bispos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png bispos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Dom Giovani Carlos participa do Primeiro Conselho Episcopal Regional do ano de 2023 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/dom-giovani-carlos-participa-do-primeiro-conselho-episcopal-regional-do-ano-de-2023/ Tue, 07 Mar 2023 17:23:15 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=65688 Nosso bispo Dom Giovani Carlos, juntamente com os bispos das 12 Dioceses do Regional Centro-Oeste da CNBB, participa desde ontem, dia 6, até o dia 10, da Primeira Reunião do Conselho Episcopal Regional de 2023, que acontece no Centro Pastoral Dom Fernando, em Goiânia.

Durante esses dias, eles discutem temas como a normatização do uso das redes sociais pelas organizações religiosas, bem como de pessoas ligadas diretamente a Igreja; Novas Comunidades; e o filme/documentário “A Carta”, que explora a Encíclica do Papa Francisco, “Laudato Sì”. Esse filme transmite a todo mundo o apelo sobre o cuidado do planeta, nossa casa comum. A produção foi lançada no final do ano passado pela CNBB, a Comissão Episcopal Especial para a Amazônia (CEA), a Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil) e o Movimento Laudato Sì. A ideia é fazer o filme chegar a todo o território nacional com o objetivo de ser uma ferramenta de conscientização ecológica. Os regionais são chamados a incentivar as dioceses a participarem da divulgação nacional, que acontecerá entre os dias 22 a 29 de maio, com palestras, oficinas, materiais promocionais e a exibição do filme.

Rezemos pelos bispos. 

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Visita ad limina apostolorum 2020 https://photos.app.goo.gl/aUA1yxfw3Vn5m4rU7#new_tab Wed, 19 Feb 2020 21:34:20 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=57865 57865 Padre Agamenilton fala das alegrias, das esperanças e da unidade do episcopado brasileiro na 57ª AG da CNBB https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-diocesana/padre-agamenilton-fala-das-alegrias-das-esperancas-e-da-unidade-do-episcopado-brasileiro-na-57a-ag-da-cnbb/ Fri, 03 May 2019 02:24:51 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=55007 Pela primeira vez, o Administrador Diocesano de Uruaçu, Pe. Francisco Agamenilton Damascena participa da Assembleia Geral da CNBB, que acontece em Aparecida (SP) de 1º a 10 de maio e neste ano está em sua 57ª edição. Podem participar do evento, segundo o Estatuto da CNBB, os 323 bispos na ativa, os 171 bispos eméritos, os Administradores Diocesanos e os representantes de organismos e pastorais da Igreja. Este ano, a AG tem a tarefa central de atualizar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE) da Igreja no Brasil para o quadriênio 2019 a 2023.

Participando do evento, Pe. Agamenilton diz levar “as alegrias, as esperanças, os desafios da nossa vida diocesana, da missão evangelizadora e aqui partilhando com os demais bispos do Brasil dessas alegrias e encontrando neste espaço de comunhão fraterna forças para prosseguir na missão”. Já no segundo dia do encontro (2/05), ele destacou a unidade dos bispos do Brasil. “Posso testemunhar que o episcopado brasileiro neste Brasil tão imenso é muito rico. Posso testemunhar que a unidade e diversidade são muito bem orquestrados pelo Espírito Santo no episcopado brasileiro. Há diferenças, mas há uma caridade muito profunda entre os bispos que são irmãos e nos ajudam a seguir Jesus Cristo”, declarou.

O Administrador Diocesano de Uruaçu comentou o que estava sendo discutido neste segundo dia de Assembleia Geral (2/05). “Hoje, segundo dia de trabalho, estamos dedicando ao tema central que são as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2023) tivemos trabalhos de grupo, várias colocações, emendas, comentários sobre o texto e caminharemos então para a redação final. Sendo o tema central torna-se muito relevante a discussão porque são essas diretrizes que iluminarão e ajudarão as dioceses a fazer os seus planos pastorais diocesanos e podem se servir dessas diretrizes como resultado de um trabalho de comunhão, de esforço de juntos encontrarmos saídas para nós evangelizarmos do jeito que Jesus nos pede nos dias de hoje”.

Ouça o Pe. Agamenilton

 

A centralidade da oração
Pe. Agamenilton destacou também a centralidade dos momentos de oração durante a Assembleia Geral dos Bispos, sobretudo na Casa da Mãe Aparecida. “Posso constatar os momentos singulares de oração na Assembleia, sejam as missas na Basílica Nossa Senhora Aparecida, a nossa consagração a Nossa Senhora, como também durante os trabalhos da Assembleia, vários momentos de oração, faz-nos entender que aqui não é simplesmente uma reunião, uma Assembleia como se faz em outros lugares, outros grupos, mas uma Assembleia convocada pelo Senhor, estamos reunidos em nome de Cristo e ele está presente no meio de nós. Esses momentos de oração cadenciam o encontro e nos fazem lembrar que Deus nos assiste e estamos aqui por causa dele, portanto, esse é um elemento muito marcante também”, finalizou.

Veja mais fotos da 57ª AG da CNBB

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O episcopado no Brasil: 480 bispos e 307 membros efetivos da CNBB https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/o-episcopado-no-brasil-480-bispos-e-307-membros-efetivos-da-cnbb/ Mon, 14 Jan 2019 12:02:51 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=53693 A Igreja no Brasil conta, atualmente, com 480 bispos. Eles podem ser divididos a partir de suas diversas formas de vinculação às Igrejas Particulares ou condições definidas no Código de Direito Canônico. A partir desta classificação, chega-se ao número de membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB): 307.

O levantamento cruza os dados disponíveis na Secretaria Técnica da CNBB com a pesquisa contínua do chefe do Departamento de Ciência da Religião da Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP), professor Fernando Altemeyer Junior.

Bispos do Brasil
São 78 arcebispos metropolitanos no Brasil, que podem ser divididos em quatro grupos: os cardeais arcebispos na ativa (3), os cardeais arcebispos eméritos (6), os arcebispos metropolitanos (42) e os arcebispos eméritos (27).

Os bispos diocesanos são 399 (261 na ativa e 138 bispos eméritos). Estão assim divididos de acordo com suas funções: 203 bispos diocesanos de rito latino, 2 bispos das eparquias orientais (ritos maronita e ucraniano), 1 exarca apostólico de toda América Latina do rito armênio presente em Buenos Aires e São Paulo, 45 bispos auxiliares, 1 coadjutor e 9 prelados, que são os bispos das prelazias.

Entra na contagem o bispo responsável pela administração apostólica pessoal São João Maria Vianney, dom Fernando Arêas Rifan, cuja circunscrição eclesiástica não tem caráter territorial, como as dioceses. Será ainda contabilizado o recém-nomeado para a diocese de União da Vitória (PR), monsenhor Walter Jorge Pinto, quando receber a ordenação episcopal.

Já são 139 bispos eméritos no Brasil, além dos arcebispos eméritos citados acima. Estão assim distribuídos: 119 bispos diocesanos eméritos, nove bispos auxiliares eméritos, um eparca e dez prelados eméritos.

CNBB
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil está estruturada de acordo com as normas do Código de Direito Canônico. Assim, fazem parte da CNBB todos os bispos diocesanos do território e os equiparados em direito, como coadjutores, os auxiliares e os outros bispos titulares “que no mesmo território exercem um múnus peculiar que lhes foi confiado pela Sé Apostólica ou pela Conferência episcopal”, lê-se no cânon 450 do CDC. De acordo com as normas da Igreja, podem ser convidados ainda para a Conferência Episcopal os Ordinários de outro rito, como é o caso dos eparcas, exarcas dos ritos armênio, maronita, ucraniano e oriental.

No caso dos bispos eméritos, são considerados “membros convidados ou honorários”, uma vez que participam de atividades da conferência, como a Assembleia Geral, com direito a voz, mas não a voto.

Desta forma, são os 307 membros efetivos da CNBB: os 3 cardeais arcebispos (dom Odilo Pedro Scherer, dom Orani Tempesta e dom Sergio da Rocha), os 42 arcebispos metropolitanos, os 261 bispos diocesanos e o bispo da administração apostólica pessoal São João Maria Vianney.

Religiosos e diocesanos
Professor Altemeyer ainda contabiliza a origem dos bispos, se diocesanos ou religiosos: “os bispos oriundos do clero diocesano são 282 pessoas, ou seja, 59% do episcopado. E os que pertenceram a uma ordem ou congregação de vida consagrada são 197 pessoas, ou seja, 41% do episcopado brasileiro”.

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Papa escolhe tema e divulga nomeações para Sínodo Pan-Amazônico https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-escolhe-tema-e-divulga-nomeacoes-para-sinodo-pan-amazonico/ Thu, 08 Mar 2018 15:37:30 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-escolhe-tema-e-divulga-nomeacoes-para-sinodo-pan-amazonico.html “Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral”. Este será o tema do próximo Sínodo dos Bispos para a Região Pan-Amazônia estabelecido pelo Papa Francisco nesta quinta-feira, 8. Além do tema, o Santo Padre divulgou o nome dos 18 membros escolhidos para integrar o Conselho Pré-sinodal que preparará a Assembleia Especial do Sínodo marcada para outubro de 2019.

[Na foto, encontro da da Rede Rede Eclesial Pan-Amazônica, em Manaus.]

Entre os membros do Conselho Pré-sinodal estão os brasileiros Cardeal Cláudio Hummes — nomeado Presidente da Rede Eclesial Pan-Amazônia, o arcebispo de Porto Velho (RO), Dom Roque Paloschi, e o bispo do Mato Grosso, Dom Neri José Tondello. O australiano Dom Erwin Kräutler, bispo emérito do Xingu (Pará) também está entre os membros do Conselho.

O grupo que auxiliará na realização do Sínodo Pan-Amazônico 2019 é composto também pelo Cardeal mexicano Carlos Aguiar Retes, pelo bispo peruano Pedro Ricardo Barreto, o arcebispo Paul Richard Gallagher, o bispo paraguaio Edmundo Ponciano Valenzuela, o bispo argentino Óscar Vicente, o bispo Karel Martinus, o bispo venezuelano José Ángel Divassón, o bispo Rafael Cob García, o bispo boliviano Eugenio Coter, o bispo colombiano Joaquín Humberto e o bispo peruano David Martínez. A irmã María Irene Lopes e o secretário-executivo da REPAM, Maurício Lópes também foram nomeados membros pelo Papa.

Francisco anunciou a Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-Amazônia, no dia 15 de outubro do ano passado, 2017, antes de rezar a oração mariana do Angelus. Na época, o Santo Padre explicou que a reunião discutirá novos métodos para que a palavra do Evangelho chegue aos indígenas.

“O objetivo principal desta convocação é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspectivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazônica, pulmão do nosso planeta. Que os novos Santos intercedam por este evento eclesial para que, no respeito da beleza da Criação, todos os povos da terra louvem a Deus, Senhor do universo, e por Ele iluminados, percorram caminhos de justiça e de paz”, disse Francisco na época.

Por Canção Nova, com Boletim da Santa Sé

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Salvação cristã é tema da carta Placuit Deo aos bispos da Igreja Católica https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/salvacao-crista-e-tema-da-carta-placuit-deo-aos-bispos-da-igreja-catolica/ Thu, 01 Mar 2018 13:37:41 +0000 http://teste.toqueto.com/salvacao-crista-e-tema-da-carta-placuit-deo-aos-bispos-da-igreja-catolica.html A Congregação para a Doutrina da Fé enviou nesta quinta-feira, 1, uma carta apostólica aos bispos da Igreja Católica, nomeada ‘Placuit Deo’, sobre a necessidade de aprofundamento da verdade de Deus e da salvação dos homens. O documento foi assinado pelo prefeito da Congregação, Dom Luis Francisco Ladaria Ferrer, e pelo secretário, Dom Giacomo Morandi.

Na carta, a revelação de Cristo é atrelada à revelação da verdade, sendo atribuída à Igreja a missão de, com amor, anunciar aos homens os desígnios de Deus. Papa Francisco é citado como referência junto a grande tradição da fé católica para a compreensão da salvação cristã diante das recentes transformações culturais vividas mundialmente.

A tendência ao pelagianismo e o gnosticismo, por vezes discutidos pelo Santo Padre, foram apresentados como aspectos presentes na atualidade. O pelagismo, quando o homem radicalmente autônomo pretende salvar-se a si mesmo sem reconhecer que ele depende, no mais profundo do seu ser, de Deus e dos outros, e o gnosticismo, apresentado em uma salvação meramente interior, fechada no subjetivismo.

Estes questionamentos, que vão contra a fé cristã e condicionam o homem a uma visão individualista de Jesus e da religião, têm centrado uma visão autônoma de salvação meramente interior. De acordo com a Congregação, este pensamento não basta, sendo a carta um convite para uma cura e renovação das relações com os outros e com o mundo, por meio da constatação de um Deus que se fez membro da família humana e assumiu a história da humanidade para a salvação.

“Como poderia Cristo mediar a Aliança da família humana inteira, se o homem fosse um indivíduo isolado, que se autorrealiza somente com as suas forças? E como poderia chegar até nós a salvação mediante a Encarnação de Jesus, a sua vida, morte e ressurreição no seu verdadeiro corpo, se aquilo que conta fosse somente libertar a interioridade do homem dos limites do corpo e da matéria?”, foram os questionamentos da Congregação.

As respostas para as perguntas e desejos humanos são encontrados, de acordo com a ‘Placuit Deo’, no desejo de salvação, no compromisso na direção de um bem maior que conserva característica de resistência e de superação da dor. Recordar que Jesus é Salvador é apontado como primeiro passo.

“Ele não se limitou a mostrar-nos o caminho para encontrar Deus, isto é, um caminho que poderemos percorrer por nós mesmos, obedecendo às suas palavras e imitando o seu exemplo. Cristo, todavia, para abri-nos a porta da libertação, tornou-se Ele mesmo o caminho (…), esse caminho não é um percurso meramente interior, à margem das nossas relações com os outros e com o mundo criado. (…) Cristo é Salvador porque Ele assumiu a nossa humanidade integral e viveu em plenitude a vida humana, em comunhão com o Pai e com os irmãos”, constatou a carta.

A partir desta constatação, a Igreja é creditada como o lugar onde o homem recebe a salvação trazida por Jesus. “Compreender esta mediação salvífica da Igreja é uma ajuda essencial para superar qualquer tendência reducionista. De fato, a salvação que Deus nos oferece não é alcançada apenas pelas forças individuais, mas através das relações nascidas do Filho de Deus encarnado e que formam a comunhão da Igreja”, observou.

Comunicar a fé e esperar o Salvador é segundo a ‘Placuit Deo’ a consciência da vida plena. “A salvação do homem será plena somente quando, depois de ter vencido o último inimigo, a morte (cf 1 Cor 15,26), participaremos plenamente da glória de Cristo ressuscitado, que leva à plenitude a nossa relação com Deus, com os irmãos e com toda a criação. A salvação integral, da alma e do corpo, é o destino final ao qual Deus chama todos os homens. Fundamentados na fé, sustentados pela esperança, operantes na caridade, seguindo o exemplo de Maria, a Mãe do Salvador e a primeira dos que foram salvos”.

Papa Francisco aprovou a carta apostólica no dia 16 de fevereiro de 2018, que teve sua publicação decidida na Sessão Plenária da Congregação no dia 24 de janeiro de 2018.

Confira a íntegra da carta apostólica Placuit Deo aqui.

Por Canção Nova, com Boletim da Santa Sé

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“14º Intereclesial: patrimônio bíblico, eclesial e teológico da Igreja no Brasil” https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/14o-intereclesial-patrimonio-biblico-eclesial-e-teologico-da-igreja-no-brasil/ Mon, 29 Jan 2018 13:06:59 +0000 http://teste.toqueto.com/14o-intereclesial-patrimonio-biblico-eclesial-e-teologico-da-igreja-no-brasil.html Na reflexão da palavra dirigida aos participantes da cerimônia de encerramento do 14º Intereclesial das CEBs o arcebispo de Londrina (PR), palco do evento, dom Geremias Steinmetz, de 52 anos, disse às mais de 5,5 mil pessoas que lotaram o ginásio Moringão: “Conseguimos trabalhar com tranquilidade porque vocês fizeram” e acrescentou: “Depois de termos trabalhado bastante, colocamos tudo nas mãos da Trindade”. O bispo ainda reforçou que “o anúncio do Reino de Deus é uma boa nova. A carteira de identidade de Jesus é o que ele faz e diz”.

Durante o evento, os 60 bispos presentes, leram a “Carta dos Bispos presentes no 14º Intereclesial de Comunidades Eclesiais de Base” (veja a íntegra abaixo). No documento, os pastores reafirmam que o tema do Intereclesial, na forma que foi tratado, expressa sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e com a mensagem do Papa Francisco dirigida a esse encontro, desejando “que as Comunidades Eclesiais de Base possam ser, na sociedade e Nação brasileira, um instrumento de evangelização e de promoção da pessoa humana”.

Os religiosos disseram sentir, forte em seus corações, o apelo de Deus para continuarmos acompanhando, avaliando e apoiando o desenvolvimento das CEBs, com o compromisso de sermos, em comunhão com Cristo, uma Igreja misericordiosa, profética e missionária, dedicada à formação, especialmente de cristãos leigos e leigas, como sujeitos na vida eclesial e social (cf. doc. 105 da CNBB).

No documento, eles suplicaram a Deus que no Ano Nacional do Laicato, em processo em toda a Igreja no Brasil, que estamos realizando, suplicamos a Deus que o protagonismo laical vivenciado no processo desse encontro, possa se manifestar ainda mais intenso em todas as situações desafiadoras de nosso país, especialmente do mundo urbano, nas quais as CEBs se fazem presentes e atuam, anunciando a ‘alegria do Evangelho’”.

Ao final da celebração, os londrinenses repassaram aos delegados de Rondonópolis, sede do próximo intereclesial, em 2022, a cruz de madeira, ícone do encontro – uma forma de dizer: “Deus os abençoe nesta jornada”. O arcebispo de Brasília, cardeal Sergio da Rocha, falou em entrevista à imprensa, por ocasião do encontro, disse que as “CEBs não é um movimento nem uma pastoral, mas é um modo desejado e gerado no Concílio Vaticano II”.

CARTA DOS BISPOS PRESENTES NO 14º INTERECLESIAL
DAS COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE

Nós, 60 bispos presentes no 14º Intereclesial das CEBs, em Londrina – PR, de 23 a 27 de janeiro de 2018, dirigimo-nos a nossos irmãos e irmãs de fé, para testemunhar a alegria que brota de nossos corações de pastores, por esse encontro que congregou 3.300 delegados e delegadas de Arquidioceses, Dioceses e Prelazias do Brasil, bem como convidados de outras igrejas,religiões e entidades, inclusive de outros países.

O tema desse Intereclesial, “CEBs e os desafios no Mundo Urbano”, e seu lema, “Eu vi ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-lo” (Ex 3,7), na forma que foram tratados, expressam sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e com a mensagem do Papa Francisco dirigida a esse encontro, desejando “que as Comunidades Eclesiais de Base possam ser, na sociedade e Nação brasileira, um instrumento de evangelização e de promoção da pessoa humana”.

Nesse encontro, conduzido com zelo pastoral pela Ampliada Nacional das CEBs e pela Arquidiocese de Londrina que, cordialmente, o acolheu, testemunhamos a espiritualidade e a vitalidade das CEBs, manifestadas nos momentos vibrantes de oração e celebração. Sentimos pulsar muito forte em nossos corações o apelo de Deus para continuarmos acompanhando, avaliando e apoiando o desenvolvimento das CEBs, com o compromisso de sermos, em comunhão com Cristo, uma Igreja misericordiosa, profética e missionária, dedicada à formação, especialmente de cristãos leigos e leigas, como sujeitos na vida eclesial e social (cf. doc. 105 da CNBB).

Louvamos e bendizemos a Deus pelos testemunhos de vida cristã partilhados no 14º Intereclesial, que sinalizam a força do seu Reino em meio à crise profunda da sociedade brasileira. No espírito do Ano Nacional do Laicato que estamos realizando, suplicamos a Deus que o protagonismo laical vivenciado no processo desse encontro, possa se manifestar ainda mais intenso em todas as situações desafiadoras de nosso país, especialmente do mundo urbano, nas quais as CEBs se fazem presentes e atuam, anunciando a “alegria do Evangelho”.

Encorajamos os participantes do Intereclesial, com o apoio, sobretudo de ministros ordenados e membros da vida religiosa, a difundirem amplamente as ações sinalizadas por esse encontro e a “grande esperança”, por ele revitalizada de tornar nossa sociedade mais solidária, justa e saudável, contando com a bênção de Deus e a proteção de nossa mãe, Maria.

Londrina, 27 de janeiro de 2018.

Em nome de todos os bispos presentes: 
Dom Severino Clasen, OFM
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato

Dom Guilherme Antônio Werlang, MSF
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora

Dom Geremias Steinmetz
Arcebispo da Arquidiocese de Londrina – PR

Por CNBB

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300 anos da Padroeira do Brasil à luz da palavra do Papa Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/300-anos-da-padroeira-do-brasil-a-luz-da-palavra-do-papa-francisco/ Fri, 13 Oct 2017 08:19:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48982 Durante a maior parte do tempo de preparação para o jubileu de 300 anos do encontro imagem de Aparecida, os brasileiros acalentaram a expectativa da presença de o Papa Francisco conforme promessa feita por ele mesmo ao visitar o Santuário Nacional antes de iniciar a Jornada Mundial da Juventude no Rio de janeiro, em 2013.

Impossibilitado por razões estratégicas de suas viagens internacionais à América Latina, uma vez que outros países também reclamam sua presença, ele esclareceu, em 2016, que não poderia estar presente na festa de Aparecida. Ainda assim, em maio deste ano, por meio de carta dirigida aos bispos do Conselho Episcopal Latino-americano e Caribenho, por ocasião da celebração dos 10 anos da Conferência de Aparecida, ele fez uma profunda reflexão mostrando o significado e a importância da mensagem da festa deste 12 de outubro.

Em primeiro lugar, o Papa lembrou que desejaria voltar a Aparecida na companhia dos bispos mesmo que por meio de uma reflexão e que essa meditação “fosse também a vossa ‘visita’ aos pés da Mãe, a fim de que nos gere na esperança e tempere os nossos corações de filhos”. Para ele, “seria como ‘voltar para casa’, olhar, contemplar, mas sobretudo deixar-nos ver e encontrar por Aquele que nos amou primeiro”. E lembrou a celebração jubilar: “Há trezentos anos um grupo de pescadores saiu como sempre para lançar as redes. Saíram para trabalhar e foram surpreendidos por um achado que mudou os seus passos: no seu dia a dia foram encontrados por uma pequena imagem totalmente coberta de lama”.

Crescimento na fé e imersão no discipulado

Papa Francisco lembrou aos bispos que a imagem encontrada no Rio Paraíba do Sul, no interior de São Paulo” “era Nossa Senhora da Conceição, imagem que durante quinze anos permaneceu na casa de um deles, e os pescadores iam lá rezar e Ela ajudava-os a crescer na fé. Ainda hoje, trezentos anos depois, Nossa Senhora Aparecida faz-nos crescer, imergindo-nos num caminho discipular”.

“Ainda hoje, trezentos anos depois, Nossa Senhora Aparecida faz-nos crescer, imergindo-nos num caminho discipular” (Papa Francisco)

E esclareceu: “Aparecida é uma verdadeira escola de discipulado. E, a este propósito, gostaria de indicar três aspetos. O primeiro são os pescadores. Não eram muitos, mas um pequeno grupo de homens que todos os dias saíam para enfrentar o trabalho e desafiar a incerteza que o rio lhes reservava. Homens que conviviam com a insegurança de nunca saber qual teria sido o ‘lucro’ do dia; incerteza nada fácil de gerir quando se trata de levar a comida para casa, e sobretudo quando nessa casa há crianças que devem ser nutridas. Os pescadores são aqueles que conhecem pessoalmente a ambivalência que se cria entre a generosidade do rio e a agressividade das suas inundações. Homens acostumados a enfrentar as inclemências com um vigor e uma determinada santa ‘obstinação’ de quem todos os dias não deixa — porque não pode — de lançar as redes”.

“A corrupção, que arruína vidas, arremessando-as na mais extrema pobreza. Corrupção que destrói populações inteiras subjugando-as à precariedade. Corrupção que, como um câncer, corrói a vida diária do nosso povo”. (Papa Francisco)

O Papa prosseguiu na reflexão: “Esta imagem aproxima-nos do centro da vida de tantos nossos irmãos. Vejo rostos de pessoas que saem desde a alvorada até noite funda para ganhar a vida. E fazem isto com a insegurança de não saber qual será o resultado. E o que faz mais mal é que — quase sempre — saem para enfrentar a inclemência gerada por um dos pecados mais graves que flagela o nosso continente hoje: a corrupção, que arruína vidas, arremessando-as na mais extrema pobreza. Corrupção que destrói populações inteiras subjugando-as à precariedade. Corrupção que, como um câncer, corrói a vida diária do nosso povo. Eis então tantos nossos irmãos que, de modo admirável, saem para lutar e enfrentar os ‘transbordamentos’ de muitos… que não têm necessidade de sair. O segundo aspeto é a mãe. Maria conhece em primeira pessoa a vida dos seus filhos. Em crioulo ouso dizer: é uma madraza, uma boa mãe. Uma mãe atenta que acompanha a vida dos seus. Aparece onde ninguém a espera”.

No meio da lama

E o Papa chama atenção para uma particularidade da história de Nossa Senhora no Brasil: “Na história de Aparecida encontramo-la no meio do rio coberta de lama. Ali espera os seus filhos, ali está com os seus filhos no meio das suas lutas e buscas. Não tem medo de se imergir com eles nas vicissitudes, de se sujar para renovar a esperança: Maria aparece onde os pescadores lançam as redes, onde aqueles homens procuram ganhar a vida. Ela está lá. Por fim, o encontro. As redes não se enchem de peixes mas de uma presença que completou a vida dos pescadores e lhes deu a certeza de que nas suas tentativas, nas suas lutas, não estavam sozinhos. Era o encontro daqueles homens com Maria. Depois de a terem lavado e restaurado, levaram-na para casa onde permaneceu por muito tempo. Aquele lar, aquela casa, foi o lugar no qual os pescadores da região se encontravam com Maria. E aquela presença tornou-se comunidade, Igreja. As redes não se encheram de peixes, transformaram-se em comunidade. Em Aparecida encontramos a dinâmica do povo crente que se confessa pecador e salvo, um povo forte e obstinado, ciente de que as suas redes, a sua vida está cheia de uma presença que o encoraja a não perder a esperança; uma presença que se esconde no dia a dia dos lares e das famílias, nos espaços silenciosos onde o Espírito Santo continua a amparar o nosso continente. Tudo isso nos apresenta um bonito ícone que nós, pastores, somos convidados a contemplar”.

“As redes não se enchem de peixes mas de uma presença que completou a vida dos pescadores e lhes deu a certeza de que nas suas tentativas, nas suas lutas, não estavam sozinhos” (Papa Francisco)

Aparecida, depois de 300 anos, segundo o Papa Francisco, “não traz receitas, mas chaves, critérios, pequenas grandes certezas, para iluminar e, sobretudo, ‘acender’ o desejo de nos despir de todas as vestes inúteis e voltar às raízes, ao essencial, à atitude que plantou a fé nos inícios da Igreja e depois fez do nosso continente a terra da esperança”.  

E mais: “Aparecida só quer renovar a nossa esperança no meio de tantas ‘inclemências’”.  Ele diz ainda “A fé das mães e das avós que não sentem medo de se sujar para criar os próprios filhos. Sabem que o mundo no qual devem viver está infestado de injustiças, para onde quer que olhem e experimentam a carência e a fragilidade de uma sociedade que se fragmenta cada dia mais, no qual a impunidade da corrupção continua a ceifar vítimas e a desestabilizar as cidades. Não só sabem… vivem isto. E são o exemplo claro da segunda realidade que como pastores somos convidados a tornar nossa: não devemos ter medo de nos sujar pela nossa gente. Não devemos sentir medo da lama da história contanto que resgatemos e renovemos a esperança. Só pesca aquele que não tem medo de arriscar e de se comprometer pelos seus”.

Centrar em Jesus Cristo

O Papa lembra aos bispos latino-americanos que “para poder viver com esperança é fundamental que nos centremos de novo em Jesus Cristo que já habita no centro da nossa cultura e vem a nós sempre renovado. Ele é o centro. Esta certeza, e exorto, ajuda a nós pastores a centrar-nos de novo em Cristo e no seu Povo. Eles não são antagonistas. Contemplar Cristo no seu povo é aprender a descentrar-nos de nós mesmos para nos centrar no único Pastor. Centrar-nos de novo com Cristo no seu Povo é ter a coragem de ir às periferias do presente e do futuro confiando-nos à esperança que o Senhor continuará a estar presente e que a sua presença será fonte de vida em abundância”.

E registrou, mais uma vez, o que tinha escrito na Encíclica Evangelii gaudium (n. 49): “Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças. Não quero uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa num emaranhado de obsessões e procedimentos. Se alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar a nossa consciência é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida. Mais do que o temor de falhar, espero que nos mova o medo de nos encerrarmos nas estruturas que nos dão uma falsa proteção, nas normas que nos transformam em juízes implacáveis, nos hábitos em que nos sentimos tranquilos, enquanto lá fora há uma multidão faminta e Jesus repete-nos sem cessar: ‘Dai-lhes vós mesmos de comer’ (Mc 6, 37)”.

Lição final de Aparecida

Papa Francisco encerra sua mensagem aos bispos da América Latina reafirmando que todas essas realidades da evangelização encontradas na mensagem de Aparecida podem ajudar “a revelar a dimensão misericordiosa da maternidade da Igreja que, a exemplo de Aparecida, está entre os ‘rios e a lama da história’, acompanhando e encorajando a esperança a fim de que cada pessoa, onde quer que esteja, possa sentir-se em casa, filho amado, procurado e esperado. Este olhar, este diálogo com o povo fiel de Deus, oferece ao pastor duas atitudes muito bonitas para cultivar: a coragem para anunciar o Evangelho e a força para enfrentar as dificuldades e os dissabores que a mesma pregação provoca”.

“Que Maria, Nossa Senhora Aparecida, continue a guiar-nos para o seu Filho a fim de que os nossos povos n’Ele tenham vida… e em abundância” (Papa Francisco)

E o Papa finalizou: “Na medida em que nos envolvermos na vida do nosso povo fiel e tocarmos o fundo das suas feridas, poderemos olhar sem ‘filtros clericais’ para o rosto de Cristo, ir ao seu Evangelho para rezar, pensar, discernir e deixar-nos transformar, a partir do seu rosto, em pastores de esperança. Que Maria, Nossa Senhora Aparecida, continue a guiar-nos para o seu Filho a fim de que os nossos povos n’Ele tenham vida… e em abundância. E, por favor, peço-vos que não vos esqueçais de rezar por mim. Que Jesus vos abençoe e a Virgem Maria vos ampare”.

Por Canção Nova

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Bispos participam da novena dos 300 anos do encontro da padroeira do Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bispos-participam-da-novena-dos-300-anos-do-encontro-da-padroeira-do-brasil/ Thu, 05 Oct 2017 07:47:32 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48848 Desde domingo, 1º de outubro, o Santuário Nacional de Aparecida recebe a novena em preparação a festa dos 300 anos do encontro da padroeira do Brasil. Marcando o início das comemorações, no primeiro dia da novena foi recordada a data em que os três pescadores encontraram a imagem de Nossa Senhora Aparecida da Conceição, no Rio Paraíba do Sul, em 1717. A homenagem contou com a presença da Marinha do Brasil, que participou das celebrações contribuindo com a coleta das águas dos principais rios brasileiros, para serem abençoadas.

O bispo de Lorena (SP), dom João Inácio Müller, presidiu a celebração na parte da tarde. No mesmo dia, à noite, o arcebispo do Ordinário Militar do Brasil, dom Fernando José Monteiro Guimarães, consagrou as 79 amostras das águas coletadas pela Marinha nas bacias hidrográficas dos rios Amazonas, São Francisco, Tocantins-Araguaia, Paraná, Paranaíba, Uruguai, Paraguai, Atlântico Nordeste Oriental, Atlântico Nordeste Ocidental, Atlântico Leste e Atlântico Sudeste.

“É uma alegria muito grande poder fazer parte desse momento histórico que o Brasil possibilita que nós participemos. Para mim é significativo estar aos pés de Nossa Senhora e poder colaborar com mais esse simbolismo todo, onde a Marinha se consagra sobre os pés e o manto de Nossa Senhora Aparecida”, afirmou o capelão da Marinha, padre Luiz Carlos Cardoso de Diniz, ao portal A12.

“Senhora Aparecida, das Águas à graça batismal” – No segundo dia da novena, 2 de outubro, os fiéis rezaram e celebraram o batismo junto com o arcebispo de Pouso Alegre (MG), dom José Luiz Majella, a partir da leitura de João 3, 1-8: “Agradecemos a Deus pela graça de nascer de novo através do batismo para sermos uma Igreja ministerial, na qual o serviço de amor ocupará o mesmo lugar”.

Com o tema “Senhora Aparecida, das Águas à graça batismal”, o bispo refletiu com o povo que é através do batismo que se torna Igreja e comunidade de fé. Para ele, a graça batismal indica uma missão, que despertada pela fé deve resultar em gestos concretos. “Hoje, neste segundo dia da novena da padroeira, peçamos a Maria que nos ajude a reanimar o nosso batismo, como pertença à comunidade dos fiéis. Não apenas uma participação numérica, mas uma presença efetiva de discípulos missionários”, exortou o arcebispo”.

Dom Majella recordou ainda a importância da simbologia da água na bíblia. “Cristo nunca aparece sem a água”, afirmou lembrando os grandes milagres de Jesus, como quando transformou a água em vinho e quando andou sobre as águas. Da mesma maneira, recordou o bispo, foi das águas que também apareceu a pequena imagem milagrosa, finalizou.

“Das águas aos sinais da redenção” – No terceiro dia da novena, 03 de outubro, Maria foi contemplada. A homenagem foi dedicada àquela que participa de modo efetivo da história da salvação, com o tema “Das Águas aos sinais de redenção”. O responsável pela celebração da novena da tarde foi o bispo auxiliar de Belo Horizonte, dom Vicente Ferreira. Já a novena da noite ficou a cargo do bispo de Santarém, dom Flávio Giovenale.

Até o dia 12 de outubro mais de 500 mil romeiros são esperados no Santuário de Aparecida para participar das celebrações. Até lá estão programadas mais seis novenas, com temáticas diversificadas, sempre uma ocorrendo no período da tarde e outra à noite. Confira aqui a programação completa e os bispos celebrantes de cada dia.

Por CNBB, com A12

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Papa encontrará bispos das seções migrantes do CCEE https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-encontrara-bispos-das-secoes-migrantes-do-ccee/ Tue, 19 Sep 2017 08:03:51 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48539 O Papa Francisco encontrará no próximo dia 22, os bispos e diretores nacionais responsáveis pelas seções migrantes do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE).

Segundo a Agência Sir, o encontro anual se realizará, em Roma, na Casa Bonus Pastor, de 21 a 23 deste mês. Além da audiência com o Pontífice, haverá um diálogo entre os responsáveis pela seção “Migrantes e refugiados” do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral e a apresentação do relatório sobre o trabalho das Conferências Episcopais, no âmbito da Pastoral dos Migrantes, feito pelo Professor  Gian Carlo Blangiardo, docente na Universidade de Milão Bicocca.

“Os diretores apresentarão os desafios atuais, próprios de cada país, além do acolhimento e integração dos migrantes”, explica uma nota do CCEE.

A seguir, os responsáveis pela seção “Migrantes e Refugiados” falarão sobre as prioridades e projetos sobre os quais trabalha o dicastério vaticano. 

Esse período de diálogo se concluirá com um debate sobre as modalidades de coordenação entre os vários atores das pastorais dos migrantes na Europa, como a Santa Sé, as Conferências Episcopais e os organismos eclesiais internacionais.
 
Os trabalhos se concluirão na manhã de sábado, 23 de setembro, com um visita ao Centro San Saba, administrado pelo Centro Astalli, Serviço Jesuíta para os Refugiados na Itália, que acolhe homens requerentes de asilo e titulares de proteção internacional.

Por Rádio Vaticano

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