Bispos do Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:02:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Bispos do Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 60ª Assembleia Geral da CNBB https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/60a-assembleia-geral-da-cnbb/ Sat, 22 Apr 2023 01:34:29 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=65853 Os bispos do nosso Regional Centro-Oeste da CNBB, incluindo aí o nosso bispo diocesano Dom Giovani Carlos, participam da 60a. Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que acontece de 19 a 28 de abril no Santuário Nacional de Aparecida, em Aparecida (SP). O tema central de reflexão deste ano é Avaliação Global da caminhada da CNBB e os temas prioritários (Doutrina da Fé, Liturgia, Regimento da CNBB, Relatório do Quadriênio, Relatório Econômico, Textos Litúrgicos – CETEL).

Destaque para a eleição dos novos membros da presidência da Conferência para o próximo quadriênio (2023 a 2026). Ao todo, o evento terá durante as duas semanas, 22 sessões e Celebrações diariamente no Santuário Nacional da Nossa Mãe Aparecida, sempre às 18h30. O episcopado brasileiro é composto, atualmente, por 326 bispos ativos e 157 eméritos.

Rezemos por todos os bispos, de modo especial pelo nosso bispo Dom Giovani.

Fotos: CNBB Nacional

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Visita ad limina apostolorum 2020 https://photos.app.goo.gl/aUA1yxfw3Vn5m4rU7#new_tab Wed, 19 Feb 2020 21:34:20 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=57865 57865 Mensagem da CNBB ao povo brasileiro https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/mensagem-da-cnbb-ao-povo-brasileiro/ Wed, 08 May 2019 17:44:32 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=55093 O episcopado brasileiro, reunido em sua 57ª Assembleia Geral, de 1º a 10 de maio, em Aparecida (SP), emitiu hoje a “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro”. No documento, os bispos alertam que a opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres.

O documento chama a atenção para os graves problemas vividos pela população do país, como o crescente desemprego, “outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”.

A violência, conforme aponta a mensagem, atinge níveis insuportáveis. “Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana”, diz o texto.

Segundo o documento, “o verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas”.

Sobre as necessárias reformas política, tributária e da previdência, os bispos afirmam, na mensagem, que elas só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres. “O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor”, afirma o texto.

Veja, abaixo, a mensagem na íntegra:

MENSAGEM DA CNBB AO POVO BRASILEIRO

“Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21,5)

Suplicando a assistência do Espírito Santo, na comunhão e na unidade, nós, Bispos do Brasil, reunidos na 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, no Santuário Nacional, em Aparecida-SP, de 1 a 10 de maio de 2019, dirigimos nossa mensagem ao povo brasileiro, tomados pela ternura de pastores que amam e cuidam do rebanho. Desejamos que as alegrias pascais, vividas tão intensamente neste tempo, renovem, no coração e na mente de todos, a fé em Jesus Cristo Crucificado-Ressuscitado, razão de nossa esperança e certeza de nossa vitória sobre tudo que nos aflige.

“Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28,20)

Enche-nos de esperançosa alegria constatar o esforço de nossas comunidades e inúmeras pessoas de boa vontade em testemunhar o Evangelho de Jesus Cristo, comprometidas com a vivência do amor, a prática da justiça e o serviço aos que mais necessitam. São incontáveis os sinais do Reino de Deus entre nós a partir da ação solidária e fraterna, muitas vezes anônima, dos que consomem sua vida na transformação da sociedade e na construção da civilização do amor. Por essa razão, a esperança e a alegria, frutos da ressurreição de Cristo, hão de ser a identidade de todos os cristãos. Afinal, quando deixamos que o Senhor nos tire de nossa comodidade e mude a nossa vida, podemos cumprir o que ordena São Paulo: ‘Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo o digo: alegrai-vos!’ (Fl 4,4) (cf. Papa Francisco, Exortação Apostólica Gaudete et Exultate, 122).

“No mundo tereis aflições, mas tende coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33).

Longe de nos alienar, a alegria e a esperança pascais abrem nossos olhos para enxergarmos, com o olhar do Ressuscitado, os sinais de morte que ameaçam os filhos e filhas de Deus, especialmente, os mais vulneráveis. Estas situações são um apelo a que não nos conformemos com este mundo, mas o transformemos (cf. Rm 12,2), empenhando nossas forças na superação do que se opõe ao Reino de justiça e de paz inaugurado por Jesus.

A crise ética, política, econômica e cultural tem se aprofundado cada vez mais no Brasil. A opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres, conforme já lembrava o Papa João Paulo II na Conferência de Puebla (1979). Nesse contexto e inspirados na Campanha da Fraternidade deste ano, urge reafirmar a necessidade de políticas públicas que assegurem a participação, a cidadania e o bem comum. Cuidado especial merece a educação, gravemente ameaçada com corte de verbas, retirada de disciplinas necessárias à formação humana e desconsideração da importância das pesquisas.

A corrupção, classificada pelo Papa Francisco como um “câncer social” profundamente radicada em inúmeras estruturas do país, é uma das causas da pobreza e da exclusão social na medida em que desvia recursos que poderiam se destinar ao investimento na educação, na saúde e na assistência social, caminho de superação da atual crise. A eficácia do combate à corrupção passa também por uma mudança de mentalidade que leve a pessoa compreender que seu valor não está no ter, mas no ser e que sua vida se mede não por sua capacidade de consumir, mas de partilhar.

O crescente desemprego, outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. O desenvolvimento que se busca tem, no trabalho digno, um caminho seguro desde que se respeite a primazia da pessoa sobre o mercado e do trabalho sobre o capital, como ensina a Doutrina Social da Igreja. Assim, “a dignidade de cada pessoa humana e o bem comum são questões que deveriam estruturar toda a política econômica, mas às vezes parecem somente apêndices adicionados de fora para completar um discurso político sem perspectivas nem programas de verdadeiro desenvolvimento integral” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 203).

A violência também atinge níveis insuportáveis. Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana. O verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas.

Precisamos ser uma nação de irmãos e irmãs, eliminando qualquer tipo de discriminação, preconceito e ódio. Somos responsáveis uns pelos outros. Assim, quando os povos originários não são respeitados em seus direitos e costumes, neles o Cristo é desrespeitado: “Todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes mais pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer” (Mt 25,45). É grave a ameaça aos direitos dos povos indígenas assegurados na Constituição de 1988. O poder político e econômico não pode se sobrepor a esses direitos sob o risco de violação da Constituição.

A mercantilização das terras indígenas e quilombolas nasce do desejo desenfreado de quem ambiciona acumular riquezas. Nesse contexto, tanto as atividades mineradoras e madeireiras quanto o agronegócio precisam rever seus conceitos de progresso, crescimento e desenvolvimento. Uma economia que coloca o lucro acima da pessoa, que produz exclusão e desigualdade social, é uma economia que mata, como nos alerta o Papa Francisco (EG 53). São emblemático exemplo disso os crimes ocorridos em Mariana e Brumadinho com o rompimento das barragens de rejeitos de minérios.

As necessárias reformas política, tributária e da previdência só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres, “juízes da vida democrática de uma nação” (Exigências éticas da ordem democrática, CNBB – n. 72). Nenhuma reforma será eticamente aceitável se lesar os mais pobres. Daí a importância de se constituírem em autênticas sentinelas do povo as Igrejas, os movimentos sociais, as organizações populares e demais instituições e grupos comprometidos com a defesa dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito. Instâncias que possibilitam o exercício da democracia participativa como os Conselhos paritários devem ser incentivadas e valorizadas e não extintas como estabelece o decreto 9.759/2019.

“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça” (Mt 6,33)

O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor. Queremos uma sociedade cujo desenvolvimento promova a democracia, preze conjuntamente a liberdade e a igualdade, respeite as diferenças, incentive a participação dos jovens, valorize os idosos, ame e sirva os pobres e excluídos, acolha os migrantes, promova e defenda a vida em todas as suas formas e expressões, incluído o respeito à natureza, na perspectiva de uma ecologia humana e integral.

As novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, que aprovamos nesta 57ª Assembleia da CNBB, e o Sínodo para a Pan-Amazônia, a se realizar em Roma, em outubro deste ano, ajudem no compromisso que todos temos com a construção de uma sociedade desenvolvida, justa e fraterna. Lembramos que “o desenvolvimento tem necessidade de cristãos com os braços levantados para Deus em atitude de oração, cristãos movidos pela consciência de que o amor cheio de verdade – caritas in veritate -, do qual procede o desenvolvimento autêntico, não o produzimos nós, mas nos é dado” (Bento XVI, Caritas in veritate, 79). O caminho é longo e exigente, contudo, não nos esqueçamos de que “Deus nos dá a força de lutar e sofrer por amor do bem comum, porque Ele é o nosso Tudo, a nossa esperança maior” (Bento XVI, Caritas in veritate, 78).

A Virgem Maria, mãe do Ressuscitado, nos alcance a perseverança no caminho do amor, da justiça e da paz.

Aparecida-SP, 7 de maio de 2019.

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Dom Darci Nicioli fala de documento que apresenta orientações pastorais às mídias católicas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/dom-darci-nicioli-fala-de-documento-que-apresenta-orientacoes-pastorais-as-midias-catolicas/ Fri, 03 May 2019 03:58:21 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=55032 Em coletiva de imprensa realizada hoje, 2, durante a 57ª Assembleia Geral da CNBB, dom Darci José Nicioli, arcebispo de Diamantina (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, discorreu a respeito de um documento que será apresentado a todos os bispos do Brasil e encaminhado à nova presidência para aprovação, intitulado “Orientações pastorais para as mídias de inspiração católica”.

Segundo ele, sua elaboração deveu-se a excessos cometidos por profissionais que atuam em mídias de inspiração católica em relação ao diálogo inter-religioso. Tal assunto vem sendo estudado há anos e as conclusões a que chegaram os estudiosos para sanar tal problema foram publicadas em 2018, porém, dadas a magnitude e recorrência da situação, continuou a ser objeto de estudos até hoje.

Cooperação – A elaboração desse documento contou com a ajuda de muitos colaboradores, em especial de três equipes: a de professores da PUC de Minas Gerais, encabeçada pelo professor Mozair Salomão, a de professores da Universidade Federal do Amapá, coordenada pelo professor Paulo Giraldi, e também de todos os coordenadores regionais da Pastoral da Comunicação Nacional (Pascom) de todo o Brasil, demonstrando o caráter colegiado que norteou tal trabalho.

Segundo dom Darci, a abordagem do assunto partiu do princípio de que seria necessário estabelecer, em primeiro lugar, as condições mínimas para se considerar uma mídia como católica. Em seguida, levou-se em consideração que o material elaborado venha a servir como base de estudo permanente e, por fim, “que sejam instruções pastorais e não normativas”, possibilitando que “a atuação dos meios de comunicação católicos promovam uma cultura de fidelidade à Igreja, a partir das linhas estabelecidas pelo Concílio Vaticano II”.

Destinado a todas as dioceses, congregações religiosas, associações de fiéis que mantêm concessão pública de rádio difusão, profissionais, colaboradores, pesquisadores da área de ciência da religião, agentes de pastoral e todos aqueles vinculados à ambiência digital, o documento tem um objetivo claro: auxiliar na comunicação da verdade e “tornar a comunicação a mais inclusiva possível, fazendo com que as pregações e celebrações reflitam as eclesiologias, ou seja, o modo como produtores [de conteúdo] concebem e vivenciam o ministério da Igreja”, explicou o arcebispo de Diamantina.

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Unidade dos bispos marca 56ª Assembleia Geral da CNBB https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/unidade-dos-bispos-marca-56a-assembleia-geral-da-cnbb/ Mon, 23 Apr 2018 19:57:45 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=52007 Na sexta-feira (20), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) concluiu sua 56ª Assembleia Geral, que aconteceu em Aparecida (SP). Neste ano, o encontro teve como tema central, “Diretrizes para a formação dos presbíteros” e outros temas prioritários, como o texto sobre novas comunidades, Estatutos da CNBB, Pensando o Brasil: Estado laico, Ano do Laicato, Sínodo da Pan-Amazônia e indicações para as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE) que serão renovadas em 2019.

Nesta Assembleia ficou evidente a unidade dos bispos e esse foi um destaque que o presidente da Conferência, Cardeal Dom Sergio da Rocha, enfatizou no início e no fim do encontro. “Necessitamos caminhar unidos para enfrentar os desafios. No mundo marcado por tantas divisões de conflitos, o testemunho de comunhão se torna ainda mais necessário”, disse ele na missa de abertura da Assembleia. Na missa conclusiva, Dom Sergio declarou que os bispos saem dessa “Assembleia e desta Eucaristia revigorados na fé, fortalecidos na unidade e dispostos a caminhar com redobrado empenho ao encontro dos pobres que esperam pela boa nova de Jesus Cristo, dos aflitos que necessitam ser consolados, dos cegos que anseiam pela recuperação da vista e das vítimas de violência que buscam a justiça e a paz”.

O bispo de Uruaçu e presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB, Dom Messias dos Reis Silveira, em entrevista, deu destaque também à unidade dos bispos nesta Assembleia. “Ao contrário do que muitos imaginavam que seria esta Assembleia, tudo ocorreu com tranquilidade e espírito de unidade. A CNBB tem sofrido muitos ataques nos últimos tempos, mas as perseguições à Igreja sempre existiram e ela continua animada a prosseguir”, afirmou. Ele também comentou que muitos comentários vindos de fora da Igreja, são feitas por pessoas que não conhecem a essência da fraternidade e o significado da caminhada pastoral. “Os bispos – sucessores dos apóstolos – se organizam em conferências em todos os países a pedido do Concílio Vaticano II e, a nossa fraternidade sacramental, poucos entendem, por isso fazem críticas”.

Ainda sobre a dimensão da unidade dos bispos, Dom Messias disse que é importante que as pessoas vivam o Evangelho, para poderem entender o sentido comunitário da Igreja. “É importante viver o amor de Cristo. Muitos se colocam como juízes, que atiram pedras, às vezes falta aquela experiência bonita, profunda, de Cristo em suas vidas. Isso nos ajuda e motiva a evangelizar, a continuar a falar a partir de Cristo sobre fé, esperança e amor. Saímos daqui felizes e cheios de esperança”, concluiu.

Um dos documentos mais esperados da 56ª Assembleia Geral da CNBB foi a mensagem sobre as eleições deste ano de 2018, divulgada na tarde do dia 19, pela presidência da Conferência. Nela, os bispos reconhecem que “Ao abdicarem da ética e da busca do bem comum, muitos agentes públicos e privados tornaram-se protagonistas de um cenário desolador”. A apresentação da mensagem foi feita por Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador (BA) e Primaz do Brasil. Ele atendeu a imprensa, numa entrevista coletiva. Na companhia dele estava o Cardeal Dom Sergio da Rocha e o arcebispo de Porto Alegre (RS), Dom Jaime Spengler. Intitulada “Eleições 2018: compromisso e esperança“, a mensagem da 56ª assembleia geral da CNBB ao povo brasileiro tem 11 breves parágrafos.

No último dia da 56ª Assembleia Geral, a CNBB divulgou que as “Diretrizes para a formação dos presbíteros” foi aprovada e deverá ser agora enviada agora para aprovação final da Santa Sé. Após esse processo o documento da coleção azul será divulgado e publicado para orientar a formação dos novos padres no Brasil. Ainda no último dia, Dom Murilo Krieger leu as mensagens da Conferência ao povo de Deus. O documento registra a comunhão do episcopado brasileiro com o papa Francisco e destaca a necessidade de promover o diálogo respeitoso para estimular a comunhão na fé em tempo de politização e polarizações nas redes sociais. A mensagem retoma a natureza e a missão da entidade na sociedade brasileira.

Setor de Comunicação Diocesano. Fotos: CNBB Nacional

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Mutirão de profissionais fará a cobertura jornalística da Assembleia Geral da CNBB https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mutirao-de-profissionais-fara-cobertura-jornalistica-da-assembleia-geral-da-cnbb/ Tue, 10 Apr 2018 03:03:02 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51840 Um grupo de 98 profissionais, entre jornalistas, produtores, cinegrafistas, fotógrafos e técnicos de cerca de 20 veículos de comunicação leigos e religiosos, incluindo TVs, jornais, rádio, sites e redes sociais se cadastrou para fazer a cobertura jornalística da 56ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil que acontece de 11 a 20 de abril em Aparecida (SP).

Durante os nove dias de assembleia a coordenação do trabalho de credenciar, atender e facilitar o acesso dos jornalistas ao episcopado brasileiro será feita pela Assessoria de Imprensa da CNBB. Uma equipe de jornalistas em Aparecida (SP) e em Brasília (DF) produzirá diariamente matérias para alimentar o portal da CNBB (www.cnbb.org.br) e o boletim de TV Igreja no Brasil, além de alimentar as redes sociais da entidade.

A Assessoria de Imprensa da CNBB em parceria com o Portal A 12 (http://www.a12.com) transmitirá online as Coletivas de Imprensa que acontecerão todos os dias às 15h durante o evento.

Um grupo de cerca de 65 jornalistas e assessores de imprensa das Arquidioceses e regionais da CNBB, participantes no IX Encontro Nacional de Jornalistas que atuam na Igreja no Brasil, se comprometeu a divulgar os conteúdos em diferentes plataformas bem como participar remotamente da assembleia enviando sugestões de pautas e perguntas.

Meeting points – Pela segunda vez, a Assessoria de Imprensa da CNBB realiza os Meeting Points uma oportunidade a mais para que temas que não necessariamente serão tratados nas coletivas de imprensa sejam cobertos pelos jornalistas presentes ao evento. Um dos temas, por exemplo, é a atuação da Igreja em regiões extremas do país, no dia 16/04, às 9h, com a participação de Dom Pedro José Conti – bispo de Macapá (AP) e de Dom Ricardo Hoepers – bispo de Rio Grande (RS).

Sob a coordenação da Signis Brasil a rede de emissoras de TV de inspiração Católica, entre elas a Rede Vida de Televisão e a Canção Nova, estará com suas equipes atuando na cobertura do evento para fazer com que os assuntos e temas cheguem a um maior número de pessoas. A cobertura de rádio ficará a cargo da Rede Católicas de Rádios (RCR) que produzirá boletins diários.

Parte da cobertura jornalística internacional fica a cargo de Silvonei José, representante do Vaticanews – agência de notícias de Roma, que estará em Aparecida (SP), como enviado especial, para cobrir a 56ª AG e traduzir a informação para 9 idiomas.

Segundo o padre Rafael Vieira, assessor de Imprensa da CNBB, esse conjunto de ações pretende fazer ecoar para o maior número de pessoas possíveis as reflexões e debates realizados pelos bispos do Brasil durante a sua 56ª Assembleia Geral.

Fonte: CNBB Nacional

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