autoridades - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png autoridades - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa chega a Bangladesh e se reúne com autoridades do país https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-chega-a-bangladesh-e-se-reune-com-autoridades-do-pais/ Thu, 30 Nov 2017 14:01:57 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-chega-a-bangladesh-e-se-reune-com-autoridades-do-pais.html O Papa Francisco deixou Mianmar, nesta quinta-feira (30/11), e se dirigiu para Bangladesh, segunda etapa de sua 21ª viagem apostólica internacional. 

O avião papal aterrissou no aeroporto internacional de Daca às 5h da manhã, horário de Brasília. Ao descer do avião, o Papa foi acolhido pelo Presidente bengalês, Abdul Hamid. Duas crianças, com vestidos tradicionais, ofereceram ao Papa flores e um vaso de terra que foi abençoado pelo Pontífice. 

Acolheram também o Papa demais autoridades políticas e civis, bispos, fiéis e quarenta crianças que executaram danças tradicionais.

Após a cerimônia de boas-vindas, no aeroporto de Daca, o Santo Padre visitou o Memorial Nacional dos Mártires, em Savar, e fez uma homenagem ao Pai da Pátria no Bangabandhu Memorial Museum e assinou o Livro de Honra.

Mais tarde, o Papa Francisco encontrou-se, no Palácio Presidencial, em Daca, com as autoridades, com o Corpo diplomático e a sociedade civil. 

O Pontífice agradeceu ao Presidente bengalês, Abdul Hamid, pelo convite a visitar esta nação e por suas palavras de boas-vindas.

“Seguindo as pegadas de dois dos meus Predecessores, os Papas Paulo VI e João Paulo II, estou aqui para rezar com os meus irmãos e irmãs católicos e oferecer-lhes uma mensagem de estima e encorajamento”, disse Francisco.

“Bangladesh é um Estado jovem e todavia ocupou sempre um lugar especial no coração dos Papas, que desde o princípio expressaram solidariedade ao seu povo, procurando acompanhá-lo na superação das dificuldades iniciais e apoiando-o na tarefa exigente da construção da nação e do seu desenvolvimento. Agradeço a oportunidade de me dirigir a esta assembleia, que reúne homens e mulheres com responsabilidades especiais na tarefa de dar forma ao futuro da sociedade bengalesa.”

O Papa disse que durante o voo para Daca, recordaram a ele que Bangladesh – “«Golden Bengal» – é uma nação interligada por uma vasta rede fluvial e por vias navegáveis, grandes e pequenas. Creio que esta beleza natural é emblemática de sua particular identidade como povo. Bangladesh é uma nação que se esforça para alcançar uma unidade de linguagem e cultura com o respeito pelas diferentes tradições e comunidades, que fluem como inúmeros riachos, vindo enriquecer o grande curso da vida política e social do país”.

“No mundo de hoje, nenhuma comunidade, nação ou Estado pode sobreviver e progredir no isolamento. Como membros da única família humana, precisamos uns dos outros e dependemos uns dos outros. O Presidente Sheikh Mujibur Rahma compreendeu e procurou incorporar este princípio na Constituição Nacional. Imaginou uma sociedade moderna, pluralista e inclusiva, onde cada pessoa e cada comunidade pudesse viver em liberdade, paz e segurança, respeitando a inata dignidade e igualdade de direitos de todos. O futuro desta jovem democracia e a saúde da sua vida política dependem essencialmente da fidelidade a esta visão fundadora. Com efeito, só através dum diálogo sincero e do respeito pelas legítimas diversidades é que um povo pode reconciliar as divisões, superar perspectivas unilaterais e reconhecer a validade de pontos de vista divergentes. Uma vez que o diálogo autêntico aposta no futuro, ele constrói unidade ao serviço do bem comum e está atento às necessidades de todos os cidadãos, especialmente dos pobres, dos desfavorecidos e daqueles que não têm voz.”

Francisco recordou que “nos meses passados, pôde-se observar de maneira bem tangível o espírito de generosidade e solidariedade – sinais caraterísticos da sociedade de Bangladesh – no seu ímpeto humanitário a favor dos refugiados chegados em massa do Estado de Rakhine, proporcionando-lhes abrigo temporário e provisões para as necessidades primárias da vida. Isto foi conseguido à custa de não pouco sacrifício; e foi realizado também sob o olhar do mundo inteiro. Nenhum de nós pode deixar de estar consciente da gravidade da situação, do custo imenso exigido de sofrimentos humanos e das precárias condições de vida de tantos dos nossos irmãos e irmãs, a maioria dos quais mulheres e crianças amontoados nos campos de refugiados. É necessário que a comunidade internacional implemente medidas resolutivas diante dessa grave crise, não só trabalhando para resolver as questões políticas que levaram à massiva deslocação de pessoas, mas também prestando imediata assistência material a Bangladesh em  seu esforço de responder eficazmente às urgentes carências humanas.”

“Apesar da minha visita ser primariamente dirigida à Comunidade católica do Bangladesh, considero um momento privilegiado o meu encontro que terá lugar amanhã em Ramna com os Responsáveis ecumênicos e inter-religiosos. Juntos, rezaremos pela paz e reafirmaremos o nosso compromisso de trabalhar pela paz. Bangladesh é conhecido pela harmonia que tradicionalmente existe entre os seguidores de várias religiões. Esta atmosfera de respeito mútuo e um clima crescente de diálogo inter-religioso permitem aos fiéis expressar livremente as suas convicções mais profundas sobre o significado e a finalidade da vida. Assim, podem contribuir para promover os valores espirituais que são a base segura para uma sociedade justa e pacífica. Num mundo onde muitas vezes a religião é – escandalosamente – usada para fomentar a divisão, revela-se ainda mais necessário um tal gênero de testemunho do seu poder de reconciliação e união. Isto manifestou-se de forma particularmente eloquente na reação comum de indignação que se seguiu ao brutal ataque terrorista do ano passado aqui em Daca e na mensagem clara enviada pelas autoridades religiosas da nação, segundo a qual o santíssimo nome de Deus não pode jamais ser invocado para justificar o ódio e a violência contra outros seres humanos, nossos semelhantes.”

Segundo o Papa, “embora em número relativamente reduzido, os católicos de Bangladesh procuram desempenhar um papel construtivo no desenvolvimento da nação, especialmente através das suas escolas, clínicas e dispensários. A Igreja aprecia a liberdade – de que beneficia toda a nação – de praticar a sua fé e realizar as suas obras sócio-caritativas, incluindo a de oferecer aos jovens, que representam o futuro da sociedade, uma educação de qualidade e um exercício de saudáveis valores éticos e humanos. Em suas escolas, a Igreja procura promover uma cultura do encontro, que tornará os alunos capazes de assumir as suas próprias responsabilidades na vida da sociedade. Com efeito, nestas escolas, a grande maioria dos estudantes e muitos dos professores não são cristãos, mas provêm de outras tradições religiosas. Tenho a certeza de que a Comunidade católica, de acordo com a letra e o espírito da Constituição Nacional, continuará a gozar da liberdade de levar adiante estas boas obras como expressão de seu empenho a favor do bem comum”.

Senhor Presidente, queridos amigos!

Agradeço a sua atenção e asseguro-lhes as minhas orações, para que, em suas nobres responsabilidades, sejam sempre inspirados pelos altos ideais de justiça e serviço aos seu concidadãos. De bom grado invoco, sobre vocês e sobre todo o povo de Bangladesh, as bênçãos divinas da harmonia e da paz.

Por Redação, com Rádio Vaticano

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O futuro de Mianmar deve ser a paz, diz Papa às autoridades do país https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/o-futuro-de-mianmar-deve-ser-a-paz-diz-papa-as-autoridades-do-pais/ Tue, 28 Nov 2017 15:41:16 +0000 http://teste.toqueto.com/o-futuro-de-mianmar-deve-ser-a-paz-diz-papa-as-autoridades-do-pais.html A paz foi o tema que perpassou o primeiro discurso do Papa Francisco em Mianmar, durante o encontro com as autoridades, a sociedade civil e o corpo diplomático do país. O Santo Padre destacou a necessidade de compromisso com justiça e o respeito pelos direitos humanos no processo de paz.

Francisco foi acolhido pela conselheira de Estado de Mianmar, Aung San Suu Kyi, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1991. Ela fez um discurso manifestando a alegria e satisfação por receber o Papa. “Obrigada por ter vindo até aqui. O senhor trouxe até nós a força e a esperança em nosso entendimento, a nosso esforço pela paz, à reconciliação nacional e à harmonia social”, disse San Suu Kyi, lembrando que o Papa visita o país seis meses após o estabelecimento formal das relações diplomáticas entre Mianmar e a Santa Sé.

Francisco disse que é um contentamento sua visita se realizar depois desse acontecimento, um fato que ele vê como sinal do empenho da nação em prosseguir no diálogo e cooperação dentro da comunidade internacional.

Dos tesouros de Mianmar, o maior deles, segundo o Papa, é o povo, que sofreu e continua sofrendo em virtude de conflitos e hostilidades que criaram divisões. Agora, o país trabalha para restaurar a paz e o Santo Padre destacou que esse processo só pode avançar através do compromisso com a justiça e do respeito pelos direitos humanos.

“O futuro do Myanmar deve ser a paz, uma paz fundada no respeito pela dignidade e os direitos de cada membro da sociedade, no respeito por cada grupo étnico e sua identidade, no respeito pelo Estado de Direito e uma ordem democrática que permita a cada um dos indivíduos e a todos os grupos – sem excluir nenhum – oferecer a sua legítima contribuição para o bem comum”.

Comunidades religiosas

Não faltou no discurso do Papa uma menção ao papel que as comunidades religiosas de Mianmar têm nesse trabalho de reconciliação e integração nacional. Ele afirmou que as diferenças religiosas devem ser uma força em prol da unidade e da tolerância, não uma fonte de divisão. Nesse sentido, ele considerou um sinal de esperança o compromisso dos líderes das várias tradições religiosas do país em trabalhar juntos, com respeito mútuo, pela paz e auxílio aos pobres.

O Papa mencionou ainda no discurso os jovens como “um dom a estimar e encorajar”, mas esse é um investimento que só trará bom rendimento com oportunidades reais de emprego e educação de qualidade, ressaltou. Ele também mencionou nesse ponto a necessidade de compromisso com o meio ambiente, de modo que esse não esteja corrompido pela ganância e depredação humana.

“Nestes dias, quero encorajar os meus irmãos e irmãs católicos a perseverar na sua fé e a continuar a expressar a sua mensagem de reconciliação e fraternidade através de obras caritativas e humanitárias, de que toda a sociedade possa beneficiar. Espero que, na respeitosa cooperação com os seguidores de outras religiões e com todos os homens e mulheres de boa vontade, contribuam para abrir uma nova era de concórdia e progresso para os povos desta amada nação”, finalizou.

Outros compromissos

Antes do encontro com as autoridades, ocasião de seu primeiro discurso público, o Santo Padre participou da cerimônia de boas vindas no Palácio Presidencial e logo em seguida fez uma visita de cortesia ao presidente do país, Htin Kyaw. Ele também se encontrou com a conselheira de Estado e ministra das Relações Exteriores, Aung San Suu Kyi.

Após o encontro com as autoridades, o Papa segue para Yangon, onde passa a noite e se prepara para os compromissos de amanhã: Santa Missa, encontro com o Conselho Supremo “Sangha” dos Monges budistas e encontro com os bispos de Mianmar.

Por Canção Nova

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"Eduquem as novas gerações para evitar a ideologia do mal" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/eduquem-as-novas-geracoes-para-evitar-a-ideologia-do-mal/ Fri, 28 Apr 2017 16:38:45 +0000 http://teste.toqueto.com/eduquem-as-novas-geracoes-para-evitar-a-ideologia-do-mal.html No seu discurso nesta sexta-feira, 28 de abril, às autoridades do Egito, o Papa Francisco propôs educar as novas gerações no verdadeiro amor de Deus para evitar que caiam na ideologia do mal e da violência.

Em seu primeiro dia no Cairo, o Pontífice assegurou que “o desenvolvimento, a prosperidade e a paz são bens indispensáveis, pelos quais vale a pena qualquer sacrifício. São também metas que requerem trabalho sério, compromisso convicto, metodologia adequada e, sobretudo, respeito incondicional pelos direitos inalienáveis do homem, como a igualdade entre todos os cidadãos, a liberdade religiosa e de expressão, sem distinção alguma”.

Como em outras ocasiões, Francisco disse que os conflitos atuais levam a pensar em uma “guerra mundial por partes” e afirmou que “não se pode construir a civilização sem repudiar toda a ideologia do mal, da violência e interpretação extremista que pretende aniquilar o outro e destruir a diversidade, manipulando e ultrajando o Santo Nome de Deus”.

Uma de suas propostas é “ensinar às novas gerações que Deus, o Criador do céu e da terra, não precisa ser protegido pelos homens, mas que é Ele quem protege os homens; Ele nunca quer a morte de seus filhos, mas que vivam e sejam felizes; Ele não pede nem justifica a violência, pois a rejeita e desaprova”.

“O verdadeiro Deus chama ao amor sem condições, ao perdão gratuito, à misericórdia, ao respeito absoluto por cada vida, à fraternidade entre seus filhos, crentes e não crentes”.

“Temos o dever de afirmar juntos que a história não perdoa os que proclamam a justiça e, ao contrário, praticam a injustiça; não perdoa os que falam de igualdade e descartam os diferentes. Temos o dever de tirar a máscara dos vendedores de ilusões sobre o além, que pregam o ódio para roubar dos simples sua vida e seu direito de viver com dignidade, transformando-os em lenha para o fogo e privando-os da capacidade de escolher com liberdade e de crer com responsabilidade”.

“Temos o dever de desmontar as ideias homicidas e as ideologias extremistas, afirmando a incompatibilidade entre a verdadeira fé e a violência, entre Deus e os atos de morte”, afirmou com força.

De fato, o Egito “é chamado também hoje a salvar esta querida região da fome de amor e de fraternidade; é chamado a condenar e a derrotar todo tipo de violência e de terrorismo; é chamado a semear a semente da paz em todos os corações famintos de convivência pacífica, de trabalho digno, de educação humana”.

“A paz é um dom de Deus, mas é também trabalho do homem. É um bem que se deve construir e proteger, respeitando o princípio que afirma: a força da lei e não a lei da força. Paz para este amado país. Paz para toda esta região, de maneira particular para Palestina e Israel, para Síria, Líbia, Iraque, Sudão do Sul; paz para todos os homens de boa-vontade”.

Vítimas do terrorismo

O Pontífice recordou, especialmente, as vítimas dos recentes ataques terroristas em duas igrejas copta do país. “Penso igualmente naqueles que foram atingidos nos atentados contra as igrejas coptas, quer em dezembro passado quer mais recentemente em Tanta e Alexandria. Aos seus familiares e a todo o Egito, as minhas sentidas condolências com a certeza da minha oração ao Senhor pela rápida recuperação dos feridos”.

Nesse sentido, também dirigiu um pensamento especial “as pessoas que, nos últimos anos, deram a vida para salvaguardar a sua pátria: os jovens, os membros das forças armadas e da polícia, os cidadãos coptas e todos os desconhecidos que tombaram por causa de várias ações terroristas”.

“Penso também nos assassinatos e nas ameaças que levaram a um êxodo de cristãos do norte do Sinai. Expresso viva gratidão às autoridades civis e religiosas e a quantos deram hospitalidade e assistência a estas pessoas tão provadas”.

O Santo Padre destacou a importância do Egito no Oriente Médio e assegurou que “por causa da sua história e da sua particular posição geográfica, o Egito ocupa um papel insubstituível no Oriente Médio e no contexto dos países empenhados na busca de soluções para problemas agudos e complexos que precisam ser encarados agora para se evitar uma precipitação de violência ainda mais grave”.

“Refiro-me à violência cega e desumana, causada por vários fatores: o desejo obtuso de poder, o comércio de armas, os graves problemas sociais e o extremismo religioso que utiliza o Santo Nome de Deus para realizar inauditos massacres e injustiças”.

Sobre a violência e o terrorismo, o Papa também assegurou que o “Egito tem uma tarefa particular: reforçar e consolidar a paz regional, embora tenha sido ferido em seu próprio solo por uma violência cega. Tal violência faz sofrer muitas famílias – algumas delas aqui presentes – que choram por seus filhos e filhas”.

Saudação aos cristãos

Francisco recordou os cristãos do Egito, tanto os coptos ortodoxos como os gregos bizantinos, os armênios ortodoxos, os protestantes e os católicos. “Que São Marcos, o evangelizador desta terra, os proteja e os ajude a construir e a alcançar a unidade tão desejada por Nosso Senhor”, disse.

“A presença de vocês nesta Pátria não é nova nem casual, mas secular e unida à história do Egito. Vocês são parte integral deste país e desenvolveram ao longo dos séculos uma espécie de relação única, uma simbiose particular, que pode ser considerada um exemplo para as outras nações”.

“Demonstraram, e continuam demonstrando, que se pode viver juntos, no respeito recíproco e no confronto leal, descobrindo na diferença uma fonte de riqueza e jamais uma razão para o enfrentamento”.

Por outro lado, Francisco elogiou a história desta país, “terra de uma civilização muito antiga e nobre, cujos vestígios podemos admirar ainda hoje e que, na sua majestade, parecem querer desafiar os séculos”. “Esta terra é muito significativa para a história da humanidade e para a Tradição da Igreja, não só pelo seu prestigioso passado histórico – faraônico, copta e muçulmano –, mas também porque muitos Patriarcas viveram no Egito ou o cruzaram”.

Direitos fundamentais

O Pontífice se referiu aos milhões de refugiados “provenientes de vários países, entre os quais se conta o Sudão, a Eritreia, a Síria e o Iraque; refugiados esses, aos quais se procura, com um louvável esforço, integrar na sociedade egípcia”. Pediu ainda que ninguém seja privado dos direitos básicos.

Por isso, pediu que não falte a ninguém “o pão, a liberdade e a justiça social”. “Com certeza, este objetivo tornar-se-á realidade se todos juntos tiverem a vontade de transformar as palavras em ações, as aspirações válidas em compromissos, as leis escritas em leis aplicadas, valorizando a genialidade inata deste povo”.

São objetivos “que exigem prestar uma atenção especial ao papel da mulher, dos jovens, dos mais pobres e dos enfermos. Na realidade, o verdadeiro desenvolvimento se mede pela solicitude para com o homem – coração de todo desenvolvimento –, a sua educação, a sua saúde e a sua dignidade”.

“De fato – continuou –, a grandeza de qualquer nação revela-se no cuidado que efetivamente dedica aos membros mais frágeis da sociedade: as mulheres, as crianças, os idosos, os doentes, as pessoas com deficiência, as minorias, de modo que nenhuma pessoa e nenhum grupo social fique excluído ou marginalizado”.

Por ACI Digital

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