Boa-nova - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Boa-nova - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 A fé em missão https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-fe-em-missao/ Fri, 20 Oct 2017 09:11:15 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49106 No próximo domingo, dia 22, a Igreja celebra o Dia Mundial das Missões. Em sua mensagem, com o tema “A missão no coração da fé cristã”, o Papa Francisco nos ensina que “o Dia Mundial das Missões concentra-nos, também este ano, na pessoa de Jesus, o primeiro e maior evangelizador, que incessantemente nos envia a anunciar o Evangelho do amor de Deus Pai, com a força do Espírito Santo. Este Dia convida-nos a refletir novamente sobre a missão no coração da fé cristã. De fato a Igreja é, por sua natureza, missionáriase assim não for, deixa de ser a Igreja de Cristo, não passando duma associação entre muitas outras, que rapidamente veria exaurir-se a sua finalidade e desapareceria. Por isso, somos convidados a interrogar-nos sobre algumas questões que tocam a própria identidade cristã e as nossas responsabilidades de crentes, num mundo baralhado com tantas quimeras, ferido por grandes frustrações e dilacerado por numerosas guerras fratricidas, que injustamente atingem, sobretudo, os inocentes”.

“A missão da Igreja, destinada a todos os homens de boa vontade, funda-se sobre o poder transformador do Evangelho… A missão da Igreja não é a propagação duma ideologia religiosa, nem mesmo a proposta duma ética sublime. No mundo, há muitos movimentos capazes de apresentar ideais elevados ou expressões éticas notáveis. Diversamente, através da missão da Igreja, é Jesus Cristo que continua a evangelizar e agir; e, por isso, aquela representa o kairós, o tempo propício da salvação na história. Por meio da proclamação do Evangelho, Jesus torna-Se sem cessar nosso contemporâneo, a fim de que a pessoa que O acolhe com fé e amor possa experimentar a força transformadora do seu Espírito de Ressuscitado que fecunda o ser humano e a criação, como faz a chuva com a terra”.

“Lembremo-nos sempre de que, “ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo” (Bento XVI, Carta. enc. Deus caritas est, 1). “O Evangelho é uma Pessoa, que continuamente Se oferece e, a quem A acolhe com fé humilde e operosa, continuamente convida a partilhar a sua vida através duma participação efetiva no seu mistério pascal de morte e ressurreição. Assim, por meio do Batismo, o Evangelho torna-se fonte de vida nova, liberta do domínio do pecado, iluminada e transformada pelo Espírito Santo; através da Confirmação, torna-se unção fortalecedora que, graças ao mesmo Espírito, indica caminhos e estratégias novas de testemunho e proximidade; e, mediante a Eucaristia, torna-se alimento do homem novo, ‘remédio de imortalidade’ (Inácio de Antioquia, Epistula ad Ephesios, 20, 2)”.

“Queridos irmãos e irmãs, façamos missão inspirando-nos em Maria, Mãe da evangelização. Movida pelo Espírito, Ela acolheu o Verbo da vida na profundidade da sua fé humilde. Que a Virgem nos ajude a dizer o nosso ‘sim’ à urgência de fazer ressoar a Boa Nova de Jesus no nosso tempo”.

Por Dom Fernando Arêas Rifan – Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

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Uma verdade para todo homem e para a história https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/uma-verdade-para-todo-homem-e-para-a-historia/ Mon, 07 Aug 2017 11:17:27 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47698 Caros amigos, a Eucaristia é um tesouro inexaurível de graça e vida cristã. Precisamos conhecê-la melhor, para melhor vivê-la e melhor “comunicá-la”.

Na transmissão da Boa Nova ao mundo, objeto próprio da missão, a Eucaristia aparece como um verdadeiro “critério de valorização de tudo o que o cristão encontra nas diversas expressões culturais” (Sacramentum Caritatis, 78).

Sabemos que Jesus Cristo viveu em um tempo e lugar concretos e aí pregou a Boa Nova; os apóstolos transmitiram posteriormente esta mensagem a outros povos, num primeiro movimento de “inculturação do Evangelho”. A Santa Igreja continuamente experimentou, e experimenta, em sua história esta mesma tarefa.

Na verdade, a “inculturação” não só é necessária para que a Palavra de Deus ganhe espaço em sociedades estranhas ao cristianismo, mas também se faz urgente em nossos países de maioria cristã. Também eles precisam passar por uma nova evangelização com novos meios e novo ardor. Para tanto, um critério que não pode ser esquecido é que a medida desta adaptação será sempre o Mistério de Cristo, e não uma cultura determinada ou uma ideologia. O Sínodo sobre a Eucaristia do ano de 2005 nos ensinou que: “O mistério eucarístico nos põe em diálogo com as várias culturas, mas também as desafia”. (Idem). Poderíamos, então, nos perguntar: De que modo as desafia?

Assim o explica o Concílio Vaticano II: “A boa nova de Cristo restaura constantemente a vida e a cultura do homem decaído, combate e remove os erros e os males decorrentes da sempre ameaçadora sedução do pecado. Purifica e eleva incessantemente os costumes dos povos. Com as riquezas do alto ele fecunda, como que por dentro, as riquezas do espírito e os dotes de cada povo e de cada idade, fortifica-os, aperfeiçoa-os e restaura-os em Cristo. Deste modo a Igreja, cumprindo a própria missão, por isso mesmo estimula a civilização humana e contribui para ela, e, por sua ação, também litúrgica, educa o homem para a liberdade interior”. (GS, 58). E ainda: “a cultura deve estar subordinada à perfeição integral da pessoa humana, ao bem da comunidade e da humanidade inteira” (Idem, 59).

Assim, nossa missão não é propagar um modelo determinado, mas evangelizar as culturas e os corações, para que todos cheguem à perfeição em Cristo. “Temos a obrigação de promover convictamente a evangelização das culturas, na certeza de que o próprio Cristo é a verdade de todo homem e da história humana inteira”. (Sacramentum Caritatis, 78).

Por Dom Edney Gouvêa Mattoso – Bispo  de Nova Friburgo (RJ)

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Dia Mundial das Comunicações Sociais: comunicar esperança e confiança https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dia-mundial-das-comunicacoes-sociais-comunicar-esperanca-e-confianca/ Mon, 29 May 2017 09:07:27 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46488 Celebrou-se  ontem, domingo (28/5), solenidade da Ascensão do Senhor, o 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais.

O tema da mensagem do Papa para esse dia “Não tenhas medo, que Eu estou contigo. Comunicar esperança e confiança no nosso tempo” foi divulgado no dia litúrgico de São Francisco de Sales, patrono dos escritores e jornalistas, celebrado em 24 de janeiro.

Com este tema, Francisco propõe um estilo “aberto e criativo” para comunicar a esperança. Por isso, encoraja todos os que trabalham neste campo a comunicar de modo construtivo, rejeitando preconceitos e promovendo uma cultura do encontro.

Com efeito, em sua mensagem, o Santo Padre ressalta: “ O protagonista da notícia não pode ser o mal – que nos leva à apatia, ao desespero e a anestesiar a consciência –, mas a solução dos problemas, com um estilo aberto e criativo”.

“Em um sistema de comunicação, – frisa o Papa – onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção e, por conseguinte, não se torna notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente se tornam espetáculo, somos tentados a anestesiar a consciência ou a cair no desespero”.

A realidade não tem um significado unívoco – afirma o Papa -; tudo depende do modo com que a encaramos. Portanto, o ponto de partida ideal, para se encarar a realidade, é a “Boa Nova por excelência”, ou seja, o Evangelho de Jesus Cristo.

Esta boa notícia, – diz por fim Francisco – comporta sofrimento, porque o sofrimento é vivido num quadro mais amplo, como parte integrante do amor de Cristo ao Pai e à humanidade.

Em Cristo, – concluiu o Pontífice – Deus se fez solidário com toda a situação humana, revelando que não estamos sozinhos, porque temos um Pai que nunca esquece seus filhos.

Por Rádio Vaticano

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Francisco: a Boa-Nova é a pérola preciosa, não é um objeto mas uma missão https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/francisco-a-boa-nova-e-a-perola-preciosa-nao-e-um-objeto-mas-uma-missao/ Thu, 13 Apr 2017 11:48:11 +0000 http://teste.toqueto.com/francisco-a-boa-nova-e-a-perola-preciosa-nao-e-um-objeto-mas-uma-missao.html Na Missa do Crisma que presidiu na manhã desta Quinta-feira Santa, o Papa Francisco assegurou que “A Boa-Nova é a pérola preciosa do Evangelho. Não é um objeto; mas uma missão”.

Na homilia, o Santo Padre se dirigiu em especial aos sacerdotes, que hoje também celebram seu dia, e lhes deu alguns conselhos.

“Tudo aquilo que Jesus anuncia é Boa-Nova; alegra com a alegria evangélica; e o mesmo se diga de nós, sacerdotes, de quem foi ungido em seus pecados com o óleo do perdão, e ungido no seu carisma com o óleo da missão, para ungir os outros”.

O Papa assegurou que, “como Jesus, o sacerdote torna jubiloso o anúncio com toda a sua pessoa. Quando pronuncia a homilia – breve, se possível –, fá-lo com a alegria que toca o coração do seu povo, valendo-se da Palavra com que o Senhor o tocou na sua oração. Como qualquer discípulo missionário, o sacerdote torna jubiloso o anúncio com todo o seu ser”.

Durante a celebração, os sacerdotes renovaram as promessas feitas no momento da Sagrada Ordenação e depois s e procedeu a bênção dos óleos dos enfermos, dos catecúmenos e do crisma.

“A Boa-Nova pode parecer simplesmente um modo diferente de dizer ‘Evangelho’, como ‘feliz anúncio’ ou ‘boa notícia’. Todavia contém algo que compendia em si tudo o mais: a alegria do Evangelho. Compendia tudo, porque é jubilosa em si mesma”.

Francisco pediu para não separar 3 “graças” que o Evangelho contém: “a sua Verdade – não negociável –, a sua Misericórdia – incondicional com todos os pecadores – e a sua Alegria – íntima e inclusiva”.

“Nunca a verdade da Boa-Nova poderá ser apenas uma verdade abstrata, uma daquelas que não se encarnam plenamente na vida das pessoas, porque se sentem mais confortáveis na palavra escrita dos livros”.

Sobre a misericórdia, destacou que “nunca a misericórdia da Boa-Nova poderá ser uma falsa compaixão, que deixa o pecador na sua miséria, não lhe dando a mão para se levantar nem o acompanhando para dar um passo mais no seu compromisso”.

E sobre a alegria, disse que “nunca poderá ser triste ou neutra, porque é expressão de uma alegria inteiramente pessoal”.

Por último, assinalou aos sacerdotes 3 “odres novos” nos quais “a Boa-Nova se conserva bem – é preciso conservá-la –, não se torna vinagrenta e se derrama em abundância”.

O primeiro, o das bodas de Caná, em que “Maria é o odre novo da plenitude contagiosa”. “A sua plenitude contagiosa permite-nos superar a tentação do medo: não ter coragem de se deixar encher até acima e transbordar, aquela pusilanimidade de não ir contagiar de alegria os outros”.

O segundo “é aquele cântaro – com a sua concha de pau – que trazia à cabeça a Samaritana, sob o sol ardente do meio-dia. Expressa bem uma questão essencial: ser concreto”.

O terceiro “é o Odre imenso do Coração trespassado do Senhor: integridade suave, humilde e pobre, que atrai todos a Si”. “Dele devemos aprender que, anunciar uma grande alegria àqueles que são muito pobres, só se pode fazer de forma respeitosa e humilde, até à humilhação. A evangelização não pode ser presunçosa. Concreta, terna e humilde: assim a evangelização será jubilosa. Não pode ser presunçosa a evangelização; não pode ser rígida a integridade da verdade”, assinalou o Papa.

Por ACI Digital

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