cidadania - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png cidadania - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 O desemprego atinge mais de 13 milhões de brasileiros, segundo o IBGE https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/o-desemprego-atinge-mais-de-13-milhoes-de-brasileiros-segundo-o-ibge/ Sun, 29 Apr 2018 12:31:09 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=52108 O desemprego é atualmente um dos mais graves problemas sociais que o Brasil enfrenta agravados pela crise econômica e política. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o país registou 13,7 milhões de brasileiros desempregados, um aumento de 11,2% em relação ao trimestre anterior (12,3 milhões). Os dados são referentes ao trimestre terminado em fevereiro de 2018 e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).

Ainda segundo a pesquisa, apesar de a economia estar dando sinais de melhora, inclusive com a abertura de postos de trabalho, 12,6% da força de trabalho do país estava em busca de trabalho, ou seja, pessoas que tomaram alguma providência para procurar trabalho.

A população ocupada (90,6 milhões) caiu 1,7% em relação ao trimestre de outubro a dezembro de 2017, quando era de 92,1 milhões. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando havia 88,9 milhões de pessoas ocupadas, o crescimento foi de 1,8%.

Assim, o nível da ocupação (53,6%) caiu 0,9 ponto percentual frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2017 (54,5%). Em relação a igual trimestre de 2017, quando o nível da ocupação foi de 53,1%, a variação foi positiva (0,5 p.p).

Oficialmente, desempregado é aquela pessoa que procura trabalho e não encontra. A falta de emprego tem causado muitos danos sociais como a perda de qualidade de vida, a capacidade de sustento da família e passa a não produzir. Muitas vezes, para sobreviver o trabalhador se sujeita a um emprego informal sem qualquer direito trabalhista.

Coragem que vem da fé

Para o arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo enfrentar essa difícil situação do desemprego sem perder a esperança não é tarefa fácil, mas é preciso ter uma coragem que vem da fé.

“A fé em Jesus e as lições do Mestre são decisivas para que não haja desânimo diante dos mais adversos cenários, o que inclui a atual situação do desemprego. Mas a fé e a esperança constituem, justamente, o ‘ponto de partida’ para que o ser humano consiga se reerguer e encontrar novas oportunidades”.

Os dados apurados pela Pnad Contínua, do IBGE, indicam que população desocupada (13,1 milhões) aumentou 4,4%, ou seja, mais 550 mil pessoas em relação ao trimestre anterior (12,6 milhões). Já em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (dez 2016/fev 2017), quando havia 13,5 milhões de desocupados, houve queda (-3,1% ou menos 426 mil pessoas nesta situação). Esses números estão diretamente ligados ao momento difícil que o país vem enfrentando na economia, na política, nos valores éticos e morais.

Reforma cidadã

Segundo dom Walmor, o Brasil pode ser um país mais justo, fraterno e solidário, mas, para isso, necessita de uma profunda reforma cidadã.

O bispo chama a atenção para o fato de que o povo brasileiro é guardião de muitas riquezas – naturais, históricas, culturais, a religiosidade, entre tantas outras, que é preciso, com urgência, agir para fazer chegar um tempo novo. Isso significa exercer a cidadania a partir de valores inegociáveis que levem todos à busca pelo bem comum.

“Os brasileiros poderão fazer escolhas mais acertadas, em momentos decisivos – a exemplo do período eleitoral que se aproxima. É preciso estar atento para escolher líderes qualificados, servidores do povo. Muita atenção também para identificar quem dedica-se apenas a interesses partidários ou de pequenos grupos privilegiados, preocupados apenas em acumular riquezas e vantagens, ” ressalta.

Diante desse drama do desemprego, o que dizer a tantas pessoas que não conseguem emprego diante da situação atual do país? Dom Walmor é categórico: Não percam a esperança e não desanimem.

“A vida pode apresentar obstáculos, mas com fé, dedicação e coragem podemos superá-los. O trabalho digno é fundamental para o ser humano, caminho para o desenvolvimento social. É compromisso cristão trabalhar para que todos tenham uma vida digna, reconhecendo que cada pessoa é filho ou filha de Deus. Por isso mesmo, os brasileiros são convocados a exercer bem a cidadania, para que tenhamos, em futuro breve, um país que ofereça mais oportunidades para todos”, conclui.

Fonte: CNBB

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Cidadania e renovação política: desafios de 2018, diz Dom Guilherme https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cidadania-e-renovacao-politica-desafios-de-2018-diz-dom-guilherme/ Thu, 07 Dec 2017 09:02:55 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49887 No dia 5 de dezembro, os bispos que integram a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora se reuniram em Brasília, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para avaliar o trabalho desenvolvido em 2017 e, em seguida, fazer as projeções das ações mais importantes de 2018, estabelecendo um cronograma de atividades.

Sobre o trabalho realizado este ano, o bispo de Iparemi (GO) e presidente da Comissão, dom Guilherme Werlang é otimista: “O trabalho da Comissão este ano, por meio de todas as pastorais, coordenadores/as e bispos acompanhantes e dos milhares de leigos, religiosos e padres que militam nas pastorais foi altamente positivo”.

O bispo destaca que o trabalho foi desafiante por duas razões. A primeira delas, segundo ele, “por sermos desafiados sempre pelo Evangelho ao amor, ao próximo, especialmente os pobres. Isto aconteceu durante o ano todo”. A segunda razão deve se à provocação da parte político-econômica do Brasil. “Infelizmente, esse ano, foi repleto de péssimas notícias para o povo brasileiro, especialmente na perda de direitos e conquistas que custaram muito, inclusive com martírios”, avaliou.

As chamadas reformas trabalhista e previdenciária, para dom Guilherme, significam apenas cassação de direitos. Em razão disto, segundo o bispo, as pastorais sociais tiveram muito trabalho, embates, diálogos com os movimentos sociais e também interação com alguns segmentos da política e do poder judiciário.

Para dom Guilherme, o balanço de 2017 do ponto de vista do povo brasileiro não é bom. “Os mais pobres estão mais pobres hoje, em dezembro, do que em janeiro de 2017”. Esta realidade é o grande desafio para o trabalho da Igreja aponta o bispo. “A Igreja é chamada por Jesus Cristo a fazer o papel de bom Samaritano e levantar os caídos à beira da sociedade brasileira”.

Cidadania e renovação política – As Pastorais Sociais enfrentarão um novo ano de grandes desafios assegura o bispo. Sobretudo, por ser um ano eleitoral, será necessário chamar o povo brasileiro à cidadania. “Cabe a nós brasileiros/as, fazer o trabalho que não está acontecendo por meio do Congresso Nacional, dos tribunais e de outras instâncias; Cabe a nós darmos uma resposta muito por meio do voto e de um forte um trabalho de base”, disse.

O bispo avalia ser necessário renovar o nosso Congresso Nacional, a presidência da República e o mundo político nos estados por meio do voto e de outras ações. Isto não acontecerá de forma isolada. “Esse será com certeza um dos grandes trabalhos que não faremos sozinhos, mas irmanados com todas as frentes de trabalho da nossa CNBB e somando forças com outras organizações da sociedade civil que também estão na mesma luta”, concluiu.

Por CNBB

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Fé: uma luz que deve incidir sobre todas as relações sociais https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/fe-uma-luz-que-deve-incidir-sobre-todas-as-relacoes-sociais/ Fri, 25 Aug 2017 09:44:47 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48114 A sociedade há de encontrar na fé a nota indispensável e insubstituível da sua sinfonia perdida. Pensam muitos que para se conquistar essa harmonia basta a correção no âmbito da política partidária. Trata-se de aspecto importante, mas que não é suficiente. Há um longo caminho de reconstrução das cidadanias para vencer mediocridades. É preciso reagir, com investimentos urgentes e indispensáveis, na educação, em reformas, no cultivo da sensibilidade social, da consciência de que se pertence a um povo. De modo especial, é importante investir na fé, tesouro que
alicerça a vida, ilumina a razão, inspira e equilibra a conduta humana.

A Palavra de Deus, na Carta aos Hebreus, capítulo 11, bem define esse tesouro: “A fé é a certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se veem”. Cultivá-la provoca transformações profundas que são capazes de devolver, a cada pessoa, o brilho sagrado que reside no coração humano. Por isso mesmo, não é permitida a nenhuma confissão religiosa contemporizar com as manipulações a respeito dos entendimentos sobre Deus e a fé n’Ele professada, para alcançar certos objetivos questionáveis.

Cultura e sociedade

Os líderes religiosos têm grande responsabilidade e não podem retardar a reação diante dessas manipulações que ocorrem a partir de meios de comunicação bem estruturados, de certas práticas alicerçadas na irracionalidade que, por isso mesmo, são incapazes de gerar transformações necessárias na cultura e na sociedade. Situações diversas que impedem o surgimento de novos horizontes, só alcançados pela fé, por sua vivência, a partir da coragem profética e mística de seu testemunho.

Compreende-se a fé não como prática piedosa, no sentido de se reservá-la a sacristias, ou como força a ser buscada simplesmente pelo viés milagreiro, conduta que muitas vezes apenas alimenta cofres, justifica nomes e deixa, em segundo plano, o que é essencial e urgente no que se refere a respostas cidadãs. A fé é uma luz que deve incidir sobre todas as relações sociais, desdobrando-se em gestos de solidariedade.

Toda autêntica manifestação da fé é experiência de fraternidade, sustentada pelo reconhecimento da paternidade de Deus. No centro dessa experiência está o amor do Pai, que não deixa obscurecer a preciosidade singular da vida humana. Assim, a fé leva o homem a preservar o seu lugar no universo, sem que se extravie da sua natureza. Quem cultiva a fé torna-se cada vez mais consciente da própria responsabilidade moral, demove-se da pretensão de ser árbitro absoluto de tudo e não corre o risco oneroso e destruidor de achar que tem o direito de manipular outras pessoas.

Justiça

É verdade que a justa ordem da sociedade e do estado é dever da política e, como afirma Santo Agostinho, “um estado que não se rege segundo a justiça, se reduz a uma grande banda de ladrões, porque a justiça é o objetivo e a medida intrínseca de toda política”. Na busca pela realização da justiça, a política necessita da fé, que tem propriedades para iluminar a razão a partir da experiência do encontro com o Deus. Essa experiência ultrapassa a dimensão simplesmente racional. Nesse sentido, a fé possibilita à razão realizar melhor a sua tarefa de configurar a cidadania nos parâmetros necessários para a construção de uma sociedade melhor.

Por tudo isso, é possível reconhecer a importância de cultivar e sempre ter apreço pelo patrimônio da fé enraizado na cultura de um povo. Um dom que exige atenção redobrada no seu cuidado. Eis um compromisso de todos, de governos também, para que a genuinidade da fé fecunde cidadanias e reconduza a sociedade aos caminhos da
justiça, do bem, às veredas da verdade e da fraternidade.

Por Dom Walmor Oliveira de Azevedo – Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte

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Sem desperdício: número de “geladeiras solidárias” cresce no Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/sem-desperdicio-numero-de-geladeiras-solidarias-cresce-no-brasil/ Tue, 07 Feb 2017 08:53:20 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44262 A ideia começou na Europa, mas está, cada vez mais, ganhando novos adeptos no Brasil. O projeto “Geladeira Solidária” visa arrecadar alimentos que são doados a quem precisa. Tudo ao estilo “self-service”.

Funciona assim: o voluntário que aderir ao projeto disponibiliza uma geladeira em bom estado de conservação e instala o aparelho em um ponto de fácil acesso, geralmente nas calçadas de casas ou estabelecimentos comerciais. Quem quer doar vai até o local e deposita o alimento na geladeira. E quem precisa, retira sua comida gratuitamente. Não precisa de cadastro, nem de triagem social. Aqui, o que vale é o bom-senso para deixar comida também para outras pessoas que não têm condições de comprar.

Qualquer doação é bem-vinda. Mas os voluntários sugerem que os alimentos doados estejam em embalagens fechadas, dentro do prazo de validade e com a data de fabricação visível. Não é permitido colocar ovos, carnes ou peixes crus. E o principal: a geladeira não aceita bebidas alcoólicas.

No Brasil, há geladeiras instaladas em vários pontos das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Divinópolis, Curitiba, Goiânia, Assis, Campo Grande, Sorocaba, Taubaté etc. Não há um número exato de voluntários ligados ao projeto, mas é visível o aumento da quantidade de pessoas que aderem à iniciativa.

As geladeiras podem ficar até 24 horas abastecidas, de acordo com o espírito de solidariedade de quem mora ou trabalha perto dos locais onde foram fixadas. Para arrecadar alimentos, os voluntários fazem campanhas pelo Facebook. Em um dia, o dono de uma padaria doou mais de 1.000 pães de queijo que fizeram a alegria de quem precisa. A boa ação foi comemorada nas redes sociais.

Uma iniciativa, que, além de ajudar quem tem fome, desperta o espírito de solidariedade e evita o desperdício de alimentos.

Por Aleteia

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Recuperar as instituições https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/recuperar-as-instituicoes/ Mon, 06 Feb 2017 09:02:34 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44246 É grave o processo de sucateamento das instituições. Isso porque os funcionamentos institucionais, frequentemente, são obsoletos e não conseguem promover o bem da coletividade.  Essa realidade traz resultados nefastos para cada instituição – sejam elas governamentais, educacionais, religiosas ou familiares, além de prejuízos para toda a sociedade. Os investimentos para se adequar processos são insuficientes e, consequentemente, os resultados são pífios na prestação de serviços. Um mal terrível que envolve variadas instituições, inclusive as que têm seu balizamento maior na experiência da fé. 

A sociedade pede mais consistência por parte das organizações, que precisam cumprir bem sua tarefa: assumir a responsabilidade de cooperar para a transformação de uma sociedade carente de novos impulsos e inovações. É preciso deixar de insistir em práticas de tempos que já se foram. Muitas ações que são próprias do passado já não têm força para interagir com as demandas do mundo contemporâneo. Consequentemente, não conseguem interferir positivamente na realidade. Mas ainda assim, permanecem os gastos – com recursos financeiros e também humanos – direcionados a esses funcionamentos inadequados. As pessoas ficam submersas na mediocridade de escolhas e de encaminhamentos. Conviver com a pequenez naquilo que se faz, por não se engajar nos processos de mudanças, torna-se normal. Isso trava criatividades e amordaça muitos na condição de não conseguir contribuir. Cria-se facilmente o vício de se fazer das configurações institucionais, nos seus funcionamentos, simplesmente um amparo para quem se satisfaz com a oportunidade de ter um “lugar ao sol”. Ora, esse fenômeno é a contramão das dinâmicas modernas e inevitáveis das inovações. 

Inovar é uma exigência e deveria ser a meta, mas os agentes da inovação – as pessoas que integram as instituições – se satisfazem com a conquista de uma zona de conforto que mata gestos de altruísmo, impedindo o ser humano de ser participe na criação e recriação. Compreende-se, assim, porque a ocupação de cargos não é garantia para uma atuação proativa e com força de transformação. O marasmo no interior das instituições envolve como uma nuvem a preciosidade de cada pessoa. O resultado nefasto é o cumprimento de mandatos ou tempo de serviço com opacidade. 

Percebe-se que a dimensão pessoal sucateia a instituição. Mas, também a dimensão institucional pode prejudicar as pessoas, enjaulando-as, inclusive as que têm grande potencial. Sem conseguir mostrar a própria capacidade, elas permanecem na linha mediana de atuação.  Por isso, cada pessoa precisa assumir o compromisso de lançar um olhar sobre a instituição na qual se insere, buscando saídas para a terrível fragilização das organizações. Essa fragilização é fundamentada na incompetência que afeta modos de agir e nos desvios ético-morais que, inclusive, levam agentes a usufruírem, de modo desonesto, de recursos institucionais, conduzindo velozmente as organizações, na qual trabalham, rumo a precipícios. 

O fato mais comum é, consciente ou inconscientemente, tender a escolhas que levem a colocar responsabilidades e intervenções nas mãos de quem não as operará adequadamente. Certamente, trata-se de mecanismo de defesa que perpetua a mediocridade que, infelizmente, incomoda menos. O que incomoda mais é o desafio de desinstalar-se da “zona de conforto” para responder às exigências e às demandas do dia a dia, às necessidades de qualificação permanente do tecido institucional. Esse tecido, quando fortalecido, pode alavancar mudanças que levem às soluções adequadas para o tempo atual.  Assim, em gesto de humildade e batendo penitencialmente no peito, cada pessoa precisa cultivar uma consciência cidadã e não apenas ocupar postos que representem, somente, oportunidade de promoção pessoal. Todos devem assumir a responsabilidade para ajudar a encontrar novas respostas, com trabalho produtivo. Esse é um indispensável caminho no combate à mediocridade, no enfrentamento das demagogias e na coragem de avaliar, sinceramente, o que se está fazendo, para encontrar os caminhos da inovação e recuperar as instituições.

Por Dom Walmor Oliveira de Azevedo – Arcebispo de Belo Horizonte (MG)

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