comunidade internacional - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png comunidade internacional - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Santa Sé: a solidariedade internacional é a base do bem comum https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/santa-se-a-solidariedade-internacional-e-a-base-do-bem-comum/ Thu, 08 Jun 2017 08:03:54 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46705 Para a promoção e a proteção do bem comum é necessário reconhecer o papel da solidariedade internacional. Foi o que afirmou o observador permanente da Santa Sé no escritório da ONU em Genebra e em outras organizações internacionais na cidade helvécia, Dom Ivan Jorkovic, em pronunciamento sobre a solidariedade internacional feito na 35ª sessão do Conselho para os Direitos Humanos.

A solidariedade é a resposta aos desafios atuais

A comunidade internacional é atualmente chamada a enfrentar numerosos fenômenos como as migrações, as mudanças climáticas, os desastres naturais, os conflitos armados e a crescente discrepância entre pobres e ricos. A delegação da Santa Sé tem a convicção de que a solidariedade internacional representa uma abordagem eficaz para responder a tais desafios, ressaltou o arcebispo esloveno.

Somente a fraternidade supera a cultura do descarte

Em seguida, o representante vaticano recordou o que o Papa Francisco afirmou na mensagem em vídeo enviada ao TED 2017 realizado em Vancouver, no Canadá, de 24 a 28 de abril passado.

A solidariedade – dissera o Pontífice – deveria tornar-se “uma atitude de fundo nas escolhas em nível político, econômico, científico, nas relações entre as pessoas, entre os povos e os países”. “Somente a educação à fraternidade, a uma solidariedade concreta pode superar a cultura do descarte”, acrescentara o Santo Padre.

A solidariedade é um valor moral

A solidariedade não é somente um dever, mas um valor moral que deriva do princípio da fraternidade humana. A solidariedade é o cuidado incondicional do outro e requer o empenho de indivíduos, privados, realidades nacionais e internacionais. A prioridade é aplicar e reforçar o princípio da responsabilidade de proteger as pessoas, sobretudo as mais vulneráveis, observou Dom Jorkovič.

A comunidade internacional escolheu a solidariedade no lugar do egoísmo

Ademais, recordando palavras do prefeito do dicastério vaticano para o Desenvolvimento Humano Integral, Cardeal Peter Turkson, o representante da Santa Sé afirmou que com a Agenda 2030 a comunidade internacional escolheu a solidariedade no lugar do egoísmo: a solidariedade com os excluídos de hoje, a solidariedade com os pobres de amanhã, a solidariedade com as futuras gerações.

A solidariedade é o antídoto mais eficaz contra os modernos populismos

Por fim, o prelado recordou aquilo que o Papa Francisco afirmou em 24 de março passado aos chefes de Estado e de governo da União Europeia. A solidariedade “é também o antídoto mais eficaz contra os modernos populismos”.

“A solidariedade comporta a consciência de ser parte de um só corpo e, ao mesmo tempo, implica a capacidade que cada membro tem de ‘simpatizar’ com o outro e com o todo.” “Se um sofre, todos sofrem.”

Por Rádio Vaticano

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Santa Sé: Síria, partes em conflito garantam proteção aos civis https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/santa-se-siria-partes-em-conflito-garantam-protecao-aos-civis/ Fri, 07 Apr 2017 09:51:30 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45358 O Secretário para as Relações com os Estados da Santa Sé, Dom Paul R. Gallagher, fez um discurso na quarta-feira, 05, em Bruxelas, na Conferência sobre o tema “Apoiar o futuro da Síria e da região”. O evento – disse o prelado – tem duplo objectivo: “renovar os compromissos humanitários assumidos pela comunidade internacional no ano passado em Londres;, e procurar as melhores formas de apoiar uma solução política duradoura para a crise na Síria, que seja inclusiva e guiada pelos sírios”.

A crise entrou no seu sétimo ano e “a Santa Sé – disse Dom Gallagher – continua profundamente preocupada pelo imenso sofrimento humano que atinge milhões de crianças inocentes e outros civis, que continuam a ser privados de ajudas humanitárias essenciais, como estruturas médicas e educação. Exorta ainda ao pleno respeito do direito humanitário internacional, especialmente no que diz respeito à proteção das populações civis, garantindo-lhes o acesso aos cuidados médicos necessários. A Santa Sé manifesta ainda a sua preocupação pelas condições e tratamento dos prisioneiros e detidos”.

Dom Gallagher recorda, então, o apelo do Papa Francisco à comunidade internacional “para que trabalhe com diligência para dar vida a negociações sérias que coloquem para sempre a palavra fim ao conflito, que está provocando um verdadeiro desastre humanitário” e para que cada uma das partes em causa considere “como prioridade o respeito do direito humanitário internacional, garantindo a proteção dos civis e a necessária assistência humanitária à população”.

“A Santa Sé – disse o representante vaticano – aprecia a ênfase colocada nesta conferência de doadores de ajudas humanitárias e os esforços para apoiar o cessar-fogo e uma solução política para a crise, e une a sua voz aos apelos em favor de mais financiamentos para auxiliar os deslocados internos, os refugiados e as comunidades de acolhimento em países vizinhos que sofrem o impacto”. Em seguida, assegurou que no próximo ano a Igreja Católica continuará empenhada em prosseguir a sua assistência humanitária.

Em 2016 – disse Dom Gallagher – a Santa Sé e da Igreja Católica, através da sua rede de organizações de caridade, ajudadou a fornecer 200 milhões de dólares para a assistência humanitária para beneficiar diretamente mais de 4,6 milhões de pessoas na Síria e na região: “na distribuição de ajuda, as agências e as entidades católicas não fazem distinção quanto à identidade religiosa ou étnica daqueles que precisam de ajuda e sempre procuram dar prioridade aos mais vulneráveis e mais necessitados. Esta abordagem também foi demonstrada através da abertura, em janeiro, de um centro Caritas na parte muçulmana de Aleppo e o projeto ‘Hospitais abertos’, que busca abrir os hospitais católicos em Aleppo e Damasco, e torná-los totalmente operativos para as necessidades da população local, especialmente os pobres e desfavorecidos”.

“Motivo de profunda preocupação – disse o prelado – continua a ser para nós a situação de vulnerabilidade dos cristãos e das minorias religiosas no Oriente Médio que sofrem excessivamente os efeitos da guerra e da agitação social na região, a tal ponto que sua presença e sua existência são altamente ameaçadas. Como o Papa Francisco repetidamente recordou, a sua presença permanente pode permitir-lhes cumprir seu papel histórico e fundamental em contribuir para a coesão social daquela sociedade, o que será de fundamental importância para o futuro de toda a região”.

Por Rádio Vaticano

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