Ano Jubilar - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Ano Jubilar - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Redentorista elenca pontos importantes dos 300 anos de Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/redentorista-elenca-pontos-importantes-dos-300-anos-de-aparecida/ Wed, 27 Sep 2017 10:22:30 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48711 Há 123 anos, o Santuário Nacional de Aparecida está sob os cuidados pastorais e administrativos da Congregação dos Missionários Redentoristas. Essa ligação com o Santuário começou no final do século XIX, explica o superior provincial da Província Redentorista de São Paulo, padre José Inácio de Medeiros, que comenta pontos importantes desses 300 anos da história de Aparecida. 

O sacerdote conta que, naquela época, a Igreja de Aparecida era declarada como Santuário Arquidiocesano e estava ligada à Arquidiocese de São Paulo. Com o crescente aumento no número de peregrinos e romeiros no Santuário de Aparecida, que contava apenas com a presença de um padre, o Bispo de São Paulo teve a ideia de ir à Europa à procura de uma congregação religiosa que assumisse o local.

“O bispo de São Paulo falou então com o superior geral da Congregação dos redentoristas, na época o padre Matias Raus, que aceitou o pedido e repassou para a província alemã da Baviera. O superior provincial da Alemanha aceitou e depois de um tempo de tratativas foi designada a primeira equipe de missionários redentoristas para vir ao Brasil”, relembra padre Inácio.

Os redentoristas desembarcaram no país em outubro de 1894, e assumiram o Santuário e a Paróquia de Aparecida, que naquela época eram integrados. Desde então, são eles que cuidam do Santuário Nacional. Padre Inácio explica que o local é propriedade da Arquidiocese de Aparecida, criada em 1958, mas cabe aos redentoristas cuidar da administração pastoral e do santuário em si.

“Como parte da administração pastoral nós cuidamos de todo o bem estar pastoral dos peregrinos que visitam Aparecida, tudo o que é relacionado com os sacramentos, com a religiosidade popular, com o atendimento e o acolhimento do povo. E, quanto à administração do santuário, são as obras de reformas, de acabamento e manutenção. Ligado ao Santuário temos várias obras sociais e os meios de comunicação”.

Marcos históricos

Ao longo dos 300 anos de história que envolvem o encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, muitos foram os marcos que favoreceram para que o Santuário se tornasse o que é atualmente: o maior centro mariano do mundo. E muitos destes processos tiveram a participação direta dos redentoristas.

Padre Inácio destaca alguns fatos, como a coroação da imagem de Nossa Senhora Aparecida como Rainha do Brasil, em 1904; mais tarde, em 1917, a grande celebração do segundo centenário do encontro da imagem; em 1931, no Rio de Janeiro, na época a capital federal da República, houve a proclamação oficial e solene de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil, diante de uma multidão de mais de um milhão de pessoas.

Outro fato que marcou a história do Santuário foi em 1967, por ocasião da celebração dos 250 anos do encontro da imagem. Celebrou-se um Ano Mariano e o Papa Paulo VI doou a Rosa de Ouro para o Santuário Nacional, “que foi um gesto, uma atitude de deferimento, muito especial para com o santuário”.

Fatos marcantes do Ano Jubilar

E agora, o Santuário vive a expectativa para a grande celebração dos 300 anos do encontro da imagem, que começou com um tríduo de três anos, em 2014, e a celebração do Ano Mariano, que se iniciou em outubro de 2016 e irá culminar na Festa da Padroeira, no próximo mês.

Para o provincial dos Redentoristas de São Paulo, é difícil destacar um acontecimento mais importante, dentre tantos que aconteceram neste período.

Ele enfatiza a celebração do Ano Mariano, com a possibilidade dos peregrinos ganharem indulgência especiais, seja no Santuário de Aparecida ou outra igreja dedicada à ela em qualquer lugar do país. Outro marco deste ano foi a inauguração dos monumentos à Aparecida tanto no Vaticano, como na sede da CNBB e no Santuário Nacional.

Padre Inácio destaca ainda a peregrinação da imagem de Aparecida por quase todas as dioceses do país; dentre as 275 dioceses, menos de 20 não receberam a imagem. “Em cada estado visitado, acontecia uma cerimônia bonita para recolher a terra daquele estado para ser colocada na coroa jubilar. Para dizer de fato, que Nossa Senhora é do Brasil”.

E, por fim, a cerimônia de coroação de Nossa Senhora realizada no dia 12 de cada mês no Santuário Nacional. Nestas ocasiões eram depositadas na coroa da imagem as porções de terra dos estados brasileiros.

Uma tradição antiga

Além de cuidar do Santuário Nacional de Aparecida, os redentoristas também zelam por outros santuários do Brasil, como o “Divino Pai eterno”, em Goiás; o “Santuário de Bom Jesus da Lapa”, na Bahia; o “Santuário do Morro da Conceição”, em Recife; outro Santuário dedicado à Nossa Senhora Aparecida, em Manaus; entre outros espalhados por outras regiões do país.

O fato da Igreja confiar um santuário ou locais de grande visitação popular à uma congregação religiosa já é tradição há muitos séculos. Como é o caso dos Franciscanos que cuidam de vários lugares sagrados para os cristãos na Terra Santa desde o século XIII.

Padre Inácio explica que, ao pensar nestes lugares de grande visitação de fiéis, a Igreja se preocupa sempre em beneficiar o atendimento do povo e uma das maneiras de fazer isso é entregar estes locais para congregações religiosas que também tenham uma disponibilidade maior.

“Pelo fato de nós termos uma profissão religiosa, de procurarmos praticar os votos religiosos, os religiosos têm também uma liberdade maior, inclusive na hora que o superiores precisam transferir determinada pessoa. Isso é mais facilitado do que nas dioceses. Por isso que no Brasil e fora do Brasil, uma boa parte, para não dizer a maioria dos santuários e dos lugares de visitação estão entregues a congregações religiosas”, esclarece.

Por Canção Nova

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Concluído Ano Jubilar de Santa Rosa de Lima: Papa envia mensagem https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/concluido-ano-jubilar-de-santa-rosa-de-lima-papa-envia-mensagem/ Thu, 31 Aug 2017 14:42:56 +0000 http://teste.toqueto.com/concluido-ano-jubilar-de-santa-rosa-de-lima-papa-envia-mensagem.html O Ano Jubilar de Santa Rosa de Lima, foi concluído na quarta-feira, 30/08.

Para este encerramento que recordou a comemoração dos 400 anos da morte da Santa peruana, foi celebrada uma solene Santa Missa na Catedral de Lima.

A celebração foi presidida pelo representante especial enviado pelo Papa, Cardeal Raúl Eduardo Vela Chiriboga, Arcebispo emérito de Quito.

Mensagem Papal: quem foi Santa Rosa

Durante a celebração, o purpurado leu a Mensagem enviada pelo Pontífice, na qual o Papa exorta todos “a uma fervorosa devoção por Santa Rosa de Lima, para que obtenha de Deus muitos benefícios para toda a Arquidiocese de Lima, no Peru, e em todo o mundo”.

Com uma passagem extraída do Cântico dos Cânticos, Francisco define Santa Rosa de Lima: uma mulher “crescida como um lírio entre as pedras”.

O Papa lembrou que ela se submeteu, de fato, a severas penitências, “tornando-se amiga do Senhor desde a infância”, consagrando-se como virgem e cultivando as virtudes desde pequena.

“Desde então, inflamada pelo exemplo e pela intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e de Santa Catarina de Sena, ofereceu totalmente a sua vida a Deus”, vestindo o hábito da Terceira Ordem dominicana.

O Santo Padre lembra também o amor de Santa Rosa de Lima por “toda a criação”, em particular quando convidava “todo ser vivo a louvar o Criador”.

Nascimento, Vida, Vocação

Isabel nasceu em Lima em 20 de abril de 1586. Ela era a décima filha nascida entre os treze filhos de uma família originária de conquistadores espanhóis.

Desde pequena, sentiu o chamado para a vocação. Sua inspiração foi nasceu da admiração por Santa Catarina de Sena.

Como ela, aos vinte anos vestiu o hábito da Terceira Ordem Dominicana.

Santa Rosa preparou em sua casa materna um local para receber os mais necessitados. Ali prestava assistência às crianças e aos idosos abandonados, dando especial atenção para aqueles de origem indígena.

A partir de 1609 a jovem Isabel recolheu-se em oração em uma cela de apenas que possuía apenas escassos 2m² em uma construção mandada construir por ela nos jardins da casa de seus pais. Dali ela só saia para as funções religiosas das quais participava.

Morreu em 24 de agosto de 1617.

Santa Rosa de Lima foi a primeira das santas do Novo Mundo canonizadas pela Igreja.

A Santa que foi declarada Padroeira do Peru e das Filipinas, foi canonizada em 1671, pelo Papa Clemente X.

Por Gaudium Press

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