Cáritas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:03:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Cáritas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Campanha “É tempo de Cuidar” da CNBB e Cáritas arrecada mais de mil toneladas de alimentos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/campanha-e-tempo-de-cuidar-da-cnbb-e-caritas-arrecada-mais-de-mil-toneladas-de-alimentos/ Thu, 18 Jun 2020 16:55:52 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58638 Já são mais de 2 meses da Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil com o lema “É tempo de cuidar” e os números mostram a força da solidariedade no país: mais de mil toneladas de alimentos (1.158.041) e mais de 100 mil unidades de kits de higiene e limpeza (127.359) chegaram a mais de 260 mil pessoas. Os dados fazem parte do balanço divulgado hoje, dia 17 de junho, pelo Comitê Gestor da Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil, que conta com o apoio conjunto da CNBB e da Cáritas Brasileira.

A campanha, que começou a receber doações em 12 de abril, tem procurado amenizar as consequências da pandemia nas comunidades mais vulneráveis. Entre os beneficiados, moradores em situação de rua, desempregados, carentes, além de migrantes e refugiados. Essas pessoas também estão recebendo outros materiais arrecadados, como mais de 60 mil unidades de roupas e calçados e mais de 60 mil unidades de equipamentos de proteção individual.

A ação solidária no Brasil foi divulgada no último boletim da Seção Migrantes e Refugiados do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral do Vaticano. Desta vez, o serviço apresenta iniciativas de entidades católicas em todo o mundo mobilizadas em arrecadar fundos para ajudar a aliviar o sofrimento da vida dos migrantes, duramente atingidos pela situação de emergência e confinamento por causa da crise da Covid-19.
Outras boas práticas, além da brasileira, vêm das Caritas do Sudão do Sul, Mali, Níger e Ucrânia que pediram apoio financeiro para projetos de auxílio às pessoas deslocadas internamente e os refugiados. Na Malásia, as igrejas estão oferecendo ajuda e assistência às famílias de migrantes, que vivem de forma precária e são contratados por dia.

No Chile, o Instituto Católico de Migração lançou a campanha #NoMasDistanciamineto (Não mais Distanciamento) para apoiar os migrantes durante a crise, incentivando a tratar bem as pessoas e enfatizando a solidariedade enquanto se respeita o distanciamento social. Já as dioceses chilenas de Rancagua e São Bernardo lançaram a campanha chamada “Cinco Pães e Dois Peixes”.

Medidas de prevenção contra o vírus
O boletim desta semana também traz indicações sobre medidas preventivas para conter o vírus em diferentes países, sobretudo em áreas isoladas e rurais. Com a Escola da Paz nos campos de refugiados de Nyumanzi, em Uganda, pronta para reabrir, a Comunidade de Sant’Egídio, da Itália, visitou o local para oferecer aulas práticas sobre a prevenção e a luta contra a pandemia.

Centros de detenção de migrantes
Outra questão retratada no boletim, com iniciativas desenvolvidas no mundo, é sobre o apoio a migrantes que estão em centros de detenção – muitas vezes superlotados e com alto risco de contágio do vírus. No Reino Unido, com o cancelamento das visitas presenciais, o acompanhamento por parte do Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS) acontece por telefone ou com doações. Vários atores católicos, porém, defendem a libertação dessas pessoas para protegê-las, favorecendo a unidade familiar sem comprometer a segurança pública.

O serviço online do Vaticano, que procura noticiar iniciativas desenvolvidas em todo o mundo, é oferecido em 5 línguas, além do português, em italiano, espanhol, inglês e francês. Até agora já são 9 boletins semanais que você pode ser acesso inclusive em pdf, através do site da Seção Migrantes e Refugiados.

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Coleta Nacional: “ocasião de tomar parte na Providência de Deus” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/coleta-nacional-ocasiao-de-tomar-parte-na-providencia-de-deus/ Fri, 23 Mar 2018 12:26:32 +0000 http://teste.toqueto.com/coleta-nacional-ocasiao-de-tomar-parte-na-providencia-de-deus.html A Coleta Nacional da Campanha da Fraternidade de 2018 sobre a superação da violência será realizada no Domingo de Ramos, 25 de março. Trata-se de um gesto concreto das comunidades diante da reflexão e oração realizadas durante a Quaresma. Um dos objetivos permanentes da Campanha da Fraternidade é, conforme o texto-base oferecido para as comunidades, “renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos devem sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja) ”.

O sentido da Coleta

“O gesto de colaborar com a Coleta é parte da espiritualidade quaresmal, expressão do caminho feito por todos nós que atravessamos esse tempo forte de vivência dos valores do Evangelho e não apenas uma expressão de oferecer recursos para financiamento de projetos sociais”, diz padre Luiz Fernando, coordenador da Campanha. “É claro que os recursos reunidos como fruto do gesto de cada católico são endereçados ao financiamento de projetos sociais que são devidamente informados, todos os anos, a toda a Igreja no Brasil”, esclarece padre Luís Fernando.

“O gesto fraterno da oferta tem um caráter de conversão quaresmal, condição para que advenha um novo tempo marcado pelo amor e pela valorização da vida”, assegura o texto-base da Campanha. As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil lembram também que o gesto de cada de pessoa participar da Coleta Nacional faz parte de um movimento de fraterna colaboração que “ao longo de uma história de solidariedade e compromisso com as incontáveis vítimas das inúmeras formas de destruição da vida, a Igreja se reconhece servidora do Deus da vida” (DGAE, n.66).

Papa Francisco, na Mensagem que enviou à Igreja no mundo inteiro para a Quaresma deste ano, recomendou: “A prática da esmola liberta-nos da ganância e ajuda-nos a descobrir que o outro é nosso irmão: aquilo que possuo, nunca é só meu. Como gostaria que a esmola se tornasse um verdadeiro estilo de vida para todos! Como gostaria que, como cristãos, seguíssemos o exemplo dos Apóstolos e víssemos, na possibilidade de partilhar com os outros os nossos bens, um testemunho concreto da comunhão que vivemos na Igreja. A este propósito, faço minhas as palavras exortativas de São Paulo aos Coríntios, quando os convidava a tomar parte na coleta para a comunidade de Jerusalém: ‘Isto é o que vos convém’ (2 Cor 8, 10). Isto vale de modo especial na Quaresma, durante a qual muitos organismos recolhem coletas a favor das Igrejas e populações em dificuldade. Mas como gostaria também que no nosso relacionamento diário, perante cada irmão que nos pede ajuda, pensássemos: aqui está um apelo da Providência divina. Cada esmola é uma ocasião de tomar parte na Providência de Deus para com os seus filhos; e, se hoje Ele Se serve de mim para ajudar um irmão, como deixará amanhã de prover também às minhas necessidades, Ele que nunca Se deixa vencer em generosidade? ”.

Fundos da Solidariedade

Há dois fundos da solidariedade que são constituídos pela oferta integral da Coleta Nacional do Domingo de Ramos. O primeiro é o Fundo Diocesano de Solidariedade, gerido pela própria diocese, que fica com a maior parte do montante (60%). O segundo é o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), que a CNBB é responsável pela sua gestão. A destinação do recurso é, preferencialmente, financiar projetos que tenham como propósito atender os objetivos propostos pela Campanha da Fraternidade em cada ano de sua realização.

Gestão dos Fundos

A supervisão dos fundos constituídos pela oferta da Coleta Nacional, a destinação dos recursos e a provação dos projetos que se candidatam a receber os benefícios estão a cargo de conselhos. O Conselho Gestor do FNS é composto da seguinte forma: secretário-geral da CNBB; bispo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora e seu assessor; presidente da Cáritas Brasileira; Ecônomo da CNBB; representante dos secretários executivos dos regionais da CNBB; assistente social da CNBB e o secretário-executivo da Campanha da Fraternidade. Há dois tipos de participação no Conselho: membros natos pela natureza do oficio e membros nomeados que necessariamente não precisam ser as pessoas que ocupam esses cargos.

O Conselho Gestor do FDS é composto por: uma pessoa da Cáritas (onde ela existe); um representante das pastorais sociais; coordenação pastoral diocesana; equipe de animação das campanhas; responsável pela administração da Diocese e uma pessoa ligada ao tema da Campanha da Fraternidade. O bispo diocesano constitui este Conselho Gestor e, normalmente, o preside.

Por CNBB

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