Cardeal Leonardo Sandri - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Cardeal Leonardo Sandri - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Sexta-feira da Paixão: coleta sustenta presença cristã na Terra Santa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/sexta-feira-da-paixao-coleta-sustenta-presenca-crista-na-terra-santa/ Thu, 29 Mar 2018 07:52:53 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51497 A Igreja tem um cuidado especial com os lugares onde Jesus viveu. Da região que compreende Jerusalém, Palestina e Israel, alargando o raio do Egito ao Irã, da Turquia até a Etiópia, há uma mobilização por parte do Comissariado Terra Santa em ações de cuidado e sustento da presença cristã. Esta presença e as iniciativas desenvolvidas são possíveis graças à contribuição dada por toda a Igreja na Sexta-Feira Santa.

O Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, cardeal Leonardo Sandri, escreveu uma carta convocando a participação dos fiéis na Coleta para a Terra Santa. Ele recorda que a Igreja Católica exprime por meio da oração e do ofertório o alento às comunidades dos fiéis e aos Lugares Santos, sobretudo no dramático momento atual que se vive no Oriente Médio.

Desde 2011, vários conflitos acontecem na região, com consequências dramáticas vividas pelos sírios, de forma particular, e por toda a Igreja, que tem observado a diminuição no número de fiéis, sendo que muitos deles tiveram que imigrar ou sofrem violência, às vezes pelo simples fato de professar a fé.

Ações nos lugares santos

A Custódia na Terra Santa, função desempenhada pelo frade franciscano Francesco Paton, tem em sua missão um rol de ações. É de sua responsabilidade a acolhida aos peregrinos que visitam os locais sagrados, o suporte para as funções litúrgicas nos lugares santos, a difusão de notícias sobre a Terra Santa e a motivação para o desejo do cuidado pelos lugares por parte dos cristãos, além do cuidado e sustento, de acordo com a igreja local, da presença Cristã na Terra Santa.

E neste último item que estão os investimentos das coletas. De acordo com o comissário da Terra Santa, frei Ivo Müller, são mantidos 278 missionários; 55 santuários; 24 paróquias; 15 escolas; quatro casas para enfermos e órfãos; seis casas para peregrinos; quatro casas para acolher peregrinos a preços modestos; três institutos acadêmicos; duas editoras (gráficas) para imprimir e divulgar as coisas da Terra Santa; 1500 empregos a cristãos; 630 moradias para que as famílias cristãs não abandonem os Lugares Santos; e 494 Bolsas de estudos anuais a estudantes universitários.

Na Terra Santa, a figura do custódio, que também é provincial dos Frades Menores que vivem no Oriente Médio, é considerada como a de uma das principais autoridades religiosas cristãs. Ele, junto com o Patriarca Grego Ortodoxo e também Armeno, é responsável pelo “Status quo”, um conjunto de costumes que regulam a vida de alguns santuários, entre eles o Santo Sepulcro e a Natividade de Belém.

Colaboração do Brasil

O arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo, que é membro da Congregação para as Igrejas Orientais da Santa Sé, motiva a participação dos brasileiros nesta ação, salientando que os lugares sagrados da Igreja Católica são um patrimônio de toda a humanidade e os templos “têm valor inestimável para a espiritualidade e para a história”.

“Lugares de acolhida onde se celebra a fé, vivencia-se o silêncio e a oração. Capelas, igrejas, catedrais e santuários têm significado forte e especial em todos os passos da civilização: receberam nossos antepassados e continuam contribuindo em campos tão importantes, a exemplo da educação, saúde, cuidado com os pobres, cultura e arte. Constituem, pois, uma herança nossa, indicando referência de onde viemos e para onde vamos. Sejamos solidários no cuidado de nossos lugares sagrados, especialmente nesta Sexta-feira Santa.”

Há ainda a preocupação com a situação dos cristãos no Oriente Médio, sob os olhares da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que realizou campanhas de arrecadação em favor dos cristãos da região e tem um trabalho com migrantes no âmbito da Setor Pastoral da Mobilidade Humana.

Presidência da entidade conversou recentemente com o custódio da Terra Santa, quando o frei Paton visitou o Brasil, em janeiro deste ano. Na ocasião, foram discutidas formas de as Igrejas Particulares do Brasil ajudarem a Igreja que está na Terra Santa.

Em um de seus encontros no Brasil, frei Francesco Paton lembrou que os peregrinos brasileiros ocupam o quarto lugar no número dos que visitam a Terra Santa. “Em 2017, 30.545 peregrinos do Brasil celebraram a Eucaristia nos nossos santuários, certamente um número ainda maior visitou os lugares santos”, informou.

As coletas para a Terra Santa podem ser repassadas às dioceses (por meio das ofertas nas celebrações da Cruz) ou diretamente depositadas na conta do Comissariado:

Banco Bradesco – Ag. 3403-7 (Petrópolis)
Conta corrente n° 11174-0
Favorecido: Obra Pia da Terra Santa
CNPJ: 62.670.062/0001-68

Por CNBB

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Cardeal destaca a importância da tradicional coleta para a Terra Santa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-destaca-a-importancia-da-tradicional-coleta-para-a-terra-santa/ Tue, 13 Mar 2018 07:49:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51243 O Vaticano divulgou nesta segunda-feira, 12, carta do Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, sobre a importância da tradicional coleta para a Terra Santa realizada toda Sexta-feira Santa do tempo quaresmal. O valor arrecadado nesta data, em todas as Igrejas no mundo, será enviado integralmente para a Terra Santa e o Oriente Médio.

“Um tempo por excelência para nos tornarmos mais próximos dos outros através das obras de caridade, considerando que o caminho quaresmal não é um ato solitário, mas sim um itinerário de solidariedade no qual cada um é chamado a abeirar-se, como o fez o Bom Samaritano, colocando-se ao lado dos irmãos que têm dificuldades em levantar-se e a retomar a estrada por múltiplas razões”, suscitou Dom Sandre.

O cardeal relembrou a realidade das milhares de pessoas no Oriente Médio privadas de tudo, até o limite da própria dignidade, e convidou cristãos de todo mundo a olhar com amor e caridade à orientais e também à Igreja no Oriente. A Terra Santa é o lugar onde se conserva, após 2.000 anos, a memória de Jesus Cristo. Dom Sandre reforça a necessidade de edificar a Igreja da Terra Santa, em especial, a Basílica da Natividade, em Belém, e a Basílica do Santo Sepulcro, além das pedras vivas – os fiéis cristãos.

Sobre os projetos e obras na Terra Santa

Segundo Dom Sandre, a comunidade católica no Oriente Médio vive a fé em um contexto multirreligioso, político, social e cultural. Apesar dos desafios e inseguranças, o cardeal informa: as paróquias locais continuam a fazer o trabalho pastoral, dando atenção preferencial aos pobres.

“As escolas são lugares de formação e encontro entre cristãos e muçulmanos, esperando, contra toda a esperança, um futuro de respeito e de colaboração. Os hospitais e os ambulatórios, os hospícios e os centros de encontro continuam a acolher doentes e necessitados, deslocados e refugiados, pessoas de todas as idades e religiões que foram atingidas com o horror da guerra”, comentou o cardeal.

Além das realidades locais, Dom Sandri aponta a presença das milhares de famílias, crianças e jovens, que após escaparem da guerra na Síria e no Iraque, apelam à generosidade da comunidade católica para retomarem a vida estudantil – sinônimo de sonhos e futuro melhor. “Os rostos destas pessoas interrogam-nos sobre o sentido do ser cristão, as suas vidas em extrema dificuldade inspiram-nos”.

Nos dias de preparação para a Páscoa, o cardeal convida os fiéis de todo o mundo a retomarem as peregrinações à Terra Santa. De acordo com Dom Sandri, a atitude, além de propiciar o aprofundamento na fé, ajuda na sobrevivência de milhares de famílias. “Convido-vos fraternalmente a empenhar-vos em vencer o ódio com o amor, a tristeza com a alegria, rezando e trabalhando, para que a paz habite no coração de cada pessoa, especialmente no dos nossos irmãos da Terra Santa e do Médio Oriente”.

A carta do Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais foi redigida no dia 14 de fevereiro, quarta-feira de cinzas, e saudou bispos, sacerdotes, consagrados e fiéis empenhados na constante conquista da coleta da Sexta-feira Santa.

Por Canção Nova, com Boletim da Santa Sé

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Na Terra Santa, Cardeal Sandri recorda êxodo de cristãos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/na-terra-santa-cardeal-sandri-recorda-exodo-de-cristaos/ Fri, 20 Oct 2017 11:09:45 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49110 Os fiéis da Igreja greco-melquita experimentaram o drama que “há muitos anos aflige a Síria e outras áreas do Oriente Médio” por causa do sofrimento “infligido também, ou em certos casos, somente por causa do nome de Jesus”.

Foi o que sublinhou em Haifa o Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, durante o encontro com os sacerdotes da Arquieparquia de Akka dos greco-melquitas.

Êxodo dos inocentes

Na segunda e terceira etapa da viagem que está realizando à Terra Santa, o purpurado quis recordar o êxodo de milhares de pessoas obrigadas a fugir e a deixar o que tinham, porque, como a Santa Sagrada Família em Belém, não havia lugar para eles. Mas “esta vez não na hospedaria, mas naquela que até poucas horas antes era a própria casa”.

O sofrimento inocente do povo cristão – comentou o Cardeal –  que “em certos casos chegou até mesmo a um verdadeiro martírio, por meio de sequestros ou até mesmo a tortura e a morte”, pela graça do Senhor “torna-se um tesouro de graça para a Igreja inteira, que lava as próprias vestes – às vezes cheias de pó – no sangue do Cordeiro Imolado”.

O Prefeito, depois, observou como existe uma “participação cotidiana e consciente possível para cada um de nós na obra de edificação e santificação da Igreja”, que passa pelos “nossos “sim” cotidianos, ao Senhor antes de tudo, por meio da oração, a celebração dos Sacramentos”,  e pelos “nossos “sim” aos irmãos, graças ao ministério da caridade”.

Uma solidariedade concreta pelos mais pobres no sentido material, mas também “pela pobreza interior com que se pode entra em contato”.

Nos países do Ocidente, esta é representada por um estilo de vida “como se Deus não existisse”, enquanto no Oriente poderia existir “o risco de uma pertença confessional forte – “sou cristão, sou católico, sou melquita, armênio, latino, caldeu” – que em alguns casos leva “a viver com um coração e um estilo não exatamente desejoso de um sincero estilo evangélico nas relações internas às comunidades ou com as outras comunidades, entre nós padres, entre nós e o bispo”.

Monte Carmelo

Sucessivamente, o Cardeal visitou a Igreja do Monte Carmelo, onde rezou na gruta do Profeta Elias e encontrou a comunidade das Carmelitas Descalças, provenientes da Terra Santa, da Itália, do Peru, de Madagascar e de outros países.

O purpurado deteve-se por um momento em partilha com as religiosas, confiando às suas orações as intenções do Papa Francisco, pela Igreja, e especialmente pelo Oriente Médio.

Nazaré

Após, deslocou-se até Nazaré, junto à Basílica da Anunciação, onde foi acolhido Reitor e Guardião da Basílica da Anunciação, Bruno Varriano e pela comunidade.

O purpurado celebrou Missa em uma capela próxima à gruta da Anunciação, onde recordou o Fiat de Maria e o grande mistério que naquele local é contemplado, detendo-se, em particular, na recordação do Beato Paulo VI.

“Em Nazaré – disse o Cardeal – o sim de Maria foi preparado no silêncio, e no silencio foi guardado o mistério da encarnação, do crescimento de Jesus no escondimento”.

Disto, o convite à sociedade e à Igreja , em meio ao “barulho da comunicação que invade os nossos dias”, a encontrar “o silêncio como lugar fecundo do qual nasce a vida verdadeira e autêntica”.

Por Rádio Vaticano

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Cardeal Sandri: fazer experiência da Igreja que respira com os dois pulmões https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-sandri-fazer-experiencia-da-igreja-que-respira-com-os-dois-pulmoes/ Wed, 07 Jun 2017 11:10:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46683 A igreja reitoria de São Basílio em Roma “deverá ser um lugar que ajude não somente a recordar os dois pulmões – oriental e ocidental – com os quais o Corpo de Cristo respira, mas a fazer a experiência concreta deste respiro.”

Foi o que afirmou na tarde de segunda-feira (05/06) o prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, ao término da divina liturgia em rito bizantino que marcou a reabertura da igreja e do colégio por parte da Ordem brasiliana do Santíssimo Salvador (Igreja greco-melquita de Antioquia).

Igreja de Cristo não é latina, grega, eslava, mas católica

“O evento nos faz redescobrir a vocação universal da Igreja de Roma, presidida pelo seu bispo, Papa Francisco”, que “é chamado a amar e a prover por todas e cada uma das tradições que compõem a única Igreja de Cristo, a qual ‘não é latina, grega, eslava, mas católica’, como escreveu há um século o Papa Bento XV”, observou o Cardeal Sandri.

“A Diocese de Roma distinguiu-se nestes anos pela constante atenção de oração, sensibilização e caridade para com as trágicas situações dos conflitos que ensanguentam o Oriente Médio, em particular na Síria e no Iraque”, envolvendo também as várias comunidades orientais presentes na Cidade Eterna, acrescentou o purpurado argentino.

Novo pastor segundo o coração de Cristo

Faço votos de que os padres salvatorianos passem a fazer parte deste circuito virtuoso”, prosseguiu o Cardeal Sandri. Foi dirigido um pensamento à “venerável e querida Igreja Melquita”, cujos bispos, após “a renúncia ao governo patriarcal, apresentada por sua Beatitude Gregório III”, se reunirão em seu Sínodo a partir de 19 de junho:

“Possam ser guiados e iluminados, além de sustentados pela nossa fervorosa oração, na escolha de um pastor segundo o coração de Cristo, capaz de mostrar-se verdadeiro ‘caput et pater’ para os fiéis melquitas, na pátria-mãe bem como nos vários lugares da diáspora”, concluiu o Cardeal Sandri.

Por Rádio Vaticano

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Cardeal Sandri: mundo não abandone cristãos perseguidos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-sandri-mundo-nao-abandone-cristaos-perseguidos/ Tue, 09 May 2017 10:19:38 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46145 A Congregação para as Igrejas Orientais celebrou estes dias seu centenário junto ao do Pontifício Instituto Oriental. O Dicastério encontra-se neste período fortemente empenhado no auxílio às comunidades católicas do Oriente atingidas por guerras e perseguições. Para nos falar sobre este importante aniversário a Rádio Vaticano entrevistou o cardeal prefeito Leonardo Sandri. Eis o que disse:

Cardeal Leonardo Sandri:- “Com certeza, podemos dizer que este aniversário é muito importante para a vida da Congregação e para o Pontifício Instituto Oriental. É um momento de reflexão sobre a grande importância que as Igrejas orientais católicas têm na Igreja católica de Roma e sobre como cresceu para a Igreja esta consciência de ter uma riqueza que vem dos Apóstolos, das Igrejas apostólicas, e que se traduz na disciplina, na Liturgia, na patrística, na espiritualidade, que são realmente fontes importantíssimas também hoje – como ressaltou em seu tempo o Papa João Paulo II – para enfrentar o nosso caminho face ao ser discípulos de Cristo.”

RV: O senhor disse estes dias que foram dados muitos passos, mas há ainda muitos outros a serem dados…

Cardeal Leonardo Sandri:- “Exatamente, porque essa consciência, não somente da existência, mas da importância destas Igrejas para a vida espiritual da Igreja, significa também que devemos considerar os problemas de hoje como o da emigração de todos aqueles que fogem por causa da guerra, especialmente neste período no Oriente Médio. A perseguição e o exílio fizeram de modo que muitos de nossos irmãos cristãos, católicos, orientais, se deslocassem em nossos países em busca de segurança, paz e uma perspectiva de futuro com mais esperança. Por isso, significa que todo o nosso trabalho deve orientar-se no sentido de ir ao encontro de todas essas necessidades. Nesse sentido temos sempre a colaboração de toda a Igreja latina – bispos, sacerdotes e fiéis – pela qual agradecemos. E esse é o caminho que se encontrará no futuro para as Igrejas orientais, claro, jamais abandonando o Oriente Médio, de tal modo que seja sempre uma presença cristã, não somente de monumentos e de pedras que não falam e que não pensam, mas de pedras vivas que seguem Cristo porque um fator de paz, de equilíbrio para todos esses países. Seremos poucos cristãos, não seremos muitos, mas estaremos sempre a serviço destes países pela reconciliação e pela paz de seus habitantes.”

RV: O que mais se pode pedir à comunidade internacional em favor dos cristãos no Oriente que estão vivendo momentos tão difíceis?

Cardeal Leonardo Sandri:- “A comunidade internacional sempre foi exortada por todos os Papas a buscar e a encontrar a paz. Nesse sentido gostaria de ressaltar todos os apelos do Papa Francisco e também sua última viagem, na qual foi ao Egito, onde convidou justamente à paz e à reconciliação, à defesa da dignidade da pessoa humana e dos valores que são justamente o fundamento de uma convivência possível para todos, evitando sempre a violência, evitando sempre a divisão, o ódio e o terrorismo, e nesse sentido, que nenhuma religião jamais possa ser para ninguém inspiração para a violência e para o ódio. A Igreja faz tudo isso em seu ensinamento nas escolas e em todas as instâncias que se encontram sob seu controle. Os apelos à comunidade internacional são sempre muitíssimos e esperamos que haja essa resposta da parte dela, especialmente dos países que têm mais incidência nesta Região a fim de que logo, o quanto antes, haja paz, segurança na Síria, no Iraque e em todo o Oriente Médio.”

Por Rádio Vaticano

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Cardeal Sandri faz apelo por Coleta em favor da Terra Santa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-sandri-faz-apelo-por-coleta-em-favor-da-terra-santa/ Wed, 05 Apr 2017 09:14:20 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45325 “Faço apelo à nossa comum humanidade, à fé cristã que nos une em Cristo, a fim de que sejais verdadeiramente generosos e possais contribuir para a paz na região de Jesus, a Terra Santa, tornando-vos protagonistas e construtores deste mundo.”

Esse é o convite do prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, aos fiéis do mundo inteiro em vista da próxima Coleta em favor da Terra Santa que, por tradição, acontece na Sexta-Feira Santa. Este ano, no dia 14 de abril.

Proximidade aos lugares santos

Em entrevista concedida à Sir, o cardeal argentino recorda a importância da custódia e da manutenção dos Lugares Santos que são um acercamento, para nós que cremos ser ter visto, para fazer-se fisicamente próximos do Salvador, Filho de Deus”.

Diante dos fatos que se verificam nesta região atormentada do mundo, corre-se o risco de ver esses Lugares Santos “quase como se não fossem nossos, como se não tivéssemos nenhuma responsabilidade”, alertou Dom Sandri.

“Tornando-vos partícipes da Coleta em favor da Terra Santa, estais contribuindo pessoalmente para transformar esta realidade de guerra, de miséria, de terrorismo, de violência e de divisão. Não o façam outros, façais vós mesmos”, exortou.

Sobre a coleta

A “Coleta pela paz na Terra Santa” nasceu da vontade dos Papas de manter estreito e forte os laços entre todos os cristãos do mundo e os Lugares Santos.

Essa ajuda financeira é a fonte principal para a manutenção da vida que se vive em torno dos Lugares Santos; é também o instrumento que a Igreja utiliza para manter-se lado a lado das comunidades eclesiais do Oriente Médio.

Em tempos mais recentes o hoje Beato Papa Paulo VI, mediante a Exortação apostólica “Nobis in Animo”, de 25 de março de 1974, deu um impulso decisivo em favor da Terra Santa.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Restauração da Igreja da Natividade e S. Sepulcro tem ajuda do Vaticano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/restauracao-da-igreja-da-natividade-e-s-sepulcro-tem-ajuda-do-vaticano/ Thu, 02 Mar 2017 09:12:43 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44652 A Santa Sé oferecerá uma “doação substanciosa” para contribuir com os trabalhos de restauração em andamento quer na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, como na Basílica da Natividade, em Belém.

A informação à Agência Fides é do Diplomata Issa Amil Kassissieh, Embaixador do Estado da Palestina junto à Santa Sé.

A intenção da Santa Sé foi confirmada ao embaixador pelo Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, durante encontro realizado na segunda-feira, no Vaticano.

“Os frades franciscanos da Custódia da Terra Santa – refere o Embaixador palestino – anunciaram que divulgarão em breve a entidade responsável e o mecanismo em como ocorrerá a doação. Desde então, em nome do Presidente do Estado da Palestina, Mahmoud Abbas e do povo palestino, agradeci a Santa Sé pelo empenho em favor da justiça e da paz na Terra Santa, e nos lugares onde nasceu e onde foi crucificado Nosso Senhor Jesus Cristo”.

A restauração da Basílica da Natividade, em Belém, teve início em 2013, e testemunhou a colaboração entre as três comunidades religiosas (Greco-ortodoxos, Armênios e Franciscanos da Custódia) que tem específicos direitos e propriedade sobre as igrejas, regulamentados por um status quo.

Já os trabalhos na Edícula do Santo Sepulcro iniciaram em 8 de maio de 2016. Também no Santo Sepulcro, o projeto de requalificação, a um custo de 3,3 milhões de dólares, foi apoiado pela Igreja Católica, pela Igreja Greco-ortodoxa e pela Igreja Armênia Apostólica.

Em abril de 2016, o Rei da Jordânia Abdullah II, já havia doado, a título de “beneficência real” (Makruma), um consistente valor em favor do projeto.

Em outubro passado, também o Presidente palestino havia oferecido, a título de “contribuição pessoal”, uma doação para apoiar os trabalhos de restauração da Edícula do Santo Sepulcro.

Por Rádio Vaticano

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