Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia reúne-se para discutir plano quadrienal https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/comissao-episcopal-pastoral-para-a-liturgia-reune-se-para-discutir-plano-quadrienal/ Thu, 12 Sep 2019 18:51:49 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56732 Os bispos que foram eleitos para a Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia se encontraram, pela primeira vez, na sede da CNBB em Brasília-DF, nesta terça-feira, dia 10 de setembro.

Segundo o bispo de Paranaguá (PR), dom Edmar Peron, presidente da Comissão, os bispos estão analisando e pensando projetos para o quadriênio (2019 a 2023). Uma das sugestões, de acordo com ele, é a de organizar um grupo para que se possa pensar sobre o sínodo da Amazônia, convocado pelo Papa Francisco e que tem como foco identificar novos caminhos para a evangelização dos povos indígenas.

Dom Carlos Verzeletti, bispo de Castanhal (PA) e membro da Comissão avalia que o sínodo, convocado pelo papa, envolve traços e elementos que possibilitam uma visão sobre a liturgia e a inculturação. “Daí está o propósito de se criar um grupo de estudo que comece a aprofundar essa questão tão importante para a nossa igreja”, salientou.

Cabe aqui lembrar que o Sínodo para Amazônia foi uma resposta do Papa Francisco à realidade da Pan-Amazônia. Seu objetivo além de identificar novos caminhos para a evangelização, especialmente dos povos indígenas, também é o de lançar um olhar para a Floresta Amazônica, pulmão de grande importância para nosso planeta.

Outro ponto de destaque na reunião é a questão do acesso das pessoas celíacas à Comunhão Eucarística. A Comissão pretende, neste quadriênio, elaborar orientações a fim de garantir a comunhão eucarística segura das pessoas celíacas, uma condição autoimune, desencadeada pelo consumo do glúten presente no trigo, na aveia, na cevada, no centeio e derivados.

Dom Edmar Peron explica que a Comissão quer elaborar algumas orientações a fim de sanar algumas dúvidas que ainda pairam como é o caso da questão do vinho. “Tem a questão do vinho para a missa, qualquer vinho vale? Há vinícolas que estão produzindo um bom vinho para a missa e querem um reconhecimento eclesial. Como isso vai se dar? Então, estamos conversando sobre como podemos de fato dar continuidade a essa reflexão e encaminhamentos”, diz.

Ainda nessa semana, durante os dias 11 e 12, o grupo se prepara para receber os bispos referenciais de liturgia dos regionais da CNBB, na sede da entidade em Brasília (DF). Esse é inclusive um dos pontos de destaque na reunião da Comissão. Dom José Luiz Majella, arcebispo de Pouso Alegre (MG) e membro da Comissão, diz que a intenção é também preparar o encontro com os referenciais para que tudo ocorra como o planejado.

Além disso, o arcebispo garante que os membros estão “levantando alguns pontos, principalmente os relativos a caminhada da liturgia que a Comissão vem sempre buscando ou que é procurada para pedir esclarecimentos”. Então, de acordo com ele, essa primeira reunião é o momento de “criar projetos para que a Comissão possa desencadeá-los no decorrer dos próximos quatro anos”, finaliza.

Na ocasião, os assessores da Comissão – padre Thiago Faccini, do Setor Espaço Litúrgico; o jesuíta, irmão Fernando Vieira, do Setor de Música Litúrgica e o padre Leonardo Pinheiro, da Pastoral Litúrgica – também tiveram a oportunidade de apresentar aos bispos suas propostas e sugestões para o quadriênio.

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Entenda: por que jejuar nas sextas-feiras da Quaresma? https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/entenda-por-que-jejuar-nas-sextas-feiras-da-quaresma/ Thu, 01 Mar 2018 10:32:34 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51055 Durante a Quaresma – período de preparação para a festa da Páscoa – a Igreja recomenda que os fieis façam jejum e abstinência, principalmente às sextas-feiras. A prática é muito comum durante este tempo litúrgico, mas também no decorrer do ano. Mas porque jejuar nas sextas-feiras quaresmais?

“Para tornar mais verdadeira, autêntica e transparente a nossa vida diante de Deus”, explica o bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Armando Bucciol.

“A finalidade proposta é viver o jejum como renúncia de algo que nos dá prazer imediato e, porém, não é só o aspecto negativo da renúncia, mas impositivo. Eu insisto, o jejum é para tornar mais autentica, transparente e verdadeira conosco mesmo no relacionamento com os ouros e no final com Deus a nossa existência terrena”, explicou.

O bispo ressalta ainda que sexta-feira na tradição da Igreja é o dia da morte do Senhor. Portanto, desde os primeiros séculos se tornou um dia litúrgico. Isto é, em que se recordava a morte do Senhor de uma maneira especial.

“O fato de ter um dia de Jejum é para viver juntos como Igreja Universal um gesto que manifeste a nossa busca de uma espiritualidade mais profunda, mais autêntica ligada ao sofrimento de Cristo”, destaca.

De acordo com o Código de Direito Canônico – leis que orientam a Igreja Católica – o jejum é a “forma de penitência que consiste na privação de alimentos”. Para tal prática, a orientação tradicional é que se faça apenas uma refeição completa durante o dia e, caso haja necessidade, pode-se tomar duas outras pequenas refeições, que não sejam iguais em quantidade à habitual.

Segundo dom Armando, a Igreja enriquecida por uma longa história documentada pela Bíblia, fala muitas vezes da necessidade de jejuar. Na Sagrada Escritura, o profeta Isaías insiste que não basta um jejum como obra exterior. É importante jejuar como purificação interior.

“Nós como Igreja temos essa obra durante a Quaresma com o intuito da vivência mais profunda com nós mesmo e com Deus para que a nossa vida se torne mais pura, autêntica e fiel”.

Conforme as orientações da Igreja, o jejum e a abstinência são obrigatórios na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa e estão obrigados ao jejum os que tiverem completado 18 anos até os 59 completos. Os outros podem fazer, mas sem obrigação. Grávidas e doentes estão dispensados do jejum, bem como aqueles que desenvolvem árduo trabalho braçal ou intelectual no dia do jejum.

Sobre a abstinência, o Direito Canônico diz que “consiste na escolha de uma alimentação simples e pobre”. Segundo o documento, a tradição da Igreja indica a abstenção de carne, pelo menos nas sextas-feiras da Quaresma. “Mas poderá ser substituída pela privação de outros alimentos e bebidas, sobretudo os mais requintados e dispendiosos [caros] ou da especial preferência de cada um”, orienta o documento.

Para dom Armando, o jejum quaresmal é um momento para entrar em si mesmos e ver na transparência do mistério de Deus a proposta cristã o que torna a vida mais bela, transparente.

“Quem ganha com o jejum não é Deus, somos nós. São as nossas vidas que se tornam mais verdadeiras em si mesmas. É claro a motivação não é de ordem só estética ou física, mas espiritual. Mas, Deus é aquele que, mais do que todos, procura o nosso bem e a Igreja, fiel a uma longa tradição de espiritualidade, convida seus filhos a fazer renúncias que não são tanto para honrar a Deus, é para tornar o nosso relacionamento com Ele mais puro, rico, belo, mais fiel ao projeto que Ele nos deixou”, finaliza o bispo.

Por CNBB

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Dom Armando Bucciol explica participação nas celebrações do domingo, 24/12 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-armando-bucciol-explica-participacao-nas-celebracoes-do-domingo-24-12/ Thu, 21 Dec 2017 07:50:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50247 O Catecismo da Igreja Católica ensina que a celebração dominical do Dia e da Eucaristia do Senhor está no coração da vida da Igreja, que “O domingo, em que se celebra o mistério pascal, por tradição apostólica, deve guardar-se em toda a Igreja como o primordial dia festivo de preceito”. No próximo dia 24 de dezembro, um domingo, acontecerá algo que tem deixado vários fiéis em dúvida em relação à participação nas celebrações que acontecem no mesmo dia: a do 4º domingo do Advento e a da Vigília do Natal ou a do Natal do Senhor, no caso da celebração da I Véspera da Solenidade do dia seguinte, 25 de dezembro.

O dia do Natal de Jesus está entre aqueles que devem ser guardados e cuja participação dos fiéis é obrigatória, no dia festivo ou na tarde antecedente. Por isso, o bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Armando Bucciol, explica “de maneira essencial” o que os fiéis podem fazer:

“Cada um, cada uma, faça o possível para participar no sábado à noite ou no domingo pela manhã da missa do 4º domingo do Advento, para participar também da missa da noite do Natal e/ou do dia de Natal, que tem as duas celebrações características litúrgicas e espirituais próprias. Esse é o ideal que todo cristão católico é convidado a viver”.

Dom Armando, porém, compreende “e vive” a situação da maioria das comunidades do Brasil. Responsável por uma diocese no interior da Bahia, dom Armando reconhece as dificuldades presentes onde há somente uma missa e de costume à noite. “A missa da noite do dia 24 abre para a celebração do Natal do Senhor, com a missa da noite de Natal. Nesse caso, aconselho os irmãos e as irmãs para que, se puderem, vivam com fé, em profunda oração o 4º domingo do Advento, esperando com Maria, e como Maria – ela é a protagonista do quarto domingo do Advento – esperando a chegada do Senhor”.

O presidente da Comissão para a Liturgia da CNBB convida para a vivência no espírito litúrgico do Advento, que abre para a acolhida do Natal do Senhor, e recorda o ensinamento do papa São João Paulo II, para quem a participação semanal na Eucaristia “‘deve ser uma exigência, mais do que uma obrigação’. Trata-se de uma espiritualidade litúrgica que deve informar e formar a vida toda do cristão”.

“Se é verdade que as duas celebrações – 4º domingo e Vigília de Natal – tem características próprias, leituras e uma liturgia própria, nos pedem de participar de ambas. Mas quem não puder, por motivo de alguma concreta dificuldade, eu insisto: viva com fé e alegria o dia de domingo com intensidade espiritual e em atitude de orante espera.”

Dom Armando finaliza lembrando a antífona da entrada da missa da Noite de Natal, que diz “alegremo-nos todos no Senhor, hoje nasceu o Salvador do mundo, desceu do céu a verdadeira paz” e deseja: “Que possamos nos dispor com intensa espiritualidade para acolher o Salvador do Mundo e a sua verdadeira paz”.

Por CNBB

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“Orar pelos mortos expressa uma profunda comunhão e ajuda recíproca” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/orar-pelos-mortos-expressa-uma-profunda-comunhao-e-ajuda-reciproca/ Wed, 01 Nov 2017 14:39:32 +0000 http://teste.toqueto.com/orar-pelos-mortos-expressa-uma-profunda-comunhao-e-ajuda-reciproca.html “Como membros da família humana, orar uns pelos outros, num eterno presente de Deus, expressa um profundo sentido de comunhão e de ajuda recíproca”, desta forma o bispo da diocese de Livramento de Nossa Senhora (BA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Armando Bucciol define o sentido da oração pelos mortos, por ocasião do Dia de Finados, 2 de novembro.

A Comemoração dos Fiéis Defuntos, como é chamada a celebração litúrgica do dia 2 de novembro, é uma continuação da Festa de Todos os Santos, vivida no dia anterior. “A Igreja quer abraçar a todos os que pelo batismo mergulhamos em Cristo morto e ressuscitado e pertencemos ao corpo místico por esta comunhão dos santos que cria e gera um laço profundo”, disse.

Segundo dom Armando, a oração pelos mortos tem sua razão na comunhão que existe entre todos os que pertencem ao corpo místico de Cristo. “Sendo Jesus o salvador da humanidade existe por meio dele uma comunhão com a esta”, disse.

A origem da Comemoração de todos os Fiéis Defuntos vem de longe, recorda o religioso. O culto aos mortos, no sentido de respeitosa e comovida recordação, pertence à história mais antiga da humanidade. Os cristãos, desde os primórdios, mantiveram o costume, dando a este rito o toque próprio da fé na “ressurreição”, elemento essencial e fundamental da visão cristã da vida e da morte.

Ao longo da história, há abundante documentação a respeito da necessidade de orar pelos falecidos. Desde o livro dos Macabeus se fala da necessidade de rezar pelos mortos afim de que sejam absolvidos de seus pecados. O Dia de Finados adquire rosto e data, como hoje o conhecemos, no início do segundo milênio por obra do santo Odilon, abade da famosa e importante abadia de Cluny, na França.

A Igreja, desde o início de sua caminhada, deu culto especial aos mártires, pessoas que ganharam a coroa do martírio. Disso, começou a devoção aos santos – irmãos e irmãs que fizeram da própria vida um dom, ficando fieis até o fim, imitando Jesus, o Mártir, a testemunha fiel como canta o livro do Apocalipse.

Para quem crê: a morte não é o fim

A visita aos cemitérios juntos aos túmulos dos entes queridos é expressão de comunhão, feita de dor e saudade. Mas pela fé que ilumina os que creem em Jesus Cristo, afirma dom Armando, deve permanecer a certeza, como canta a liturgia, de que a vida não é tirada, mas transformada.

Para o religioso ao ir ao cemitério refletimos sobre a morte que pertence à nossa condição humana. Por outro lado, ele adverte que a correria cotidiana, a superficialidade, a banalização da vida e o progresso da medicina, entre outros fatores, contribuem para que não se pense na morte e se viva na ilusão da imortalidade. “A liturgia da Igreja fala a linguagem da realidade e da esperança. Convida a pensar na morte, porém não como perca, mas como passagem que gera dor e não desespero”, disse.

“O discípulo de Jesus caminha da fé para esperança, que é a salvação definitiva. Apesar de não termos superado ainda todas as alienações das quais a morte é a última expressão, caminhamos sob o impulso do amor desinteressado de Deus com o compromisso de sermos gratos e gratuitos em nossa vida. Vivamos, portanto com a nossa fé este dia que com certeza enriquece a nossa espiritualidade, o nosso relacionamento com a vida e com os demais irmãos e irmãs da caminhada do dia a dia”, concluiu.

Por CNBB

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Bispos referenciais de Liturgia criam a Pastoral do Artista Sacro https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bispos-referenciais-de-liturgia-criam-a-pastoral-do-artista-sacro/ Fri, 25 Aug 2017 09:00:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48112 A Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) esteve reunida com os bispos referenciais de Liturgia nos regionais em um encontro na sede das Pontifícias Obras Missionárias (POM), em Brasília (DF), entre os dias 21 e 23 de agosto.

Na ocasião, os bispos referenciais dos regionais aprovaram a criação da Pastoral do Artista Sacro, trabalho a ser articulado pelo setor Espaço Litúrgico e que terá a missão de reunir todos os envolvidos na arte a serviço da liturgia. O projeto e o primeiro encontro deverá acontecer durante o 11º Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra, que será realizado de 19 a 23 de setembro, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), em Curitiba (PR). Para que seja efetivamente colocada em prática, a Patoral deverá passar ainda pelo aval do Conselho Permanente da CNBB.

O grupo partilhou a caminhada litúrgica nos regionais, relatando as ações e desafios enfrentados por cada comissão. Além de estudar e refletir numa perspectiva litúrgica o recém-publicado Documento 107 da CNBB, sobre Iniciação à Vida Cristã, e a formação litúrgica a partir da nova Ratio Fundamentalis sobre a formação dos novos presbíteros.

Também foi refletida a formação litúrgico-musical nos seminários, a organização do setor de Espaço Litúrgico nos regionais, além de diversos outros assuntos pertinentes à ação pastoral litúrgica da Igreja no Brasil.

A Comissão Episcopal Pastoral para Liturgia da CNBB é presidida pelo bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA), dom Armando Bucciol, e composta pelos bispos de Paranaguá (PR), dom Edmar Peron, e o arcebispo de Londrina (PR), dom Geremias Steinmetz. Também fazem parte da comissão os assessores dos três setores: frei Faustino Paludo, da Pastoral Litúrgica; padre Thiago Faccini Paro, do Espaço Litúrgico; e o irmão Fernando Vieira, da Música Litúrgica.

Por CNBB

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Setor Espaço Litúrgico realiza 11º Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/setor-espaco-liturgico-realiza-11o-encontro-nacional-de-arquitetura-e-arte-sacra/ Wed, 29 Mar 2017 12:27:17 +0000 http://teste.toqueto.com/setor-espaco-liturgico-realiza-11o-encontro-nacional-de-arquitetura-e-arte-sacra.html A Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), através do Setor Espaço Litúrgico, realiza a cada dois anos o Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra, com a intenção de promover um debate acadêmico e interdisciplinar sobre a dignidade dos espaços de celebração, bem como a importância da preservação do patrimônio artístico e cultural da Igreja. 

A cada edição, de maneira itinerante, uma universidade é convidada a ser parceira na realização do encontro. Neste ano, o 11º Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra contará com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), que sediará o evento em seu campus, em Curitiba (PR), do dia 19 ao dia 23 de setembro.

A parceria possibilitará a realização de apresentação de comunicações e trabalhos acadêmicos, que promoverá o intercâmbio de pesquisas na área da arquitetura e arte sacra. O evento contará com presença do teólogo e mosaicista, padre Marko Ivan Rupnik, como principal conferencista do evento.

As inscrições para participar do encontro são pagas e já estão abertas. Os interessados podem se inscrever através do site do evento. Outras informações podem ser obtidas no portal: http://www.enaas.com.br/

Por CNBB

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Encontro recorda 10 anos do CELAM em Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/encontro-recorda-10-anos-do-celam-em-aparecida/ Wed, 29 Mar 2017 12:07:55 +0000 http://teste.toqueto.com/encontro-recorda-10-anos-do-celam-em-aparecida.html A Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), através do Setor Espaço Litúrgico, realiza a cada dois anos o Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra, com a intenção de promover um debate acadêmico e interdisciplinar sobre a dignidade dos espaços de celebração, bem como a importância da preservação do patrimônio artístico e cultural da Igreja. 

A cada edição, de maneira itinerante, uma universidade é convidada a ser parceira na realização do encontro. Neste ano, o 11º Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra contará com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), que sediará o evento em seu campus, em Curitiba (PR), do dia 19 ao dia 23 de setembro.

A parceria possibilitará a realização de apresentação de comunicações e trabalhos acadêmicos, que promoverá o intercâmbio de pesquisas na área da arquitetura e arte sacra. O evento contará com presença do teólogo e mosaicista, padre Marko Ivan Rupnik, como principal conferencista do evento.

As inscrições para participar do encontro são pagas e já estão abertas. Os interessados podem se inscrever através do site do evento. Outras informações podem ser obtidas no portal: http://www.enaas.com.br/

Por CNBB

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