atitudes - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:03:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png atitudes - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 O que é a não violência? https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/o-que-e-a-nao-violencia/ Tue, 27 Feb 2018 07:52:16 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50983 Neste tempo quaresmal é propício aproveitar a para esmiuçar o que significa “superar a violência”, diante da proposta da temática da Campanha da Fraternidade 2018: “Fraternidade e superação da violência”. O Espírito Santo confirma a escolha da Igreja. Neste momento tão conturbado em que Brasília determinou intervenção militar no Rio de Janeiro, surge a Igreja com a temática acima. Até pode parecer que a CNBB escolheu este tema agora em 2018. Mas não. Já faz um bom tempo que a Igreja decidiu por esta abordagem. Neste sentido, podem os perceber nitidamente a confirmação do Espírito Santo na condução do Povo de Deus. É Deus falando ao seu povo, por meio da Sua Igreja.

Falar de combate à violência é também falar sobre a não violência. Queremos e precisamos implantar a verdadeira e viável intervenção: a da não violência. Esta será a única capaz de mudar toda a cultura brasileira. A cultura da não violência não quer dizer a ausência de crítica, ou seja, não significa um povo alienado, sem crítica, sem voz, sem questionamento e sem atitude.

A não violência muitas vezes pede um certo tipo de “agressividade” para resolver os problemas postos. Mas é uma agressividade que se propõe a construir um mundo melhor. Não é uma agressividade de armas, armada, mas de postura diante às calamidades que estão ao nosso redor. Quando assumimos essa postura, somos chamados a propor um novo modo de vida, de paz, de amor, é que não se aliena.

“Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito”, diz Paulo.  O caminho que estamos propondo para transformar essa cultura da morte em cultura da vida, é usar todas as nossas forças para mudar primeiramente a nossa casa.

Recordo aqui os 10 mandamentos para a paz na família, elaborado pela Pastoral da Criança.

1: Tenha fé e viva a Palavra de Deus, amando a sua família como a si mesmo.

2: Ame-se, confie em si mesmo, em sua família e ajude a criar um ambiente de amor e paz ao seu redor.

3: Reserve momentos para brincar e se divertir com sua família, pois a criança aprende brincando e a diversão aproxima as pessoas.

4: Eduque seu filho na conversa, no carinho e no apoio. Tome cuidado: quem bate para ensinar está ensinando a bater.

5: Participe com sua família da vida da comunidade, evitando as más companhias e diversões que incentivam a violência.

6: Procure resolver os problemas com calma e aprenda com as situações difíceis, buscando em tudo o seu lado positivo.

7: Partilhe seus sentimentos com sinceridade, dizendo o que você pensa e ouvindo o que os outros têm para dizer.

8: Respeite as pessoas que pensam diferente de você, pois as diferenças são uma verdadeira riqueza para cada um e para o grupo.

9: Dê bons exemplos, pois a melhor palavra é o nosso jeito de ser.

10: Peça desculpas quando ofender alguém e perdoe de coração quando se sentir ofendido, pois o perdão é o maior gesto de amor que podemos demonstrar.

Que Deus abençoe você e sua família.

Por Dom Anuar Battisti – Arcebispo de Maringá (PR)

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10 atitudes que devem ser assumidas pelos padrinhos de Batismo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/10-atitudes-que-devem-ser-assumidas-pelos-padrinhos-de-batismo/ Mon, 19 Feb 2018 11:21:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50864 Escolher os padrinhos para uma criança é uma tarefa muito importante que deve ser feita com atenção, levando em conta alguns fatores importantes. Primeiramente, o casal escolhido deve viver o batismo, ou seja, ser católico, ser crismado e ter uma vida de comunhão eucarística.

Para ser padrinho ou madrinha, não basta ser alguém conhecido, amigo, parente, alguém importante na vida dos pais da criança, pode até trazer essas caraterísticas citadas, mas o compromisso é muito maior. O casal tem a missão de transmitir valores morais e cristãos à criança. Por tudo isso, listamos 10 atitudes que devem ser assumidas pelos padrinhos:

1 Viver a responsabilidade de ser padrinho: O padrinho deve acompanhar o seu afilhado com a presença, com o bom testemunho de cristão, fazer as vezes dos pais ou auxiliar os pais em suas faltas;

2 Criar vínculo com os irmãos do afilhado: É muito importante que os padrinhos tenham a sensibilidade de se relacionar com os irmãos do afilhado para que as demais crianças não se sintam excluídas;

3 Ser parceiro dos pais do afilhado: Os padrinhos devem ser companheiros dos pais, procurando sempre respeitar os limites impostos por eles às crianças;

4 Assumir um compromisso: Quando os padrinhos são escolhidos e aceitam o convite, assumem um compromisso perante Deus de amar e ajudar na educação da criança;

5 Criar momentos com a criança: Se puder e estiver próximo da criança procure, por exemplo, brincar, buscar na escola, tudo isso possibilita uma relação mais íntima;

6 Ser amigo: Os padrinhos devem estabelecer um elo de confiança com a criança, para que ela saiba que pode contar com eles em qualquer momento;

7 Não esqueça as datas importantes: Participe de datas como o aniversário, natal e outros momentos importantes. Essa presença não precisa se dar por meio de presentes, mas com palavras de carinho e amor;

8 Estar presente: Fazer parte do dia a dia da criança, procurar ouvi-la, passar um tempo com ela dedicando atenção e carinho. Acompanhar as pequenas conquistas, mesmo que seja necessário às vezes, ser por telefone ou internet;

9 Rezar pelo afilhado: Os padrinhos assumem no batismo a missão de rezar pelo seu afilhado todos os dias;

10 Ajudar na formação religiosa do afilhado: Ajudar a criança a viver o amor a Deus, contribuindo com os pais no ensinamento das orações e no acompanhamento da participação ativa nos sacramentos da Igreja. Os padrinhos devem ter a consciência de que devem ser luz e fermento na vida cristã do afilhado.

Por A12 via Aleteia

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Cinco atitudes para viver bem o Ano do Laicato https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cinco-atitudes-para-viver-bem-o-ano-do-laicato/ Fri, 26 Jan 2018 11:07:39 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50529 O cristão leigo é chamado a viver como discípulo de Jesus Cristo em seu dia a dia. Como cristãos batizados e pessoas de bens, no Ano do Laicato devemos viver intensamente esta vocação e estar a serviço do Reino de Deus.

O Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes convoca os cristãos para serem Sal na Terra e Luz no Mundo, especialmente nesse ano de 2018, Ano do Laicato na Igreja do Brasil, estabelecido pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Dom Orlando recorda os exemplos do Papa Francisco, afirmando que “é de tempo de dar testemunha de vida ao próximo, assumindo a graça de sermos igreja”, inspirados também pelos exemplos da primeira discípula de Cristo, Maria.

À Família Campanha dos Devotos Dom Orlando reforça o convite para que todos sejam Igreja em Saída, vivendo o amor e a doação.

Atente-se para as cinco atitudes necessárias para viver bem o Ano do Laicato:

1. Assuma seu compromisso batismal

Seja testemunha do Evangelho no seu cotidiano, exercitando sua espiritualidade e missão através de pequenas atitudes diárias. Em sua casa, em seu trabalho, com seus amigos; empenhe-se para fortalecer o Reino de Deus.

2. Participe efetivamente da Igreja

São muitos os ministérios e pastorais em que o leigo pode participar de forma ativa, como membro efetivo da Igreja. Algumas das tarefas que podem ser desempenhadas por leigos: catequista, ministro da Eucaristia, agente das diferentes pastorais, serviço aos pobres e aos doentes. Já dizia Pe. Vitor Coelho de Almeida: “Quem ajuda na pregação tem merecimento de pregador. ”

3. Participe de questões políticas e sociais

O cristão leigo deve cumprir seu papel como cidadão no mundo da política, da cultura, nos movimentos populares e sindicais. Em todos os âmbitos deve testemunhar a palavra de Jesus Cristo. Conheça o projeto Eu Sou o Brasil Ético.

4. Incentive a participação do jovem na Igreja

“A Igreja precisa de vocês, do entusiasmo, da criatividade e da alegria que lhes caracterizam! Um grande apóstolo do Brasil, o Bem-aventurado José de Anchieta, partiu em missão quando tinha apenas dezenove anos! Sabem qual é o melhor instrumento para evangelizar os jovens? Outro jovem! Este é o caminho a ser percorrido por vocês! ” Papa Francisco na Santa Missa pela XXVIII Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. Conheça o Projeto Jovens de Maria.

5. Exercite a caridade

O exercício da caridade permite que de diversas formas, o cristão possa viver uma experiência missionária e misericordiosa. Através da caridade demonstramos o Amor de Deus para com o próximo.

“É dever de cada batizado conhecer Jesus Cristo, viver seus sentimentos de amor e ajudar os mais necessitados a serem felizes e a todos se santificarem para a glória de Deus”. (Dom Severino Clasen, presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato)

Por A12

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Sete atitudes de Maria para serem imitadas https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/sete-atitudes-de-maria-para-serem-imitadas/ Tue, 31 Oct 2017 09:10:33 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49293 Somos de Maria e queremos ser como Ela! Sim, como Maria, pois Ela é nosso modelo perfeito de disponibilidade ao plano de Deus e fidelidade ao caminho de santidade. Por isso, essa lista vem nos ajudar a colocar como meta as atitudes ensinadas por nossa Mãe para nos achegarmos mais perto de seu filho Jesus.

1. Silêncio interior

Maria consegue receber em paz e compreender a mensagem do anjo graças ao profundo silêncio do seu coração. Ela está acostumada a meditar as palavras do Senhor e capta tudo com profundo recolhimento. Aprendamos a viver em silêncio interior em meio às atividades cotidianas.

2. Escuta atenta

Maria escuta o anjo com reverência. Não está pensando em si mesma, nem no que tem de fazer, nem em que coisas tem que deixar de fazer para ser a Mãe de Jesus. Ela se dispõe, deixa que as palavras do anjo a toquem e as medita em seu coração.

3. Acolhimento generoso

Depois de escutar, Ela acolhe. E as palavras dão fruto em seu interior, formam raízes em seu coração. Aprendamos de Maria a viver um acolhimento humilde do plano de Deus, aceitando com amor a vontade do Pai, sem desejar outra coisa na vida.

4. Busca pela vontade de Deus

Esta é a atitude que leva Maria a se perguntar sobre o sentido profundo das palavras do anjo: “Como será isso, se não conheço homem algum?”. Sua pergunta não vem da dúvida, mas da vontade de conhecer melhor a vontade de Deus, para poder descobrir a profundidade da sua missão, para responder com a maior fidelidade e generosidade possíveis.

5. Disponibilidade

Maria está disposta a fazer o que Deus lhe pedir, seja o que for. Esta é a atitude de um coração que se educou para dizer “sim” em cada pequena coisa, para pensar primeiro nos outros do que em si mesmo. Abertura e generosidade sem medidas, por amor a Deus e ao próximo.

6. Confiança em Deus e em suas promessas

Desde pequena, Maria meditou nas promessas de Deus ao povo de Israel. Ela as conhece e sabe que Ele sempre foi fiel, apesar da fraqueza do povo. Sua confiança não é cega, está baseada nas ações de Deus. Ela permite que Deus seja o centro da sua vida e se abre ao seu amor.

7. Coragem

Maria não teme a missão que Deus lhe dá, por maior que seja. Ela se lança com valentia a cumprir o plano de Deus. Mesmo sendo uma menina, confia profundamente na graça de Deus, que agiganta seus pequenos esforços. Aprendamos de Maria a confiar em que Deus pode fazer coisas grandes com a nossa pequenez, quando nós a entregamos totalmente a Ele.

Que Nossa Senhora nos auxilie e nos ensine a trilhar os mesmos passos seus!

Por A12, via Aleteia

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