celular - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png celular - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa: "A Bíblia como o celular, sempre conosco para lermos as mensagens" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-a-biblia-como-o-celular-sempre-conosco-para-lermos-as-mensagens/ Mon, 06 Mar 2017 08:43:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44702 “Durante os quarenta dias da Quaresma, nós cristãos somos convidados a usar a força da Palavra de Deus na batalha espiritual contra o Mal”: esta foi a recomendação feita pelo Papa aos fiéis ontem, I Domingo de Quaresma, 5 de março.

Antes de rezar a oração mariana do Angelus neste final de inverno chuvoso na Praça de São Pedro, Francisco comentou a passagem do Evangelho de Mateus que narra como Jesus venceu as tentações e artimanhas sugeridas pelo Diabo: com a Palavra de Deus.

Naquela ocasião, Jesus enfrentou o diabo ‘corpo a corpo’. Às três tentações de Satanás para tentar impedi-lo de cumprir a sua missão, Ele respondeu com a Palavra e, com a força do Espírito Santo, saiu vitorioso do deserto.

“Por isso – disse o Pontífice – é preciso conhecer bem, ler, meditar e assimilar a Bíblia, pois a Palavra de Deus é sempre ‘atual e eficaz’.

A Bíblia como o celular

“O que aconteceria se usássemos a Bíblia como usamos o nosso celular? Se a levássemos sempre conosco (ou pelo menos um Evangelho de bolso), o que aconteceria? Se voltássemos quando a esquecemos, se a abríssemos várias vezes por dia; se lêssemos as mensagens de Deus contidas na Bíblia como lemos as mensagens em nosso celular, o que aconteceria?. É uma comparação paradoxal, mas faz pensar…”

“Com efeito, concluiu, se tivéssemos a Palavra de Deus sempre no coração, nenhuma tentação poderia nos afastar de Deus e nenhum obstáculo poderia nos desviar no caminho do bem; saberíamos vencer as propostas do Mal que está dentro e fora de nós; e seríamos mais capazes de viver uma vida ressuscitada segundo o Espírito, acolhendo e amando nossos irmãos, especialmente os mais frágeis e carentes, inclusive nossos inimigos”.

Tempo de conversão

Depois de rezar o Angelus e abençoar os fiéis, o Papa lembrou que o caminho de conversão da Quaresma requer de nós muita oração, jejum e obras de caridade. E concluindo, pediu a todos que rezem por ele e seus colaboradores, que durante esta semana estarão em Ariccia, (localidade fora de Roma) fazendo exercícios espirituais.

Por Rádio Vaticano

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6 erros modernos dos pais de família https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/6-erros-modernos-dos-pais-de-familia/ Fri, 13 Jan 2017 12:04:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=43903 É compreensível que os pais de família de nosso tempo cometam erros. Isso se deve à complexidade dos tempos modernos, que pegou muitos pais de surpresa. Deve-se também, em boa medida, à crise intergeracional que afasta os pais dos filhos.
Deve-se atribuir, igualmente, esses erros modernos dos pais à permissividade deles em relação ao filhos. Prova disso é que os pais dão tudo a troco de nada, ou seja, aceitam fazer enormes sacrifícios sem exigir dos filhos uma justa equivalência.
O primeiro desses erros modernos consiste em dar aos filhos o celular que eles exigem, da marca e do modelo que eles querem. Alguns pais costumam dizer que dão o que os pequenos pedem porque, ao contrário, eles se tornariam “valentões”. De qualquer forma, comprar um smartphone para uma criança é um exagero; ela pode ser roubada ou morta por causa do celular, ou jogar o telefone na lata de lixo por descuido ou acidente, perdendo, assim, uma boa quantidade de dólares. Os pais de família deverão distinguir as diferentes etapas do desenvolvimento de uma criança; não podem considerar da mesma forma o menino de 5 ou 6 anos e o adolescente de 12 ou o jovem de 18. O princípio da “gradualidade” tem muita importância na pedagogia familiar.
O segundo erro consiste na “solidão móvel”. Os pais de família, não contentes em ceder às exigências dos filhos, não se preocupam em saber o que fazem eles com o celular. Foi estabelecido um horário para o uso? Instalaram algum programa de monitoramento das atividades? Estão informados sobre o que os filhos procuram na internet? Quais os aplicativos que eles baixam? Intimidação, assédio e abuso sexual são alguns dos riscos da internet.
O terceiro erro está nos conteúdos dos programas que eles escolhem. Muitos pais não sabem quais séries seus filhos veem na televisão ou na internet. Também não sabem o que estão ouvindo no rádio. Não podem imaginar o megalixo que pulula em certas emissoras jovens. Há pais de família que são muito ingênuos e crédulos. Hoje, é frequente a literatura sobre o “cybersex”. Inclusive, já há alguns pais lamentando por terem filhos viciados nisso.
O quarto erro é a “internet a sós”. Uma criança sem companhia na internet é como se ela estivesse parada em pleno centro de uma cidade grande. Que critério de seleção de programa tem um garoto antes dos 10 anos? Inclusive, entre os jovens e adultos hoje é frequente a pornografia pela internet. Há jovens que contam que esperam seus pais dormirem para eles se levantarem e verem programas pornográficos.
O quinto erro está nos videogames. Os videogames são classificados como os filmes, pela idade, e muitos pais não sabem e compram o jogo que o filho pede, cheio de violência, sexo e grosserias. Os “controles dos pais” são uma ferramenta de supervisão de seus filhos no cyberespaço. Os pais são os principais responsáveis pela segurança dos filhos na internet.
O sexto erro: as redes sociais. Os pais de família devem saber que redes como Facebook, Instagram e Twitter permitem criar perfis de usuários com, no mínimo, 13 anos. Antes dessa idade, os que criam contas estão mentindo ao sistema. Poderá acontecer do próprio pai criar o perfil, mas modificando a idade, coisa que, de cara, já é um mau exemplo para o filho.
Melhor ensinar do que proibir. A tarefa dos pais, mesmo que difícil, é estabelecer normas e limites. A ideia é prevenir-se, antes que seu filho lhe diga: “papai, quero ter Facebook”. Antes que os amigos deles proponham, o garoto terá claro que não pode acessar a rede. Deve-se ensinar às crianças que amar é sinônimo de formar.
Por Aleteia Espanha

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