características - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png características - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Qual é a principal característica dos 5 anos de pontificado de Francisco? https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/qual-e-a-principal-caracteristica-dos-5-anos-de-pontificado-de-francisco/ Wed, 14 Mar 2018 08:57:32 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51263 O Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado do Vaticano, destacou a alegria como a principal característica dos cinco anos de pontificado do Papa Francisco.

O Purpurado, que destacou a rapidez com a quem se passou estes cinco anos, disse em uma entrevista a Vatican News: “O que mais me impressiona é que todos os documentos de Francisco, ou os mais importantes, como Evangelii Gaudium, Amoris Laetitia e Laudato Sì, evocam sempre a alegria”.

Portanto, “eu diria que a característica fundamental deste Pontificado é justamente a alegria que nasce do fato de saber-se amado pelo Senhor”.

“Assim surge outra diretriz do Pontificado de Francisco: a misericórdia; o amor pessoal e total que Deus tem por cada uma de suas criaturas e, por outro lado, a alegria de comunicar aos outros a Boa Nova do Evangelho”.

Assinalou que a alegria de anunciar o Evangelho “é uma alegria compartilhada” entre quem o anuncia e quem o recebe: “O fato de anunciar e levar aos outros o anúncio da salvação de Jesus se torna fonte de alegria para quem o recebe, mas também para quem a anuncia”.

Finalmente, “a terceira linha” do pontificado de Francisco “é a evangelização de uma Igreja em saída que deve levar o Evangelho a todas as criaturas”.

As críticas ao Pontificado

Na entrevista, o Secretário de Estado da Santa Sé também se referiu às críticas ao Pontificado. “Certamente, uma das características do Pontificado do Papa Francisco é essa dimensão de uma Igreja em saída, uma Igreja em movimento, como o convite urgente que o Papa fez desde o começo a não ficar parados, a não permanecer no princípio do ‘sempre foi feito assim’ para não dar nenhum passo à frente”.

“Possivelmente esse impulso, este dinamismo que o Papa imprimiu e quer imprimir na Igreja que desperta juízos diferentes, contrastantes e, por vezes, opostos. Em certo sentido, todos os Pontificados foram alvo de críticas”.

Em relação às críticas, o Cardeal as distinguiu entre as destrutivas e as construtivas. “Eu distinguiria entre aquelas que são críticas destrutivas, agressivas e realmente maldosas e aquelas que, pelo contrário, são críticas construtivas. Provavelmente existem modos diferentes de responder a esses dois tipos de críticas”.

Sobre as críticas agressivas e destrutivas, “devem ser aceitas ‘com a cruz’ e consideradas como parte da coroa de espinhos que todos devemos carregar, principalmente aqueles que têm responsabilidades na Igreja e, portanto, um papel público”.

Por outro lado, acredito que as críticas construtivas “devem ser levadas em conta porque podem ajudar, conduzir a um aperfeiçoamento do serviço. Acredito que as criticas construtivas nascem de uma atitude de amor e visam a construção da comunhão na Igreja”.

Por ACI Digital

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Papa: um padre deve ter paixão, discernimento e denúncia https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-um-padre-deve-ter-paixao-discernimento-e-denuncia/ Thu, 22 Jun 2017 13:07:28 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-um-padre-deve-ter-paixao-discernimento-e-denuncia.html Um pastor deve ser apaixonado, deve saber discernir e deve saber também denunciar o mal. Foi o que disse o Papa Francisco na missa celebrada na manhã de quinta-feira (22/06) na Casa Santa Marta.

Em sua homilia, o Pontífice se inspirou na Primeira Leitura, extraída da Carta de São Paulo aos Coríntios, para falar de três características de um pastor.

A primeira qualidade, indicou ele, é ser um pastor “apaixonado”, a ponto de dizer à sua gente, ao seu povo: ‘Sinto por vós um amor ciumento semelhante ao amor divino”. É “divinamente ciumento”, comentou o Papa.

Uma paixão, portanto, que se torna quase “loucura”, “insensatez” pelo seu povo. “E isso – acrescentou – é aquela característica que nós chamamos de zelo apostólico: não se pode ser um verdadeiro pastor sem este fogo por dentro”. Já a segunda característica do sacerdote é “um homem que sabe discernir”:

“Sabe que na vida tem a sedução. O pai da mentira é um sedutor. O pastor, não. O pastor ama. Ama. Ao invés, a serpente, o pai da mentira, é um sedutor. É um sedutor que tenta afastar da fidelidade, porque aquele ciúme divino de Paulo era para levar o povo a um único esposo, para manter o povo na fidelidade ao seu esposo. Na história da salvação, nas Escrituras muitas vezes encontramos o afastamento de Deus, as infidelidades ao Senhor, a idolatria, como se fossem uma infidelidade matrimonial”.

A segunda característica, portanto, é que saiba discernir: “discernir onde existem perigos, onde estão as graças… onde está a verdadeira estrada”. Isso “significa que o pastor sempre acompanha as ovelhas: momentos belos e também nos momentos difíceis, inclusive nos momentos da sedução, com a paciência os leva ao redil”. Já a terceira característica é a “capacidade de denunciar”:

“Um apóstolo não pode ser um ingênuo: ‘Ah, está tudo bem, vamos para frente, ok?, está tudo bem … Façamos uma festa, todos … tudo se pode …’. Porque há a fidelidade ao único esposo, a Jesus Cristo, a defender. E ele sabe condenar: aquela concretude, dizer ‘isso não’, como os pais dizem ao filho quando começa a engatinhar e vai na tomada para colocar o dedo: ‘Não, isso não! É perigoso!’. Mas me veem à mente tantas vezes aquele ‘tuca nen’ (não toque em nada) que os meus pais e avós me diziam naqueles momentos em que havia um perigo”.

O Bom Pastor – disse ainda o Papa – sabe denunciar, “com nome e sobrenome”, como fazia São Paulo. Francisco então recordou sua recente visita às cidades italianas de Bozzolo e Barbiana, aos túmulos dos sacerdotes Pe. Milani e Pe. Mazzolari. De modo especial, recordou o que dizia Pe. Milani quando ensinava os jovens:

“I care. Mas o que significa? Explicaram-me que, com isso, ele queria dizer ‘eu me importo’. [Pe. Milani] ensina que as coisas deveriam ser levadas a sério, contra o slogan daquele tempo que [era] ‘eu não me importo’, mas disse em outra linguagem, que eu não ouso dizer aqui. E assim ensinava os jovens a irem avante. Cuide: cuide de sua vida e ‘isso não’!’”

Portanto, saber denunciar “o que vai contra a sua vida”. E muitas vezes, disse, “perdemos esta capacidade de condenar e queremos levar avante as ovelhas um pouco com aquela ‘bondade’ que não é ingênua”, mas faz mal. Aquela “bondade” para atrair a admiração ou o amor dos fiéis “deixando que façam”.

Resumindo: “O zelo apostólico de Paulo, apaixonado, zeloso, é a primeira característica. O homem que sabe discernir porque conhece a sedução e sabe que o diabo seduz é a segunda característica. E um homem com capacidade de condenar as coisas que fazem mal às suas ovelhas é a terceira caraterística”. O Papa então concluiu com uma oração “por todos os pastores da Igreja, para que São Paulo interceda diante do Senhor, para que todos nós pastores possamos ter essas três característica para servir o Senhor”.

Por Rádio Vaticano

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Síndrome de Down: data remete à luta pela inclusão social https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/sindrome-de-down-data-remete-a-luta-pela-inclusao-social/ Tue, 21 Mar 2017 13:19:26 +0000 http://teste.toqueto.com/sindrome-de-down-data-remete-a-luta-pela-inclusao-social.html Nesta terça-feira, 21, é celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down, data que remete à luta para a inclusão social das pessoas que apresentam essa condição especial.

O trabalho pela inclusão das pessoas com a síndrome é pesado, mas válido, afirma o Assessor ao Mercado de Trabalho da Fundação Síndrome de Down, Eduardo Tedeschi. Ele explica que a luta tem dado passos favoráveis para que essas pessoas consigam ter uma vida plena.

“Sempre olhamos a possibilidade que essa pessoa tem de viver bem, onde ela possa trabalhar, ter um relacionamento e muitas vezes uma vida social com amigos e outras pessoas”, diz.

O representante afirma que, apesar da evolução, ainda existem diversas barreiras impostas pela sociedade como, por exemplo, o preconceito e até mesmo o medo de entrar em contato com a deficiência.

“A maior barreira é o despreparo das pessoas em compreender que eles pensam diferente. Temos barreiras que a sociedade constrói e dificulta o trabalho daqueles que querem ajudar. Não só a sociedade, mas dependendo do caso, as barreiras partem de empresas e até mesmo da própria família” acrescenta.

As principais características físicas de quem tem Síndrome de Down são olhos oblíquos e amendoados, rosto redondo, dedos das mãos mais curtos, baixa estatura e pequenas orelhas. Apesar de ser considerada uma deficiência, a pessoa com Síndrome tem capacidade de desenvolver atividades como qualquer outra pessoa. De acordo com o geneticista Cássio Serao, se as capacidades psíquicas e motoras da pessoa forem bem estimuladas, elas são capazes de vencer os desafios cotidianos.

“O mais importante é dar oportunidades para eles conseguirem vencer os obstáculos que aparecem, e se a gente os priva dessas oportunidades, isso pode causar maior dificuldade de desenvoltura”, diz.

Diferenças

O especialista explica que assim como não existe ninguém igual, pessoas com essas condições especiais também são distintas, e por esse motivo, existem aquelas que conseguem desenvolver com mais facilidade determinada atividade, ao passo que outras possuem mais dificuldades.

“Esta síndrome não possui diversos graus, ou você a tem, ou você não a tem. Existem características individuais, assim como existem pessoas diferentes, as pessoas com a síndrome também são diferentes entre si. Têm aquelas que favorecem alguma aptidão maior e outras menores”, acrescenta.

Como a Síndrome de Down é adquirida?

A Síndrome Down é adquirida logo no início da formação do embrião, onde é aplicado um material genético extra, por isso é considerada uma anomalia genética, que não tem cura. Para explicar melhor, o especialista cita como exemplo a receita de um bolo. “É como se fosse um livro de receita onde você coloca uma quantidade a mais de ingredientes”.

Dona Ivete Castro convive com a realidade da Síndrome de Down há 22 anos, pois sua filha, Bruna Otacílio Castro, possui esta condição especial, mas isso nunca a privou de ter uma vida normal.

“A Bruna trabalha há 4 anos em uma empresa, nas quintas-feiras tem aulas de teatro e aos sábados, no período da tarde, faz atividade física com a associação Down Entre Amigos. Além disso, há três anos namora com o José Junior, que também possui esta síndrome”, relata.

A rotina de Bruna é normal, mas existem alguns cuidados especiais que ela precisou ter durante o seu desenvolvimento. Dona Ivete conta que por 15 anos sua filha teve o acompanhamento de uma equipe que envolvia fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas e psicopedagogos. “Foi preciso para que hoje ela tivesse uma vida normal, feliz e de bem com a vida”.

Todo esse auxílio colaborou para que Bruna tivesse uma boa qualidade de vida, ainda que ela enfrente algumas dificuldades. “Já existiu muito preconceito, atualmente não, mas teve casos no passado que sim. Hoje ela só tem um pouco de dificuldade na comunicação, na escrita e na leitura”, conta dona Ivete.

Linguagem entre pessoas com Síndrome de Down

A dificuldade de linguagem é comum entre as pessoas com a Síndrome de Down. O geneticista explica que por vivermos em um mundo onde a comunicação é primordial, existe a necessidade de facilitar o acesso a linguagens para que pessoas com tais condições possam ter um futuro cada vez melhor.

“Quanto antes eles tiverem treinos e estímulos, vão ter uma oportunidade muito maior e claro que hoje em dia temos empresas que contratam as pessoas com a síndrome, mas é preciso que haja treinamentos profissionalizantes e mais possibilidade de integrar essas pessoas em colégios. Isso ajuda a criar uma rede social bem significativa. As pessoas com a Síndrome de Down têm como lutar e correr atrás, mas as oportunidades precisam surgir”, conclui.

Assista aqui a um especial sobre a síndrome de Down.

Por Canção Nova

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