Casamento - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Casamento - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Pesquisa revela que o casamento reduz o risco de demência https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pesquisa-revela-que-o-casamento-reduz-o-risco-de-demencia/ Mon, 18 Dec 2017 14:02:48 +0000 http://teste.toqueto.com/pesquisa-revela-que-o-casamento-reduz-o-risco-de-demencia.html Até 2050, o número de pessoas que vivem com demência deve aumentar três vezes. A Organização Mundial da Saúde afirma que hoje cinquenta milhões de pessoas têm a doença. Número que chegará a 152 milhões nas próximas três décadas. Pelo menos dez milhões de pessoas desenvolvem insanidade a cada ano. Destas, seis milhões vivem em países de baixa e média rendas.

Mas o risco de ficar demente pode ser menor se levarmos em conta um estudo comprovado por pesquisadores ingleses. Segundo eles, o casamento reduziria este risco, pelo fato de se ter uma companhia pra vida toda.

Assista à matéria completa aqui.

Por Canção Nova

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A família e seus desafios https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-familia-e-seus-desafios/ Wed, 06 Dec 2017 08:04:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49806 Em várias oportunidades, nos encontros pastorais, surge de pais e mães uma pergunta que me inquieta: diante de todas as mudanças que estamos assistindo na realidade familiar, como será a família de amanhã? Que sociedade e humanidade estamos construindo? Compreendo que, mais do que a resposta, trata-se da seriedade desta pergunta, diante da qual não podemos ficar indiferentes. É inquestionável que a instituição família, como outras instituições que serviram de base sólida para a formação humana, espiritual e social, estão em crise. A crise, porém,deve ser uma provação, para construir novas sínteses e avançar.Apresento dois pontos que merecem destaque ao lermos a situação atual da família.

O primeiro é o esvaziamento da base antropológica da família. Os recentes fatos ligados a exposições em museus, telenovelas e posicionamentos públicos de alguns artistas, bem como alguns conteúdos escolares, são manifestações da conhecida ideologia do gênero. Com razão, a maioria da sociedade brasileira desaprova estas posturas. Esta ideologia “nega a diferença e a reciprocidade natural de homem e mulher. Ela apresenta uma sociedade sem diferenças de sexo, esvaziando a base antropológica da família. Esta ideologia induz a projetos educativos e orientações legais que promovem uma identidade pessoal e uma intimidade afetiva radicalmente desvinculadas da diversidade biológica entre homem e mulher. A identidade humana é entregue a uma opção individualista, também variável no tempo. […] Não caiamos no pecado de pretender substituir-nos ao Criador. Somos criaturas, não somos onipotentes” (Papa Francisco, AmorisLaetitia, n. 56). Cada pessoa, independente de sua orientação sexual, deve ser respeitada e acolhida na dignidade de criatura e imagem de Deus. Porém, outra realidade é pretender ensinar ou induzir as crianças de que elas podem escolher seu sexo. Esta é, certamente, “uma grande maldade”, fruto de uma “colonização ideológica”, no dizer do Papa.

O segundo desafio é a falta de solidez no pacto conjugal. As expressões que indicam esta situação são: “até quando houver amor” ou “até quando der certo”. Compreende-se que a sociedade líquida já não preza pelo que é permanente, fiel, eterno, por toda a vida, com doação total de si. Ligada a esta liquidez humana está a diminuição drástica da procura pelo sacramento do matrimônio. Aqui, especificamente para nós católicos, além da influência de uma cultura do descartável, revela-se uma falha na iniciação cristã. Sim, trata-se de uma questão de evangelização, diz respeito à fé. Afinal, as pessoas hoje não se sentem obrigadas a seguir “tradições”. Só procura o sacramento quem encontra seu sentido. Iniciar a família a partir do sacramento do matrimônio leva a compreender que o casal nunca estará sozinho, mas “toda a vida em comum dos esposos, toda a rede de relações que hão de tecer entre si, com os seus filhos e com o mundo, estará impregnada e robustecida pela graça do sacramento que brota do mistério da Encarnação e da Páscoa” (AmorisLaetitia, n. 54). Ao casarem-se, os esposos cristãos são um para o outro o “sinal” do amor de Deus.

Enfim, estas preocupações que envolvem a vida humana e familiar merecem nosso aprofundamento, discernimento e olhar crítico. Não deixemos que nos roubem a família!

Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta (RS)

 
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Em livro-entrevista, sociólogo francês traça perfil inédito do Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/em-livro-entrevista-sociologo-frances-traca-perfil-inedito-do-papa/ Mon, 04 Sep 2017 11:23:13 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48251 O sociólogo francês Dominique Wolton lançará um livro nesta quarta-feira, 6, cujo personagem principal é o Papa Francisco. No livro-entrevista, batizado “Papa Francisco: Encontros com Dominique Wolton, Política e Sociedade”, o Santo Padre discute temas como o aborto, casamento, abusos sexuais, migrações ou a influência das mulheres em sua vida.

Alguns trechos do livro, que foi composto ao longo de dois anos, foram publicados pelo jornal francês Le Figaro.

Com relação ao aborto, o Papa reforça que se trata de um pecado grave e que deve levar as pessoas a procurar pelo perdão.

Quanto ao casamento, Francisco afirma se tratar da união entre um homem e uma mulher apenas, e que a união entre pessoas do mesmo sexo sejam reconhecidas como “uniões civis”.

“Não brinquemos com a verdade”, advertiu o Papa com relação à ideologia de gêneros.

Com relação aos refugiados e migrantes, Francisco os compara a Jesus Cristo, que também fora perseguido, segundo relatos da Bíblia.

No livro, o Papa ainda se lembra de quando o Velho Continente explorou locais como a África, por exemplo, deixando-os à mercê de guerras e muitas pessoas sem trabalho. A este respeito, o Papa rejeita a expressão “guerra justa”, por considerar que a única solução justa é a paz.

Quando se trata dos abusos sexuais contra menores perpetrados pelo clero, o Papa é categórico em seu discurso: o padre abusador “está doente”. Francisco ainda tece elogios ao pontificado de Bento XVI, que teve coragem de “enfrentar o problema”.

Outro assunto tratado no livro é a influência das mulheres na vida do Santo Padre, desde sua avó até “pequenos namoros” que tivera em sua vida, bem como consultas a um psicoterapeuta entre 1978 e 1979, quando o então padre Jorge Mario Bergoglio tinha 42 anos. “Ela era muito boa, muito profissional e me ajudou muito”, revelou.

Com relação à sua formação política, Francisco revela que uma mulher foi a responsável por moldar suas visões e pensamentos políticos. “Foi uma mulher que me ensinou a pensar sobre a realidade política. E ela era comunista”, contou o Papa. A mulher atendia por Esther Balestrino de Careaga e “foi morta durante a ditadura quando foi capturada com duas freiras francesas”, reitera. 

“Ela era química, responsável pelo departamento em que trabalhava, no laboratório”, continua o Santo Padre. “Era uma comunista do Paraguai, do partido chamado Febrerista. Lembro que ela me fez ler a condenação de morte de Rosenberg! Me fez entender o que havia por trás daquela condenação. Me deu livros, todos comunistas, mas me ensinou na verdade a pensar sobre a política. Devo muito àquela mulher”, acrescentou.

Em outro trecho da obra, o Papa fala das críticas que recebe por tentar tornar a Igreja mais aberta e sonhar com uma sociedade mais equânime. “Uma vez, me falaram ‘você é comunista’. Não, os comunistas são os cristãos e foram os outros que roubaram a nossa bandeira”, disse ao escritor francês.

Francisco lamenta ainda a “rigidez” de alguns membros da Igreja, em particular aos que centram o discurso em questões de moralidade sexual, esquecendo questões sociais. Fala também numa “tentação” de uniformizar regras para situações diferentes e dá como exemplo o tema das famílias em dificuldade, abordado na sua exortação apostólica pós-sinodal ‘Amoris Laetitia’.

O pontífice sublinha que o discurso da proibição, do “não, não, não” é o mesmo que se encontra nos diálogos de Jesus com os fariseus, nos Evangelhos, deixando votos de que seja possível “ver mais além”.

Por Canção Nova, com Agências

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Deus, o mundo e o sacramento do matrimônio https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/deus-o-mundo-e-o-sacramento-do-matrimonio/ Wed, 25 Jan 2017 11:23:25 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44114 Caros amigos, sem a presença do Espírito Santo todas as realidades humanas perdem seu brilho original e produzem somente vazio e sofrimento. Assim acontece também com o matrimônio cristão.

Causa-nos tristeza perceber que o matrimônio, querido e santificado por Deus, torna-se cada vez mais opaco no discurso moderno, como se fosse uma simples instituição humana e, portanto, opinável e modificável. A voz da Igreja será sempre dissonante neste cenário, uma vez que esta possui a missão de pregar a verdade da Palavra de Deus ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Infelizmente, a sociedade vem perdendo o foco do sentido pleno do casamento e da família, o que gera a produção de discursos vazios que privam a família de seus mais belos valores, afetando o respeito, a fidelidade e o amor conjugal.

Tais discursos dissociam a família da transmissão da vida, da educação dos filhos, da unidade e fidelidade e da segurança. A instituição familiar aparece sob a sombra da morte e do aborto, da interrupção na transmissão dos valores cristãos, da infidelidade e da violência. Num quadro assim pintado, é difícil perceber o matrimônio como um caminho autêntico de realização, alegria e salvação. E, justamente por isso, este sacramento precisa ser mais veementemente pregado e vivido por todos os cristãos com o auxílio do Espírito Santo, que é fonte de graça e verdade.

Gostaria de terminar o artigo citando uma emblemática homilia de São João Paulo II: “O Espírito grava nos vossos corações a lei de Deus sobre o matrimônio. Não está escrita somente fora: na Sagrada Escritura, nos documentos da Tradição e do Magistério da Igreja. Está gravada também dentro de vós. É esta a Nova e Eterna Aliança, de que fala o profeta, que substitui a Antiga e restitui o seu primitivo esplendor à Aliança original com a Sabedoria criadora, inscrita na humanidade de cada homem e de cada mulher. É a aliança no Espírito, sobre a qual fala São Tomás que ‘a lei Nova é a mesma graça do Espírito Santo’ (Suma Teológica, I, II, 9, 108, ou 109, a. 1). A vida dos cônjuges, a vocação dos pais exige uma perseverante e permanente cooperação com a graça do Espírito que vos foi concedida mediante o sacramento do matrimônio, para que esta graça possa frutificar no coração e nas obras, a fim de poderem dar frutos sem cessar e não definhem por causa da nossa pusilanimidade, infidelidade ou indiferença”. (02/11/1982)

Deus abençoe a todos!

Por Dom Edney Gouvêa Mattoso – Bispo de Nova Friburgo (RJ)

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