combater - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:39 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png combater - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Está desesperançado e triste? Isso é o que deve fazer segundo o Papa Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/esta-desesperancado-e-triste-isso-e-o-que-deve-fazer-segundo-o-papa-francisco/ Wed, 27 Sep 2017 12:39:51 +0000 http://teste.toqueto.com/esta-desesperancado-e-triste-isso-e-o-que-deve-fazer-segundo-o-papa-francisco.html Quem são os inimigos da esperança? A esta pergunta o Papa Francisco tentou dar resposta durante sua catequese na Audiência Geral desta quarta-feira, na qual convidou a combater a tristeza e a melancolia.

O Santo Padre manifestou que “não é verdade que ‘enquanto há vida há esperança’, como se costuma dizer. Ao contrário: é a esperança a que mantém a vida em pé, a protege, preserva e fez crescer. Se os homens não tivessem cultivado a esperança, se não tivessem se apoiado a esta virtude, jamais teriam saído das cavernas e não teriam deixado marcas na história do mundo”.

Francisco fez alusão ao poeta francês Charles Péguy, que “nos deixou páginas estupendas sobre a esperança” e afirma que “Deus não se surpreende tanto pela fé dos seres humanos, nem mesmo por sua caridade; mas o que verdadeiramente o enche de maravilha e comoção é a esperança”.

O Papa recordou “os rostos de tanta gente que passou por este mundo – agricultores, pobres, operários, migrantes em busca de um futuro melhor – que lutaram tenazmente não obstante a amargura de um hoje difícil, cheio de tantas provações, animados porém pela confiança de que os filhos teriam uma vida mais justa e mais serena”.

“A esperança é o impulso no coração de quem parte deixando a casa, a terra, às vezes familiares e parentes, para buscar uma vida melhor, mais digna para si e para os próprios familiares, para buscar uma vida melhor, mais digna para si e para seus entes queridos”.

Além disso, é “um impulso o impulso para ‘partilhar a viagem’ da vida, como nos recorda a Campanha da Caritas que hoje iniciamos”, disse. “Não tenhamos medo de partilhar a viagem! Não tenhamos medo de compartilhar a esperança!”, exclamou.

O Bispo de Roma reconheceu que a esperança “não é virtude para pessoas com o estômago cheio”, motivo pelo qual “os pobres são os primeiros portadores da esperança”.

“Às vezes, ter tido tudo na vida é um infortúnio. Pensem em um jovem a quem não foi ensinada a virtude da espera e da paciência, que não teve que suar por nada, que queimou as etapas e aos vinte anos ‘já sabe como funciona o mundo’. Está destinado à pior condenação: a de não desejar mais nada. Parece um jovem, mas já entrou o outono em seu coração”.

“Ter a alma vazia é o pior obstáculo à esperança. É um risco do qual ninguém está excluído, porque ser tentados contra a esperança pode acontecer também quando se percorre o caminho da vida cristã”.

Francisco também denunciou a tentação de cair em “os dias monótonos e enfadonhos”, nos quais “nenhum valor mais parece merecer algum esforço. É ácido, como o definiam os Padres”.

E quando isso acontece, “o cristão sabe que aquela condição deve ser combatida, nunca aceita passivamente. Deus nos criou para a alegria e para a felicidade, e não para nos emaranharmos em pensamentos melancólicos”.

O Papa convidou, então, a “cuidar do próprio coração” para se opor “às tentações de infelicidade, que certamente não provêm de Deus”.

E quando “nossas forças parecem fracas e a batalha contra a angústia é dura, podemos sempre recorrer ao nome de Jesus. Podemos repetir aquela oração simples, que encontramos partes também nos Evangelhos e que se tornou a base de tantas tradições espirituais cristãs: Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tenha piedade de mim pecador!”.

“Não estamos sozinhos na luta contra o desespero. Se Jesus venceu o mundo, é capaz de vencer em nós tudo aquilo que se opõe ao bem. Se Deus está conosco, ninguém nos roubará aquela virtude de que temos necessidade para viver. Ninguém nos roubará a esperança”.

Por ACI Digital

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ONU realiza primeira conferência sobre oceanos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/onu-realiza-primeira-conferencia-sobre-oceanos/ Mon, 05 Jun 2017 15:41:25 +0000 http://teste.toqueto.com/onu-realiza-primeira-conferencia-sobre-oceanos.html Autoridades de todo o mundo reúnem-se na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, a partir desta segunda-feira, 5, para promover ações contra a degradação marinha.  A abertura coincide com o Dia Mundial do Meio Ambiente.

A primeira Conferência sobre os Oceanos busca parcerias para a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14, que trata da conservação de mares e oceanos e do gerenciamento de recursos marinhos.

Compromissos voluntários

Além do chamado global à ação, o encontro também pretende gerar centenas de novos comprometimentos. Até o momento, 290 compromissos voluntários já foram feitos e mais são esperados. São iniciativas de países, empresas ou pessoas, individualmente ou em parceria, incluindo governos, o sistema das Nações Unidas, a sociedade civil e o setor privado.

Também é esperado um relatório final, que incluirá, entre outros temas, o resumo de diálogos sobre poluição marinha, conservação dos oceanos, ecossistemas marinhos e pesca sustentável.

Em entrevista à ONU News, o presidente da Assembleia Geral, Peter Thomson, explicou porque agora é a hora de defender os oceanos.

Plástico

Thomson citou como exemplo poluição marinha. Segundo ele, se nada for feito, em 2050 haverá a mesma quantidade de plástico e de peixes nos oceanos.

O presidente da Assembleia Geral quer ação imediata, porque os peixes que ingerem pedaços de plástico vão parar na nossa mesa de refeição. Ele destaca que isso não é bom para o ser humano.

A Conferência sobre os Oceanos é especialmente revelante para os países caribenhos, destaca o diretor do Centro de Informação da ONU para a região.

Impactos

Juan Miguel Diez afirma que o encontro é “um sonho realizado” para as nações do Caribe, como Trinidad e Tobago, que abriga 1,4 milhão de habitantes.

A maioria depende do mar para sobreviver, explica a representante da FAO em Trinidad e Tobago, a agência da ONU para Agricultura e Alimentação.

Segundo Neila Bobb Prescott, em Trinidad e Tobago, a extensão do mar é 15 vezes maior do que a da terra. Por isso, muitas famílias são impactadas pela saúde do sistema marinho.

Sobrepesca

A representante da FAO destaca que as estações de gás e de petróleo do país estão localizadas no mar, colocando em risco as espécies da ilha. A Universidade de Trinidad e Tobago calcula que as exportações de gás e de petróleo representam 60% do Produto Interno Bruto, PIB.

O presidente do grupo Pescadores e Amigos do Mar, Terrance Beddoe, contou à ONU News que em maio, houve um vazamento de um tanque de petróleo, que se espalhou por até cinco milhas no Golfo de Paria, na costa oeste de Trinidad, impactando os peixes.

Dados das Nações Unidas revelam que 56% dos peixes do mundo todo saem do mar e o restante é criado em tanques. Segundo a Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad, a pesca está num nível biológico insustentável. O grau de exploração no Mar Mediterrâneo está a 70% e no Mar Negro, a 90%.

Por Canção Nova, com Rádio ONU

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Dom Auza: Estados combatam com força tráfico de armas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-auza-estados-combatam-com-forca-trafico-de-armas/ Thu, 16 Mar 2017 14:28:02 +0000 http://teste.toqueto.com/dom-auza-estados-combatam-com-forca-trafico-de-armas.html “Um desafio imenso que requer uma resposta proporcionada.” Foi o que disse o Observador Permanente da Santa Sé na ONU, Dom Bernardito Auza, nesta quarta-feira, 15, no debate aberto realizado no Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Nova York.

“Que os Estados não contribuam ao tráfico de armas, mas o combatam com força, pois favorece os conflitos e consequentemente a praga do tráfico de pessoas”, disse ainda o arcebispo filipino.

Dom Auza condenou a facilidade com a qual as armas, até mesmo de destruição de massa, chegam às mãos dos terroristas, alimentando e prolongando conflitos violentos que expõem as pessoas aos traficantes. O prelado pediu para intensificar o recurso a tratados e leis relativas ao combate à venda de armas.

“Que o Conselho de Segurança da ONU adote um papel decisivo na luta contra a praga do tráfico de pessoas, prevenindo e colocando fim aos conflitos armados e favorecendo a consolidação da paz e do desenvolvimento”, disse ele.

O arcebispo recordou “as comunidades cristãs, as minorias étnicas e religiosas, e os yazidis que na área da antiga Mesopotâmia foram reduzidos à escravidão, vendidos, mortos e submetidos a toda forma de humilhação”.

“A falta aparente de esforços sérios para incriminar os autores de tais atos de genocídio, violações dos direitos humanos e do direito internacional, causa perplexidade, e nos perguntamos quantas outras atrocidades deverão ser ainda toleradas antes que as vítimas possam obter socorro, proteção e justiça.”

O prelado evidenciou a ligação entre tráfico de pessoas, pobreza extrema, subdesenvolvimento, exclusão social e falta de acesso à educação e ao mundo do trabalho.

“Os traficantes de pessoas, os terroristas, os grupos armados e as redes internacionais de crime organizado encontram um terreno fértil nas pessoas vulneráveis, que fogem de problemas econômicos, guerras ou desastres naturais. Essa vulnerabilidade é piorada com a criminalização dos imigrantes sem documento e irregulares.”

Da redação, com Rádio Vaticano

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Papa: combater as desigualdades que obrigam a emigrar https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-combater-as-desigualdades-que-obrigam-a-emigrar/ Wed, 22 Feb 2017 09:02:12 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44546 Desenvolvimento e integração: este é o binômio proposto pelo Papa Francisco para enfrentar hoje o desafio das migrações. O Pontífice falou sobre este tema ao receber na manhã de terça-feira, no Vaticano, os participantes do VI Fórum Internacional sobre Migrações e Paz, promovido pela Santa Sé nos dias 21 e 22 de fevereiro.

Em seu discurso, Francisco parte da constatação de que os movimentos migratórios sempre caracterizaram a história humana. Na sua essência, migrar é expressão intrínseca do anseio à felicidade própria de cada ser humano. Todavia, o Papa manifestou preocupação pela natureza forçada da maioria dos fluxos contemporâneos: transferências causadas por conflitos, desastres naturais, perseguições, mudanças climáticas, violências, pobreza extrema e condições de vida indignas.

Francisco propõe como resposta a este desafio a conjugação de quatro verbos: acolher, proteger, promover e integrar.

Acolher: o Papa pede uma mudança de atitude para superar a indiferença e a índole da rejeição, sentimentos muitas vezes amplificados por demagogias populistas. Para quem foge de guerras, afirma, é preciso abrir canais humanitários acessíveis e seguros. E o acolhimento deve ser feito de maneira responsável e digna, em espaço adequados e decorosos.

Proteger: Para Francisco, conjugar este verbo significa defender os migrantes da exploração, do abuso e da violência. Trata-se de um imperativo moral a ser traduzido adotando instrumentos jurídicos, realizando políticas justas, aplicando programas contra os “traficantes de carne humana”.

Contudo, proteger não basta: é preciso promover o desenvolvimento humano integral dos migrantes. Esta promoção, defende o Papa, deve começar a partir das comunidades de origem, ou seja: com o direito de poder emigrar, deve ser garantido o direito a não ter que emigrar. Isto é, o direito de encontrar na própria pátria condições que permitam uma digna realização da existência.

Uma vez emigrado, deve-se proceder a integrar os indivíduos. Um processo bidirecional que se fundamenta no reconhecimento mútuo da riqueza cultural do outro, só assim se podem evitar os novos “guetos”. Para isso, são necessários programas específicos que favoreçam o encontro significativo com o outro e o migrante não pode se fechar à nova cultura que o hospeda, respeitando leis e tradições.

“Creio que conjugar esses quatro verbos, na primeira pessoa do singular e na primeira pessoa do plural, represente hoje um dever – um dever para com os irmãos e irmãs que, por várias razões, são forçados a deixar o próprio local de origem”, disse Francisco. Este dever, acrescentou ele, é tríplice: dever de justiça, dever de civilidade e dever de solidariedade.

As desigualdades econômicas não são mais concebíveis, frisou o Papa. “Um pequeno grupo de indivíduos não pode mais controlar os recursos de quase todo o mundo. Pessoas e povos inteiros não podem viver somente de migalhas”, disse Francisco, afirmando que ninguém pode se sentir dispensado dos imperativos morais que derivam da corresponsabilidade na gestão do planeta.

“Fazer justiça significa também reconciliar a história com o presente globalizado, sem perpetuar lógicas de exploração de pessoas e territórios”, afirmou o Papa, citando o processo de descolonização e novas formas de colonialismo que ainda devem ser reparados.

O dever de civilidade inclui a fraternidade como o modo mais civil de se relacionar com o outro, já o dever de solidariedade é a capacidade de compreender as necessidades do irmão e da irmã que migram e, assim, combater a cultura do descarte.

Todos esses elementos, indicou por fim o Pontífice, requerem uma mudança de atitude da parte de todos; deixar a defesa, medo, o desinteresse e a marginalização de lado e se abrir para a cultura do encontro, “a única capaz de construir um mundo mais justo e fraterno, um mundo melhor”.

Francisco concluiu seu articulado discurso com um pensamento especial ao grupo mais vulnerável dos migrantes:

“Refiro-me às crianças e adolescentes que são forçados a viver longe de suas terras de origem e separados dos afetos familiares.” 

Por Rádio Vaticano

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Mons. Viganò: não só combater, mas prevenir o cyberbullying https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mons-vigano-nao-so-combater-mas-prevenir-o-cyberbullying/ Thu, 09 Feb 2017 07:57:36 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44294 “Mais consciência no uso dos novos meios digitais de comunicação.”

Foi o que disse o Prefeito da Secretaria para a Comunicação (SPC), Mons. Dario Edoardo Viganò, na última terça-feira (07/02), por ocasião do 14º Dia Mundial de Segurança na Rede (Safer Internet Day), instituído e promovido pela Comissão europeia para promover o uso correto e positivo da internet.

Este ano, o evento foi celebrado em mais de cem nações do mundo com o slogan “Seja a mudança: unidos por uma internet melhor”. 

Segundo o Mons. Viganò, “o fenômeno crescente do cyberbullying (assédio virtual) requer uma consciência maior sobre o uso correto dos novos meios de comunicação digitais, com uma atenção particular ao mundo das redes sociais. Não somente combater, mas prevenir este fenômeno é de grande importância e exige um esforço conjunto de vários de pais, escolas e meios de comunicação”, frisou o Prefeito da SPC, de acordo com a Agência Sir.

Para o Mons. Viganò, “o uso consciente da rede social é um tema que deve ter um papel primordial para quem se aproxima pela primeira vez da internet, como por exemplo os adolescentes, e para os adultos, a fim de que não seja feito um mau uso daquilo que é e permanece um meio fundamental de informação e socialização da era digital moderna”.

Por Rádio Vaticano

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