comunidades - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png comunidades - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Como organizar a Campanha da Fraternidade nas comunidades? https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/como-organizar-a-campanha-da-fraternidade-nas-comunidades/ Mon, 19 Feb 2018 07:53:15 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50860 Durante o ano litúrgico, a Igreja convida, por meio da Campanha da Fraternidade (CF), a refletir sobre um problema da sociedade. Em 2018, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que coordena as campanhas, põe em evidência o tema da violência e nos convida a refletir maneiras de combatê-la. O tema da CF 2018 é “Fraternidade e superação da violência” e o lema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8).

“São muitas as formas de violência que enfrentamos dentro de casa, na rua, na sociedade. Mas o cristão não pode se acostumar com elas”, esta é uma postura que a Campanha da Fraternidade (CF) 2018, lançada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na última Quarta-feira de Cinzas, 14/02, vai buscar estimular nos cristãos e nas comunidades e paróquias católicas por todo o Brasil segundo o secretário-executivo da CF, padre Luís Fernando da Silva.

Foi pensando nisto, que o padre indica 9 dicas que podem ajudar os cristãos, comunidades e paróquias a pensar ações para os dias mais intensos da campanha que coincidem com os 40 dias da Quaresma. Veja o que pode ser feito:

Conversão pessoal: Para mudar os que estão à minha volta, primeiramente eu devo me mudar, ou seja, se vivo em um ambiente de doméstica (agressividade, impaciência etc.) devo combatê-la com amabilidade e paciência por amor e por misericórdia.

A comunidade precisa promover a cultura da empatia, onde os paroquianos em suas diversas funções pastorais não se tenham como adversários, mas como irmãos que juntos lutam pelo bem daquela paróquia.

Visitar as famílias que estão afastadas da Igreja a fim de acolhê-las na comunidade, ajudando-as a superarem seus problemas.A comunidade deve utilizar de todos os momentos oportunos, como homilia, encontros, cursos etc., para falar sobre a superação da violência e a promoção da paz.

Fortalecer a Pastoral Familiar para que identifique os principais problemas de violência que assolam a comunidade local e buscar exemplos de outras localidades que conseguiram superar os mesmos problemas.

Reunir a comunidade, as pastorais e os movimentos para discutir os problemas identificados e traçar um plano de ação para combater os problemas da violência.

Promover palestras para os paroquianos sobre a temática da violência em suas diversas formas (violência doméstica, psicológica, física, no trânsito, racial, religiosa, no campo, sexual etc.) e como combatê-la.

Estimular a espiritualidade como o antídoto para nos fortalecer contra o mal e para promover a cultura da paz.

Discutir o tema da superação da violência dentro da catequese com as crianças e os jovens. É possível ainda estimular a prática esportiva entre os jovens a fim de afastá-los da violência física e das drogas.

Visitar as famílias que estão afastadas da Igreja a fim de acolhê-las na comunidade, ajudando-as a superarem seus problemas.

A comunidade deve utilizar de todos os momentos oportunos, como homilia, encontros, cursos etc., para falar sobre a superação da violência e a promoção da paz.

Confira também os 10 materiais que você precisa conhecer para ajudar a dinamizar a CF na sua localidade.

Por CNBB

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“Documentos não podem ficar nas gavetas, devem alimentar vivência dos leigos” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/documentos-nao-podem-ficar-nas-gavetas-devem-alimentar-vivencia-dos-leigos/ Mon, 05 Jun 2017 14:36:51 +0000 http://teste.toqueto.com/documentos-nao-podem-ficar-nas-gavetas-devem-alimentar-vivencia-dos-leigos.html Em Brasília (DF) para participar da primeira reunião da Comissão, composta por 5  bispos e 5 leigos, presidida por dom Severino Clasen, bispo de Caçador (SC) e especialmente escolhida para a missão de pensar um conjunto de ações e estratégias para animar a vivência do Ano do Laicato no Brasil, a ser celebrado em 2018, dom Pedro José Conti, bispo de Macapá (AP), falou sobre o papel dos leigos e o documento nº 105 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cujo título é Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade. Segundo o bispo: “as comunidades precisam da presença corajosa dos leigos”. Leia a íntegra da entrevista.

Como está a preparação para o ano do Laicato em 2018?

Estamos aqui reunidos com a Comissão, organizada pela CNBB; não é a Comissão do Laicato; é uma comissão mais ampliada para poder ter a participação de todos os componentes da Igreja. Tem outras pessoas de outras comissões e de outros movimentos da Igreja.

O papel desta comissão, reunida aqui, é fazer um projeto bem organizado, mas possível sobre “A hora do laicato!”. Queremos já lançar tudo em novembro deste ano. Portanto, queremos estar prontos, fazer um lançamento com subsídios, o cartaz e um lema bonito para animar toda a Igreja.

Sabemos que o laicato é a maioria da Igreja, mas precisamos também do envolvimento dos bispos, padres e religiosas. Os leigos e famílias estão comprometidos nas atividades da sociedade e na Igreja também. Lembrando que nossas comunidades também precisam da presença corajosa dos leigos. Pensamos a presença dos leigos no mundo do trabalho e da comunicação; tudo aquilo que entendemos também seja a vocação específica do laicato.

Desde o ano passado, a Igreja no Brasil vem recebendo o documento nº 105. Neste sentido, o Ano do Laicato pode dar um novo impulso e dinamismo ao documento?

Acredito que sim. Os documentos nós sabemos, às vezes são muito bem feitos, mas não podem ficar nas gavetas ou limitados a alguns grupos que gostam de estudar e refletir. Devem ser popularizados, transformados em cartilhas e se tornar algo que vai alimentando a vivência dos leigos. Em todos os ambientes, com profundidade e motivações.

Lembro que o objetivo era falar do leigo como sujeito, não simplesmente alguém que só colabora; mas alguém que se sente enviado e tem clareza da sua missão e, portanto, se torna responsável por suas atividades, do que fala, construtor do Reino de Deus. Isso que esperamos do laicato e como resultado do documento nº 105 que já está produzindo seus frutos e produzirá mais ainda.

 Regional Leste 2 traduz documento n º 105 em círculos bíblicos

O Regional Leste 2 da CNBB vem desenvolvendo um bonito processo de articulação de dois documentos da CNBB. O documento nº 100, que fala das Comunidades de Comunidades com o documento nº 105 que fala do papel dos leigos na Igreja e na Sociedade. Segundo a leiga do Regional Leste 2, Sônia Gomes, membro do Conselho Nacional do Laicato, o regional já possui uma experiência de organização de círculos bíblicos.

“Com essa dinâmica, conseguimos levar o documento para além dos conselhos e lideranças, atingindo as bases”, disse. Nas plenárias regionais, segundo conta Sônia, as comunidades têm trazido muito a reflexão sobre o leigo como sujeito, olhando a realidade da sociedade. “Pra nós tem sido uma experiência bonita de preparação para o Ano do Laicato a partir dos círculos bíblicos”, concluiu.

Por CNBB

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REPAM levará violações de direitos na Amazônia à CIDH, nos EUA https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/repam-levara-violacoes-de-direitos-na-amazonia-a-cidh-nos-eua/ Tue, 07 Mar 2017 10:08:42 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44717 A Rede Eclesial Pan-amazônica (REPAM) estará em Washington (EUA) no dia 17 de março, apresentando à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) treze casos relativos à defesa do território dos povos indígenas e das comunidades da Amazônia na Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Brasil.

proposto pela REPAM, que estará representada por seu Presidente, Cardeal Cláudio Hummes, o Vice-presidente, Dom Pedro Barreto, arcebispo de Huancayo, no Peru, e por Maurizio Lopes, secretário-executivo.

Do Brasil, serão levados dois casos: a comunidade agrícola de Buriticupú, no estado do Maranhão, aonde a luta pela terra começou na década de 80. Hoje, embora reconhecida, seus colonos não têm título de propriedade definitivo. A empresa Vale S.A. concessionou a atividade ferroviária à Ferrocaril de Carajás, e desde então, o risco constante de descarrilamento do trem e os deslocamentos da população devido à ampliação das linhas impedem a paz e a dignidade dos moradores. Além disso, existem impactos ambientais no Rio Pindaré, um dos principais meios de sobrevivência das comunidades.

Outro caso é o do povo indígena Jaminawa Arará, no estado do Acre, onde se verifica a falta de demarcação dos territórios da comunidade indígena. A violação ocasiona saques e roubos de recursos naturais e facilita a velha prática da ocupação das terras. O desrespeito dá lugar ao comércio de terras e concessões a indústrias extrativas, em detrimento da consulta prévia.

Dentre as experiências mais difíceis, a REPAM assinala também a relativa à comunidade indígena Tundayme (sul do Equador Sud), aos povos indígenas de Tagaeri e Taromenani (norte do Equador) e à comunidade de Yurimaguas (Floresta peruana).

Por Rádio Vaticano

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