CNBB - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 03:57:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png CNBB - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Atualização do Clero 2023 provocou os sacerdotes para a renovação paroquial a partir das práticas pastorais https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/atualizacao-do-clero-2023-provocou-os-sacerdotes-para-a-renovacao-paroquial-a-partir-de-suas-das-praticas-pastorais/ Fri, 15 Sep 2023 20:03:20 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=67209 O Clero da Diocese de Uruaçu e o seu bispo Dom Giovani Carlos, participaram nos dias 11 a 14 de setembro, no CTL, em Uruaçu, da Atualização do Clero, que teve como tema de reflexão “Renovação divina: de uma paróquia de manutenção a uma paróquia missionária”. A formação foi conduzida pela Irmã Valéria Leal, assessora da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB.

Durante os quatro dias de formação, o clero pode refletir sobre práticas pastorais que estejam em sintonia com os problemas atuais do mundo, de modo que as iniciativas desenvolvidas busquem proporcionar à Igreja a vivência de sua essência missionária. “A Irmã Valéria trouxe aos padres muitas reflexões que possibilitaram pensar essa nova paróquia missionária que não é tão nova no sentido de teologia da Igreja do início, pois ela é missionária, sua essência é missionária, e ela precisa buscar se renovar não buscando ‘o novo’ lá fora, mas aquilo que a renova dentro da própria Igreja”, explicou o Pe. Luvanor em entrevista após o encontro.

O sacerdote destacou que a assessora trabalhou com o grupo a partir do livro “Renovação Divina, do Pe. James Mallon. Ela fez boas provocações para que seja possível renovar as paróquias passando de “uma paróquia de manutenção a uma paróquia missionária”, mas também refletiu com os padres a busca da superação da onda de manutenção. “Às vezes um padre que chega na paróquia não quer mudar nada ou a própria mentalidade da comunidade já é essa. Então a gente trabalhou um pouco isso, deixar de ser aquela paróquia que sempre foi assim para pensar uma paróquia que se coloca em missão, que se renova, uma paróquia mais parecida com aquilo que a Igreja do início viveu. Essas reflexões que a irmã trouxe com certeza vão nos ajudar a renovar nossas paróquias e a nós mesmos e consequentemente passar de uma paróquia de manutenção para uma paróquia missionária”, afirmou ainda o padre.

 

 

 

 

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Nota da CNBB – Vida: direito inviolável https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/nota-da-cnbb-vida-direito-inviolavel/ Thu, 14 Sep 2023 13:45:41 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=67198 A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de sua Presidência, reafirma sua posição em favor da vida desde a concepção.

Diante do pedido de inclusão em pauta da ADPF 442 (2017), no Supremo Tribunal Federal (STF), que pleiteia a possibilidade de aborto legal até a 12ª semana de gestação, reafirmamos que “o aborto constitui a eliminação de uma vida humana, trata-se, pois, de uma ação intrinsecamente má e, portanto, não pode ser legitimada como um bem ou um direito” (Vida: Dom e Compromisso II: fé cristã e aborto, Edições CNBB, 2021, n.96).

Jamais um direito pode ser exigido às custas de outro ser humano, mesmo estando apenas em formação. O fundamento dos direitos humanos é que o ser humano nunca seja tomado como meio, mas sempre como fim. “Ninguém nunca poderá reivindicar o direito de escolher o que mais convém por meio de uma ação direta que elimine uma vida humana, pois nenhuma pessoa tem o direito de escolha sobre a vida dos outros” (Vida: Dom e Compromisso II, n. 97).

“A decisão deliberada de privar um ser humano inocente da sua vida é sempre má, do ponto de vista moral, e nunca pode ser lícita nem como fim, nem como meio para um fim bom” (Evangelium Vitae, n. 57).

Como já nos manifestamos em 2017, por meio de Nota “Pela vida, contra o aborto”, reiteramos nossa posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural. Entendemos que os pedidos da ADPF 442 foram conduzidos como pauta antidemocrática pois, atropelando o Congresso Nacional, exigem do Supremo Tribunal Federal (STF) uma função que não lhe cabe, que é legislar diante de uma suposta e inexistente omissão do Congresso Nacional, pois se até hoje o aborto não foi aprovado como querem os autores da ADPF não é por omissão do Parlamento, senão por absoluta ausência de interesse do Povo Brasileiro, de quem todo poder emana, conforme parágrafo único do art. 1º da Constituição Federal.

De qualquer forma, jamais aceitaremos quaisquer iniciativas que pretendam apoiar e promover o aborto.

Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, ajude-nos na missão de escolher a vida, como dom de Deus e compromisso de toda humanidade.

Brasília- DF, 13 de setembro de 2023

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
Presidente da CNBB

Dom João Justino de Medeiros da Silva
Arcebispo de Goiânia – GO
1º Vice- Presidente da CNBB

Dom Paulo Jackson Nóbrega de Sousa
Arcebispo de Olinda e Recife – PE
2º Vice-Presidente da CNBB

Dom Ricardo Hoepers
Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Brasília – DF
Secretário-Geral da CNBB

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Secretário-geral da CNBB preside Missa na Romaria de Nossa Senhora D’Abadia do Muquém https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/secretario-geral-da-cnbb-preside-missa-na-romaria-de-nossa-senhora-dabadia-do-muquem/ Wed, 09 Aug 2023 12:00:11 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=66774 O bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Ricardo Hoepers, presidiu a missa do terceiro dia da Romaria de Nossa Senhora D’Abadia do Muquém, em Niquelândia (GO), na Diocese de Uruaçu (GO). Neste ano, a romaria que ocorre tradicionalmente entre os dias 5 e 15 de agosto tem como tema “Maria, Mãe das Vocações, Santuário da Família”. Esta edição celebra os 275 anos de devoção a Nossa Senhora da Abadia no Norte goiano.

Dom Ricardo disse ter ficado muito honrado em conhecer a região e poder celebrar com o povo que peregrina ao santuário. Ele destaca também a oportunidade de fazer unidade entre a CNBB, a diocese e o Regional Centro-Oeste.

“Nós podemos também estar nos aproximando dos bispos, fazendo essa colegialidade, essa unidade. A CNBB sempre está à disposição, mas agora também a alegria também de poder celebrar junto com o povo esse momento de festa, esse momento do santuário. Celebramos com alegria essa devoção e essa tradição desse povo”, disse.

Tradição

A Romaria de Muquém existe desde o século XVIII, no período da mineração e da escravidão. É tradição desde 1748, e é a celebração religiosa mais antiga de Goiás. A programação deste ano contará com diversas atividades como procissões, missas, Cerco de Jericó, oração do Terço e adoração ao Santíssimo Sacramento. Vários grupos são esperados nas diversas romarias que ocorrem nos dias de celebração.

A edição de 2023 também marcará a abertura do Jubileu preparatório dos 300 anos de devoção a Nossa Senhora D’Abadia no Centro-Oeste do Brasil (1748-2048).

O bispo diocesano de Uruaçu, Dom Giovani Carlos Caldas Barroca, abriu a Romaria e também vai celebrar em outros momentos. Na noite de ontem, ele concelebrou a Eucaristia com Dom Ricardo.

Fonte: CNBB Nacional

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Regional Centro-Oeste elege presidência para o quadriênio 2023-2027. Dom Giovani Carlos é eleito vice-presidente https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/regional-centro-oeste-elege-presidencia-para-o-quadrienio-2023-2027-dom-giovani-carlos-e-eleito-vice-presidente/ Thu, 27 Apr 2023 11:43:50 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=65912 Nesta quarta-feira, dia 26 de abril, nono dia da Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Regional Centro-Oeste elegeu sua presidência para o quadriênio 2023-2027. Os 20 bispos do regional se reuniram no Hotel Rainha do Brasil (Sala Dom Hélder), em Aparecida (SP), no segundo CONSER (Conselho Episcopal Regional) do ano, que acontece sempre durante a Assembleia Geral da CNBB.

Após votação dos bispos que estão na ativa, Dom Waldemar Passini Dalbello, bispo da Diocese de Luziânia, foi reeleito e continua, portanto, presidente do nosso regional. Foi eleito vice-presidente, o bispo de Uruaçu, Dom Giovani Carlos Caldas Barroca e, também foi reeleito secretário, o bispo de Rubiataba-Mozarlândia, Dom Francisco Agamenilton Damascena.

A 60ª Assembleia Geral da CNBB termina nesta sexta-feira, dia 28 de abril. A Conferência elegeu sua nova presidência para o próximo quadriênio: Dom Jaime Spengler (presidente). Ele é Arcebispo de Porto Alegre (RS); Dom João Justino (Primeiro Vice-presidente). Ele é Arcebispo de Goiânia; Dom Paulo Jackson Nóbrega (Segundo Vice-presidente da CNBB). Ele é bispo de Garanhuns (PE). Dom Ricardo Hoepers (secretário -geral). Ele é bispo de Rio Grande (RS).

Para as Comissões Episcopais já foram eleitos:

1 – Dom Maurício Jardim (Bispo de Rondonópolis (MT)
Comissão para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial.

2 – Leomar Brustolin (Arcebispo de Santa Maria (RS)
Comissão para a Animação Bíblico-Catequética.

3 – Dom Joel Portella (Bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ)
Comissão para a Doutrina da Fé.

4 – Dom José Valdeci Santos Mendes
Bispo de Breno (MA)
Reeleito para a Comissão Sociotransformadora.

5 – Dom Hernaldo Pinto Farias
Bispo de Bonfim (BA)
Comissão para a Liturgia

6 – Dom Ângelo Ademir Mezzari
Bispo auxiliar de São Paulo (SP)
Comissão para os Ministérios Ordenados

7 – Dom Giovane Pereira de Melo
Bispo de Araguaína (TO)
Comissão para o Laicato

8 – Dom Bruno Elizeu Versari
Bispo de Campo Mourão (PR)
Comissão para a Vida e a Família

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60ª Assembleia Geral da CNBB https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/60a-assembleia-geral-da-cnbb/ Sat, 22 Apr 2023 01:34:29 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=65853 Os bispos do nosso Regional Centro-Oeste da CNBB, incluindo aí o nosso bispo diocesano Dom Giovani Carlos, participam da 60a. Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que acontece de 19 a 28 de abril no Santuário Nacional de Aparecida, em Aparecida (SP). O tema central de reflexão deste ano é Avaliação Global da caminhada da CNBB e os temas prioritários (Doutrina da Fé, Liturgia, Regimento da CNBB, Relatório do Quadriênio, Relatório Econômico, Textos Litúrgicos – CETEL).

Destaque para a eleição dos novos membros da presidência da Conferência para o próximo quadriênio (2023 a 2026). Ao todo, o evento terá durante as duas semanas, 22 sessões e Celebrações diariamente no Santuário Nacional da Nossa Mãe Aparecida, sempre às 18h30. O episcopado brasileiro é composto, atualmente, por 326 bispos ativos e 157 eméritos.

Rezemos por todos os bispos, de modo especial pelo nosso bispo Dom Giovani.

Fotos: CNBB Nacional

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Dom Giovani Carlos participa do Primeiro Conselho Episcopal Regional do ano de 2023 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/dom-giovani-carlos-participa-do-primeiro-conselho-episcopal-regional-do-ano-de-2023/ Tue, 07 Mar 2023 17:23:15 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=65688 Nosso bispo Dom Giovani Carlos, juntamente com os bispos das 12 Dioceses do Regional Centro-Oeste da CNBB, participa desde ontem, dia 6, até o dia 10, da Primeira Reunião do Conselho Episcopal Regional de 2023, que acontece no Centro Pastoral Dom Fernando, em Goiânia.

Durante esses dias, eles discutem temas como a normatização do uso das redes sociais pelas organizações religiosas, bem como de pessoas ligadas diretamente a Igreja; Novas Comunidades; e o filme/documentário “A Carta”, que explora a Encíclica do Papa Francisco, “Laudato Sì”. Esse filme transmite a todo mundo o apelo sobre o cuidado do planeta, nossa casa comum. A produção foi lançada no final do ano passado pela CNBB, a Comissão Episcopal Especial para a Amazônia (CEA), a Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil) e o Movimento Laudato Sì. A ideia é fazer o filme chegar a todo o território nacional com o objetivo de ser uma ferramenta de conscientização ecológica. Os regionais são chamados a incentivar as dioceses a participarem da divulgação nacional, que acontecerá entre os dias 22 a 29 de maio, com palestras, oficinas, materiais promocionais e a exibição do filme.

Rezemos pelos bispos. 

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Pastoral Carcerária Nacional lança relatório sobre os caminhos para o desencarceramento https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/pastoral-carceraria-nacional-lanca-relatorio-sobre-os-caminhos-para-o-desencarceramento/ Wed, 01 Sep 2021 20:56:11 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=61024 A Pastoral Carcerária Nacional lançou o relatório “Por um mundo sem cárceres: A urgência do desencarceramento”. O documento, publicado nesta terça-feira, 31 de agosto, reúne artigos de diversas organizações, agentes pastorais e intelectuais que defendem o desencarceramento.

O relatório traz dados do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), publicados pela Carta Capital, que mostram que entre 2000 e 2019, o número de pessoas presas no Brasil triplicou. Passou de 232.755 em 2000, para 773.151, em 2019.

Ainda segundo o documento, dados estatísticos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que neste mesmo período, a população brasileira passou de 174,8 milhões em 2000 para 211,8 milhões de pessoas em 2020.

“Esses dados mostram que o aumento da taxa de aprisionamento suplantou o aumento populacional. De lá pra cá, não houve qualquer indício de que os indicadores de violência tenham melhorado. Na realidade, a alta taxa de aprisionamento apenas reproduz um estado permanente de violência e tortura contra a população negra, pobre e periférica, dentro e fora do cárcere”, destacam Lucas Gonçalves, Clariane Santos e Mayra Balan, membros do setor jurídico da Pastoral Carcerária Nacional, no artigo “Por que um mundo sem cárceres? Análise do banco de dados sobre tortura no sistema prisional e considerações”.

O objetivo desse relatório, segundo a Pastoral, é trazer para o centro do debate social a abolição do cárcere e de toda violência que ele produz e sustenta, além de contrapor a narrativa punitivista que domina os meios de comunicação.

Ainda de acordo com a pastoral, esse documento começou a ser pensado a partir da constatação do aumento de denúncias de tortura no sistema prisional nos últimos anos. “A violência no cárcere é sistemática e estrutural, portanto, só pode ser encerrada através de medidas desencarceradoras e do fim das prisões”, aponta o relatório.

Ao todo, são nove artigos que transitam entre a teologia, o racismo, os impactos do encarceramento dentro e fora das grades, o porquê da luta pelo desencarceramento e os caminhos para alcançá-lo.

“Um mundo sem cárceres não é utopia. Utopia é acreditar que encarcerar resolve os conflitos sociais. Prisão é uma máquina de destruir pessoas, mata a dignidade, afeta sonhos e fomenta ódio, rancor e desejo de vingança.” lembram Vera Dalzotto e Joselene Linhares no artigo “A Justiça Restaurativa por um mundo sem prisões”.

De acordo com a análise dos membros do setor jurídico da Pastoral Carcerária Nacional, “dentro das prisões, conforme os textos trazidos nos mostram, o caráter estruturante da tortura persiste e se aperfeiçoa, com novos métodos e novas tecnologias. Esta guerra declarada contra as populações marginalizadas gera reflexos em toda a sociedade. Para cada criança morta, para cada pessoa presa, existe uma família enlutada e aprisionada pelo Estado”, apontam Lucas Gonçalves, Clariane Santos e Mayra Balan.

Os membros do setor jurídico da Pastoral Carcerária Nacional, destacam ainda que “Neste sentido, reforçamos e endossamos que não há qualquer proposta de reforma ou melhoria que seja capaz de acabar com a tortura no cárcere. Como também não há luta pelo fim das opressões raciais e de gênero sem considerar o efeito do Estado Penal na sustentação dessa violência institucionalizada. Essa é a síntese profética que este relatório tentou abordar ao longo de seus eixos temáticos. O horizonte é só um: acabar com as prisões. Para alcançar esse resultado, há desafios e obstáculos que precisam ser enfrentados, combatidos e superados”, apontam Lucas Gonçalves, Clariane Santos e Mayra Balan.

Acesse o relatório completo neste link.

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Oração do Terço Vocacional marcará celebração de abertura do Mês Vocacional na Igreja do Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/oracao-do-terco-vocacional-marcara-celebracao-de-abertura-do-mes-vocacional-na-igreja-do-brasil/ Fri, 30 Jul 2021 20:37:22 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60959 Para dar início as comemorações do Mês Vocacional, a Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, juntamente com o Serviço de Animação Vocacional/Pastoral Vocacional do Brasil, realizará uma celebração de abertura com um terço vocacional. A transmissão será feita no dia 31 de julho, às 17h, por meio das redes sociais da CNBB (@cnbbnacional) e Edições CNBB (@cnbbedicoes).

O momento terá uma acolhida e motivação inicial que será feita pelo bispo auxiliar de Manaus e referencial da Pastoral Vocacional, dom José Albuquerque. O início do terço vocacional e o anúncio de cada ministério será feito pelo assessor da Comissão, o padre João Cândido Neto.

Os demais mistérios serão rezados por membros do Serviço de Animação Vocacional/Pastoral Vocacional do Brasil. E dom João Francisco Salm, presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, encerrará o momento.

“Vamos rezar o terço vocacional e faremos a abertura, em nível nacional do Mês Vocacional de 2021. Será um momento importante para a Igreja no Brasil, das diversas comunidades estarem juntas, rezando e pedindo a graça das mais diversas vocações para a nossa igreja” afirma o padre João Cândido Neto, assessor da Comissão.

Padre João Cândido Neto explica que o momento será oportuno para rezar pelas vocações. “O melhor modo de promovermos a cultura vocacional e o incentivo para a realização do Mês Vocacional em todo o Brasil é através da oração e faremos isso rezando o terço, confiando todo o nosso trabalho ao coração imaculado da Virgem Maria, contando com a sua intercessão”, finaliza.

Mês Vocacional
Com os corações sensíveis à escuta do chamado e a certeza vocacional de que “Cristo nos salva e nos envia”, a Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil apresentou o tema do Mês Vocacional 2021, a ser celebrado em agosto.

A temática vem da Exortação Apostólica Pós-Sinodal, Christus Vivit, dentro do projeto do Serviço de Animação Vocacional/Pastoral Vocacional do Brasil (ChV 118-123). O lema é “Quem escuta a minha palavra possui a vida eterna” (cf. Jo 5,24).

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Olhar a Igreja e o mundo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/olhar-a-igreja-e-o-mundo/ Mon, 19 Apr 2021 18:03:14 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60447 A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em sua 58ª Assembleia Geral, tratou do importante exercício de “olhar” a Igreja e o mundo. Realizada de 12 a 16 de abril, no ambiente digital, a Assembleia foi emoldurada também por momentos de oração, reunindo quase quatrocentos participantes, entre bispos, bispos eméritos, presidentes de organismos da Igreja, assessores, diáconos e padres, cristãos leigos e leigas, consagrados e consagradas. “Olhar” a Igreja e o mundo, exercício da Assembleia, integra a missão de cada bispo junto ao seu povo, na sua diocese, em cumprimento ao mandato do Senhor Ressuscitado. Cristo, antes de subir ao céu, dá aos primeiros apóstolos a responsabilidade de ir pelo mundo inteiro pregar o Evangelho a toda criatura, fazendo com que todos se tornem discípulos e discípulas de Jesus, o único mestre e senhor.

O exercício espiritual de “olhar” a Igreja e o mundo, no contexto das Assembleias da Conferência Episcopal, se alicerça na comunhão e na fraternidade. Os bispos se unem em colegialidade para fecundar seus caminhos no exercício da missão, sempre com autonomia e no horizonte dos valores inegociáveis do Evangelho, dos tesouros da doutrina e da tradição da Igreja. A congregação dos bispos da CNBB em Assembleia é o vértice de um caminho missionário percorrido e vivenciado em diferentes realidades de um mundo plural, a ser banhado com a luz de Cristo. As largas vias deste itinerário missionário incluem, pelo anúncio da Palavra de Deus, luz para o caminho, lâmpada luzente para os pés – conforme canta o salmista – participar das alegrias e tristezas, vitórias e derrotas do Povo de Deus, a caminho, neste mundo, rumo ao reino definitivo.

A ação missionária da Igreja – que é servidora, sinal e sacramento de salvação – se efetiva a partir do compromisso insubstituível com a vida, primeiro e maior dom de cada pessoa. A Igreja se dedica à defesa e à promoção da vida desde o momento primeiro, na concepção, até o último, com o declínio na morte natural. Por isso mesmo, os pastores do Povo de Deus têm o permanente dever de olhar a Igreja e o mundo. Trata-se de compromisso missionário, exercício desafiador que cada integrante do episcopado assume quando pastoreia, com autonomia, a porção do Povo de Deus que lhe foi confiada, incluindo grupos, segmentos, colaboradores. O exercício de “olhar” a Igreja e o mundo é também experiência de comunhão, de partilha, de fortalecimento e solidariedade, em tudo, congregados como Conferência Episcopal. Uma experiência alicerçada na consciência de que todos pertencem à Igreja, presente no mundo inteiro.

A CNBB está a serviço da comunhão solidária, das experiências e partilhas que fortalecem e consolidam a missão de anunciar Jesus Cristo a cada pessoa. Não constitui instância de governo da Igreja em nível nacional. A força da comunhão colegial entre os bispos tem o Papa Francisco como referência primeira. O Papa é o chefe do Colégio dos Bispos do mundo inteiro, sucessor do apóstolo Pedro, constituído pelo próprio Cristo para essa missão.

A Assembleia Geral Ordinária da CNBB é um evento culminante de caminhos, práticas, serviços, partilhas, articulações, troca de experiências, escolhas fortalecedoras e correção de rumos para que a Igreja cumpra, na sua missão, o desejo de Jesus, seu Mestre e Senhor. Um desafio que requer dedicar atenção ao mundo e à própria Igreja, movimento com exigências relevantes e necessidades urgentes. A Assembleia Geral é o órgão máximo da CNBB, considerando as suas muitas instâncias constitutivas, que fortalecem sempre mais a comunhão, a participação e os serviços evangelizadores. A realização da Assembleia oferece aos bispos todos do Brasil a possibilidade de aguçar continuamente o olhar sobre o conjunto da Igreja. Uma oportunidade rica de avaliações, compartilhamentos de experiências, revisões e ajustes. Investimento na unidade que promove riquezas pastorais e espirituais, fontes de autonomia e de qualificação contínua no exercício do pastoreio. É clara a consciência da importância dessa comunhão sinodal, fecundando a missão de cada pastor junto ao seu rebanho, uma prática iluminada pelo Evangelho de Jesus – todos são aprendizes e servidores.

A importância da Igreja, com a sua voz e compromisso, no coração da sociedade, cumprindo, obedientemente e de modo profético, a missão recebida do seu Senhor, é reconhecida. Sublinhe-se que o mandato desta missão, há mais de dois mil anos, constitui serviço evangelizador essencial e indispensável, merecendo sempre respeito irrestrito nos parâmetros democráticos de todas as sociedades. Um serviço que está para além de novas legislações e decretos. A Igreja, presente na humanidade, sempre a serviço da vida, “olha” o mundo e desempenha seu papel educativo ao anunciar o Evangelho, contribuindo para a construção da sociedade, da cultura da paz e da solidariedade. Um desafio enorme: fazer com que a voz da Igreja seja cada vez mais ouvida, considerando a disputa de outros sons pela atenção das pessoas, incluindo desvarios de interpretações e posicionamentos marcados por extremismos.

A voz da Igreja, mantendo o uníssono que ecoa de seus tesouros inesgotáveis, continua a inspirar a formação de coros capazes de impulsionar o surgimento de um novo tempo, marcado pelo humanismo integral e pelo reconhecimento de que a vida é dom precioso, inviolável, semeando a solidariedade dedicada especialmente aos pobres e sofredores. A voz da Igreja, articulada nas Conferências Episcopais de diferentes nações, jamais é ecoada com a pretensão descabida de regência totalitária do mundo. Ao invés disso, a Igreja busca congregar, pela força da atração, prestando, de modo irrenunciável, o seu serviço essencial, por saber que tem o melhor para oferecer: Jesus Cristo, o Salvador e Redentor de seu povo na Igreja e no mundo.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (BH)

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CNBB divulga mensagem ao povo brasileiro aprovada pelos bispos reunidos em Assembleia https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/cnbb-divulga-mensagem-ao-povo-brasileiro-aprovada-pelos-bispos-reunidos-em-assembleia/ Fri, 16 Apr 2021 20:41:53 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60439 A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulga nesta sexta-feira, 16 de abril, a mensagem do episcopado brasileiro que reunido, de modo online, na 58ª Assembleia Geral da CNBB, se dirigiu ao povo neste grave momento.

No texto, os bispos afirmam que diante da atual situação pela qual passa o Brasil, sobretudo em tempos de pandemia, não podem se calar quando a vida é “ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada”. Os bispos asseguram que são pastores e que têm a missão de cuidar. “Nosso coração sofre com a restrita participação do Povo de Deus nos templos. Contudo, a sacralidade da vida humana exige de nós sensatez e responsabilidade”, dizem.

Na mensagem, os bispos reiteram que no atual momento precisam continuar a observar as medidas sanitárias que dizem respeito às celebrações presenciais. Reconhecem agradecidos que as famílias têm sido espaço privilegiado da vivência da fé e da solidariedade. “Elas têm encontrado nas iniciativas de nossas comunidades, através de subsídios e celebrações online, a possibilidade de vivenciarem intensamente a Igreja doméstica. Unidos na oração e no cuidado pela vida, superaremos esse momento”.

Fazem, ainda, um forte apelo à unidade da sociedade civil, Igrejas, entidades, movimentos sociais e todas as pessoas de boa vontade, em torno do Pacto pela Vida e pelo Brasil. “Assumamos, com renovado compromisso, iniciativas concretas para a promoção da solidariedade e da partilha. A travessia rumo a um novo tempo é desafiadora, contudo, temos a oportunidade privilegiada de reconstrução da sociedade brasileira sobre os alicerces da justiça e da paz, trilhando o caminho da fraternidade e do diálogo. Como nos animou o Papa Francisco: “o anúncio Pascal é um anúncio que renova a esperança nos nossos corações: não podemos dar-nos por vencidos!”.

Confira o texto na íntegra:

Mensagem da 58ª Assembleia da CNBB ao povo brasileiro

Esperamos novos céus e uma nova terra, onde habitará a justiça. (2Pd 3,13)

Movidos pela esperança que brota do Evangelho, nós, Bispos do Brasil, reunidos, de modo online, na 58ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, de 12 a 16 de abril de 2021, neste grave momento, dirigimos nossa mensagem ao povo brasileiro.

Expressamos a nossa oração e a nossa solidariedade aos enfermos, às famílias que perderam seus entes queridos e a todos os que mais sofrem as consequências da Covid-19. Na certeza da Ressurreição, trazemos em nossas preces, particularmente, os falecidos. Ao mesmo tempo, manifestamos a nossa profunda gratidão aos profissionais de saúde e a todas as pessoas que têm doado a sua vida em favor dos doentes, prestado serviços essenciais e contribuído para enfrentar a pandemia.

O Brasil experimenta o aprofundamento de uma grave crise sanitária, econômica, ética, social e política, intensificada pela pandemia, que nos desafia, expondo a desigualdade estrutural enraizada na sociedade brasileira. Embora todos sofram com a pandemia, suas consequências são mais devastadoras na vida dos pobres e fragilizados.

Essa realidade de sofrimento deve encontrar eco no coração dos discípulos de Cristo[1]. Tudo o que promove ou ameaça a vida diz respeito à nossa missão de cristãos. Sempre que assumimos posicionamentos em questões sociais, econômicas e políticas, nós o fazemos por exigência do Evangelho. Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada[2].

Louvamos o testemunho de nossas comunidades na incansável e anônima busca por amenizar as consequências da pandemia. Muitos irmãos e irmãs, bispos, padres, diáconos, religiosos, religiosas, cristãos leigos e leigas, movidos pelo autêntico espírito cristão, expõem suas vidas no socorro aos mais vulneráveis. Com o Papa Francisco, afirmamos que “são inseparáveis a oração a Deus e a solidariedade com os pobres e os enfermos”[3]. As iniciativas comunitárias de partilha e solidariedade devem ser sempre mais incentivadas. É Tempo de Cuidar!

Somos pastores e nossa missão é cuidar. Nosso coração sofre com a restrita participação do Povo de Deus nos templos. Contudo, a sacralidade da vida humana exige de nós sensatez e responsabilidade. Por isso, nesse momento, precisamos continuar a observar as medidas sanitárias que dizem respeito às celebrações presenciais. Reconhecemos agradecidos que nossas famílias têm sido espaço privilegiado da vivência da fé e da solidariedade. Elas têm encontrado nas iniciativas de nossas comunidades, através de subsídios e celebrações online, a possibilidade de vivenciarem intensamente a Igreja doméstica. Unidos na oração e no cuidado pela vida, superaremos esse momento.

Na sociedade civil, os três poderes da República têm, cada um na sua especificidade, a missão de conduzir o Brasil nos ditames da Constituição Federal, que preconiza a saúde como “direito de todos e dever do Estado”[4]. Isso exige competência e lucidez. São inaceitáveis discursos e atitudes que negam a realidade da pandemia, desprezam as medidas sanitárias e ameaçam o Estado Democrático de Direito. É necessária atenção à ciência, incentivar o uso de máscara, o distanciamento social e garantir a vacinação para todos, o mais breve possível. O auxílio emergencial, digno e pelo tempo que for necessário, é imprescindível para salvar vidas e dinamizar a economia[5], com especial atenção aos pobres e desempregados.

É preciso assegurar maiores investimentos em saúde pública e a devida assistência aos enfermos, preservando e fortalecendo o Sistema Único de Saúde – SUS. São inadmissíveis as tentativas sistemáticas de desmonte da estrutura de proteção social no país. Rejeitamos energicamente qualquer iniciativa que intente desobrigar os governantes da aplicação do mínimo constitucional do orçamento na saúde e na educação.

A educação, fragilizada há anos pela ausência de um eficiente projeto educativo nacional, sofre ainda mais no contexto da pandemia, com sérias consequências para o futuro do país. Além de eficazes políticas públicas de Estado, é fundamental o engajamento no Pacto Educativo Global, proposto pelo Papa Francisco[6].

Preocupa-nos também o grave problema das múltiplas formas de violência disseminada na sociedade, favorecida pelo fácil acesso às armas. A desinformação e o discurso de ódio, principalmente nas redes sociais, geram uma agressividade sem limites. Constatamos, com pesar, o uso da religião como instrumento de disputa política, justificando a violência e gerando confusão entres os fiéis e na sociedade.

Merece atenção constante o cuidado com a casa comum, submetida à lógica voraz da “exploração e degradação”[7]. É urgente compreender que um bioma preservado cumpre sua função produtiva de manutenção e geração da vida no planeta, respeitando-se o justo equilíbrio entre produção e preservação. A desertificação da terra nasce da desertificação do coração humano. Acreditamos que “a liberdade humana é capaz de limitar a técnica, orientá-la e colocá-la ao serviço de outro tipo de progresso, mais saudável, mais humano, mais social, mais integral”[8].

É cada vez mais necessário superar a desigualdade social no país. Para tanto, devemos promover a melhor política[9], que não se submete aos interesses econômicos, e seja pautada pela fraternidade e pela amizade social, que implica não só a aproximação entre grupos sociais distantes, mas também a busca de um renovado encontro com os setores mais pobres e vulneráveis[10].

Fazemos um forte apelo à unidade da sociedade civil, Igrejas, entidades, movimentos sociais e todas as pessoas de boa vontade, em torno do Pacto pela Vida e pelo Brasil. Assumamos, com renovado compromisso, iniciativas concretas para a promoção da solidariedade e da partilha. A travessia rumo a um novo tempo é desafiadora, contudo, temos a oportunidade privilegiada de reconstrução da sociedade brasileira sobre os alicerces da justiça e da paz, trilhando o caminho da fraternidade e do diálogo. Como nos animou o Papa Francisco: “o anúncio Pascal é um anúncio que renova a esperança nos nossos corações: não podemos dar-nos por vencidos!”[11]

Com a fé em Cristo Ressuscitado, fonte de nossa esperança, invocamos a benção de Deus sobre o povo brasileiro, pela intercessão de São José e de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

Brasília, 16 de abril de 2021.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler, OFM
Arcebispo de Porto Alegre – RS
1º Vice-Presidente

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima – RR
2º Vice-Presidente

Dom Joel Portella Amado
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro – RJ
Secretário-Geral da CNBB

 

[1] cf. Gaudium et Spes, 1.

[2] cf. CNBB, Mensagem ao Povo de Deus, 2018.

[3] Papa Francisco, Mensagem para o IV Dia Mundial dos Pobres, 2020.

[4] Constituição Federal, art. 196.

[5] cf. CNBB, OAB, C.Arn´s, ABI, ABC e SBPC, O povo não pode pagar com a própria vida,10 de março de 2021.

[6] cf. Papa Francisco, Mensagem para o lançamento do Pacto Educativo Global, 12 de setembro 2019.

[7] Papa Francisco, Laudato Si´, 145.

[8] Papa Francisco, Laudato Si´, 112.

[9] Papa Francisco, Fratelli Tutti, Cap. V.

[10] cf. Papa Francisco, Fratelli Tutti, 233.

[11] Papa Francisco, Mensagem 58ª. AG CNBB.

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