bondade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png bondade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Os 12 frutos do Espírito Santo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/os-12-frutos-do-espirito-santo/ Mon, 12 Jun 2017 11:16:55 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46746 O Espírito Santo vem às nossas almas no dia do nosso Batismo derramando sobre nós as três virtudes teologais: a Fé, a Esperança e a Caridade. E vem de um modo mais solene no dia em que recebemos o Sacramento do Crisma (ou Confirmação), quando recebemos a efusão do Espírito que derrama sobre nós os Seus 7 dons: Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor de Deus.

Para entender melhor os 7 dons numa explicação fácil e com exemplos, clique aqui.

Mas, além de derramar os 7 dons, o Espírito Santo também concede ao cristão 12 frutos, que são a Caridade, a Alegria, a Paz, a Paciência, a Benignidade, a Bondade, a Longanimidade, a Mansidão, a Fé, a Modéstia, a Continência e a Castidade.

Definimos a seguir, em poucas palavras, cada um dos 12 frutos do Espírito Santo:

1 – A Caridade

É o amor a Deus acima de todas as coisas e aos outros por causa de Deus. E é o maior dos dons porque não desaparece: existe para além da morte. O Céu, afinal, vive no amor: “A fé e a esperança desaparecerão, mas o amor jamais desaparecerá” (1 Cor 13,8).

2 – A Alegria

É caracterizada pelas emoções interiores de profunda satisfação espiritual que o Espírito Santo derrama no coração e na alma. Não há palavras que possam descrever a alegria que provém do Espírito Santo.

3 – A Paz

Não se trata de mera sensação externa, mas da suavidade interior que Jesus mencionou aos Seus apóstolos: “Deixo-vos a paz, dou-vos a Minha paz; não como o mundo a dá, mas como Eu a dou” (Jo 14, 27). Jesus é a própria paz e suavidade da alma.

4 – A Paciência

A paciência é o fruto essencial para que o cristão persevere na fé e suporte as adversidades, as doenças, as contrariedades e as perseguições. O cristão paciente dificilmente é demovido. A alma paciente é mansa e humilde, não se revolta contra Deus, aceita os desafios sem se turbar porque sabe que até do mal pode vir o bem.

5 – A Bondade

É querer e fazer o bem às pessoas de modo gratuito e sincero, sem segundas intenções, sem interesses, sem esperar nada em troca. A pessoa que ama verdadeiramente faz o bem, pois o amor se derrama em atos de bondade.

6 – A Benignidade

Parte da bondade, mas a concretiza no fazer generoso. A benignidade vai além da obrigação, da simples justiça: é fazer ainda mais bem do que o meramente necessário.

7 – A Longanimidade

Relaciona-se com magnanimidade, com a grandeza de espírito. É um fruto sobrenatural que dispõe a alma a esperar sem se amargurar, mesmo nos momentos mais difíceis. É o perseverar nos caminhos de Deus apesar de quaisquer adversidades e dificuldades.

8 – A Mansidão

É associada à humildade e à paciência. Jesus disse: “Vinde a Mim, que Sou manso e humilde de coração, que Eu vos aliviarei. Vinde a Mim, que o meu jugo é suave e a minha carga é leve. Vinde a Mim todos vós que estais sobrecarregados porque Eu vos aliviarei” (Mt 11, 28-30). É um grande convite do Sagrado Coração de Jesus a imitá-lo! A mansidão vai contra a ira e contra o ódio.

9 – A Fé

Além de ser fruto do Espírito Santo, a fé é uma das virtudes teologais. É um dom fundamental: sem ela, nos desesperamos e desanimamos ao longo da jornada de altos e baixos por esta vida. Sem a fé, o cristão duvidaria, desistiria e deixaria de praticar o bem. A fé mantém o cristão firme no meio dos desafios. Ela própria, no entanto, precisa ser conservada e protegida. E é a oração, o contato com Deus, o que aumenta e protege a fé.

10 – A Modéstia

É o pudor que acompanha todo cristão consciente de que nele habita Deus. Consiste no respeita a nós mesmos como templos do Espírito Santo, o que inclui o respeito ao nosso próprio corpo e à sua discreta preservação de exibicionismos, vulgaridades e reducionismos a uma simples mercadoria consumível. Podemos, é claro, vestir-nos com elegância e cuidar bem da nossa aparência e forma física, mas por pudor e respeito próprio e não por futilidade e vã sensualidade.

11 – A Continência

Torna o ser humano equilibrado, controlando os apetites dos prazeres físicos. É saber dominar e ser senhor de si mesmo em relação aos instintos do corpo.

12 – A Castidade

É o fruto que leva o homem e a mulher a manterem a pureza do corpo e, consequentemente, da alma, praticando com alegria e plenitude o sexto e o nono Mandamentos: guardar castidade nas palavras e atos e também nos pensamentos e desejos. Não se trata apenas de abster-se, mas de elevar-se por sobre os instintos sexuais.

Por Senza Pagare/Aleteia Brasil

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Papa Francisco explica a chave para levar uma autêntica vida cristã https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-explica-a-chave-para-levar-uma-autentica-vida-crista/ Tue, 09 May 2017 14:03:26 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-francisco-explica-a-chave-para-levar-uma-autentica-vida-crista.html Na Missa que celebrou nesta manhã na Casa Santa Marta, no Vaticano, o Papa Francisco pediu aos presentes que recebam “com docilidade” o Espírito Santo, ao “não colocar resistência” para assim levar uma autêntica vida cristã.

Se nos últimos dias o Papa comentou as leituras que se referiam à resistência ao Espírito Santo, desta vez, falou sobre o contrário, da “docilidade ao Espírito Santo”. Francisco explicou que após a morte de Santo Estêvão ocorreu uma grande perseguição contra os cristãos em Jerusalém.

Então, os discípulos leigos se dispersaram por diferentes lugares e começaram a anunciar o Evangelho “aos pagãos”, deixando-se levar pelo que o Espírito lhes sugeria: “eram dóceis”, observou o Pontífice.

Citou também a Carta do Apóstolo Tiago para ressaltar como enfatizava a “acolher com docilidade a Palavra”. Para conseguir isso, “é preciso ser abertos e não ‘rígidos’” para “conhecer Jesus”.

Nesse sentido, incentivou a se familiarizar com o Evangelho: “Levar sempre conosco a Palavra; lê-la, abrir o coração à Palavra e ao Espírito, que è quem nos faz entender a Palavra”.

“E o fruto de receber a Palavra, de conhecê-la, de levá-la conosco, desta familiaridade com a Palavra, é grande… O comportamento de uma pessoa que age assim é de bondade, benevolência, alegria, paz, domínio de si, mansidão”.

Papa o Papa Francisco, nisso consiste a docilidade ao Espírito Santo. “Devo receber o Espírito que me traz a Palavra com docilidade, e essa docilidade, não resistir ao Espírito vai me levar a este modo de vida, a este modo de agir”.

“Receber com docilidade a Palavra, conhecer a Palavra e pedir ao Espírito Santo a graça de torná-la conhecida e, em seguida, dar espaço, para que esta semente germine e cresça nas atitudes de bondade, benignidade, benevolência, paz, caridade, domínio de si: tudo isso faz parte do estilo cristão”.

O Bispo de Roma finalizou a homilia insistindo na ideia de que é preciso se mostrar dóceis aos Espírito para que ela realmente possa agir nas almas dos homens: “Há o Espírito que nos guia para não cometermos erros, a aceitar com docilidade o Espírito, conhecer o Espírito na Palavra e viver segundo o Espírito”.

Essa atitude “é o oposto às resistências que Estêvão criticava aos líderes, aos doutores da Lei: ‘Vocês sempre resistiram ao Espírito Santo’. Resistimos ao Espírito, fazemos resistência a Ele? Ou o acolhemos? Com docilidade: essa é a palavra de Tiago. ‘Acolher com docilidade’. Resistência contra docilidade. Vamos pedir essa graça”, concluiu Francisco.

Por ACI Digital

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