Católicos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Católicos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Coreia do Sul: aumentaram os católicos nos últimos 20 anos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/coreia-do-sul-aumentaram-os-catolicos-nos-ultimos-20-anos/ Tue, 14 Jan 2020 18:01:30 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=57578 Nos últimos vinte anos o número de católicos na Coreia do Sul teve uma alta de quase 50%. A presença do Papa Francisco em 2014 fez com que aumentasse 2,2% o número de católicos.

O número de católicos na Coreia do Sul teve um aumento de 50% nos últimos vinte anos, mesmo se a taxa de crescimento tenha diminuído nos últimos anos. São notícias do Korea Herald, citando o novo relatório do Catholic Pastoral Institute of Korea. Em 2018 os católicos sul-coreanos eram 5.866.510, enquanto que em 1999 eram 3.946.844, portanto uma alta de 48,9%. Neste período de tempo, a porcentagem de católicos do país passou de 8,3% a 11,1%.

Todavia, o relatório revela que a taxa de crescimento real diminuiu 1% nos últimos anos. Embora tenha havido um crescimento de 2,2% em 2014 em coincidência com a visita do Papa Francisco à Coreia do Sul.

Porém, mesmo se o número efetivo dos católicos cresceu, a participação às missas diminuiu de 29,5% a 18,3% no mesmo período 1999-2018. “Todas as dioceses fizeram muitos esforços para trazer de volta à Igreja os cristãos não praticantes e modernizá-la, mas ainda deve chegar uma mudança significativa. O problema repetiu-se todos os anos”, descreve o relatório. “É tempo de refletir sobre o nosso atual trabalho missionário – continua o relatório – e de reconsiderar a direção da evangelização nacional”.

História
Praticamente inexistentes no começo do século 20, as igrejas cristãs coreanas iniciaram um crescimento explosivo na década de 1960, após o fim da Guerra da Coreia, impulsionado pelo trabalho de missões religiosas que ofereceram conforto material e espiritual à população e ajudaram na reconstrução do país.

De apenas 8% em 1950, os cristãos passaram a ser 29% (18% protestantes e 11% católicos) na virada dos anos 2010, superando os budistas (23%), segundo o Instituto Pew, dos EUA. Em 2050, pelas projeções do instituto, cristãos serão um terço da população, e budistas, 18%. Os números fazem do país uma das exceções na Ásia, em que apenas 2% são cristãos.

Segundo a Conferência Nacional dos Bispos subiu também o número de bispos, padres, paróquias e, principalmente, instituições que servem como canal de transmissão da popularidade da religião no país: escolas, hospitais, clínicas e obras sociais.

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Católicos e luteranos: prosseguir no caminho rumo à unidade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/catolicos-e-luteranos-prosseguir-no-caminho-rumo-a-unidade/ Wed, 01 Nov 2017 13:01:34 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49301 O caminho ecumênico trilhado juntos nos últimos cinquenta anos – apoiado pela oração comum, pelo culto divino e pelo diálogo ecumênico – levou “à superação de preconceitos, à intensificação da compreensão recíproca” e à assinatura “de acordos teológicos decisivos”.

É o que diz o comunicado conjunto da Federação Luterana Mundial (FLM) e do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização divulgado este 31 de outubro, data que conclui o ano de celebrações ecumênicas dos 500 anos da Reforma Protestante.

De fato, os eventos tiveram início em 31 de outubro de 2016 com a oração luterano-católica na Catedral de Lund, na Suécia, ocasião em que o Papa Francisco e o então Presidente da FLM Bispo Munib A. Younan, assinaram uma Declaração Conjunta, onde se comprometiam a prosseguir juntos o caminho ecumênico rumo à unidade pela qual Cristo rezou (João 17,21).

No texto, é reconhecida a “comum responsabilidade pastoral de responder à sede e à fome espiritual de nosso povo de sermos “um” em Cristo. Desejamos ardentemente que esta ferida no corpo de Cristo seja curada. Este é o objetivo dos nossos esforços ecumênicos, que queremos fazer progredir, também renovando o nosso compromisso pelo diálogo teológico”.

A declaração ressalta, outrossim, que “pela primeira vez, luteranos e católicos viram a Reforma de uma perspectiva ecumênica”, “o que tornou possível uma nova compreensão daqueles eventos do século XVIque levaram à nossa separação”.

“Se é verdade que o passado não pode ser mudado, é também verdade que o seu impacto atual sobre nós pode ser transformado em modo que se torne um impulso para o crescimento da comunhão e um sinal de esperança para o mundo: a esperança de superar divisões e fragmentações”.

O que emergiu mais uma vez com clareza, é “que aquilo que nos une é bem superior ao que nos divide”.

Um passo decisivo no caminho rumo à unidade, foi a assinatura da Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação em 1999, gesto repetido pelo Conselho Metodista Mundial em 2006 e pela Comunhão Mundial das Igrejas Reformadas durante este ano das celebrações dos 500 anos da Reforma.

E neste 31 de outubro de 2017, a mesma Declaração será acolhida pela Comunhão Anglicana no decorrer de uma Solene cerimônia na Abadia de Westminster.

“Sobre esta base, as nossas comunidades cristãs podem construir sempre mais estreita ligação de consenso espiritual e de testemunho comum a serviço do Evangelho”.

São destacadas no documento, ademais, as inúmeras iniciativas de oração comum e de culto divino entre luteranos e católicos e demais parceiros ecumênicos em várias partes do mundo, assim como os encontros teológicos e as importantes publicações que ofereceram subsídios para este ano de celebrações.

A Declaração conclui reafirmando o compromisso de avançar neste “caminho comum, guiados pelo Espírito Santo, rumo a uma crescente unidade”, buscando discernir a “interpretação de Igreja, Eucaristia e Ministério, esforçando-nos para chegar a um consenso substancial com o objetivo de superar as diferenças que são até hoje fonte de divisão entre nós”. 

Por Rádio Vaticano

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2,18 bilhões de pessoas dizem professar a fé cristã segundo instituto https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/218-bilhoes-de-pessoas-dizem-professar-a-fe-crista-segundo-instituto/ Mon, 22 May 2017 10:08:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46355 Atualmente, o planeta possui cerca de 7 bilhões de pessoas e aproximadamente 2,18 bilhões de pessoas que dizem professar a fé cristã. Esses dados foram revelados em um relatório do instituto de pesquisa americano Pew Research Center, e mostra uma predominância entre as duas maiores tradições cristãs do planeta: catolicismo e protestantismo. De acordo com o Pew Research, as principais tradições cristãs são a católica, com 51,4% dos fiéis; os evangélicos, 36% (sendo que a maioria segue a linha pentecostal); e os ortodoxos, que somam 12,6%.

O Anuário Pontifício 2017 e o Anuarium Statisticum Ecclesiae 2015, do Departamento Central de Estatística da Igreja do Vaticano, indica que o Brasil ocupa o primeiro lugar no conjunto de dez países do mundo com maior consistência de católicos batizados, com 172,2 milhões de católicos. Ficando à frente de países como o México, com 110,9 milhões, Filipinas com 83,6 milhões, Estados Unidos da América (72,3), entre outros. O número de católicos brasileiros representa 26,4% de católicos no continente americano.

Na pesquisa do Instituto Pew Research Center, o Brasil figura na lista dos maiores países cristãos do planeta, com aproximadamente 175 milhões de seguidores de Jesus, atrás apenas dos Estados Unidos, 246 milhões, e à frente do México, terceiro colocado, com 107 milhões.

A partir dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa constatou que o catolicismo ainda é predominante no Brasil, que forma a maior população católica do mundo, com aproximadamente 133 milhões de fiéis.

Nos anos 1980, os católicos eram 90%, e 20 anos depois, na primeira década do novo milênio, a redução constatada em duas décadas foi significativa, com os fiéis da Igreja Católica Apostólica Romana somando 73,6% da população, enquanto os evangélicos eram 15,4%. O Pew destaca que os 6,8% percentuais representou, em número de pessoas, um salto de 26,2 milhões de evangélicos para 42 milhões, formado em sua maioria por pentecostais (60%), seguidos de protestantes missionários (18,5%) e 21,8% de tradições diversas, incluindo os neopentecostais.

Evangélicos no Brasil
Em 2010, o IBGE registrou um significativo aumento de evangélicos, com relação ao Censo de 2000, com 60% de aumento do número de pessoas filiadas às denominações evangélicas. O salto foi de 15,4% para 22,21%, contra 64,6% de católicos.A maior percentagem de católicos no Brasil, por estado, está no Piauí, com 85,1%, enquanto a maior concentração percentual de evangélicos está em Rondônia, com 33,8% da população local.

Segundo o Instituto de Pesquisa DataFolha, três em cada dez (29%) brasileiros com 16 anos ou mais atualmente são evangélicos, dividindo-se entre aqueles que podem ser classificados como evangélicos pentecostais (22%), em maior número e frequentadores de igrejas como Assembleia de Deus, Universal do Reino de Deus, Congregação Cristã e Quadrangular do Reino de Deus, e 7%, como evangélicos não pentecostais, pertencentes a igrejas como Batista, Presbiteriana e Metodista, entre outras.

Esse segmento evangélico fica abaixo do formado por católicos (50%), e ainda há 14% sem religião, 2% de espíritas, kardecistas e espiritualistas, 1% de umbandistas, 1% de praticantes do candomblé, 1% de ateus e 2% de outras religiões.

Projeções
Em 2050 o mundo terá quase tantos muçulmanos quanto cristãos e o número de pessoas sem religião diminuirá, indica o estudo americano “O futuro das religiões no mundo: projeções 2010-2050”, do Pew Research Center. Segundo o instituto, se as tendências atuais continuarem, até 2050 “o número de muçulmanos igualará quase o de cristãos”, mas este último continuará sendo o maior grupo religioso do mundo.

O documento, no qual são estudadas projeções que se baseiam principalmente na taxa de fertilidade, na idade da população, nas migrações e nas tendências de conversão, indica que o número de muçulmanos no mundo alcançará 2,76 bilhões (1,6 bilhão em 2010) em 2050, enquanto no mesmo ano haverá 2,92 bilhões de cristãos (2,17 bilhões em 2010).

Assim, os cristãos continuarão sendo mais numerosos, com uma proporção estável de 31,4%, e os muçulmanos constituirão 29,7% da população mundial, contra 23,2% em 2010. Nas próximas quatro décadas, o Islã “crescerá mais rápido que qualquer outra religião”, afirma o documento, com um aumento – graças a uma população jovem e a uma taxa de fertilidade alta – de 75% com base em uma progressão de 35% da população mundial.

No entanto, o Pew afirma que estas projeções se baseiam em números em mudança constante. Vários eventos, como guerras, movimentos sociais e políticos, catástrofes naturais ou alterações nas condições econômicas “podem modificar as tendências demográficas de forma imprevisível”, afirma o instituto.

Por CNBB

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Reconciliação entre cristãos é dom de Deus, diz Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/reconciliacao-entre-cristaos-e-dom-de-deus-diz-papa/ Thu, 26 Jan 2017 09:39:46 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44130 O Papa Francisco presidiu nesta quarta-feira, 25, a celebração das Segundas Vésperas na Solenidade da Conversão de São Paulo, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, no Vaticano. A celebração conclui a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, em curso desde o último dia 18 em países do hemisfério norte.

Foi propriamente a unidade dos cristãos o tema que perpassou a homilia de Francisco. Ele lembrou que São Paulo teve a vida transformada radicalmente após o encontro com Jesus e foi impelido, a partir de então, a proclamar o amor e a reconciliação que Deus oferece em Cristo à humanidade. E essa reconciliação é um dom que vem de Cristo, da mesma forma que acontece com a reconciliação entre os cristãos.

“A reconciliação para a qual somos impelidos não é simplesmente iniciativa nossa: é primariamente a reconciliação que Deus nos oferece em Cristo. Antes de ser esforço humano de crentes que procuram superar as suas divisões, é um dom gratuito de Deus. Como resultado deste dom, a pessoa perdoada e amada é chamada, por sua vez, a proclamar o evangelho da reconciliação em palavras e obras, a viver e dar testemunho duma existência reconciliada”, afirmou.

Considerando, como destacou São Paulo, que a reconciliação em Cristo não pode ser realizada sem sacrifício, o Papa afirmou que os embaixadores da reconciliação são chamados a dar a vida, ou seja, deixar de viver para si mesmo e buscar reproduzir a imagem de Cristo, vivendo para Ele.

Assim também, cada confissão cristã é chamada a buscar um caminho com o olhar fixo na Cruz de Jesus, saindo do isolamento, superando a tentação da autorreferência. “Poderá realizar-se uma autêntica reconciliação entre os cristãos quando soubermos reconhecer os dons uns dos outros e formos capazes, com humildade e docilidade, de aprender uns dos outros, sem esperar que primeiro sejam os outros a aprender de nós”.

O Santo Padre recordou o marco significativo que é para católicos e luteranos poder recordar, juntos, os 500 anos da Reforma Protestante, evento que dividiu os cristãos. Esse foi um dom conquistado em cinquenta anos de mútuo conhecimento e diálogo ecumênico.

Saudando os representantes das diversas Igrejas e Comunidades eclesiais reunidos na celebração, o Papa enfatizou, por fim, que a oração pela unidade dos cristãos é uma participação na oração do próprio Jesus antes da Paixão: “para que todos sejam um só” (Jo 17, 21).

“Nunca nos cansemos de pedir a Deus este dom. Na expectativa paciente e confiada de que o Pai conceda a todos os crentes o bem da plena comunhão visível, prossigamos o nosso caminho de reconciliação e diálogo, encorajados pelo testemunho heroico de tantos irmãos e irmãs, de ontem e de hoje, unidos no sofrimento pelo nome de Jesus”.

Por Canção Nova

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