Congregação para a Causa dos Santos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Congregação para a Causa dos Santos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Serva de Deus Odetinha tem sua vida e obra contada em livro https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/serva-de-deus-odetinha-tem-sua-vida-e-obra-contada-em-livro/ Tue, 28 Nov 2017 09:21:37 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49625 A vida de Odette Vidal de Oliveira, a Odetinha, agora poderá ser lida por meio da biografia preliminar “Odetinha – Lírio de caridade em missão”.

A obra foi escrita pelo Padre José Cláudio Loureiro do Nascimento, pároco da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em Niterói, e historiador crítico da Comissão para a Causa dos Santos na Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Segundo o delegado arquidiocesano para a Causa dos Santos, Dom Roberto Lopes, a biografia começou a ser produzida através de um livro escrito pelo Padre Afonso Maria Germe, que foi confessor de Odetinha.

“O padre João Cláudio pesquisou durante quatro anos a vida da menina, e escreveu a obra em forma de diálogo. O livro é uma pré-biografia mais atual a respeito de Odetinha, mas que traz, também, testemunhos de pessoas que frequentavam o Cemitério São João Batista, em Botafogo, que hoje costumam ir à Basílica Imaculada Conceição, onde estão seus restos mortais. Na realidade, a publicação desperta para o conhecimento sobre quem foi a Serva de Deus”, relatou Dom Roberto.

O processo de beatificação da Serva de Deus iniciou-se pelo fato de que, no dia de sua morte, foi reconhecido tudo o que a jovem construiu desde os quatro anos de idade. Nesse período, a vida espiritual da menina era muito presente, tanto que ela teve a intuição de perceber que tinha condições financeiras e que poderia doar aos mais necessitados.

Conforme Dom Roberto, foi justamente em Botafogo que o aspecto da caridade despertou na alma de Odetinha.

“Ela levou os pais a uma vida caritativa. Os relacionamentos com os governos do Estado e também da Igreja eram muito fortes, uma vez que eram junto a pessoas influentes. Todo sábado era feito um almoço para os irmãos em situação de rua. Ela sabia que tinha condições financeiras e que poderia doar aos asilos e creches que visitava. Odetinha sempre cobrava da família retorno financeiro para obras de caridade”, comentou.

Ainda de acordo com Dom Roberto, “o processo de beatificação teve início porque, no dia de sua morte, foi reconhecido tudo o que ela construiu, praticamente, desde os quatro anos de idade. Ainda nesse período, a vida espiritual de Odetinha era muito presente, com testemunhos não só na paróquia, mas também no Colégio Sion, onde estudava”.

O prelado também lembrou que o processo de beatificação ainda segue no Vaticano, sendo que o principal documento está preparado, somente aguardando a revisão. “O documento ainda passará por um relator. Se aprovado, será editado. Em breve, o Cardeal Orani João Tempesta entrará com pedido de reconhecimento das virtudes heroicas de Odetinha”.

Vale ressaltar que o consultor histórico da Congregação para a Causa dos Santos, no Vaticano, Gaetano Passarelli, conhecido por escrever as histórias de vida dos Santos, publicará, até o segundo semestre de 2018, a biografia oficial sobre a Serva de Deus Odetinha. (LMI)

Por Gaudium Press, com Arquidiocese do Rio de Janeiro

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Pastorinhos e protomártires do Brasil: datas de canonizações definidas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pastorinhos-e-protomartires-do-brasil-datas-de-canonizacoes-definidas/ Thu, 20 Apr 2017 13:59:34 +0000 http://teste.toqueto.com/pastorinhos-e-protomartires-do-brasil-datas-de-canonizacoes-definidas.html Dois dos pastorinhos de Fátima, os beatos Francisco e Jacinta Marto serão canonizados no próximo dia 13 de maio em cerimônia presidida pelo Papa Francisco em Fátima, em sua visita por ocasião do centenário das aparições de Nossa Senhora. A data foi decidida e anunciada nesta quinta-feira, 20, em consistório, uma reunião do Papa com os cardeais.

Francisco e Jacinta serão os santos não-mártires mais jovens da história da Igreja católica. Eles foram beatificados há 17 anos, também em Fátima. “O Santuário de Fátima volta assim a ser o palco de uma cerimônia no processo de canonização de Francisco e Jacinta, depois de, a 13 de maio de 2000, João Paulo II ter presidido ali à beatificação dos dois videntes”, declara o Santuário de Fátima.

A última etapa para a canonização dos dois pastorinhos foi concluída no último dia 23 de março, quando o Papa Francisco aprovou o milagre atribuído a eles. Trata-se da cura milagrosa de uma criança no Brasil.

A decisão da comissão de peritos ou científica sobre a aceitação do milagre foi posteriormente analisada por uma comissão de teólogos, que recomendou a aceitação à Congregação para a Causa dos Santos e depois foi encaminhada ao Papa. Com a canonização no próximo dia 13 de maio, chega ao fim um processo iniciado há 65 anos.

A canonização é a confirmação, por parte da Igreja Católica, de que alguém é digno de culto público universal, podendo ser apresentado aos fiéis como intercessor e modelo de santidade.

A festa litúrgica de Francisco e Jacinta Marto ocorre a 20 de fevereiro, dia da morte de Jacinta.

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Também no Consistório Ordinário Público, presidido pelo Papa Francisco hoje, foram definidas as datas de outras canonizações. Os protomártires do Brasil serão canonizados pelo Papa Francisco em 15 de outubro próximo, na Basílica de São Pedro.

Os futuros santos são: André de Soveral e Ambrósio Francisco Ferro, sacerdotes diocesanos, e Mateus Moreira e seus vinte e sete companheiros leigos, que em 1645, no Rio Grande do Norte, derramaram seu sangue por amor a Cristo. Conhecidos como mártires de Cunhaú e Uruaçu, eles foram beatificados no ano 2000.

Em 16 de julho de 1645, o padre André de Soveral e outros 70 fiéis foram cruelmente mortos por 200 soldados holandeses e índios potiguares. Os fiéis estavam participando da missa dominical, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú – no município de Canguaretama (RN).

Em 3 de outubro de 1645, três meses depois, houve o massacre de Uruaçú. Padre Ambrósio Francisco Ferro foi torturado e o camponês Mateus Moreira, morto. Os invasores calvinistas não admitiam a prática da religião católica.

“Esses mártires, para a nossa Igreja e o Brasil, são uma mensagem perene de convicção de vivência da fé, e sobretudo num mundo tão adverso onde a secularização vai grassando todas as instâncias da sociedade sobretudo a vida humana, é um momento em que nós nos voltamos para valores mais altos, é uma mensagem muito eloquente de valores mais altos, valores eternos, o sangue derramado pelo nome de Cristo, pela Igreja e para a glória de Deus, então é uma benção muito grande para todos nós”, declarou o arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha.

Por Canção Nova, com Agência Ecclesia e Rádio Vaticano

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