batismo - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png batismo - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Existem normas para o Batismo? https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/existem-normas-para-o-batismo/ Wed, 05 May 2021 16:07:40 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60496 Muitos querem saber objetivamente das normas sobre o Batismo. Vamos abordar alguns pontos deste sacramento na perspectiva canônica (Cân. 851-868).

A celebração deve ser preparada. O adulto que deseja receber o batismo seja admitido ao catecumenato e percorra os passos, de acordo com o ritual de iniciação cristã; quanto à criança a ser batizada, seus pais e os que vão assumir o encargo de padrinhos, sejam instruídos sobre esse sacramento e as obrigações dele decorrentes.

Embora o batismo possa ser celebrado em qualquer dia, ordinariamente seja no domingo, se possível, na vigília da Páscoa. O lugar próprio para o batismo é a igreja, salvo raras exceções. Como regra geral o adulto seja batizado em sua igreja paroquial e a criança na igreja paroquial dos pais, salvo justas causas. Justificado por distâncias ou circunstâncias de grave incômodo, o batismo pode ser conferido em outro lugar conveniente.

Com possíveis exceções, o Batismo não seja conferido em casas particulares nem em hospitais. É capaz de receber o batismo toda pessoa ainda não batizada, e somente ela. Do adulto se requer a manifestação da vontade, que esteja instruído nas verdades da fé e obrigações, que tenha sido provado na vida cristã por meio de catecumenato e seja admoestado ao arrependimento de seus pecados.

O adulto que é batizado seja confirmado logo depois do batismo e participe da celebração eucarística, recebendo a comunhão. Os pais cuidem que as crianças sejam batizadas dentro das primeiras semanas depois do nascimento: peçam o sacramento ao pároco e sejam devidamente preparados. Em perigo de morte a criança seja batizada sem demora.

Enfim, para que uma criança seja licitamente batizada, é preciso que ao menos um dos pais, ou legítimos responsáveis, consinta; além disso, haja fundada esperança de que
ela será educada na religião católica; se essa esperança faltar, o batismo seja adiado. Já, em perigo de morte, a criança filha de pais católicos, mesmo contra a vontade deles, é licitamente batizada.

Pe. Crésio Rodrigues
Vigário judicial da Diocese de Uruaçu e pároco da Paróquia São José Operário

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No Batismo estão as raízes de nossa vida em Deus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/no-batismo-estao-as-raizes-de-nossa-vida-em-deus/ Mon, 14 Jan 2019 11:50:27 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=53690 “Como Jesus após o seu Batismo, deixemo-nos ser guiados pelo Espírito Santo em tudo o que fazemos. Mas para isso, devemos invocá-lo! Aprendamos a invocar o Espírito Santo com mais frequência, em nossos dias, para poder viver com amor as coisas ordinárias, e assim, torná-las extraordinárias”, foi a exortação do Papa Francisco ao final do tradicional encontro dominical na Praça São Pedro.

“Renovo a todos o convite para manter viva a memória do próprio Batismo. Ali estão as raízes da nossa vida em Deus; as raízes da nossa vida eterna, que Jesus Cristo nos deu com a sua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição”.

No Angelus na Festa do Batismo do Senhor, o Papa Francisco voltou a pedir para não esquecermos a data de nosso Batismo: “Que seja uma data guardada em nosso coração para festejá-la todos os anos”, e convidou a invocarmos “com mais frequência o Espírito Santo”, “para poder viver com amor as coisas ordinárias, e assim, torná-las extraordinárias”.

Em sua alocução, o Papa destaca que “a liturgia nos chama a conhecer mais plenamente Jesus” e por isso o Evangelho do dia, “ilustra dois elementos importantes: a relação de Jesus com as pessoas e a relação de Jesus com o Pai”.

Jesus com a multidão

Dirigindo-se aos milhares de peregrinos presentes na Praça São Pedro, o Pontífice chama a atenção para o fato de que todo o povo que estava presente na cena do Batismo “não é apenas um pano de fundo”, mas “um componente essencial do evento. Antes de mergulhar na água, Jesus “mergulha” na multidão, une-se a ela assumindo plenamente a condição humana, compartilhando tudo, exceto o pecado”.

“Em sua santidade divina, cheia de graça e de misericórdia, disse o Papa, o Filho de Deus se fez carne justamente para tomar sobre si e tirar o pecado do mundo. Assumir as nossas misérias, a nossa condição humana”. Deixando-se batizar por João, Jesus “manifesta a lógica e o sentido de sua missão”:

“Unindo-se ao povo que pede a João o Batismo da conversão, Jesus compartilha dele o profundo desejo de renovação interior. E o Espírito Santo que desce sobre Ele “em forma corpórea, como uma pomba”, é o sinal de que com Jesus inicia um mundo novo, uma “nova criação”, da qual fazem parte todos aqueles que acolhem Cristo em sua vida”.

O “amor do Pai, que todos recebemos no dia do nosso Batismo, é uma chama que foi acesa em nosso coração, e requer ser alimentada mediante a oração e a caridade”.

Jesus em comunhão com o Pai

O segundo elemento destacado por Francisco, é a comunhão de Jesus com o Pai, e explica que “o Batismo é o início da vida pública de Jesus, da sua missão no mundo como enviado do Pai para manifestar a sua bondade e o seu amor pelos homens”:

“Tal missão é realizada em constante e perfeita união com o Pai e o Espírito Santo. Também a missão da Igreja e a de cada um de nós, para ser fiel e frutuosa, é chamada a inserir-se na de Jesus. Trata-se de regenerar continuamente na oração a evangelização e o apostolado, para dar um claro testemunho cristão, não segundo nossos projetos humanos, mas segundo o estilo de Deus”.

Viver em coerência com nosso Batismo

A Festa do Batismo do Senhor – recorda o Papa – “é uma ocasião propícia para renovar com gratidão e convicção as promessas do nosso Batismo, comprometendo-nos a viver diariamente em coerência com ele”. E reitera a importância de conhecermos a data de nosso Batismo, guardá-la no coração e festejá-la todos os anos.

Após rezar o Angelus e saudar os fiéis presentes, Francisco recordou que havia batizado um grupo de crianças:

“Esta manhã, de acordo com o costume desta Festa, tive a alegria de batizar um bom grupo de recém-nascidos. Rezemos por eles e por suas famílias. E, nesta ocasião, renovo a todos o convite para manter viva a memória do próprio Batismo. Ali estão as raízes da nossa vida em Deus; as raízes da nossa vida eterna, que Jesus Cristo nos deu com a sua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição. No Batismo estão as raízes. E nunca esqueçam a data do nosso Batismo”.
Invocar com mais frequência o Espírito Santo

Antes de despedir-se com o tradicional “Bom domingo a todos. Não esqueçam de rezar por mim. Bom almoço e até logo”, o Papa pediu para que, a exemplo de Jesus, deixemo-nos guiar pelo Espírito Santo:

“Mas para isso, devemos invocá-lo! Aprendamos a invocar o Espírito Santo com mais frequência em nossos dias, para poder viver com amor as coisas ordinárias, e assim, torná-las extraordinárias.”

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10 atitudes que devem ser assumidas pelos padrinhos de Batismo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/10-atitudes-que-devem-ser-assumidas-pelos-padrinhos-de-batismo/ Mon, 19 Feb 2018 11:21:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50864 Escolher os padrinhos para uma criança é uma tarefa muito importante que deve ser feita com atenção, levando em conta alguns fatores importantes. Primeiramente, o casal escolhido deve viver o batismo, ou seja, ser católico, ser crismado e ter uma vida de comunhão eucarística.

Para ser padrinho ou madrinha, não basta ser alguém conhecido, amigo, parente, alguém importante na vida dos pais da criança, pode até trazer essas caraterísticas citadas, mas o compromisso é muito maior. O casal tem a missão de transmitir valores morais e cristãos à criança. Por tudo isso, listamos 10 atitudes que devem ser assumidas pelos padrinhos:

1 Viver a responsabilidade de ser padrinho: O padrinho deve acompanhar o seu afilhado com a presença, com o bom testemunho de cristão, fazer as vezes dos pais ou auxiliar os pais em suas faltas;

2 Criar vínculo com os irmãos do afilhado: É muito importante que os padrinhos tenham a sensibilidade de se relacionar com os irmãos do afilhado para que as demais crianças não se sintam excluídas;

3 Ser parceiro dos pais do afilhado: Os padrinhos devem ser companheiros dos pais, procurando sempre respeitar os limites impostos por eles às crianças;

4 Assumir um compromisso: Quando os padrinhos são escolhidos e aceitam o convite, assumem um compromisso perante Deus de amar e ajudar na educação da criança;

5 Criar momentos com a criança: Se puder e estiver próximo da criança procure, por exemplo, brincar, buscar na escola, tudo isso possibilita uma relação mais íntima;

6 Ser amigo: Os padrinhos devem estabelecer um elo de confiança com a criança, para que ela saiba que pode contar com eles em qualquer momento;

7 Não esqueça as datas importantes: Participe de datas como o aniversário, natal e outros momentos importantes. Essa presença não precisa se dar por meio de presentes, mas com palavras de carinho e amor;

8 Estar presente: Fazer parte do dia a dia da criança, procurar ouvi-la, passar um tempo com ela dedicando atenção e carinho. Acompanhar as pequenas conquistas, mesmo que seja necessário às vezes, ser por telefone ou internet;

9 Rezar pelo afilhado: Os padrinhos assumem no batismo a missão de rezar pelo seu afilhado todos os dias;

10 Ajudar na formação religiosa do afilhado: Ajudar a criança a viver o amor a Deus, contribuindo com os pais no ensinamento das orações e no acompanhamento da participação ativa nos sacramentos da Igreja. Os padrinhos devem ter a consciência de que devem ser luz e fermento na vida cristã do afilhado.

Por A12 via Aleteia

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Papa propõe "catecumenato matrimonial" para noivos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-propoe-catecumenato-matrimonial-para-noivos/ Tue, 30 Jan 2018 09:05:27 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50574 Os Sínodos sobre a família e a Exortação Amoris Laetitia nasceram da necessidade de ouvir aqueles fiéis que haviam silenciado suas consciências e depois reencontraram um caminho para ver um pouco de ‘luz’.

Foi o que disse o Papa na audiência aos membros do Tribunal da Rota Romana, que estão inaugurando o Ano Judiciário 2018.

Conscientização

O discurso do Papa teve como ponto central a consciência: seja nos casos dos quais os juízes se ocupam, como na vida das pessoas dos quais são protagonistas. As atividades dos Tribunais Eclesiásticos, seu empenho em causas de nulidade matrimonial e em geral, a pastoral familiar da Igreja – acrescentou Francisco – se expressam também como ‘ministério da paz das consciências e devem ser exercidos com toda a consciência’.

Catecumenato matrimonial

O Papa recomendou também o esforço de um ‘catecumenato matrimonial visto como itinerário indispensável para que jovens e casais revivam a sua consciência cristã amparada pela graça dos dois sacramentos: batismo e matrimônio’.

Todavia, quando a vida conjugal encontra em seu caminho graves obstáculos e fica ferida, chegando a pedir ajuda ao Tribunal, é preciso que o exercício da consciência sirva para evitar o risco de que de ‘o exercício da justiça seja reduzido a um simples processo burocrático’:

“Se os Tribunais Eclesiásticos caíssem nesta tentação, trairiam a consciência cristã”.

Francisco explicou ainda que esta é a razão pela qual estabeleceu que nos processos breves seja o próprio bispo diocesano a julgar a primeira instância dos casos de nulidade matrimonial.

Neste sentido, o Pontífice pediu aos membros da Rota que evitem o risco que “à consciência dos fiéis com dificuldades no matrimonio seja negado um caminho de graça”.

Por Vatican News

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Dia das Crianças: a fé dos pequenos e pequenas, presente e futuro da Igreja https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dia-das-criancas-a-fe-dos-pequenos-e-pequenas-presente-e-futuro-da-igreja/ Wed, 11 Oct 2017 15:27:29 +0000 http://teste.toqueto.com/dia-das-criancas-a-fe-dos-pequenos-e-pequenas-presente-e-futuro-da-igreja.html A Igreja no Brasil celebra neste 12 de outubro a festa de Nossa Senhora Aparecida que este ano, em especial, comemora os 300 anos do encontro da imagem no Rio Paraíba do Sul (SP). Além disso, a data marca o Dia das Crianças. Pequenos e Pequenas que são o futuro, mas também são o presente da Igreja.

Elas animam, embelezam, dão vigor e são parte viva do Corpo de Cristo. É o cuidado, a acolhida e a formação que a Igreja proporciona que vai marcar o tipo de pessoa e cristãos que essas crianças serão amanhã. Por isso, é muito importante que a Igreja cuide dos pequenos sendo as Mãos de Deus na orientação e no crescimento delas em estatura, sabedoria e graça Divina.

A iniciação das crianças na Igreja se dá pelo Batismo. Mas, é na catequese que elas são inseridas na vivência da fé e dão início a uma jornada cristã. O Papa João Paulo II dizia que as crianças são os pequenos-grandes missionários. A missão que Jesus confiou aos cristãos é a de “ir e fazer discípulos entre todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-lhes a observar tudo o que vos tenho ordenado. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28, 19-20).

A Igreja proporciona diversas atividades, espaços iniciativas que visam a evangelização dos pequeninos como a formação da catequese e a organização de grupos como a Infância e Adolescência Missionária (IAM) que tem como finalidade suscitar o espírito missionário universal nas crianças, desenvolvendo lhes o protagonismo na solidariedade e na evangelização e, por meio delas, em todo o Povo de Deus: “Crianças ajudam e evangelizam crianças”. São crianças em favor de outras crianças.

De acordo com a secretaria nacional da Infância e Adolescência Missionária, irmã Patrícia Souza, na obra da IAM, a criança e o adolescente assumem seu protagonismo, com a sua linguagem, característica e experiência.

“Na missão, a criança e o adolescente são capazes de evangelizar outra criança e outro adolescente, dando testemunho, fazendo sacrifício daquilo que ela tem, para ajudar aos menos favorecidos. Com isso, tornam-se seus amigos por meio da oração, do sacrifício e da própria solidariedade. Estas crianças e adolescentes evangelizadoras, são sinais para outras, em meio à globalização mundial”, destaca.

A Infância e Adolescência Missionária forma grupos de crianças e pré-adolescentes com uma média de 12 participantes entre os que desejam pertencer à IAM. A estrutura principal da obra são os grupos, cujos membros tornam-se fermento missionário na família, na escola, na comunidade eclesial e no ambiente em que vivem.

Tomando como exemplo a vida de Jesus e de seus discípulos, a Infância e Adolescência Missionária têm em Maria, a mãe de Jesus, uma fiel testemunha da autêntica ação evangelizadora. Inspira-se também em São Francisco Xavier e Santa Teresinha do Menino Jesus, Padroeiros das Missões. Ambos viveram ardentemente o carisma missionário universal, doando suas vidas pelo anúncio do Evangelho.

A psicóloga e missionária da Canção Nova, Aline Rodrigues, escreveu no artigo “Saiba a importância das crianças estarem na Igreja”, publicano no site da comunidade, que “crianças inseridas em um ambiente cristão tendem a desenvolver comportamentos mais humanizados, como compaixão, companheirismo, solidariedade, disciplina, respeito, amor fraternal, reconhecimento dos limites, clareza do certo e errado e inúmeras outras características, pois acreditam no ser humano”.

Segundo a piscóloga, os pequenos não criticam o ser humano e são capazes de amar mesmo quando são decepcionadas, o que faz toda diferença para a vida adulta.

Por CNBB

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Papa explica o significado do Batismo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-explica-o-significado-do-batismo/ Thu, 03 Aug 2017 08:46:25 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-explica-o-significado-do-batismo.html

“Ser batizado significa ser chamado a difundir a luz da esperança de Deus neste mundo sem esperança”. Ao retomar as Audiências Gerais após a pausa no mês de julho, o Papa Francisco dedicou sua catequese ao “Batismo, como porta da esperança”.

Dirigindo-se ao sete mil presentes na Sala Paulo VI, Francisco começou sua reflexão recordando que nos tempos modernos praticamente desapareceu o fascínio pelos antigos ritos do Batismo, assim como alegorias que tinham um grande significado para o homem antigo, como a orientação das Igrejas para o Oriente, “local onde as trevas eram vencidas pela primeira luz da aurora, o que nos remete a Cristo”, “que nos vai trazer do alto a visita do Sol nascente.”

Permanece intacta em seu significado no entanto – observou o Papa – “a profissão de fé feita segundo a interrogação batismal, que é própria da celebração de alguns sacramentos”.

Mas, o que quer dizer “ser cristãos?”, pergunta. “Quer dizer olhar para a luz, continuar a fazer a profissão de fé na luz, mesmo quando o mundo é envolvido pela noite e pelas trevas”:

“Nós somos aqueles que acreditam que Deus é Pai: esta é a luz! Acreditamos que Jesus desceu entre nós, caminhou em nossas próprias vidas, tornando-se companheiro especialmente dos mais pobres e frágeis: esta é a luz! Nós acreditamos que o Espírito Santo age incansavelmente para o bem da humanidade e do mundo, e até mesmo as maiores dores da história serão superadas: esta é a esperança que nos desperta todas as manhãs! Acreditamos que cada afeto, cada amizade, cada desejo bom, cada amor, até mesmo aqueles mais momentâneos e negligenciados, um dia encontrarão o seu cumprimento em Deus: esta é a força que nos impulsiona a abraçar com entusiasmo a nossa vida todos os dias!”

O Papa recorda então outro sinal “muito bonito da liturgia batismal, que nos recorda a importância da luz”, que é quando ao final do rito é entregue aos pais da criança – ou ao adulto batizado – uma vela, cuja chama é acesa no Círio Pascal.

O Círio Pascal que na noite de Páscoa entra na igreja completamente escura, para manifestar a Ressurreição de Jesus:

“Daquele Círio – explica Francisco – todos acendem a própria vela e transmitem a chama aos vizinhos: neste sinal existe a lenta propagação da ressurreição de Jesus na vida de todos os cristãos. A vida da Igreja é contaminação de luz”.

O Santo Padre reitera então a importância de sempre recordarmos de nosso Batismo, explicando:

“Nós nascemos duas vezes: a primeira à vida natural, a segunda, graças ao encontro com Cristo, na fonte batismal. Ali somos mortos para a morte, para viver como filhos de Deus neste mundo. Ali nos tornamos humanos como nunca poderíamos ter imaginado. Eis porque todos devemos espalhar a fragrância do Crisma com o qual fomos marcados no dia do nosso Batismo. Em nós vive e opera o Espírito de Jesus, o primogênito de muitos irmãos, de todos aqueles que se opõem a inevitabilidade das trevas e da morte”.

“Que graça – exclama Francisco – quando um cristão torna-se realmente um “cristóforo”, um “portador de Cristo” no mundo!”, sobretudo “para aqueles que estão atravessando situações de luto, de desespero, de trevas e de ódio”, e isto pode ser percebido por tantos pequenos gestos:

“Da luz que um cristão traz nos olhos, da profunda serenidade que não é afetada mesmo nos dias mais complicados, pelo desejo de recomeçar a querer bem mesmo quando se tenha experimentado muitas decepções”.

“No futuro – pergunta o Papa ao concluir sua reflexão – quando for escrita a história do nosso dia, o que se dirá de nós? Que fomos capazes de esperança, ou que colocamos a nossa luz debaixo do alqueire? Se formos fiéis ao nosso Batismo, propagaremos a luz da esperança de Deus e poderemos passar para as gerações futuras razões de vida”.

Ao saudar os peregrinos em língua portuguesa, o Papa Francisco citou, em particular, os membros da Fraternidade dos “Irmãozinhos de Assis” presentes.

“Ser batizados – disse o Papa– significa ser chamado à Santidade. Peçamos a graça de poder viver os nossos compromissos batismais como verdadeiros imitadores de cristo, nossa esperança e nossa paz”.

Por Rádio Vaticano

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O que se deve fazer para ser santo na vida cotidiana? Papa Francisco responde https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/o-que-se-deve-fazer-para-ser-santo-na-vida-cotidiana-papa-francisco-responde/ Wed, 21 Jun 2017 11:52:25 +0000 http://teste.toqueto.com/o-que-se-deve-fazer-para-ser-santo-na-vida-cotidiana-papa-francisco-responde.html Durante a Audiência Geral na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco explicou que para ser santos “não significa rezar o dia todo” e assegurou que o que se deve fazer é “cumprir os deveres com o coração aberto a Deus”.

“Pensamos que é uma coisa difícil, que é mais fácil ser delinquente do que santo. Não. É possível ser santos porque o Senhor nos ajuda. É Ele quem nos ajuda”.

Em uma nova catequese centrada na esperança, o Santo Padre refletiu sobre os santos, “testemunhos e companheiros da esperança”. Recordou como, “no dia do nosso Batismo, ressoou para nós a invocação dos santos. Muitos de nós, naquele momento, éramos crianças, levados nos braços por nossos pais”.

Essa ocasião, sublinhou o Pontífice, “foi a primeira em que, durante a nossa vida, nos era presenteada essa companhia de irmãos e irmãs maiores – os santos – que passaram pela nossa mesma estrada, conheceram as nossas mesmas fadigas e vivem para sempre no abraço de Deus”.

“Deus não nos abandona jamais”, assegurou. “Em toda ocasião em que estejamos necessitados, virá um de seus anjos para nos dar consolo”. “Os santos de Deus estão sempre aqui, ocultos em meio a nós”.

Contudo, assinalou o Papa, “alguém de vocês poderia me perguntar: ‘Mas, Padre, pode-se ser santo na vida de todos os dias?’. ‘Sim, pode’. ‘Mas isso significa que devemos rezar todo o dia?’. ‘Não’. Isso significa que você deve cumprir os seus deveres durante todo o dia: rezar, ir ao trabalho, cuidar dos filhos… E fazer tudo com o coração aberto a Deus. Com essa vontade de que esse trabalho, também na doença, no sofrimento, na dificuldade, esteja aberto a Deus. E assim seremos santos”.

Francisco destacou que “os cristãos, no combate contra o mal, não se desesperam. O cristianismo cultiva uma incurável confiança. Não crê que as forças negativas e que dividem podem prevalecer. A última palavra sobre a história do homem não é o ódio, não é a morte, não é a guerra. Em todo momento da vida nos assiste a mão de Deus e também a discreta presença de todos os fiéis que nos precederam no sinal da fé”.

“A assistência deles nos diz antes de tudo que a vida cristã não é um ideal inatingível. E, ao mesmo tempo, nos conforta: não estamos sozinhos, a Igreja é feita de inúmeros irmãos, às vezes anônimos, que nos precederam e que, pela ação do Espírito Santo, estão envolvidos nos assuntos dos que ainda vivem aqui”.

O Bispo de Roma insistiu que a invocação dos santos durante o Batismo “não é a única invocação dos santos que marca o caminho da vida cristã”. E como exemplo, citou os sacramentos do matrimônio e do sacerdócio.

“Quando dois noivos consagram seu amor no sacramento do Matrimônio – afirmou –, invoca-se de novo para eles, desta vez como casal, a intercessão dos santos. E esta invocação é fonte de confiança para os dois jovens que partem para a viagem da vida conjugal”.

Em relação ao matrimônio, indicou que “quem ama verdadeiramente tem o desejo e a coragem de dizer ‘para sempre’” e, se não estão dispostos a dizer “para sempre”, “que não se casem! Ou para sempre, ou nada”. “Mas, sabem que têm necessidade da graça de Cristo e da ajuda dos santos”, disse. “Por isso, na liturgia nupcial invoca-se a presença dos santos”.

Sobre o sacramento do sacerdócio, lembrou que “também os sacerdotes preservam a recordação de uma invocação de santos pronunciada sobre eles. É um dos momentos mais tocantes da liturgia da ordenação. Os candidatos se prostram por terra, com o rosto em direção ao chão. E toda a assembleia, guiada pelo Bispo, invoca a intercessão dos santos”.

“Somos pó que aspira ao céu. Fracos em nossa força, mas potentes no mistério da graça que está presente na vida dos cristãos”, finalizou.

Por ACI Digital

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Oitava de Páscoa: tempo de celebrar a Ressurreição https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/oitava-de-pascoa-tempo-de-celebrar-a-ressurreicao/ Tue, 18 Apr 2017 08:48:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45525 Durante todos os dias desta semana, até o próximo domingo, a Igreja comemora com alegria a Ressurreição de Jesus. Este é o acontecimento mais importante da história para os cristãos, pois, Jesus, morreu, ressuscitou e continua entre nós. O Arcebispo de Mariana (MG), dom Gerado Lyrio de Rocha, explica que Páscoa é uma solenidade tão grande que não dá para celebrar num dia só. Por isso a igreja na sua sabedoria de mãe e mestra prolonga por oito dias a celebração da páscoa. “A páscoa é o centro do ano Litúrgico por ser o centro da vivência e da fé cristã. Se Cristo não tivesse ressuscitado nossa fé não teria sentido vai dizer o apóstolo Paulo. Então, o mistério da morte e ressurreição de Cristo é o que está no cento, é o acontecimento fundante da nossa própria fé”, destaca o bispo.

Para dom Geraldo, a melhor maneira de vivenciar o mistério da páscoa é assumir de forma consciente e responsável o próprio batismo. “A oitava da pascoa tem essa caraterística batismal até porque na vigília da páscoa se celebram o batismo especialmente de adultos. Então, a oitava da páscoa tem um sabor bem batismal. Aí está o fundamento da nossa vivencia cristã. É assumir o nosso batismo para vive-lo intensamente como filhos de Deus, como irmãos de Jesus Cristo, como templos do Espírito Santo, como membros do povo santo de Deus e a igreja de Cristo. Então, a oitava da Páscoa deve reavivar tudo isto em nós para vivenciarmos o que celebramos na fé traduzindo em atos concretos em nossa vida”. 

Após essa Oitava de Páscoa, a Igreja continua vivendo o Tempo Pascal até o domingo de Pentecostes que acontece cinquenta dias após a celebração da ressurreição de cristo. Este ano será celebrado dia 4 de junho. Neste período, a igreja convida, por meio da liturgia, a contemplar a presença do ressuscitado que continua no meio dos seus. “O pentecostes é o coroamento da páscoa, a obra realizada por Jesus. O que ele fez com sua morte e ressurreição agora é coroado com a vinda do Espírito Santo e é ele que faz com que o mistério da páscoa que celebramos não seja uma coisa do passado que é apenas recordado numa oração. É muito mais do que isso. É o Espírito Santo de Deus que faz com que o mistério pascal se torne presente e realidade em nossa vida. Em todos os gestos litúrgicos, mas sobretudo na Santíssima Eucaristia. A Eucaristia é a celebração do mistério pascal de cristo. A Pascoa de cristo acontecendo em nova vida e a nossa inserida no mistério pascal de cristo quem faz tudo isso é o Espírito Santo que da vida a igreja e que vivifica o cristão na sua vivencia de fé para que mistério pascal seja realidade na sua existência”, ressalta dom Geraldo.

Por CNBB

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A fé que é esperança https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-fe-que-e-esperanca/ Wed, 29 Mar 2017 08:25:57 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45168 Continuando o percurso catequético de renovação da fé batismal, no quinto domingo da Quaresma lemos a passagem da ressurreição de Lázaro (Jo 11,1-45). Jesus é vida que vence a morte e, por isso, nossa esperança. Fazer o amigo Lázaro voltar à vida foi ocasião propícia que Jesus encontrou para manifestar a si próprio: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá” (Jo 11,25). Em Jesus Cristo se concentram todo desejo de vida plena e a esperança para a humanidade. Por isso, pergunta a Marta: “Crês isto?” (Jo 11,26). “Sim, Senhor, eu creio” (Jo 11,27).

Este diálogo nos recorda o rito do batismo, quando é realizada a profissão de fé. Paulo, em suas cartas, apresentou várias vezes a esperança cristã, ligada ao batismo, que nos insere na dinâmica da morte-ressurreição de Cristo. “Batizados em Cristo Jesus, é na sua morte que fomos batizados. Portanto, pelo Batismo fomos sepultados com ele na morte para que, como Cristo foi ressuscitado de entre os mortos pela glória do Pai, assim também nós vivamos vida nova” (Rm 6,3-4). A fé professada em Cristo abre um horizonte de esperança para nossa vida, não somente para a vida pós-morte, mas como horizonte que dá sentido para nosso caminhar cotidiano. Imersos no ritmo de uma vida acelerada, sentimos dificuldades de vislumbrar um horizonte maior. Pior ainda quando nos resignamos ao “aqui e agora” e perdemos a capacidade de sonhar e construir a esperança de um mundo mais justo e fraterno. Se somos criaturas novas em Cristo, somos também colaboradores dele na construção de vidas novas, famílias novas, sociedade nova, relações novas com o meio ambiente. “Não deixemos que nos roubem a esperança” (EG 86), nos diz o Papa Francisco. Na travessia do deserto, quando são tantos os desafios que nosso povo enfrenta, precisamos de pessoas de fé, que mantenham sempre viva a esperança e ajudem a encontrar caminhos para a Terra Prometida. 

Porém, a esperança cristã também nos aponta para a vida plena, que não se esgota aqui. Pela confiança plena no Cristo ressuscitado, nos diz: “Todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais” (Jo 11,26). Esta confiança é própria dos discípulos de Jesus Cristo, que creem nele e em suas palavras. “Se a nossa esperança em Cristo é somente para esta vida, nós somos os mais infelizes de todos os homens” (1Cor 15,19), nos diz Paulo. Bem nos recordou o Papa Bento XVI, que “o presente, ainda que custoso, pode ser vivido e aceito, se levar a uma meta e se pudermos estar seguros desta meta, se esta meta for tão grande que justifique a canseira do caminho” (SpeSalvi, 1). Os cristãos, com os pés no chão, olham para frente, têm um futuro, pois sabemos que a vida não acaba no vazio. Por isso, no batismo recebemos uma “vida nova”, qual dinamismo que, enraizado em Cristo, nos move a construir hoje, ainda que em sinais, o Reino prometido. 

Enfim, o batismo, pelo qual iniciamos o caminho do discipulado de Jesus Cristo, nos faz criaturas novas. “Se alguém está em Cristo é uma criatura nova. As coisas velhas passaram; eis que nasceram novas” (2Cor 5,17). O Espírito cria nos batizados a dinâmica da esperança. Somos portadores de esperança?

Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta

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Papa Francisco exorta a saciar a sede com a "água viva" da Palavra de Jesus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-exorta-a-saciar-a-sede-com-a-agua-viva-da-palavra-de-jesus/ Mon, 20 Mar 2017 07:57:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44997 Durante a oração do Ângelus neste domingo, o Papa Francisco exortou os fiéis reunidos na Praça de São Pedro do Vaticano a aproximar-se de Jesus e a saciar a sua sede na fonte de “água viva” que é a Sua Palavra.

O Evangelho deste terceiro domingo da Quaresma apresenta o diálogo de Jesus com a mulher samaritana. “O encontro acontece quando Jesus atravessava a Samaria, região entre a Judeia e a Galileia, habitada por pessoas que os Judeus desprezavam, considerando-as cismáticas e heréticas. Entretanto esta população uma das primeiras a aderir à pregação cristã dos Apóstolos”, explicou o Santo Padre.

Francisco destacou o encontro de Jesus com a samaritana como um exemplo que pode ajudar a renovar-se espiritualmente: “este tempo da Quaresma é ocasião propícia para aproximar-nos d’Ele, encontrá-lo na oração num diálogo de coração para coração, falar com Ele, escutá-lo; é a ocasião para ver o seu rosto também no rosto de um irmão ou de uma irmã que sofre. Desse modo podemos renovar em nós a graça do Batismo, saciar-nos na fonte da Palavra de Deus e de seu Espírito Santo; e assim descobrir também a alegria de tornar-nos artífices de reconciliação e instrumentos de paz na vida cotidiana”.

“Enquanto os discípulos vão à cidade procurar alimento, Jesus permanece onde se encontrava o poço de Jacó e ali pede água a uma mulher, que chegara para tirar água. Desse pedido tem início um diálogo. Como, sendo judeu, tu me pedes de beber, a mim que sou samaritana? Jesus lhe respondeu: ‘Se conhecesses o dom de Deus e quem é que te diz dá-me de beber, tu é que lhe pedirias e ele te daria água viva!’, uma água que sacia toda sede e se torna fonte inesgotável no coração de quem a bebe”.

“Ir ao poço apanhar água é cansativo e monótono – reconheceu o Papa -, seria bom ter a disposição uma fonte que jorra água! Mas Jesus fala de uma água diferente. Quando a mulher se deu conta de que aquele homem com quem estava falando era um profeta, abriu-se a ele e lhe fez perguntas religiosas. A sua sede de afeto e de vida repleta não lhe foi satisfeita pelos cinco maridos que teve, aliás, experimentou desilusões e enganos”.

“Por isso a mulher fica impressionada com o grande respeito que Jesus tem por ela e quando Ele lhe fala da verdadeira fé, como relação com Deus Pai ‘em espírito e verdade’, então intui que aquele homem poderia ser o Messias, e Jesus – coisa raríssima – o confirma: ‘Sou eu, que falo contigo’. Ele diz ser o Messias a uma mulher que tinha uma vida tão desordenada”.

Neste sentido, o Bispo de Roma, recordou que “a água que dá a vida eterna foi infundida em nossos corações no dia do nosso Batismo, mediante o qual nos transformou e encheu-nos com a sua graça. Mas pode acontecer que este grande dom o tenhamos esquecido, ou reduzido a um mero acontecimento da nossa vida”.

“Talvez vamos em busca de ‘poços’ cujas águas não nos saciam. Então esse Evangelho é propriamente para nós! Não somente para a Samaritana, mas para nós. Jesus nos fala como à Samaritana. Sabemos quem é Jesus, mas talvez não o tenhamos encontrado pessoalmente, falando com Ele, e não o tenhamos ainda reconhecido como o nosso Salvador”.

Por ACI Digital

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