trabalho minucioso, delicado, exigente, difícil e pede muita paciência, muita calma, discussão entre nós para encontrarmos as palavras que na fidelidade ao texto original alcancem uma expressividade, uma compreensão digna da linguagem litúrgica”, pontua.

“O trabalho pede que examinemos o texto para que possamos encontrar aquela expressão que mais diga o conteúdo da oração e o diga de uma forma bela e expressiva para quem participa da oração litúrgica”, argumenta dom Armando.

A revisão da tradução do missal atende a uma ordem vinda da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos através da quinta instrução Liturgiam Authenticam, de 2001, que serve de comentário sobre as traduções em língua vernácula dos textos da liturgia romana. O trabalho tem sido realizado pelas Conferências Episcopais de todo o mundo. No Brasil, a CNBB designa a Cetel para este fim.

Segundo dom Manoel João Francisco, membro da Comissão, o trabalho desenvolvido por eles garante que a liturgia do Brasil tenha uma linguagem poética e agradável aos ouvidos. “A liturgia tem que ter um português agradável, que soe bem ao ouvido e que não tenha expressões ambíguas”, afirma. Para ele, é a Comissão que traz clareza e compreensão à liturgia.

Agenda – Até ontem,  1º de março, os membros da Cetel ficaram reunidos e concentrados em terminar boa parte da revisão da tradução do missal. Os prelados procedem à revisão das orações para as circunstâncias públicas, aquelas que dizem respeito ao início do ano civil, a semeadura ou ao trabalho humano, por exemplo. A ideia é levar o que já se tem produzido para a apreciação e revisão do episcopado brasileiro na 56ª Assembleia Geral da CNBB, a ser realizada em abril, em São Paulo. Após esse processo, o texto ainda é encaminhado para Roma, onde sofre as últimas alterações.

“Vamos enviar agora para a Assembleia uma parte, porque depois da Comissão é a Assembleia Geral que vai apreciar e aprovar. Depois o texto passará pela aprovação em Roma, é um tipo de reconhecimento que será feito”, explica dom Armando. A ideia é que até o final de 2018, após a realização ainda de três reuniões, a Comissão finalize o trabalho para que a nova edição do missal, a terceira, seja publicada em 2020.

Por CNBB

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Cardeal Sarah: revolucionários do gênero querem destruir a família cristã https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-sarah-revolucionarios-do-genero-querem-destruir-a-familia-crista/ Tue, 22 Aug 2017 10:11:15 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48055 O Cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, advertiu que os novos revolucionários da ideologia do gênero querem destruir a família cristã porque representa “tudo o que odeiam”.

Assim indicou o originário da Guiné (África) na Missa que presidiu no domingo, 13 de agosto, por ocasião dos 700 anos das dioceses francesas de Lucon e Maillezais, segundo informa Famille Chrétienne.

“Hoje, mais do que nunca, os ideólogos da revolução querem aniquilar o lugar natural da doação de si, da generosidade alegre e do amor. Quero falar da família! A ideologia do gênero, o desprezo da fertilidade e da fidelidade são os diversos lemas desta revolução. As famílias se converteram nos novos vandeanos a exterminar”.

O Cardeal lamentou que atualmente “planejem metodicamente o seu desaparecimento, como aconteceu em La Vendée. Esses revolucionários se inquietam ante a generosidade das famílias numerosas. Zombam das famílias cristãs porque elas representam tudo o que eles odeiam”.

La Vendée é uma região francesa onde os defensores da Revolução de 1789 assassinaram mais de 100 mil católicos que se recusaram a unir-se a eles e foram assassinados de formas especialmente cruéis entre 1793 e 1794.

O genocídio contra os católicos, que tinham um exército consagrado ao Coração de Jesus, é conhecido como “A Guerra de La Vandée”.

O Purpurado denunciou que os revolucionários da ideologia de gênero “estão prontos para lançar na África as novas colonizações infernais para pressionar as famílias e impor a esterilização, o aborto e a contracepção. África, como La Vendée, resistirá!”.

“Em todos os lugares, as famílias cristãs devem ser as alegres pontas de lança de uma revolta contra esta nova ditadura do egoísmo! Agora está no coração de cada família, de cada cristão, de todo homem de boa vontade, que surja uma Vendée interior!”.

A autoridade vaticana disse que “a alma dos mártires” de La Vendée “nos envolve neste lugar. O que eles nos dizem? O que eles nos transmitem? Primeiramente, a coragem”.

“Já é hora, queridos irmãos, de ir contra o ateísmo prático que asfixia as nossas vidas! Rezemos pelas famílias, coloquemos Deus em primeiro lugar. Uma família que reza é uma família que vive! Um cristão que não reza, que não sabe dar um lugar a Deus no silêncio e na adoração, acaba morrendo”.

O Cardeal Sarah enfatizou que “os mártires vandeanos nos ensinam o sentido da generosidade e do dom gratuito de si mesmo. Somente o amor generoso, o dom desinteressado da vida, pode vencer o ódio contra Deus e contra os homens, que é a origem de toda a revolução. Os vandeanos nos ensinaram a resistir a todas essas revoluções”.

“Mostraram-nos que diante das colonizações infernais, como aconteceu nos campos de extermínio nazistas, diante dos gulags comunistas, como diante da barbárie islamista, não há mais do que uma resposta: o dom de si mesmo, de toda a vida. Só o amor vence ante os poderes da morte!”.

O Purpurado africano exortou a não deixar que “desapareça de nós o dom generoso e gratuito. Como os mártires de La Vendée, observemos a fonte do seu dom no coração de Jesus”.

“Rezemos para que uma grande e alegre Vendée interior se levante na Igreja e no mundo!”, concluiu.

O genocídio contra os católicos de La Vendée

O genocídio perpetrado por partidários da Revolução Francesa que devastou a região católica de La Vendée provocou mais de 100 mil mortes entre os anos 1793 e 1794.

Os revolucionários não suportavam que a região católica não quisesse se submeter às suas ideias e não queria se somar às guerras que iniciaram contra Inglaterra, Espanha, Holanda e Itália; e que, além disso, tivesse organizado um exército muito bom que estava consagrado ao Coração de Jesus, no qual os soldados avançavam rezando o rosário.

A crueldade dos revolucionários incluiu afogamentos em massa de mulheres, assassinatos de crianças em fornos de pão, envenenamento da água de povoados inteiros; entre outros horrores sofridos pelos católicos em nome da revolução.

Os revolucionários usavam até mesmo os cadáveres dos falecidos para conseguir gordura e pele, que era curtida na cidade de Meudon.

Entre as diversas atrocidades sofridas pelos católicos está a aniquilação de um povoado inteiro depois do envenenamento das suas águas – algo que fizeram em muitos outros lugares. Os revolucionários reuniram todos os sobreviventes em uma igreja, assassinaram com baioneta cerca de 600 pessoas, e logo depois destruíram o templo.

Os escombros do local foram removidos somente em 1863, quando enterraram os cadáveres.

Por ACI Digital

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Orientações sobre o pão e o vinho da Eucaristia https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/orientacoes-sobre-o-pao-e-o-vinho-da-eucaristia/ Mon, 10 Jul 2017 11:14:43 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47316 A pedido do Papa Francisco, a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos dirigiu aos Bispos diocesanos uma carta-circular a respeito do pão e do vinho da Eucaristia.

O documento recorda aos prelados que cabe a eles providenciar “dignamente” tudo aquilo que é necessário para a celebração da Ceia do Senhor. “Compete-lhe vigiar a qualidade do pão e do vinho destinado à Eucaristia e, por isso, também, aqueles que o fabricam”, lê-se no texto.

O Dicastério manifesta preocupação com a venda da matéria eucarística em supermercados, lojas ou até mesmo pela internet. “O Ordinário deve recordar aos sacerdotes, em particular aos párocos e aos reitores das igrejas, a sua responsabilidade em verificar quem é que fabrica o pão e o vinho para a celebração e a conformidade da matéria”, mediante inclusive a apresentação de certificados.

Trigo e glúten

A Congregação recorda que o pão deve ser ázimo, unicamente feito de trigo. “É um abuso grave introduzir, na fabricação do pão para a Eucaristia, outras substâncias como frutas, açúcar ou mel. Já as hóstias completamente sem glúten são inválidas, sendo tolerado hóstias parcialmente providas desta substância. Já o Mosto, isto é, o sumo de uva, é matéria válida para a eucaristia”.

Honestidade

O Dicastério destaca ainda que os fabricantes devem ter a “consciência de que o seu trabalho destina-se ao Sacrifício Eucarístico, e por isso, é-lhes requerido honestidade, responsabilidade e competência”, sugerindo que a cada Conferência Episcopal encarregue uma ou duas Congregações religiosas para verificar a produção, a conservação e a venda do pão e do vinho para a Eucaristia.

Por Rádio Vaticano

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Cardeal Sarah: a Igreja se seculariza quando reduz a fé à medida humana https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-sarah-a-igreja-se-seculariza-quando-reduz-a-fe-a-medida-humana/ Tue, 30 May 2017 08:45:13 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46500 O Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos no Vaticano, Cardeal Robert Sarah, advertiu que a secularização entra na igreja quando deixa de propor uma fé fundada na revelação de Cristo para reduzi-la às exigências e à mentalidade do homem moderno.

A autoridade vaticana fez esta advertência durante a apresentação da edição alemã do seu livro “A força do Silêncio”, em Roma (Itália), em 25 de maio.

“Não é um mistério – e digo com grande sofrimento –, que o nosso mundo moderno na realidade vive um afastamento prático de Deus”, expressou o Purpurado ao refletir sobre a importância do silêncio como um meio de se aproximar do Senhor.

Existe um ambiente cultural, afirmou, “onde sistematicamente evitam ficar sozinhos e olhar para dentro de si. O barulho, a fofoca e as tecnologias ocultam o vazio de um homem que já não sabe o que é viver”.

“Mas ainda mais doloroso para mim é constatar como essa superficialidade, esta impiedade injuriosa com Deus e com o ser humano também entrou na Igreja” e que a liturgia – a que o Concílio Vaticano II chamou de “fonte e ápice da vida cristã” – é a “que mais sofre pela redução secularista que também ocorre dentro da Igreja”, expressou.

O Cardeal Sarah expressou: “Às vezes tenho a impressão de que esta secularização também entrou na Igreja e consiste exatamente em reduzir a fé à medida humana. Em vez de abrir o homem à iniciativa de Deus, que é inesperada, detonante, libertadora, acredita-se que o homem de hoje pode acreditar melhor se lhe oferecemos uma fé que não se baseia tanto na revelação de Cristo e na tradição da Igreja, mas sobre as exigências do homem moderno, sobre as suas possibilidades e mentalidades”.

“Escutamos falar sobre a fé, a vida eterna, a comunhão com Cristo, do pecado como uma ruptura e rebelião contra Deus em nossas homilias?”, questionou. Ou, “de repente, tentam cancelar todos estes gestos que não parecem ‘compreensíveis’ para o homem de hoje, substituindo-os por um rio de palavras que transformam as nossas celebrações eucarísticas em grandes espetáculos, em cujo centro há um homem fechado em seus problemas e em seus critérios”, indicou.

Em seguida, o Cardeal Sarah assinalou que o silêncio não é um fim em si mesmo, “mas um silêncio no qual Deus pode falar e ser ouvido. A prioridade de Deus, a centralidade de Deus, a adoração de Deus e a santificação do homem são o coração e a substância da liturgia cristã”.

Nesse sentido, assinalou que o desafio do silêncio é um grande desafio porque “nos leva ao verdadeiro significado da existência humana: a relação do homem com Deus e, talvez, melhor ainda: a relação de Deus com o homem”.

O silêncio, afirmou, é uma condição necessária porque “cria um ambiente que torna possível acolher a Encarnação”. Como diz “Bento XVI em sua introdução, Jesus é silêncio e palavra, e a Igreja em suas expressões é silêncio e palavra que se fecundam reciprocamente”.

Em seu discurso, a autoridade vaticana também assinalou que “a questão da inculturação não é principalmente a questão de como podemos tornar a liturgia mais africana, mais asiática ou mais aborígene. O Divino irrompe no humano, não para se acorrentar pelo humano, mas para abri-lo, purificá-la, liberá-lo, transformá-lo, divinizá-lo. Muitas vezes, tenho a impressão de que nos ocupamos mais de como tornar a liturgia mais ‘adaptada’, do que de oferecer toda a sua riqueza”.

“Não podemos aprisionar o divino em categorias humanas”, insistiu o Cardeal Sarah.

“O silêncio é o clima interior, a atitude interior, a disponibilidade interior”, que “torna fecunda a palavra da Igreja”, afirmou.

Nesse sentido, a autoridade vaticana disse que a uma igreja que está em perigo de se empobrecer, pois se fecha em julgamentos puramente humanos, “indico, com grande humildade, o caminho do silêncio para que todos os fiéis, mas também cada comunidade celebrante, se abra a iniciativa de Deus e acolha toda a graça que vem Dele”.

Por ACI Digital

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Bispos membros da Cetel se reúnem em Brasília com pauta ampla de trabalho https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bispos-membros-da-cetel-se-reunem-em-brasilia-com-pauta-ampla-de-trabalho/ Wed, 24 May 2017 15:18:28 +0000 http://teste.toqueto.com/bispos-membros-da-cetel-se-reunem-em-brasilia-com-pauta-ampla-de-trabalho.html A Comissão de Textos Litúrgicos (Cetel) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) iniciou, nesta terça-feira, 23, mais uma reunião, na sede da Conferência, em Brasília (DF), dando continuidade ao trabalho de acompanhamento e aprovação da revisão do missal romano por uma equipe de bispos e peritos.

A revisão da tradução atende a uma ordem vinda da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos através da quinta instrução Liturgiam Authenticam, de 2001, que serve de comentário sobre as traduções em língua vernácula dos textos da liturgia romana. Outro cuidado é com a linguagem poético-musical. 

O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB, frei Faustino Paludo, explica que as Conferências Episcopais de todo o mundo estão se dedicando ao mesmo trabalho. De acordo com ele, a Conferência do Brasil já está bem adiantada no quesito, uma vez que a Cetel já está revendo a tradução da terceira edição do missal.

Nessa reunião, que vai até o dia 25, por exemplo, os bispos estão discutindo os assuntos que foram levados para apreciação na 55ª Assembleia Geral da CNBB, ocorrida no mês de abril, em Aparecida (SP), entre eles, a aprovação das missas rituais, àquelas que estão unidas à celebração de alguns sacramentos e sacramentais. “Agora é a hora de analisarmos o que foi decidido na Assembleia, se há coisas a serem feitas, encaminhadas”, explica frei Faustino.

Na reunião, os bispos também terão a oportunidade de decidir sobre quais são os textos do missal que serão encaminhados a Roma. Além disso, o grupo pretende concluir o capítulo sobre os formulários das missas comuns. Por último, a Cetel pretende iniciar o trabalho de revisão dos formulários das missas para diversas circunstâncias, àquelas dedicadas à ação de graças, aos sacerdotes, aos ministros da Igreja etc.

Além do frei Faustino, participam da reunião o presidente da Comissão, dom Armando Bucciol; dom Aloísio Dilli; dom Geraldo Lyrio Rocha; dom Manoel João Francisco e padre José Weber.

Por CNBB

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