Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:03:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 CNBB conclama a sociedade e os responsáveis pelos poderes públicos a se unirem pela prevenção e pelo combate à Covid-19 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/cnbb-conclama-a-sociedade-e-os-responsaveis-pelos-poderes-publicos-a-se-unirem-pela-prevencao-e-pelo-combate-a-covid-19/ Fri, 01 May 2020 14:56:06 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58329 A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, por meio do seu Conselho Episcopal Pastoral (Consep), reafirmou, em nota, seu compromisso com o “Pacto pela Vida e pelo Brasil”, divulgado no dia 7 de abril, assinado inicialmente por seis respeitadas instituições da sociedade civil e, posteriormente, por mais de 150 entidades. O Pacto considera que “a hora é grave e clama por liderança ética, arrojada, humanística, que ecoe um pacto firmado por toda a sociedade, como compromisso e bússola para a superação da crise atual”.

Na nota intitulada “Posicionamento da CNBB – Em defesa da Democracia, pela Justiça e pela Paz”, a CNBB considera que esta é a mais grave crise sanitária dos últimos tempos e afirma ser este um momento dificílimo, que clama pelo efetivo exercício da solidariedade e da caridade. “É tempo das palavras e atitudes serenas de paz, de fé e de esperança, de respeito às leis e à democracia”, diz um trecho.

“É com perplexidade e indignação que assistimos manifestações violentas contra as medidas de prevenção ao coronavírus; que ouvimos declarações enviesadas de desprezo pela vida, por parte de agentes públicos sobre a morte de milhares de brasileiros e brasileiras contaminados pela covid-19; que vimos acontecer eventos atentatórios à ordem constitucional, com a participação de autoridades públicas, onde se defendeu o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, a volta do AI-5 e o retorno aos sombrios tempos da ditadura; que todo o Brasil soube de denúncias acerca da politização da justiça, ferindo sua necessária autonomia de investigação”.

No texto, a CNBB deixa claro que a Doutrina Social da Igreja ensina, com clareza, a intocável harmonia e cooperação entre os Poderes, base constitutiva da República, garantia do Estado Democrático de Direito, o princípio de que “é preferível que cada poder seja equilibrado por outros poderes e outras esferas de competência que o mantenham no seu justo limite. Este é o princípio do ‘Estado de direito’, no qual é soberana a lei, e não a vontade arbitrária dos homens.” (CDSI, 408).

Também considera que buscar soluções para os problemas do Brasil fora da institucionalidade democrática e em confronto com os poderes da República, coloca em risco a democracia e a integridade do povo brasileiro. “Nessa perspectiva, não são toleráveis as manifestações sociais que atentam contra a Constituição, assim como não é tolerável que qualquer autoridade viole os preceitos constitucionais e despreze a vida. Espera-se das instituições republicanas, garantidoras do Estado de direito, a devida responsabilização dos que atentam contra a ordem democrática”, diz outro trecho.

Reiterando o posicionamento contido no “Pacto pela Vida e pelo Brasil”, a CNBB conclama a sociedade e os responsáveis pelos poderes públicos a se libertarem dos “vírus mortais da discórdia”, da violência, do ódio e a se unirem no único confronto que a todos interessa nesse momento: a prevenção e o combate à Covid-19, em defesa da vida, especialmente a dos mais pobres e vulneráveis.

O texto salienta, ainda, que o cuidado da saúde das pessoas e da economia são fundamentais para a garantia da vida em sua plenitude e não se opõem. “Sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida, Maria, mãe discípula de Jesus, irmanamo-nos na luta empenhada por justiça e paz e pela democracia plena, onde deve prevalecer o bem comum e a dignidade de cada pessoa, como partícipe da construção de uma nova sociedade marcada pela solidariedade, como nos ensina o Papa Francisco”, finaliza.

A nota pode ser acessada, na íntegra, aqui.

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Formação dos Presbíteros será tema central da 56ª Assembleia Geral da CNBB https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/formacao-dos-presbiteros-sera-tema-central-da-56a-assembleia-geral-da-cnbb/ Tue, 20 Mar 2018 13:35:24 +0000 http://teste.toqueto.com/formacao-dos-presbiteros-sera-tema-central-da-56a-assembleia-geral-da-cnbb.html Os bispos do Brasil irão se reunir para 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (AG CNBB), de 11 a 20 de abril, em Aparecida (SP), nessa ocasião as discussões, estudos e decisões serão em torno das “Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil”.

De acordo com o Bispo Auxiliar de Brasília (DF) e Secretário-Geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, o objetivo é atualizar as diretrizes em vigor, aprovadas em 2010, por ocasião da 48ª Assembleia Geral da CNBB. “Essa atualização é motivada especialmente pelo magistério do Papa Francisco e pela publicação pela Congregação para o Clero do documento, ‘O dom da vocação presbiteral’, que constitui a chamada Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis”.

A Assembleia Geral da CNBB tratará ainda outras temáticas e problemas emergentes da vida das pessoas e da sociedade, sempre na perspectiva da evangelização.

A abertura oficial da 56ª Assembleia Geral acontecerá no dia 11 de abril no Centro de Eventos padre Vítor Coelho de Almeida, no Santuário Nacional, onde acontece a maior parte dos trabalhos dos bispos. Os trabalhos dos bispos durante a assembleia começam com a missa diária no Santuário Nacional com laudes, sessões pela manhã e a tarde; no final de semana acontece o retiro dos bispos e os encontros se concluem no dia 20 de abril.

Sobre as eleições de outubro, Dom Leonardo Steiner afirmou que a CNBB poderá, como em anos anteriores, apresentar aos fiéis e à sociedade uma mensagem lembrando a importância das eleições. “É sempre uma palavra de ânimo e conscientização, não de substituição da consciência”, afirmou.

Durante a reunião do Conselho Permanente, em fevereiro passado, foi aprovado o projeto de um subsídio para ajudar nas reflexões de grupos sobre as eleições 2018. Segundo o Secretário-Geral da CNBB, a proposta é contribuir para a formação política das pessoas de boa vontade, assim como motivá-las a participar do processo político, não apenas em momento de eleições.

O texto deverá ficar pronto após a 56ª Assembleia Geral. Dom Leonardo adiantou ainda que foi aprovado a promoção de um debate com os presidenciáveis em data ainda ser definida através das TVs católicas coordenado pela TV Aparecida.

A cada dia os bispos concedem entrevistas coletivas sempre às 15h, na Sala de Imprensa do Centro de Eventos, com a presença de três bispos designados pela Presidência da Assembleia. Todas as coletivas de imprensa são transmitidas pelo Portal A12.

Por A12

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No contexto da missão, três encontros movimentam bispos e lideranças https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/no-contexto-da-missao-tres-encontros-movimentam-bispos-e-liderancas/ Fri, 16 Mar 2018 12:27:29 +0000 http://teste.toqueto.com/no-contexto-da-missao-tres-encontros-movimentam-bispos-e-liderancas.html Três encontros são promovidos pela Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no período de 15 a 20 de março, em Brasília (DF). A jornada intensiva de atividades começa com o encontro da comissão com os bispos referenciais da missão nos regionais da CNBB. Na sequência, a Assembleia anual do Conselho Missionário Nacional (Comina) e, depois, o Encontro da missão Ad Gentes.

Referenciais

Os três encontros acontecem na sede das Pontifícias Obras Missionárias (POM), em Brasília. O dos bispos referenciais teve início na noite desta quinta-feira,15, e segue durante o dia de hoje com vários assuntos na pauta, entre eles os “ecos do 4º Congresso Missionário Nacional” e a preparação para o 5º Congresso Missionário Americano; o acompanhamento da animação e cooperação missionária em nível regional; o projeto Igrejas-irmãs; o programa missionário nacional; e a formação missionária para formadores e reitores de seminários.

Durante este encontro, os bispos que conduzem a ação missionária nos 18 regionais da CNBB também avaliam as atividades, apreciam proposta de elaboração do Programa Missionário Nacional e refletem sobre os desafios e sugestões para o trabalho da Comissão.

Assembleia do Comina

Com o tema “Processo de planejamento em vista do Programa Missionário Nacional”, a 35ª Assembleia do Comina acontece de 16 a 18 de março. Além dos bispos, estarão presentes os responsáveis pelos Conselhos Missionários Regionais (Comires).

O objetivo do encontro é desencadear, à luz da reflexão realizada no 4º Congresso Missionário Nacional, realizado em Recife (PE), o processo de planejamento em vista do Programa Missionário Nacional.

A carta convocatória da assembleia destaca a necessidade de envolver os Comires “no processo de estudo e apresentação de soluções articuladas para as questões missionárias de maior relevância em nível nacional, projetando o futuro para uma Igreja defensora da vida, servidora e missionária”.

Tal indicação é uma resposta à exortação expressa pelos(as) participantes do 4º Congresso Missionário Nacional, realizado no ano passado na capital pernambucana:

“A realidade cobra-nos uma ação missionária vigorosa, transformadora, libertadora. Revigorados pelo espírito da Conferência de Medellín que, há 50 anos, deu à Igreja Latino-americana o rosto de uma Igreja em saída, pobre, missionária e pascal, somos motivados a vencer a tentação da indiferença, do comodismo, do desencanto, do desânimo e do clericalismo presentes em muitas de nossas comunidades. Somos guiados pela fé e pela esperança cristãs capazes de reacender, no coração de todos, a chama do amor pela vida, pela justiça e pela paz” (Mensagem do 4º Congresso Missionário Nacional).

Alguns momentos da programação da assembleia foram reservados para a partilha de experiências missionárias, como a realizada há 25 anos em Moçambique.

Missão Ad gentes

O terceiro encontro da série com os agentes e referenciais da missão da Igreja no Brasil acontece após a assembleia do Comina, também na sede das POM, em Brasília, de 18 a 20 de março. Voltado para a reflexão e o aprimoramento da missão Ad Gentes (para os povos) “um caminho de sensibilização, cooperação e conversão pastoral missionária”.

São motivações para este momento de partilha, avaliações e aprofundamento das experiências missionárias o centenário da promulgação da Carta apostólica “Maximum illud” (30 de novembro de 2019), do papa Bento XV, e o mês Missionário Extraordinário, proclamado pelo papa Francisco para outubro do próximo ano. A carta apostólica centenária foi um texto com o qual o então pontífice quis dar novo impulso à responsabilidade missionária de anunciar o Evangelho.

Neste sentido de celebrações, o papa Francisco quer despertar “em medida maior” a consciência da missão ad gentes e retomar com novo impulso a transformação missionária da vida e da pastoral.

Este encontro é construído em parceria entre a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) e o Centro Cultural Missionário (CCM).

Por CNBB

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O desafio de pessoas que passam pela experiência da perda https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/o-desafio-de-pessoas-que-passam-pela-experiencia-da-perda/ Fri, 02 Mar 2018 14:34:57 +0000 http://teste.toqueto.com/o-desafio-de-pessoas-que-passam-pela-experiencia-da-perda.html Cuidar das necessidades espirituais de pessoas que passam pela experiência da perda – viúvas e viúvos, separados e separadas e quem está em luto – foi tema de uma reunião da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) com o grupo “Fica Conosco Senhor” (Lc 24, 29), de Guarulhos (SP), que desenvolve um trabalho de apoio a homens e mulheres que vivem essa realidade.

O movimento nasceu da união de agentes da Pastoral Familiar que passaram pelo estresse emocional causado pela dor da separação ou pela dor morte e que não sabiam como lidar. Uma das coordenadoras, Célia Silva, diz que o grupo nasceu para que os integrantes se ajudassem dede forma reciproca, dividindo experiências e vivência de fé.

“É uma necessidade fazer o acompanhamento dessas pessoas”, explicou o assessor da Comissão, padre Jorge Alves Filho.

A partir dessa reunião, a Comissão, que possui um setor de Casos Especiais da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), começa a trabalhar na realização um Encontro Nacional sobre a temática e o grupo “Fica Conosco Senhor” passa a ter o apoio da CNPF.

Na reunião, estiveram presentes o assessor da Comissão, padre Jorge Alves Filho; o casal coordenador nacional da Pastoral Familiar, Khátia e Luiz Stolf; o casal coordenador do Regional Sul 1, Osmarina e Benedito Antonio Baldon (Toninho); e os assessores eclesiásticos dos regionais Sul 1, padre Pedro Luís da Silva Rúbio, e Sul 3, padre Edson Pereira, este que acompanhará o grupo. Além da Célia, Ângela e Cerci, que já desenvolvem o trabalho em São Paulo.

Por CNBB

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Comissão para a Juventude inicia Seminários “Rota da Vida” https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/comissao-para-a-juventude-inicia-seminarios-rota-da-vida/ Wed, 21 Feb 2018 14:25:45 +0000 http://teste.toqueto.com/comissao-para-a-juventude-inicia-seminarios-rota-da-vida.html A preocupação com o extermínio de jovens no Brasil, que em 2014 registou mais de 25 mil assassinatos por arma de fogo entre pessoas na faixa de 15 a 29 de idade, motivou a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) a desejar compreender as razões desta realidade e exercer atividades que promovam a vida.

Baseado no sentido missionário, surge o projeto Rota da Vida, cujo propósito é compreender qual o valor e função que esses assassinatos passam à sociedade. A Comissão vai ao encontro dessas realidades com os seminários da iniciativa para debater, confrontar e levantar dados que reúnam não somente números, mas “ir na origem do problema e promover políticas para solucionar o que aflige a sociedade”.

Além da tabulação dos dados, será produzido um documentário para oferecer à sociedade os dados coletados. A intenção é que seja um estímulo a fim de conceder respostas e soluções a partir de políticas públicas para o problema da violência juvenil, visando a elaboração do plano nacional da juventude pelo Governo Federal.

O bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão para a Juventude da CNBB, dom Vilsom Basso, falou da importância desta iniciativa:

“É um trabalho onde a gente une as forças da Igreja com as organizações da sociedade civil que pensam e querem o bem da juventude para identificar as causas da violência, daquilo que afeta a vida da juventude e encontrar caminhos para a superação da violência e para construir espaços onde a juventude possa viver, encontrar razões e oportunidades de uma vida digna e feliz, dentro desse espírito da Campanha da Fraternidade, da superação da violência, porque todos somos irmãos”.

Maceió

O primeiro seminário Rota da Vida aconteceu nesta terça-feira, 20, em Maceió (AL), com a presença de professores, educadores, jovens líderes, organizações não-governamentais, instituições religiosas e da sociedade civil, num total de 600 participantes.

Na oportunidade, os participantes foram acolhidos pelo arcebispo local, dom Antônio Muniz Fernandes, e assistiram um vídeo-mensagem do secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. O doutor em Pedagogia Social Geraldo Caliman, professor de Mestrado na Universidade Católica de Brasília e membro da Cátedra da Unesco, conduziu a conferência “O Sistema Preventivo na promoção da vida”.

À tarde aconteceu a mesa da juventude, com dois momentos: exposição de políticas públicas que contribuem para uma cultura de paz e pessoas que desenvolvem iniciativas que promovem a vida.

Na sequência, serão visitas as arquidioceses de Natal (RN), Fortaleza (CE), Aracaju (SE), São Luís (MA), Vitória (ES) e Goiânia (GO), cujas cidades que as sediam são as mais violentas segundo o Mapa da Violência.

Por CNBB

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CNBB prepara cartilha com orientações ao processo eleitoral https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cnbb-prepara-cartilha-com-orientacoes-ao-processo-eleitoral/ Wed, 21 Feb 2018 07:50:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50899 Reunidos durante a tarde da terça-feira, 20/02, os bispos que integram o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), atualmente formado pela presidência da entidade, presidentes das Comissões Episcopais Pastorais e presidentes dos regionais deram contribuições ao subsídio que está sendo preparado para ajudar as reflexões de grupos de base sobre as eleições 2018. A proposta do material segundo dom Leonardo, secretário-geral da CNBB é contribuir para a formação política das pessoas, assim como motivá-las a participar do processo político.

O subsídio, que está em fase de elaboração toma como exemplo a cartilha já confeccionada pelo regional Sul 2 da CNBB, que atualmente tem uma tiragem de cerca de 300 mil exemplares. De acordo com o secretário-executivo do regional, padre Mário Spaki, o subsídio do regional é elaborado numa linguagem simples, bem diagramado e conta com indicações básicas sobre o universo da política a partir do olhar da Igreja. O padre foi convidado a apresentar a cartilha aos bispos.

A cartilha apresentada pelo secretário do regional Sul buscará na parte 1, no âmbito das preocupações, abordar a crise ética pela qual passa o sistema político brasileiro, corrupção, ameaças à democracia e os sinais de esperança. Na parte 2, a Igreja e as Eleições, eles abordarão contribuição da Igreja Católica na aprovação da Lei da  Ficha Limpa (nº 135/2010) e o incentivo da participação dos cristãos leigas/as na vida pública e Lei 9.840/1999 contra a corrupção eleitoral.

Na parte 3 do material, o regional Sul 2 trabalhará as Eleições 2018 e as alterações na lei eleitoral, bem como a definição da boa políticas e as principais funções de quem será eleito. Um outro aspecto a ser abordado neste material são as “FakNews”, falsas notícias, disseminadas no processo eleitoral.

Avaliação dos bispos – Na plenária, os prelados se reuniram para dar contribuições ao material que deverá ter abrangência nacional. Dom Valério Breda, bispo de Penedo, disse que o subsídio deveria colocar não só a política em evidência, mas a vida, a família e ter um olhar mais atento aos pobres. Dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari deu a ideia de o material conter relações com a Campanha da Fraternidade 2018, que tem como tema “Fraternidade e Superação da Violência” e busca promover entre outros aspectos, a paz.

O arcebispo de Diamantina e presidente da Comissão para a Comunicação, dom Darci Nicioli atentou para o fato de que todos estão dando visibilidade às eleições do executivo e esquecendo do legislativo que, segundo ele, é fundamental. Já o bispo auxiliar de Belo Horizonte, dom Joaquim Mol afirmou que é preciso que o material revalorize o papel da política. “Esse subsídio tem que ajudar as pessoas a reaver a esperança na política”, disse.

Após as contribuições feitas pelos bispos, o próximo passo é partir para a elaboração do texto, que deverá ficar pronto após a 56ª Assembleia Geral da CNBB, a ser realizada em abril. Além desse tema, os bispos discutiram ao longo do dia o cronograma da Assembleia, a realização do Ano Vocacional e a promoção de um debate com os presidenciáveis.

Por CNBB

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Aberta a CF 2018: “Fraternidade e superação da violência” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/aberta-a-cf-2018-fraternidade-e-superacao-da-violencia/ Wed, 14 Feb 2018 14:58:29 +0000 http://teste.toqueto.com/aberta-a-cf-2018-fraternidade-e-superacao-da-violencia.html Na manhã desta quarta-feira, 14 de fevereiro, na sede provisória da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi aberta oficialmente a Campanha da Fraternidade (CF) 2018. Este ano, a Campanha trata da “Fraternidade e a superação da violência”. O presidente da entidade, cardeal Sergio da Rocha, e o secretário-geral, dom Leonardo Steiner, receberam autoridades para o evento: a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, o coordenador da Frente Parlamentar pela Prevenção da Violência e Redução de Homicídios, deputado Alessandro Molon, e o presidente da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Carlos Alves Moura.

Mensagem do Papa

O secretário executivo de Campanhas da CNBB, padre Luís Fernando da Silva, leu para os presentes no evento a mensagem enviada pelo papa Francisco: “O perdão das ofensas é a expressão mais eloquente do amor misericordioso e, para nós cristãos, é um imperativo de que não podemos prescindir. Às vezes, como é difícil perdoar! E, no entanto, o perdão é o instrumento colocado nas nossas frágeis mãos para alcançar a serenidade do coração, a paz. Deixar de lado o ressentimento, a raiva, a violência e a vingança é condição necessária para se viver como irmãos e irmãs e superar a violência”.

No final da Mensagem, papa Francisco pediu: “Peço a Deus que a Campanha da Fraternidade deste ano anime a todos para encontrar caminhos de superação da violência, convivendo mais como irmãos e irmãs em Cristo. Invoco a proteção de Nossa Senhora da Conceição Aparecida sobre o povo brasileiro, concedendo a Bênção Apostólica. Peço que todos rezem por mim”.

Exposições

“Há alguns dados dos estudiosos que nos estarrecem”, disse Carlos Moura. Negros e jovens são as maiores vítimas da violência no Brasil, informou. A população negra corresponde à maioria dos 10% dos indivíduos expostos ao homicídio no País. “É oportuno refletir sobre o Manual da Campanha da Fraternidade”, chamou a atenção: “A violência racial no Brasil é uma situação que faz supor uma forte correlação entre três formas de violência, direta, estrutural e cultural. Os casos de violência direta parecem ser resultado mais concreto e evidente de questões socioeconômicas históricas, além de deixarem entrever representações culturalmente produzidas e já naturalizadas a respeito da população negra, do índio, dos migrantes e, mais recentemente, também do imigrante”.

Moura lembrou que outra Campanha da Fraternidade tratou da superação da violência contra a comunidade negra, a Campanha de 1988, que tinha como lema: “Ouvi o clamor desse povo”.  Nela, segundo Carlos Moura, a Igreja renovou o comprometimento da Igreja com o combate à violência.

A ministra Cármen Lúcia, agradeceu à CNBB “pelo convite ao Poder Judiciário para participar desse momento”. A presidente do STF disse que hoje, infelizmente, o outro tem sido visto com desconfiança e não como um irmão, um parceiro. “Esta campanha ajuda a ver o outro como aliado, como irmão”, reforçou. “Não basta que se faça parte da sociedade humana, mas é preciso atuar por ela para que se crie espaços de fraternidade”, acrescentou a ministra.

Deputado Alessandro Molon disse: “Nós nos acostumamos com a nossa tragédia. É como se no Brasil, a vida humana valesse muito pouco”. Ele realçou que a Campanha da Fraternidade não é de combate à violência, mas a superação dela. Chamou atenção para esse ano de discursos políticos é preciso lembrar o que diz o texto-base da Campanha que lembra que se trata de um problema complexo que não aceita soluções simplistas. “Esse carnaval nos deixou algumas lições. Quando as autoridades se omitem, por exemplo, a violência cresce”. O deputado ainda lembrou que todos têm responsabilidade, mas o Parlamento deve melhorar o Direito para proteger mais a vida que o patrimônio.

Cardeal Sergio da Rocha disse que a importância da Campanha da Fraternidade tem crescido a cada ano, repercutindo não somente dentro do âmbito da Igreja Católica, mas em toda a sociedade civil, além de outras igrejas cristãs. “Construir a Fraternidade para superar a violência” é o objetivo da Campanha da Fraternidade, lembrou. “A vida, a dignidade das pessoas, de grupos sociais mais vulneráveis têm sido atingidos frequentemente”. A realidade da violência, no entanto, “não deve levar a soluções equivocadas”, disse. Por conta disso, a Campanha da Fraternidade, disse o cardeal, quer ajudar a todos para fazer uma análise profunda diante da complexidade da realidade da violência.

“Embora que seja importante a ação de cada um de nós, mas é preciso de ações comunitárias”, disse o presidente da CNBB. A Igreja não pretende oferecer soluções técnicas para os problemas que aborda, mas o valor da fé e do amor que mostra que o semelhante não é um adversário, mas um irmão a ser amado, disse o Cardeal.

Cobertura

Todas as emissoras de TV de inspiração católica no Brasil, cinco grandes redes e duas TVs regionais, estiveram comprometidas com a transmissão do lançamento da Campanha da Fraternidade graças ao trabalho coordenado pela Signis Brasil, entidade católica que se ocupa com os meios de comunicação da Igreja. A Rede Católica de Rádio (RCR) também se fez presente oferecendo sinal de áudio para todas as emissoras interessadas no evento. A Assessoria de Imprensa da CNBB também ofereceu transmissão pelo Facebook e o vídeo já está disponível para ser visto na página @CNBBNacional.

Por CNBB

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Presidente da CNBB diz que o Natal traz esperança e alegria aos cristãos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/presidente-da-cnbb-diz-que-o-natal-traz-esperanca-e-alegria-aos-cristaos/ Fri, 22 Dec 2017 13:12:54 +0000 http://teste.toqueto.com/presidente-da-cnbb-diz-que-o-natal-traz-esperanca-e-alegria-aos-cristaos.html Neste tempo do Natal, a Igreja convida aos cristãos vivenciar o mistério do nascimento de Jesus, o Deus que se fez Menino, nascido da Virgem Maria, que veio habitar no meio dos homens. 

Em entrevista ao programa Igreja no Brasil especial de Natal e Fim de Ano de ano da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que vai ao ar em todas as emissoras de inspiração Católica a partir do dia 25 de dezembro de 2017, o arcebispo de Brasília e presidente da Conferência, Cardeal Sergio da Rocha, ressaltou que o nascimento do Salvador traz para os cristãos esperança e alegria:

“Jesus veio habitar entre nós, na humilde manjedoura de Belém. Ele continua a manifestar o seu amor na simplicidade da vida cotidiana. A nossa resposta ao amor de Deus revelado em Jesus Menino, neste Natal, seja feita de muita oração e de muito amor. Acolha o amor do Menino Deus para amar a todos, como ele nos ensinou, pois somos todos irmãos. Seja testemunha do amor de Deus, promovendo a reconciliação e paz. Seja portador de esperança e de alegria, especialmente aos que mais sofrem”.

O cardeal salientou a importância de recordar o sentido mais genuíno do Natal. Infelizmente, muitos perderam o sentido verdadeiro do Natal que é celebrar o nascimento de Jesus.

“É bom que as pessoas possam se confraternizar, é bonito ver as pessoas se alegrando juntas, mas sabemos que a razão de ser desta alegria, desta festa se encontra em Jesus Cristo, no menino Jesus, menino Deus. Portanto, o Natal que é de Jesus se torna uma ocasião privilegiada para celebração da fé no nascimento Salvador e para testemunho desta fé. Então, nós queremos compartilhar com os outros irmãos e irmãs a graça de celebrar o nascimento de Jesus. É uma ocasião sim privilegiada para a Igreja evangelizar, anunciar a presença amorosa de Deus entre nós, anunciar a palavra e a boa nova daquele que nasce, o nosso Salvador”, destacou.

De acordo com Dom Sergio, o Natal deve ser uma ocasião para renovar a esperança que brota da fé em Jesus, a confiança em Deus e compartilhá-la com os outros.

Ao final da entrevista, o cardeal deixa uma mensagem aos fiéis:

“A mensagem do Natal ela é feita de esperança e da paz que vem do Jesus Menino, esperança e a paz que nos oferece como dons a serem cultivadas ao longo do novo ano. Portanto, eu desejo que toda a Igreja no Brasil seja portadora dessa esperança e que possa oferecer sua contribuição para a construção da paz, que é dom de Deus, que é tarefa. Portanto, abraçando a esperança e o amor que Jesus Menino traz, nós vamos construindo cada vez mais relações fraternas e a paz. Eu desejo que todos tenham a graça de um Natal Santo e feliz, mas também de um novo ano marcado pela esperança, pela paz que vem de Jesus menino”.

Por Canção Nova, com CNBB

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Dom Armando Bucciol explica participação nas celebrações do domingo, 24/12 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-armando-bucciol-explica-participacao-nas-celebracoes-do-domingo-24-12/ Thu, 21 Dec 2017 07:50:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50247 O Catecismo da Igreja Católica ensina que a celebração dominical do Dia e da Eucaristia do Senhor está no coração da vida da Igreja, que “O domingo, em que se celebra o mistério pascal, por tradição apostólica, deve guardar-se em toda a Igreja como o primordial dia festivo de preceito”. No próximo dia 24 de dezembro, um domingo, acontecerá algo que tem deixado vários fiéis em dúvida em relação à participação nas celebrações que acontecem no mesmo dia: a do 4º domingo do Advento e a da Vigília do Natal ou a do Natal do Senhor, no caso da celebração da I Véspera da Solenidade do dia seguinte, 25 de dezembro.

O dia do Natal de Jesus está entre aqueles que devem ser guardados e cuja participação dos fiéis é obrigatória, no dia festivo ou na tarde antecedente. Por isso, o bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Armando Bucciol, explica “de maneira essencial” o que os fiéis podem fazer:

“Cada um, cada uma, faça o possível para participar no sábado à noite ou no domingo pela manhã da missa do 4º domingo do Advento, para participar também da missa da noite do Natal e/ou do dia de Natal, que tem as duas celebrações características litúrgicas e espirituais próprias. Esse é o ideal que todo cristão católico é convidado a viver”.

Dom Armando, porém, compreende “e vive” a situação da maioria das comunidades do Brasil. Responsável por uma diocese no interior da Bahia, dom Armando reconhece as dificuldades presentes onde há somente uma missa e de costume à noite. “A missa da noite do dia 24 abre para a celebração do Natal do Senhor, com a missa da noite de Natal. Nesse caso, aconselho os irmãos e as irmãs para que, se puderem, vivam com fé, em profunda oração o 4º domingo do Advento, esperando com Maria, e como Maria – ela é a protagonista do quarto domingo do Advento – esperando a chegada do Senhor”.

O presidente da Comissão para a Liturgia da CNBB convida para a vivência no espírito litúrgico do Advento, que abre para a acolhida do Natal do Senhor, e recorda o ensinamento do papa São João Paulo II, para quem a participação semanal na Eucaristia “‘deve ser uma exigência, mais do que uma obrigação’. Trata-se de uma espiritualidade litúrgica que deve informar e formar a vida toda do cristão”.

“Se é verdade que as duas celebrações – 4º domingo e Vigília de Natal – tem características próprias, leituras e uma liturgia própria, nos pedem de participar de ambas. Mas quem não puder, por motivo de alguma concreta dificuldade, eu insisto: viva com fé e alegria o dia de domingo com intensidade espiritual e em atitude de orante espera.”

Dom Armando finaliza lembrando a antífona da entrada da missa da Noite de Natal, que diz “alegremo-nos todos no Senhor, hoje nasceu o Salvador do mundo, desceu do céu a verdadeira paz” e deseja: “Que possamos nos dispor com intensa espiritualidade para acolher o Salvador do Mundo e a sua verdadeira paz”.

Por CNBB

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Dom Leonardo pede solidariedade com a Campanha para Evangelização https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-leonardo-pede-solidariedade-com-a-campanha-para-evangelizacao/ Fri, 15 Dec 2017 15:43:02 +0000 http://teste.toqueto.com/dom-leonardo-pede-solidariedade-com-a-campanha-para-evangelizacao.html Em um vídeo veiculado hoje, o bispo auxiliar e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Steiner, convida os fiéis a dar uma contribuição solidária à coleta da Campanha para Evangelização, que acontece neste domingo, 17.

“Nossa missão, como cristãos e católicos, é evangelizar como Jesus anunciou o amor do Pai, a proximidade do Reino de Deus. Mas esta também é nossa vocação. E para que a igreja no Brasil evangelize cada vez mais e melhor, costumamos fazer uma coleta, a Campanha de Evangelização. E com esta preciosa ajuda de nossas comunidades e famílias, poderemos ajudar as dioceses que mais necessitam”, disse Dom Leonardo.

Neste ano, em sintonia com o Ano do Laicato, a Campanha para a Evangelização tem como tema “Cristãos leigos e leigas comprometidos com a Evangelização” e o lema “Sal da Terra e Luz do Mundo” (Mt 5, 13-14).

O Objetivo da campanha é despertar os discípulos e as discípulas missionários para o compromisso evangelizador e para a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais no Brasil. A iniciativa considera a ajuda para dioceses de regiões mais desassistidas e necessitadas.

A abertura da campanha acontece na Festa do Cristo Rei ― que neste ano foi em 26 de novembro, mesmo dia que a Igreja no Brasil fez a abertura do ano que será dedicado aos cristãos leigos e leigas. A campanha tem duração de três semanas e a conclusão acontece no terceiro domingo do Advento, dia 17 de dezembro, quando deve ser realizada, em todas as comunidades católicas, a Coleta para a ação evangelizadora no Brasil.

Por Canção Nova, com CNBB

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