bons exemplos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png bons exemplos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Modismos e imitações https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/modismos-e-imitacoes/ Wed, 28 Jun 2017 08:03:16 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47013 O descompasso ético-moral que afeta fortemente a sociedade contemporânea explica também o fenômeno instigante da adoção fácil de modismos de todo tipo. Já as atitudes que merecem servir de modelo encontram resistências. Busca-se, a qualquer preço, conquistar certa “originalidade”, aceitando, sem critérios, aquilo que é exótico. Assim, as pessoas copiam gestos, atitudes e adotam traços de tribos urbanas para serem aceitas em determinados grupos. E tudo o que aparenta ser “certinho demais” é rechaçado. A simetria e o perfeccionismo são considerados obsoletos e fora de propósito. Cada vez mais, o que vale é fugir de padrões. Algo que se faz, paradoxalmente, adotando modismos.

A imitação, considerada “careta” e fora de propósito, consolida-se, de modo contraditório, em atitudes e no uso de objetos, roupas e gírias que têm força para promover a identificação com grupos que estariam fora dos considerados “padrões convencionais”. Os modismos contribuem muito para a formatação de identidades. Mais até do que princípios éticos e morais, necessários para promover desenvolvimento qualificado da cidadania. Isso, certamente, é também uma explicação para os procedimentos e posturas condenáveis que têm minado os funcionamentos de muitos setores da sociedade.

Esse fenômeno dos modismos tem, incontestavelmente, relação com a emergência hegemônica da subjetividade. Cada vez mais, os entendimentos, desejos e escolhas são definidos para atender parâmetros e expectativas individuais, mesmo quando isso possa significar prejuízo para os outros. O sentido social que faz o sujeito corrigir-se e balizar suas posturas de modo a não ameaçar o bem comum, não ferir a dignidade de outras pessoas, é gradativamente relativizado.

Assim proliferam comportamentos que alimentam o desarvorado desejo de fazer valer a própria subjetividade, mesmo que isso signifique gerar prejuízos para a coletividade. Vale tudo para conquistar a própria satisfação: princípios inegociáveis deixam de ser o ponto de partida para se alcançar metas. Fundamentos éticos e morais, quando percebidos como obstáculos na busca da satisfação pessoal, são facilmente relativizados. Desse modo, os sujeitos pautam suas escolhas e justificam atitudes alegando que têm o direito de fazer o que lhes convêm e lhes é mais prazeroso. Essa postura egoísta é camuflada em diferentes modismos, que ganham espaço facilmente talvez por sua pretensa característica de protesto, além da capacidade para alimentar o gosto pelo que desperta curiosidade, por ser inusitado.

Esse fenômeno torna-se grave quando se considera algumas de suas consequências: o quase não percebido processo de despersonalização, a séria supervalorização de indivíduos em relação ao coletivo e a adoção inadequada de práticas que tomam lugar de valores culturais importantes para os funcionamentos da sociedade. Obviamente, modismos não são avanços nas indispensáveis atualizações exigidas pelo mundo contemporâneo.

Mais importante do que a simples assimilação de certos padrões nos modos de ser e de agir, a partir de exacerbações da subjetividade, está a necessidade de superar preconceitos e adotar práticas alicerçadas em valores inegociáveis. Pensa-se muitas vezes que imitar algo, mesmo que seja bom, possa representar falta de originalidade. A subjetividade humana contemporânea se seduz muito facilmente pela presunção de ser referência única e inigualável. Por isso, muitos ridicularizam o uso de gestos e práticas, simples ou mais significativos, já vividos por outros. Classificam essa postura como “pobreza na criatividade”. Essas pessoas, normalmente, se enxergam como o ponto de referência no contexto social. Por isso, cometem um equívoco, pois imitar quem se dedica à bondade e espelhar-se nas pessoas que são referência no que fazem de importante para o desenvolvimento social são atitudes que fortalecem a cultura do bem.

Os modismos são fugazes. Mas imitar quem se dedica às boas ações e aos valores inegociáveis é contribuir para que toda a sociedade supere situações críticas, provocadas justamente pela falta de condutas éticas. A coragem de inspirar-se em quem promove o bem pode fazer crescer o apreço por imitações que farão muitos, idealmente todos, a repetir, despretensiosamente, gestos, ações e posturas orientadas pela bondade, o que garante o crescimento humano nos trilhos da verdade e da justiça.

Paulo apóstolo, consciente de sua tarefa e à luz da sua responsabilidade missionária, não deixou de convidar seus interlocutores a serem seus imitadores. Imitar quem faz o bem é um investimento que garantirá ao conjunto da sociedade a confecção de um novo e consistente tecido cultural, ancorado na bondade e na verdade que sustentam a justiça. Menos modismos, mais imitações de quem faz bem o bem.

Por Dom Walmor Oliveira de Azevedo – Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte

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Dia Internacional das Famílias, educação e bem-estar https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dia-internacional-das-familias-educacao-e-bem-estar/ Mon, 15 May 2017 14:53:20 +0000 http://teste.toqueto.com/dia-internacional-das-familias-educacao-e-bem-estar.html A ONU celebra, nesta segunda-feira (15/05), o 23º Dia Internacional das Famílias. Este ano, a celebração se concentra no papel das famílias na educação e bem-estar de seus membros.

A data busca especialmente chamar a atenção para a função das famílias na promoção da educação durante a chamada primeira infância e em oportunidades de aprendizado para crianças e jovens.

Bons exemplos

Entre outros tópicos, o dia internacional destaca a importância de todos os cuidadores, sejam eles pais, avós ou irmãos.

A data vai se concentrar em bons exemplos de equilíbrio entre trabalho e vida familiar para ajudar os pais em suas funções como educadores e cuidadores.
Também serão ressaltados exemplos do setor privado no apoio a pais que trabalham assim como a jovens e idosos no local de trabalho.

Desenvolvimento Sustentável

O Dia Internacional das Famílias também busca discutir a importância de “conhecimentos e habilidades necessárias para promover o desenvolvimento sustentável, inclusive, entre outros, por meio da educação para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida sustentáveis, direitos humanos, igualdade de gênero, promoção de uma cultura de paz e não violência, cidadania global e valorização da diversidade cultural e da contribuição da cultura para o desenvolvimento sustentável, como afirma a meta 7 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 4.

Na quinta-feira (18/05), será realizado em evento na sede da ONU, em Nova Iorque, para celebrar a data com o tema “famílias, educação e bem-estar”.

Por Rádio Vaticano

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