brasileiros - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:04:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png brasileiros - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Jovens brasileiros na reunião preparatória para o Sínodo dos Bispos 2018 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/jovens-brasileiros-na-reuniao-preparatoria-para-o-sinodo-dos-bispos-2018/ Mon, 12 Mar 2018 11:49:36 +0000 http://teste.toqueto.com/jovens-brasileiros-na-reuniao-preparatoria-para-o-sinodo-dos-bispos-2018.html O papa Francisco quer saber o que os jovens pensam da Igreja e da sociedade e colher sugestões para que as reflexões da próxima assembleia do Sínodo dos Bispos, marcada para outubro, sejam realizadas a partir da escuta dos jovens. É com essa motivação que acontecerá a reunião pré-sinodal, de 19 a 24 de março, em Roma, com participação de 315 jovens de todo o mundo, sendo cinco do Brasil.

Entre os representantes brasileiros, há três indicados pela Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e outros dois convocados por meio de outras entidades eclesiais.

A escolha no âmbito da Comissão para a Juventude aconteceu por meio das coordenações das diversas expressões juvenis e da equipe de comunicação ligadas à Pastoral Juvenil. Foram escolhidos Juliene Barros, participante do movimento Milícia da Imaculada e membro da Equipe Nacional de Comunicação da Pastoral Juvenil – Jovens Conectados; Davi Rodrigues, secretário nacional da Pastoral da Juventude (PJ) e representante das Pastorais da Juventude na Coordenação da Pastoral Juvenil Nacional; e Ariany Leite, da Juventude Missionária Redentorista e representante das congregações religiosas na Coordenação da Pastoral Juvenil Nacional.

Além dos indicados pela CNBB, também foram convocados Lucas Galhardo, que representará o Movimento Apostólico de Schoenstatt Internacional, e Leon Souza, assessor nacional da Cáritas Brasileira para a área de atuação de infância, adolescência e juventudes e membro do Fórum de Jovens da Cáritas Internationalis.

“O processo que se estabelece para realizar um sínodo envolve muita gente e principalmente aqueles cujo o tema atinge mais de perto, ou seja, são destinatários primeiros”, comenta o assessor da Comissão para a Juventude da CNBB, padre Antônio Ramos do Prado.

A designer Juliene Barros, que coordena a equipe dos Jovens Conectados, é de São Bernardo do Campo (SP) e participa da Milícia da Imaculada. Para ela, será “uma alegria e uma grande responsabilidade” representar a juventude do Brasil na reunião pré-sinodal, “pois a nossa juventude é muito diversa, e ao mesmo tempo, sofre com as diversas problemáticas sociais e familiares”.

Juliene destaca o trabalho desenvolvido nos Jovens Conectados, a equipe de comunicação da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB: “O nosso trabalho é ser um caminho de comunicação e de evangelização para as diversas expressões juvenis do Brasil, muitos jovens já se motivaram e compreenderam a sua vocação através dos testemunhos e conteúdos que publicamos”.

O Sínodo de 2018, que é a XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, terá como tema “Os jovens, a fé, e o discernimento vocacional”. Este encontro com jovens de todo o mundo é organizado pela Secretaria Geral do Sínodo em colaboração com o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida. Ele contará com a presença de jovens de outras religiões e também ateus.

Toda a mobilização tem a intenção de saber o que pensam de si mesmos e dos adultos; como vivem a fé e que dificuldades encontram sendo cristãos, como programam suas vidas e que problemas encontram no discernimento de sua vocação, como veem a Igreja hoje e como gostariam que fosse, de acordo com entrevista do cardeal Lorenzo Baldisseri, responsável pela Secretaria do Sínodo.

“Durante a reunião pré-sinodal, iremos trabalhar com cerca de 300 jovens de todo o mundo, partilhar as nossas expectativas em relação ao olhar da Igreja sobre a juventude, além de compartilhar a nossa realidade. Assim, será a nossa maneira de sermos protagonistas durante esse sínodo, pois todo material colhido desses dias da reunião pré-sinodal, será transformado no Instrumentum laboris, o “Documento de Trabalho” para os padres sinodais utilizarem no Sínodo de outubro”, explica Juliene.

Participação

Será possível aos jovens do mundo inteiro participarem das discussões da reunião pré-sinodal através das redes sociais. Estarão dispostos em Roma voluntários para receber contribuições a partir de grupos linguísticos (português, inglês, espanhol, francês, italiano e alemão) em grupos do Facebook. Este é o link do grupo em Português e as orientações para a participação.

“Nós estamos aqui para escutar. Eles devem nos fazer sugestões, dizer o que pensam, o que querem, de maneira que os padres sinodais, em outubro, tenham uma base sobre a qual refletir e fazer um trabalho pastoral a se apresentar a todo o mundo, sobretudo com respeito por aqueles que não estão na Igreja, mas fora dela, para o bem da sociedade e da humanidade”, afirmou o cardeal Baldisseri.

Mais informações sobre o Sínodo: http://www.synod2018.va

Por CNBB

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A um ano da JMJ 2019, brasileiros se organizam para viagem ao Panamá https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/a-um-ano-da-jmj-2019-brasileiros-se-organizam-para-viagem-ao-panama/ Mon, 22 Jan 2018 15:36:36 +0000 http://teste.toqueto.com/a-um-ano-da-jmj-2019-brasileiros-se-organizam-para-viagem-ao-panama.html A exatamente 365 dias da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2019, que acontecerá de 22 a 27 de janeiro , no Panamá, o Comitê Organizador do evento inicia nesta segunda-feira, 22, a etapa de execução dos planos de ação, logística e captação de recursos. No Brasil, grupos de jovens das arquidioceses, como a de São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Rio de Janeiro, se organizam para participar do evento.

Apoiado por aproximadamente 300 voluntários – entre eles seis jovens brasileiros da Comunidade Shalom –, o Comitê Organizador da JMJ 2019 declarou entusiasmo com a preparação dos jovens do continente americano para alcançar a meta de viajar para o Panamá. “Eles nunca imaginariam poder participar de uma Jornada devido aos grandes valores, aqui este valor é consideravelmente reduzido”, afirmou o Diretor de Comunicações da JMJ, Eduardo Soto.

Na expectativa de somarem 260 jovens no grupo oficial da arquidiocese do Rio de Janeiro, que participará da JMJ 2019, o sacerdote e um dos organizadores do grupo, padre Ramon Nascimento, comentou sobre a importância dos jovens se fazerem presentes neste que é considerado o maior encontro da juventude da Igreja Católica. A edição de 2019 terá como tema “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1, 38)”. 

“É um momento de crescimento, é um momento em que se vive essa experiência da catolicidade. Jovens das mais diversas culturas, dos mais diversos países que se reúnem ali em torno do Santo Padre para rezar, para se animar para a missão”, comentou padre Ramon. Segundo o sacerdote, a Jornada Mundial da Juventude de 2013, que aconteceu no Rio de Janeiro, fez com que os jovens brasileiros conhecessem mais sobre o evento, e manifestassem vontade de participar. 

A presença dos brasileiros no Panamá será importante, de acordo com o padre, para o conhecimento de outras realidades, e para a percepção da riqueza e da variedade da Igreja,  de maneira especial na América Latina. A troca de experiências entre os jovens foi apontada pelo sacerdote como outro grande ponto positivo da JMJ, uma resposta, de acordo com ele, para os que buscam “ânimo” na fé.

 “A participação em eventos como a JMJ é, antes de tudo, um testemunho para o mundo, da juventude. Na mesma medida em que os jovens falam ao mundo eles falam a si mesmos e escutam as palavras do Santo Padre”, comentou padre Ramon. Esta experiência proporcionada pela jornada é sublinhada pelo sacerdote como uma resposta ao mundo e às desqualificações à Igreja. “A jornada é, antes de tudo, um chamado e um testemunho para um mundo que nos cerca, é um testemunho de fé, de fraternidade, de que podemos construir a paz”, concluiu.

O grupo oficial da Arquidiocese do Rio de Janeiro está em processo de preparação para a Jornada. Segundo padre Ramon, uma agência e uma operadora tem auxiliado no processo estrutural, enquanto sacerdotes e religiosos auxiliam na preparação pastoral. “A gente se reúne, a gente reza, temos algumas atividades, ou seja, sempre se faz atividades que possam enriquecer a preparação para que os jovens cheguem lá motivados, dentro do espírito da jornada, e com a disposição da missão”, contou.

O sacerdote declarou estar ansioso para o evento e afirmou que suas expectativas são as melhores possíveis.“Minha expectativa é fazer com que os jovens se sintam motivados a serem promotores da paz, da unidade, e que assim como Maria, possam dar seu sim, e dizer ‘Eis aqui o servo do Senhor, para fazer a vontade do Senhor’ e cumprir aquilo que Deus o chamou a fazer. É exatamente isso minha expectativa, que os jovens possam ir, fazer uma experiência de fé, e voltar para conquistar outros para a causa do reino, para a boa nova da salvação”, finalizou padre Ramon.

O que já foi feito e o que está por vir

Desde janeiro de 2017 o Comitê Organizador da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Panamá vem se preparando para o ano de 2019. No ano passado, um encontro com representantes da arquidiocese do Panamá iniciou a logística para a acolhida dos milhares de peregrinos que participarão do evento, a logo da jornada foi criada e lançada, a cruz – símbolo da JMJ – foi entregue aos jovens do Panamá, o site e o hino oficial da JMJ de 2019 foram apresentados, e a Cinta Costera foi escolhida como o local onde acontecerão os Atos Centrais da Jornada.

A partir de hoje até o próximo dia 31 de janeiro, o Comitê Organizador receberá no Panamá autoridades do Departamento de Leigos, Família e Vida do Vaticano, que supervisionará tudo que foi feito, até o momento, para a sistematização do evento. Nestes dias, também será anunciada a data em que o Papa Francisco fará sua inscrição na JMJ 2019. O Santo Padre é tradicionalmente o primeiro peregrino a se inscrever nas Jornadas, ato que marca o início das inscrições internacionais.

A novidade para a próxima segunda-feira, 29 de janeiro, é o anúncio dos pacotes e modalidades de inscrição para a Jornada, assim como os manuais para a obtenção de visto (se necessário) para chegar ao Panamá. De acordo com Soto, os esforços do Comitê têm se concentrado na busca de voluntários e hospedagem, e na definição junto com o estado nas áreas de transporte, hidratação e alimentação.

Por Canção Nova

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Pesquisa revela que corrupção impede desenvolvimento do país https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pesquisa-revela-que-corrupcao-impede-desenvolvimento-do-pais/ Fri, 03 Nov 2017 15:25:38 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49358 Uma pesquisa revelou que os brasileiros consideram a corrupção, a pobreza e a violência os aspectos mais negativos da sociedade. Já como positivos, foram citados os valores da amizade, alegria e honestidade.

Assista à matéria completa aqui.

Por Canção Nova

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Papa Francisco supera marca de 5 milhões de seguidores no Instagram https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-supera-marca-de-5-milhoes-de-seguidores-no-instagram/ Fri, 27 Oct 2017 16:07:34 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-francisco-supera-marca-de-5-milhoes-de-seguidores-no-instagram.html A conta do Papa Francisco no Instagram (@Franciscus) superou a marca de 5 milhões de seguidores. O perfil foi inaugurado em março de 2016, no contexto do Jubileu da Misericórdia.

“Inicio um novo caminho para percorrer com vocês a via da misericórdia e da ternura de Deus”, foi a primeira postagem de Francisco no dia 19 de marco de 2016. Foram publicados 468 posts com fotos e vídeos do Papa e um texto que acompanhava em várias línguas.

Segundo a Secretaria para Comunicação da Santa Sé, 65% dos seguidores são mulheres, e 35% homens. A faixa etária da maioria dos seguidores no Social Media de imagens é de 18-24 anos e 25-34 anos. Os países com o maior número de seguidores são: Brasil, Estados Unidos, Colômbia, Itália e México.

Na ocasião da abertura da conta, o Prefeito da Secretaria para a Comunicação, Monsenhor Dario Edoardo Viganò, sublinhou que a iniciativa é voltar a “contar um pontificado através de imagens, para entrar nos gestos da ternura e da misericórdia todas as pessoas que desejam acompanhar ou que são desejosas de conhecer o Pontificado do Papa Francisco”.

A Secretaria informou ainda que, por desejo do Pontífice, a coordenação das contas papais no Twitter, @Pontifex, e no Instagram, @Franciscus, foi confiada à Secretaria para a Comunicação da Santa Sé, em colaboração com a Secretaria de Estado.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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“Maioria dos brasileiros pertence a alguma confissão religiosa”, defende CNBB https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/maioria-dos-brasileiros-pertence-a-alguma-confissao-religiosa-defende-cnbb/ Mon, 25 Sep 2017 08:26:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48654 Uma ação protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Procuradoria-Geral da República (PGR) reacendeu o debate sobre a obrigatoriedade do ensino religioso nas escolas públicas do país. Hoje, e como de acordo expressa a Constituição Federal do Brasil, o ensino religioso, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. O fato é que a PGR questiona a manutenção da disciplina de modo facultativo, mas que seja de natureza não confessional, ou seja sem vinculação com religião alguma.

O texto começou a ser julgado pela corte no dia 31 de agosto, a última votação apontou o resultado de 3 votos a 2, a favor do reconhecimento do ensino religioso de forma não confessional em escolas públicas. A ação da PGR foi proposta em 2010 pela então vice-procuradora, Débora Duprat. No entendimento da promotoria o ensino só pode ser oferecido se o conteúdo programático da disciplina consistir na exposição “das doutrinas práticas, históricas e dimensão social das diferentes religiões”, sem que o professor privilegie nenhum credo.

Diante da temática, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tem se posicionado a favor do artigo 11 do Acordo entre o Brasil e a Santa Sé, no qual expressa o respeito à importância do ensino religioso confessional em vista da formação integral da pessoa. O artigo lembra que “o ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, em conformidade com a Constituição e as outras leis vigentes, sem qualquer forma de discriminação.”

Dom Leonardo, secretário-geral da Conferência, explica que o acordo significa não apontar privilégio para nenhuma das religiões e sim uma forma do Estado possibilitar a formação religiosa dos cidadãos. Para ele, a ideia de se ter o ensino confessional é uma oportunidade de determinados grupos aprofundar os aspectos da própria fé. O bispo acredita ainda que um ensino religioso bem pensado e proposto ajudaria muito no sentido de participação, sobretudo do católico, a ajudar os brasileiros a construir uma sociedade mais fraterna e justa, eliminando assim toda a questão do proselitismo nas aulas de religião.

Ainda de acordo com o secretário-geral é preciso que para isso haja organização, sobretudo na forma de dialogar com a direção da escola e com os próprios pais. “Nós temos hoje pessoas na família que se declaram sem religião, nós temos alunos que se declaram sem religião, eles poderiam por exemplo ter uma outra maneira de formação, uma espécie de história das religiões ou talvez uma formação do sentido da vida. Eles poderiam ter um outro tipo de formação que não estivesse diretamente ligado ao ensino religioso”, defende.

Dom Leonardo cita ainda o exemplo de outros países nos quais o Estado oferece esse tipo de possibilidade ao aluno. Para ele, isso ajudaria a despertar o brasileiro para “dimensões que estão além do elemento da cotidianidade”. “Eu creio que as religiões têm muito a oferecer ao cidadão”, finaliza.

Para dom João Justino de Medeiros, presidente da Comissão para a Cultura e a Educação da CNBB, há um equívoco no questionamento da PGR em exigir um esclarecimento sobre o ensino religioso não confessional nas escolas públicas a partir do momento que reduz o ensino religioso a uma abordagem genérica das tradições religiosas. Para ele esse fato desconsidera escolhas e pertenças dos alunos e suas famílias. “Entendemos que o ensino religioso responde a uma demanda do aluno que já fez uma opção de fé, por si mesmo ou por sua família, e que tem o direito de aprofundar os conceitos de sua tradição confessional também no âmbito escolar”, argumenta.

Questionado sobre se o ensino religioso confessional fere a laicidade do Estado, dom João Justino diz que o fato de o Estado ser laico não quer dizer que a nação seja ateia: “Ora, a maioria dos alunos, como brasileiros, pertence a alguma confissão religiosa. Tratá-los indistintamente em relação ao ensino religioso seria desconsiderar a liberdade religiosa e igualar a todos, quando na verdade a diferença de pertença confessional é um direito e um fato que a escola não pode negar”.

Para dom Leonardo, a Igreja Católica ganhou muito quando se declarou o Estado laico. “A laicidade do Estado é muito importante e nós como CNBB, como Igreja Católica, defendemos a laicidade do estado e isso quer dizer que nenhuma religião pode se impor ao povo brasileiro, o Estado não se rege por uma religião, então isso precisa ser preservado e as religiões só ganham com isso”, conclui.

A sessão que voltará a discutir o texto foi suspensa e pretende ser retomada na próxima quarta-feira, 27 de setembro, no Plenário do STF. Até agora, o STF registrou uma virada no placar, com cinco votos a favor da possibilidade dos professores promoverem suas crenças em sala de aula. Três votos são contrários.

Por CNBB

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