Confissão - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Confissão - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa Francisco: o confessor é chamado a ver o trabalho da Graça no coração dos penitentes https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/papa-francisco-o-confessor-e-chamado-a-ver-o-trabalho-da-graca-no-coracao-dos-penitentes/ Fri, 12 Mar 2021 16:18:24 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60240 O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta sexta-feira (12/03), no Vaticano, os participantes da 31ª edição do Curso do Foro Interno organizado pela Penitenciaria Apostólica, o primeiro após a difusão da pandemia que obrigou os organizadores a cancelar o encontro no ano passado.

O objetivo do curso, realizado on-line, foi oferecer uma formação cada vez mais precisa aos confessores de hoje e de amanhã em relação ao Sacramento da Penitência. Apesar das dificuldades causadas pela pandemia, 870 sacerdotes e seminaristas de todo o mundo, próximos à ordenação, participaram do curso que geralmente se realiza no tempo da Quaresma, “tempo de deserto e de conversão, de penitência e de acolhimento da misericórdia”, ressaltou o Papa Francisco em seu discurso.

A fé é o encontro com a Misericórdia
O Santo Padre se deteve em três expressões que explicam o significado do Sacramento da Reconciliação. A primeira: “abandonar-se ao Amor”; a segunda: “deixar-se transformar pelo Amor”; e a terceira: “corresponder ao Amor”.

Abandonar-se ao Amor significa fazer um verdadeiro ato de fé. A fé nunca pode ser reduzida a uma lista de conceitos ou a uma série de afirmações em que acreditar. A fé se expressa e se compreende dentro de uma relação: a relação entre Deus e o homem e entre o homem e Deus, segundo a lógica do chamado e da resposta: Deus chama e o homem responde. A fé é o encontro com a Misericórdia, com o próprio Deus que é Misericórdia, e é o abandono nos braços desse Amor misterioso e generoso, do qual tanto precisamos, mas ao qual, às vezes, temos medo de nos abandonar.

Segundo o Papa, “a experiência ensina que quem não se abandona ao amor de Deus acaba, mais cedo ou mais tarde, abandonando-se a outra coisa, terminando “nos braços” da mentalidade mundana, que no final traz amargura, tristeza e solidão. Portanto, o primeiro passo para uma boa Confissão é o ato de fé, de abandono, com o qual o penitente se aproxima da Misericórdia. Todo confessor deve ser sempre capaz de se surpreender com os irmãos que, pela fé, pedem perdão a Deus e, somente pela fé, se abandonam a Ele, entregando-se em Confissão. A dor pelos próprios pecados é o sinal de tal abandono confiante ao Amor”.

Deixar-se transformar pelo Amor, pela Graça
Viver a Confissão desta maneira significa deixar-se transformar pelo Amor, esta foi a segunda expressão refletida por Francisco. “Sabemos muito bem que não são as leis que salvam: o indivíduo não muda por causa de uma árida série de preceitos, mas por causa do fascínio do Amor percebido e oferecido livremente. É o Amor que se manifestou plenamente em Jesus Cristo e em sua morte na cruz por nós”, disse ainda o Pontífice, acrescentando:

Assim o Amor, que é o próprio Deus, se tornou visível aos homens e às mulheres, de uma maneira antes impensável, totalmente nova, capaz de renovar todas as coisas. O penitente que encontra, na conversa sacramental, um raio desse Amor acolhedor, se deixa transformar pelo Amor, pela Graça, iniciando a viver essa transformação do coração de pedra em coração de carne. É assim também na vida afetiva: somos transformados pelo encontro com um grande amor.

“O bom confessor é sempre chamado a perceber o milagre da mudança, a ver o trabalho da Graça no coração dos penitentes, encorajando o máximo possível a ação transformadora. A integridade da acusação é o sinal desta transformação que o Amor realiza: tudo é entregue para que tudo seja perdoado”, disse ainda o Papa.

Mudança de vida
A terceira e última expressão é: corresponder ao Amor. “O abandono e o deixar-se transformar pelo Amor têm como consequência necessária uma correspondência com o amor recebido. O cristão tem sempre em mente as palavras de São Tiago: «Mostre-me a sua fé sem as obras, e eu, com as minhas obras, lhe mostrarei a minha fé.»”

O verdadeiro desejo de conversão se torna concreto na correspondência ao amor de Deus recebido e aceito. Trata-se de uma correspondência que se manifesta na mudança de vida e nas obras de misericórdia que se seguem. Quem foi acolhido pelo Amor, acolhe o irmão. Quem se abandonou ao Amor, consola os aflitos. Quem foi perdoado por Deus, perdoa seus irmãos e irmãs de coração.

Segundo Francisco, “o bom confessor sempre indica o indispensável amor ao próximo, como um exercício diário no qual se treina o amor por Deus. O propósito de não cometer pecado novamente é o sinal da vontade de corresponder ao Amor. Assim, a frequente celebração do Sacramento da Reconciliação torna-se, tanto para o penitente como para o confessor, um caminho de santificação, uma escola de fé, de abandono, de mudança e de correspondência ao Amor misericordioso do Pai”.

Não causar dor
São muitas as recomendações feitas por Francisco aos confessores aos quais ele convidou a “serem misericordiosos” que “significa ser irmão, pai e consolador”. Uma “atitude religiosa que nasce da consciência de ser pecador perdoado que o confessor deve ter”, afirmou o Papa.

Acolher em paz, acolher com paternidade. Cada saberá como é a expressão da paternidade: um sorriso, olhos em paz. Acolher oferecendo tranquilidade, e depois deixar falar. Às vezes, o confessor percebe que há certa dificuldade em ir adiante com o pecado. Se você entendeu, não faça perguntas indiscretas.

Deter-se para “não lhe dar mais dor, mais tortura” e sem perguntas inúteis, evitando parecer “o xerife que vai torturar”.

O Papa concluiu, convidando os confessores a “confiarem o ministério da reconciliação à poderosa proteção de São José, homem justo e fiel”.

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Papa Francisco celebrará Rito Penitencial na Basílica vaticana https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-celebrara-rito-penitencial-na-basilica-vaticana/ Tue, 06 Mar 2018 09:01:27 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51120 O Papa Francisco presidirá na próxima sexta-feira na Basílica de São Pedro, a partir das 17 horas, o Rito para a Reconciliação, com a confissão e a absolvição individual.

O Vatican News transmitirá a celebração penitencial com comentários em português, a partir das 12h55, horário de Brasília.

A Penitenciaria Apostólica colocará à disposição mais de 60 confessores escolhidos entre os penitencieiros menores das basílicas da Urbe. A eles somam-se o próprio cardeal penitencieiro-mor, o regente, os prelados e os oficiais sacerdotes do dicastério.

Esta celebração também conclui o Curso de formação que teve início ontem, 5 de março, para os novos sacerdotes e seminaristas próximos à ordenação, em preparação à missão a qual são chamados, ou seja, administrar aos penitentes o Sacramento da Reconciliação. Eles serão recebidos pelo Santo Padre ao meio-dia de sexta-feira.

Por Vatican News

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Papa: nada de ameaças no confessionário, mas o perdão do Pai https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/papa-nada-de-ameacas-no-confessionario-mas-o-perdao-do-pai/ Tue, 27 Feb 2018 13:28:47 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-nada-de-ameacas-no-confessionario-mas-o-perdao-do-pai.html Quaresma é um tempo que ajuda à conversão, à reaproximação a Deus, à mudança de nossa vida e esta é uma graça a ser pedida ao Senhor. Este foi o tema da homilia do Papa Francisco na Missa celebrada na manhã desta terça-feira na capela da Casa Santa Marta.

Jesus Chama com doçura e confiança de pai

Inspirando-se no primeiro livro do Profeta Isaías – um verdadeiro “chamado à conversão” – o Papa Francisco mostra qual é a atitude “especial” de Jesus diante de nossos pecados: “não ameaça, mas chama com doçura, dando confiança”.

“Venha, conversemos” são as palavras do Senhor aos chefes de Sodoma e ao povo de Gomorra, a quem – explica o Papa – já indicou “o mal” a ser evitado e o “bem” a ser seguido. Assim faz conosco:

“O Senhor diz: “Venha, Venha e debatamos. Falemos um pouco”. Não nos assusta. É como o pai do filho adolescente que fez uma bobagem e deve repreendê-lo. E sabe que se vai com o bastão a coisa não acabará bem, deve então agir com confiança. O Senhor, nesta passagem, nos chama assim: “Venha. Tomemos um café juntos. Debatamos, discutamos. Não tenha medo, não quero agredi-lo”. E como sabe que o filho pensa: “Mas eu fiz coisas…” – Imediatamente: “Ainda que os seus pecados fossem como escarlate, tornar-se-ão brancos como a neve. Se fossem vermelhos como púrpura, tornar-se-ão como lã”.

Também na confissão nada de ameaças

Como o pai em relação ao filho adolescente, Jesus então, com “um gesto de confiança, aproxima ao perdão e muda o coração”.

Assim fez – recorda Francisco – chamando Zaqueu ou Mateus, e assim faz em nossa vida, nos faz ver “como dar um passo em frente no caminho da conversão”:

“Agradeçamos ao Senhor pela sua bondade. Ele não quer nos agredir e nos condenar. Deu a sua vida por nós e esta é a sua bondade. E sempre busca o modo de chegar ao coração. E quando nós sacerdotes, no lugar do Senhor, devemos ouvir as confissões, também nós devemos ter esta atitude de bondade, como diz o Senhor: “Venham, debatamos, não há problema, o perdão existe”, e não a ameaça, desde o início”.

Ir ao Senhor de coração aberto: é o pai que espera

O Papa conta a este propósito a experiência de um cardeal confessor, que justamente diante do pecado que intui ser “grande”, não se detém muito e segue em frente, continua o diálogo: “E isto abre o coração” – sublinhou o Papa – “e a outra pessoa se sente em paz”.

Assim faz o Senhor conosco. Diz: “venham, debatamos, falemos. Pegue o recibo do perdão, perdão existe”:

“Ajuda-me ver esta atitude do Senhor: o pai com o filho que se acha grande, que se acha crescido e ainda está no meio do caminho. E o Senhor sabe que todos nós estamos na metade do caminho e tantas vezes temos necessidade disto, de ouvir esta palavra: “Mas venha, não se assustes, vem. O perdão existe”. E isto nos encoraja. Ir ao Senhor com o coração aberto: é o pai que nos espera”.

Por Vatican News

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Papa elenca palavras essenciais à vida do apóstolo e entrega palio a arcebispos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-elenca-palavras-essenciais-a-vida-do-apostolo-e-entrega-palio-a-arcebispos/ Thu, 29 Jun 2017 12:13:11 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-elenca-palavras-essenciais-a-vida-do-apostolo-e-entrega-palio-a-arcebispos.html O Papa Francisco presidiu nesta quinta-feira, 29, a Santa Missa na solenidade dos santos apóstolos Pedro e Paulo, com o rito da entrega do pálio aos arcebispos metropolitanos nomeados no último ano. 

O Papa Francisco celebrou a missa com os arcebispos metropolitanos nomeados no último ano. São 36 no total, 5 dos quais provenientes do Brasil: Dom Júlio Akamine, de Sorocaba, Dom João José da Costa, de Aracaju, Dom Delson Pereira da Cruz, da Paraíba, Dom Orlando Brandes, de Aparecida, e Dom Geremias Steinmetz, de Londrina (que não estava presente).

Na cerimônia, o Papa abençoou e entregou o pálio aos novos arcebispos.Desde 2015, esta faixa não é mais colocada pessoalmente pelo Papa nos ombros dos arcebispos; a imposição é realizada nas respectivas arquidioceses pelo Núncio Apostólico no país.

A homilia de Francisco teve como base três palavras presentes na liturgia de hoje: confissão, perseguição e oração. Essas palavras, segundo o Papa, são essenciais para a vida do apóstolo.

A confissão refere-se à resposta de Pedro quando Jesus pergunta “E vós, quem dizeis que Eu sou?”. Pedro responde que Jesus é o Messias, o Filho do Deus vivo. “Esta é a confissão: reconhecer em Jesus o Messias esperado, o Deus vivo, o Senhor da nossa própria vida”.

Essa é uma pergunta dirigida também hoje a todos, disse o Papa, em especial aos pastores. “Com São Pedro, também nós renovamos hoje a nossa opção de vida como discípulos e apóstolos; passamos novamente da primeira à segunda pergunta de Jesus, para sermos ‘seus’ não só por palavras, mas com os fatos e a vida”.

Sobre a perseguição, Papa Francisco lembrou que não só Pedro e Paulo deram o sangue por Cristo, mas, nos primeiros tempos, toda a comunidade foi perseguida. E essa é uma realidade presente ainda hoje no mundo. “Muitos cristãos são marginalizados, caluniados, discriminados, vítimas de violências mesmo mortais, e não raro sem o devido empenho de quem poderia fazer respeitar os seus direitos sagrados”.

O Santo Padre destacou que sem a cruz não há sequer o cristão: é próprio da vida cristã não só fazer o bem, mas saber suportar o mal, disse o Papa citando Santo Agostinho. “Suportar o mal não é só ter paciência e prosseguir com resignação; suportar é imitar Jesus: é carregar o peso, levá-lo aos ombros por amor d’Ele e dos outros. É aceitar a cruz, prosseguindo confiadamente porque não estamos sozinhos: o Senhor crucificado e ressuscitado está conosco”.

A terceira palavra que o Papa destacou na homilia foi a oração, qualificando-a como água indispensável que alimenta a esperança e faz crescer a confiança. “A oração é a força que nos une e sustenta, o remédio contra o isolamento e a autossuficiência que levam à morte espiritual. Com efeito, o Espírito de vida não sopra, se não se reza; e, sem a oração, não se abrem as prisões interiores que nos mantêm prisioneiros”.

Na conclusão da homilia, Francisco deixou sua saudação à delegação do patriarcado ecumênico, que o Patriarca Bartolomeu enviou à Roma para esta solenidade em sinal de comunhão apostólica.

Por Canção Nova, com Boletim da Santa Sé e Rádio Vaticano

 

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Quais são os seus medos? O que fazer diante deles? https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/quais-sao-os-seus-medos-o-que-fazer-diante-deles/ Thu, 25 May 2017 09:03:51 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46413 Queridos irmãos e irmãs, de que vocês têm medo? Medo de escuro? Medo de cara feia? Medo de ficar sem emprego? O que causa os seus medos? Sabemos que medos grandes e pequenos existem em nosso coração. Sabemos que esse sentimento serve para nos tornar mais prudentes.

Muitas pessoas têm medo do passado, medo das sombras do passado, as quais as arrastam e das quais não conseguem se libertar. Algumas têm medo do presente; outras, do futuro e do que vai acontecer com sua família. Até hoje, o medo faz parte de nossa vida. Na nossa sociedade, gostamos de inventar coisas de terror. Num filme de terror, embora saibamos que é criação, imaginação, ficamos até com o coração apertado.

Ouça os ensinamentos de Jesus

Jesus, no Evangelho, diante de Seus apóstolos, aterrorizados, diz: “Não tenhais medo, Eu estou convosco” (Marcos 6,50c e Mateus 28,20).

Muitas vezes ,você está apavorado no escuro, porque sua imaginação vai longe. Você ouve o barulho de um bichinho e imagina um monstro. Na nossa vida espiritual, muitas vezes, também existem “monstros”, porque estamos na “escuridão”, por isso é preciso iluminá-la. Um dos caminhos para superar o medo é a confissão, porque, nesse sacramento, você se depara com a verdade.

É preciso continuamente vencer o medo com a experiência da graça. A proposta é o amor, porque no amor não há temor.

Já tive medos

Nos primeiros anos do meu ministério sacerdotal, havia uma grande tarefa para eu assumir e estava com muito medo. Fui conversar com um santo sacerdote e ele me disse: “Use este lema: ‘Eu não vos temo, porque eu vos amo’”. Pois o amor vence todas as barreiras; a força do amor abala as estruturas do medo.

São Domingo Sávio dizia: “Antes a morte do que pecar”. Hoje, as pessoas têm medo da verdade, da morte, de Deus, mas não têm medo do pecado. Será que é bonito gostar dos sete pecados capitais?

Lute contra seus medos

Hoje, pedi a Deus um “santo medo”: o medo de pecar. Quero ter medo de pecar, quero ter medo de fazer o mal; esse é um medo sadio, porque é fruto do temor a Deus.

Deixemos que a graça de Deus nos afaste dos medos doentios e restaure em nós o temor a Ele. Que em tudo possamos ouvir a voz do Senhor que diz: “Coragem!”. Coragem para lutar contra o pecado.

Por Canção Nova, via Aleteia

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Católicos do mundo inteiro unidos em 24 horas de oração https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/catolicos-do-mundo-inteiro-unidos-em-24-horas-de-oracao/ Fri, 24 Mar 2017 15:30:19 +0000 http://teste.toqueto.com/catolicos-do-mundo-inteiro-unidos-em-24-horas-de-oracao.html A iniciativa das “24 horas com o Senhor”, criada pela Santa Sé, é um convite para que católicos do mundo inteiro promovam momentos de oração e de confissão a partir desta sexta-feira (24). A proposta é que as igrejas fiquem abertas durante 24h para que os fiéis possam participar do Sacramento da Reconciliação, ajudando a viver a Quaresma, em preparação à Páscoa.

Com o convite reforçado pelo Papa Francisco na Audiência Geral de quarta-feira (22), a jornada de oração será realizada em muitas dioceses no Brasil, como na Catedral Metropolitana de Brasília. Trata-se de um dia inteiro de louvor, adoração e atendimento de confissão, que deve ser realizado dentro do período de dois dias que antecedem o quarto domingo da Quaresma, em que celebramos a misericórdia de Deus Pai.

Na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, as atividades tiveram início na sexta-feira (24), ao meio-dia com a Via Sacra, seguida de Santa Missa. Após a celebração, voluntários das paróquias, comunidades e movimentos religiosos irão se revezar para as horas de adoração. No sábado (25), às 12h15, está marcada a Santa Missa para finalizar a jornada de 24 horas com o Senhor.

Por Rádio Vaticano

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Papa Francisco propõe 3 aspectos para um bom sacerdote confessor https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-propoe-3-aspectos-para-um-bom-sacerdote-confessor/ Fri, 17 Mar 2017 15:34:44 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-francisco-propoe-3-aspectos-para-um-bom-sacerdote-confessor.html O Papa Francisco propôs três aspectos para ser um bom sacerdote confessor em suas palavras aos participantes do curso anual sobre o Foro Interno promovido pela Penitenciária Apostólica da Santa Sé.

Na sala Paulo VI, nesta sexta-feira, 17 de março, o Santo Padre comentou que “a Penitenciária é um tipo de Tribunal que realmente gosto, porque é um ‘tribunal da misericórdia’, ao qual se chega para obter aquele remédio indispensável para a nossa alma, que é a misericórdia divina”.

O esforço para chegar a ser um bom sacerdote confessor, disse em seguida, dura a vida toda. O Santo Padre propôs, então, 3 aspectos para desempenhar esta tarefa da melhor forma:

1. O bom confessor é amigo de Jesus Bom Pastor

O Santo Padre explicou que “sem esta amizade, será muito difícil amadurecer aquela paternidade tão necessária no ministério da Reconciliação”.

“Ser amigo de Jesus significa primeiramente cultivar a oração, seja a oração pessoal com o Senhor, pedindo incessantemente o dom da caridade pastoral, seja a oração específica para o exercício da tarefa de confessor e pelos fiéis, irmãos e irmãs que se aproximam de nós buscando a misericórdia de Deus”.

Francisco ressaltou que “um confessor que reza que ele é o primeiro pecador e o primeiro a ser perdoado. Então, a oração é a primeira garantia para evitar qualquer atitude de dureza, que inutilmente julga o pecador e não o pecado”.

“Na oração é necessário implorar o dom de um coração ferido, capaz de compreender as feridas dos outros e curá-las com o óleo da misericórdia, aquele que o bom samaritano colocou nas chagas da vítima, pela qual ninguém teve piedade”.

Na oração, ressaltou o Santo Padre, é necessário também pedir “o dom precioso da humildade” e invocar “sempre o Espírito Santo, que é um espírito de discernimento e compaixão”.

O Pontífice explicou que “o Espírito permite nos identificarmos com os sofrimentos das irmãos e dos irmãos que se aproximam do confessionário e acompanha-los com um discernimento maduro e prudente, com uma verdadeira compaixão para com seus sofrimentos, causados pela pobreza do pecado”.

2. O bom confessor é um homem do Espírito e do discernimento

“Qual mal causa à Igreja a falta de discernimento! Quanto mal ocorre nas almas por um agir que não busca suas próprias raízes na escuta humilde do Espírito Santo e da vontade de Deus”.

O confessor, disse o Papa, “não faz sua própria vontade e não ensina sua própria doutrina. Ele é chamado a fazer sempre e somente a vontade de Deus, em plena comunhão com a Igreja, da qual é ministro, isto é, servo”.

“O discernimento permite distinguir sempre, para não confundir, e para nunca fazer ‘te toda erva um feixe’. O discernimento educa o olhar e o coração, permitindo aquela delicadeza de ânimo tão necessária diante de quem nos abre o sacrário de sua própria consciência para receber luz, paz e misericórdia”.

Francisco indicou também que “o discernimento é necessário também porque, quem se aproxima do confessionário, pode provir das mais diferentes situações e poderia ter inclusive distúrbios espirituais”.

“Sempre que o confessor percebesse a presença de reais e verdadeiros distúrbios espirituais – que podem ser também em grande parte psíquicos e que devem ser verificados através de uma sã colaboração com as ciências humanas – não deverá duvidar em se referir a quem, nas dioceses, se encarrega deste delicado e necessário ministério, isto é, os exorcistas”.

3. O confessionário é um verdadeiro lugar de evangelização

“De fato, não existe evangelização mais autêntica do que o encontro com o Deus da misericórdia”. “Encontrar a misericórdia significa encontrar o verdadeiro rosto de Deus, assim como o Senhor Jesus nos revelou”.

O Papa assinalou que no breve diálogo com o penitente que se aproxima da Reconciliação, o sacerdote confessor deveria sempre discernir aquilo que “seja mais útil ou necessário para o caminho espiritual daquele irmão”.

“O confessor, na verdade, é chamado a ir cotidianamente às periferias do mal e do pecado, e a sua obra representa uma autêntica prioridade pastoral”.

O Papa Francisco incentivou os participantes do curso da Penitenciária Apostólica a ser “bons confessores: imersos na relação com Cristo, capazes de discernimento no Espírito Santo e prontos a aproveitar a ocasião para evangelizar”.

Finalmente, o Santo Padre incentivou a “perdoar com a Mãe, perdoar com a Mãe. Porque esta mulher ou este homem que vem ao confessionário tem uma Mãe no Céu que lhe abrirá a porta e lhe ajudará no momento de entrar no céu. Sempre a Virgem, porque a Virgem também nos ajuda no ministério”.

Por ACI Digital

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24 horas para o Senhor: oportunidade para se abrir à misericórdia de Deus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/24-horas-para-o-senhor-oportunidade-para-se-abrir-a-misericordia-de-deus/ Wed, 15 Mar 2017 09:03:12 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44889 Em mais um ano, o Vaticano junto com as dioceses de todo o mundo, celebrará o dia de oração e confissão “24 horas para o Senhor”, organizado pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, sob o lema “Eu quero misericórdia”.

Este evento será realizado nos dias 24 e 25 de março, mas no dia 17, o Papa Francisco presidirá uma liturgia penitencial na Basílica de São Pedro. Em seguida, as igrejas de todas as dioceses do mundo que acolherem a iniciativa também oferecerão o sacramento da reconciliação e desenvolverão várias iniciativas.

Por exemplo, em Roma, no dia 24 de março a partir das 20h, a igreja de Santa Maria in Trastevere, uma das mais conhecidas, e as dos Estigmas de São Francisco permanecerão abertas para Adoração Eucarística e para as confissões.

No dia seguinte, a partir de 17h, terminará este dia com celebração de ação de graças com as primeiras Vésperas, que será presidida por Dom Rino Fisichella, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, na Igreja de Espirito Santo, em Sassia.

Na Mensagem para a Quaresma deste ano, o Papa assegura que este “é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor ‘que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador’ indica-nos o caminho a seguir”.

“A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão”, assinala o documento.

Por ACI Digital

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