Amor - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Amor - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Oração, amor e ação https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/oracao-amor-e-acao/ Tue, 09 Jul 2019 14:05:31 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56076 Nos pequenos passos do nosso dia-a-dia, dentro da nossa realidade de vida, somos chamados a testemunhar a nossa fé no Senhor Jesus. Pode acontecer que nem sempre seremos compreendidos, mesmo por aqueles que se dizem cristãos, mas têm vergonha de expressar de forma pública a sua fé. Ou vivem a fé de forma intimista, como se estivessem cometendo um grave delito ao manifestá-la publicamente.

Nos nossos deveres e afazeres do dia-a-dia, deveríamos ter a coragem de viver e transmitir o amor de Cristo com a convicção de quem encontrou o Senhor e O acolheu em sua vida, tornando-se um peregrino do amor, da oração e da caridade. O nosso crescimento espiritual não acontece por acaso. Precisamos ter a humildade de deixar a graça de Deus agir em nós, possibilitando assim ao Espírito Santo oxigenar o nosso coração, a nossa vida de comunidade de fé, através da escuta e da leitura da Palavra de Deus. “Quando conhecemos a Palavra de Deus, não temos o direito de não acolhê-la; uma vez acolhida, não temos o direito de impedi-la de encarnar-se em nós; quando ela se encarna em nós, não temos o direito de conservá-la para nós: a partir daquele momento pertencemos àqueles que a esperam” (Madeleine Delbrêl).

Os discípulos do Senhor Jesus são enviados para a missão “como operários do amor”, porque participam da missão junto ao Pai e ao Espírito Santo. Mas esta missão não poderá ser vivida intensamente pelos discípulos, se antes não fizerem uma experiência viva de comunhão com o Senhor Jesus, que anunciou o Reino de Deus, mas também carregou a cruz e na cruz entregou a vida nas mãos do Pai.

Num mundo que valoriza o sucesso da ascensão social, podemos correr o risco de sermos discípulos que anunciam mais os valores da realidade do mundo do que os valores do Evangelho proclamado por Jesus. É na experiência do encontro com o Senhor, através da sua Palavra, da oração e da caridade, que os discípulos podem oferecer um testemunho capaz de tocar a mente e o coração dos homens e das mulheres do nosso tempo. E dessa forma, ajudá-los a percorrerem um caminho de vida, marcado pelo encontro com o Senhor da paz, do diálogo, da esperança e da misericórdia, que se inclina para curar o ferido, de braços abertos acolhe o afastado, e com amor e ternura percorre conosco o caminho da vida para podermos chegar à vida eterna na casa do Pai.

Dom José Gislon
Administrador de Erexim

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Serpente e Cruz https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/serpente-e-cruz/ Wed, 07 Mar 2018 15:19:40 +0000 http://teste.toqueto.com/serpente-e-cruz.html Na travessia do deserto para a terra prometida os judeus foram surpreendidos pela picada de serpentes. Eles recorreram a Moisés para superarem a morte devido ao veneno daqueles répteis. Deus mandou que se fizesse uma serpente de bronze hasteada ao alto. Quem olhasse para ela ficaria curado. Da mesma forma Jesus foi elevado ao alto da cruz e ali morreu. Na comparação da serpente e da morte do Filho de Deus vemos a superação da morte pela ação divina. No entanto, no caso da cobra, a vida física foi salva. Com Jesus se deu a libertação de abrangência total. Ele veio regenerar o ser humano de todas as gerações. Seu sacrifício foi redentor. Ele se deixou sacrificar para demonstrar que o amor não tem limites. É doação total. Nele nós temos a oblação da humanidade inteira aceita por Deus. Olhando-o, pendente da cruz, ou seja, aceitando suas coordenadas de amor, estamos salvos, pois, nossa vida, e a de toda a humanidade só tem sentido e salvação quando vivida na doação total do amor.

Na cruz de Jesus está o segredo da vida de doação. Assumida com a interajuda de uns com os outros, temos a chave da revelação do tesouro escondido dentro de nós para solucionarmos os problemas da caminhada. Ajudando a carregar o peso dos problemas e dificuldades  do semelhante encontramos a razão de ser de nosso relacionamento de irmãos e irmãs. Jesus mostra isso sobejamente. Sua vida, feito um de nós, foi somente doação, ajuda ao erguimento dos caídos em seus sofrimentos e dificuldades.

Esse período quaresmal desemboca na realidade da ressurreição do Senhor. Caminhando com Ele, imitando-o e realizando o que nos ensina, temos a certeza de que não caminhamos em vão com nossa solidariedade em relação a quem precisa de nossa ajuda. Afinal, nossas renúncias de conforto exagerado e a doação de nosso tempo para servirmos quem não tem nenhum apoio para viver dignamente, serão recompensadas já na terra e, um dia, plenamente na eternidade. Se continuarmos a viver como pagãos, só buscando nossos interesses, fazemos guerras,  injustiças , deterioração do meio ambiente e todo tipo de insanidade, com desvantagem para todos.

Superamos os venenos das serpentes dos ódios e da falta de amor, com o olhar cheio de esperança para aquele que se deixou crucificar para que também nós nos despojemos de toda maldade e todo o egoísmo. Superamos todo tipo de violência e injustiça.

O evangelista lembra:  “Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto assim é necessário que o Filho do homem seja levantado” (João3,14). Todos os que nele colocarem fé alcançarão a vida plena. Nossa fé nele vem corroborada justamente na sua superação da morte, através da qual Ele nos prova suficientemente sua natureza divina. Ele nos mostra que somente somos divinizados quando vivemos de forma profundamente humana com o semelhante.

Por Dom José Alberto Moura – Arcebispo Metropolitano de Montes Claros (MG)

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10 atitudes que devem ser assumidas pelos padrinhos de Batismo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/10-atitudes-que-devem-ser-assumidas-pelos-padrinhos-de-batismo/ Mon, 19 Feb 2018 11:21:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50864 Escolher os padrinhos para uma criança é uma tarefa muito importante que deve ser feita com atenção, levando em conta alguns fatores importantes. Primeiramente, o casal escolhido deve viver o batismo, ou seja, ser católico, ser crismado e ter uma vida de comunhão eucarística.

Para ser padrinho ou madrinha, não basta ser alguém conhecido, amigo, parente, alguém importante na vida dos pais da criança, pode até trazer essas caraterísticas citadas, mas o compromisso é muito maior. O casal tem a missão de transmitir valores morais e cristãos à criança. Por tudo isso, listamos 10 atitudes que devem ser assumidas pelos padrinhos:

1 Viver a responsabilidade de ser padrinho: O padrinho deve acompanhar o seu afilhado com a presença, com o bom testemunho de cristão, fazer as vezes dos pais ou auxiliar os pais em suas faltas;

2 Criar vínculo com os irmãos do afilhado: É muito importante que os padrinhos tenham a sensibilidade de se relacionar com os irmãos do afilhado para que as demais crianças não se sintam excluídas;

3 Ser parceiro dos pais do afilhado: Os padrinhos devem ser companheiros dos pais, procurando sempre respeitar os limites impostos por eles às crianças;

4 Assumir um compromisso: Quando os padrinhos são escolhidos e aceitam o convite, assumem um compromisso perante Deus de amar e ajudar na educação da criança;

5 Criar momentos com a criança: Se puder e estiver próximo da criança procure, por exemplo, brincar, buscar na escola, tudo isso possibilita uma relação mais íntima;

6 Ser amigo: Os padrinhos devem estabelecer um elo de confiança com a criança, para que ela saiba que pode contar com eles em qualquer momento;

7 Não esqueça as datas importantes: Participe de datas como o aniversário, natal e outros momentos importantes. Essa presença não precisa se dar por meio de presentes, mas com palavras de carinho e amor;

8 Estar presente: Fazer parte do dia a dia da criança, procurar ouvi-la, passar um tempo com ela dedicando atenção e carinho. Acompanhar as pequenas conquistas, mesmo que seja necessário às vezes, ser por telefone ou internet;

9 Rezar pelo afilhado: Os padrinhos assumem no batismo a missão de rezar pelo seu afilhado todos os dias;

10 Ajudar na formação religiosa do afilhado: Ajudar a criança a viver o amor a Deus, contribuindo com os pais no ensinamento das orações e no acompanhamento da participação ativa nos sacramentos da Igreja. Os padrinhos devem ter a consciência de que devem ser luz e fermento na vida cristã do afilhado.

Por A12 via Aleteia

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A justiça é o instrumento para a construção da paz https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-justica-e-o-instrumento-para-a-construcao-da-paz/ Fri, 16 Feb 2018 14:27:05 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50830 Não há paz sem justiça

Esta é uma verdade, que deve inspirar os horizontes do povo brasileiro, na construção de uma nova ordem social, econômica e política para se alcançar a paz: não há paz sem justiça. Sem esse entendimento, haverá um recrudescimento das diferentes formas de violência. A sociedade se transformará em um campo de guerras, de todo tipo, corroendo, cada vez mais, as riquezas do tecido cultural e histórico que caracterizam o país. A nova ordem a ser buscada, exige o fim da inaceitável situação de injustiça, que se escancara na forma de desigualdades sociais, se desdobrando em miséria, desemprego e indiferença com os que sofrem.

Conviver com a desigualdade social, e tantos outros males que são frutos da injustiça é, particularmente, vergonhoso para uma nação. Ainda mais quando se têm “recursos de sobra”, bem mais que o suficiente para edificar e manter uma sociedade justa. Diante de tantas possibilidades, percebe-se que a grave situação atual, de desigualdade, não é “obra do acaso”. As análises históricas mostram que é opção deliberada, emoldurada, pela incompetência de muitas pessoas. E o resultado é a injustiça que compromete a paz.

Ética

Assim, eis a tarefa ética que é da Igreja e de todos os que vivem os compromissos da fé: cada pessoa precisa guiar a própria vida a partir dos ensinamentos de Jesus Cristo, com a urgente e laboriosa missão de não omitir-se diante dos problemas sociopolíticos atuais. A desigualdade social e outros males, evidenciam a carência generalizada de iluminação ética. Por isso, muito além de interesses partidários e grupais, o que deve ser priorizada é a dimensão da ética e da moral. Cuide-se, assim, para que igrejas não se tornem instrumentos para ações de partidos políticos. Em vez disso, devem contribuir substantivamente para as indispensáveis transformações necessárias nesse momento.

A Igreja é desafiada, sempre à luz de princípios do Evangelho, a auxiliar os diferentes segmentos sociais na adoção de critérios mais consistentes na elaboração de planejamentos, iniciativas e reformas. Daí a necessidade de debates, reflexões, para qualificar projetos e possibilitar escolhas inteligentes, capazes de impulsionar a sociedade rumo a um futuro melhor. A história mostra que não é possível avançar quando se tem apenas propostas demagógicas, como tantas que já induziram a população a opções ruinosas. Por isso, temas de reconhecida importância para o país precisam ser debatidos, com abertura, para alcançar entendimentos, a partir da participação de todos.

Obra de justiça e de amor

Esse exigente e complexo processo requer um sentido pleno de justiça, alcançado a partir da conduta cidadã, que deve nortear cada pessoa, em todas as instâncias – de governos e parlamentos ao mundo empresarial, das instituições religiosas aos campos da cultura, arte, ciência e tecnologia. Afinal, em construção está a paz, que é tão preciosa para a sociedade. E essa construção é uma obra de justiça e de amor.

O compromisso com a justiça é o caminho que leva ao integral restabelecimento da ordem moral e social, tão ferida. Diz o profeta Isaías, apontando caminhos novos para o povo, que a paz é obra da justiça. E há de se reconhecer que a justiça é uma virtude moral, a garantia legal que vela sobre o respeito a direitos e deveres. Essa virtude é enfraquecida quando posturas ideológicas contaminam interpretações, pessoas passam a considerar somente o que interessa aos seus próprios grupos.

Por isso, importante e urgente é fazer com que a prática da justiça seja mais abrangente. Ultrapasse a dinâmica comum aos tribunais, para se tornar compromisso cotidiano de cada cidadão. Quando atitudes – simples ou com impacto mais amplo no contexto social – são pautadas pelos parâmetros da justiça, há uma efetiva contribuição para o restabelecimento da ordem social e política que equilibra as relações de um povo.

Investir em justiça

O brasileiro convive com uma lista enorme de metas e compromissos a serem efetivados. Entre as necessidades, está a urgente responsabilidade de debelar a miséria. Essa situação triste e tantas outras igualmente lamentáveis são produtos da injustiça, alimentada pela ganância sem limites e pela mesquinhez. Combater a pobreza é, pois, um compromisso determinante que precisa da força da justiça – capaz de equilibrar o exercício de direitos e deveres.

Somente a justiça, instrumento para a construção da paz, pode reconfigurar fundamentalmente as posturas que geram desequilíbrio social e submetem grande parte da população a agressões à sacralidade da vida humana. Assim, a inteligência normativa, que busca garantir o funcionamento justo da sociedade, precisa ser fecundada pela lucidez de princípios sólidos, não imediatistas e utilitaristas. Investir na justiça é imprescindível para a conquista da paz.

Por Dom Walmor Oliveira de Azevedo – Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte

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Restauração do amor e esperança com Jesus e o Pequeno Príncipe https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/restauracao-do-amor-e-esperanca-com-jesus-e-o-pequeno-principe/ Thu, 25 Jan 2018 09:01:52 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50485 Pe. Elias Souza realiza um exercício poético, na fronteira entre a teologia, a literatura e a psicanálise

Todos devem conhecer a história do Pequeno Príncipe ou até mesmo já assistiu o filme sobre ele. O livro Jesus e o Pequeno Príncipe, publicado pela Editora Ave-Maria, é um texto inédito de Pe. Elias Souza, no qual coloca bastante sagacidade nas reflexões e instiga o leitor a conhecer o horizonte de temáticas fundamentais para cuidar bem do dom de viver bem: amor e encontro.

A obra é ensaio um produzido a partir das referências ao Pequeno Príncipe e a vida de Jesus Cristo edificado nas dinâmicas de exercício, aponta o caminho do amor, qualifica o humano pela experiência de amar e instiga a fazer do encontro a própria força nos laços, que se tornam alicerces para se viver a vida de forma plena.

O autor começou a escrever esta obra na década de 90, no Seminário Menor Santa Rita de Cássia, em Cataguases (MG). Desde então, mudou e reformulou a obra de acordo com as experiências vividas de lá para cá, principalmente em seu curso de filosofia e teologia no Instituto Dom João Resende Costa, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG).

A partir de sua curiosidade, o Pe. Elias Souza visita saberes da psicanálise, teologia e literatura, e se inspira no que diz o coração, a fonte mais valiosa e garantida da autenticidade, aponta a essencialidade da experiência do amor e a imprescindível dinâmica do encontro.

Em Jesus e o Pequeno Príncipe, o autor convida a refletir de forma intensa a vida de Jesus Cristo e a obra-prima de Antoine de Saint-Exupéry. Atinge o universo infantil e, também, a criança que vive dentro dos adultos, um exercício poético na fronteira entre a teologia, a literatura e a psicanálise.

Esta composição mostra que os ensinamentos do Verbo Divino e a história do principezinho podem restaurar em nossos corações a esperança e o amor. 

Saiba mais:

Editora Ave-Maria na internet: Site: www.avemaria.com.br / Facebook: EditoraAveMaria / Twitter: @editoravemaria / Youtube: EditoraAveMaria

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Dia de Finados: amor e gratidão pelos falecidos e fé em Cristo Ressuscitado https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dia-de-finados-amor-e-gratidao-pelos-falecidos-e-fe-em-cristo-ressuscitado/ Wed, 01 Nov 2017 16:26:35 +0000 http://teste.toqueto.com/dia-de-finados-amor-e-gratidao-pelos-falecidos-e-fe-em-cristo-ressuscitado.html A Igreja celebra nesta quinta-feira, dia 2 de novembro, a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, chamada popularmente pelo nome dado civilmente ao feriado: Dia de Finados. Neste dia, nas Igrejas e nos cemitérios, “manifestamos o amor e a gratidão pelos falecidos e, de modo especial, expressamos a fé em Cristo Ressuscitado, a fé na ressurreição dos mortos e na vida eterna”, conta o arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, cardeal Sergio da Rocha.

A Comemoração dos Fiéis Defuntos é ocasião para dedicar orações pelos amigos e familiares falecidos, um gesto que, para dom Sergio não se reduz ao sinal de amor e gratidão: “É acima de tudo, um gesto de fé e esperança”.

Para o cardeal, o Dia de Finados também é ocasião para refletir “sobre o modo como estamos caminhando neste mundo rumo à morada eterna que o Senhor preparou para nós”. “É importante dar passos de conversão sincera rumo à vida eterna”, sublinha.

Tradição

A tradição da Igreja de honrar a memória dos defuntos remete aos primeiros tempos do cristianismo, quando eram oferecidos sufrágios em seu favor. Dom Sergio recorda que o Catecismo ensina este costume e ressalta que de modo especial era oferecido o sacrifício eucarístico, a fim de que, purificados, os falecidos possam chegar à visão beatífica de Deus, recordando o exemplo de Judas Macabeu, que “mandou oferecer sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, a fim de que fossem absolvidos do seu pecado”, pois “é um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam perdoados de seus pecados”.

Visitas aos cemitérios

Em todo o Brasil, os cemitérios se preparam para receber milhares de pessoas que farão visitas aos seus entes queridos. Celebrações eucarísticas durante todo o dia estão programadas. Esta prática é sublinhada por dom Sergio lembrando o parágrafo 2300 do Catecismo: “Os corpos dos defuntos devem ser tratados com respeito e caridade, na fé e esperança da ressurreição. O enterro dos mortos é uma obra de misericórdia corporal (Tb 1,16-18) que honra os filhos de Deus, templos do Espírito Santo”.

Liturgia

Também a tradição dos fiéis influenciou a definição do rito das exéquias, do qual podem ser usadas as leituras para a comemoração votiva dos fiéis defuntos. O bispo de Cornélio Procópio (PR) e membro da Comissão Episcopal para os Textos Litúrgicos da CNBB, dom Manoel João Francisco, escreveu em um subsídio que até o século VII as exéquias cristãs caracterizavam por um forte caráter pascal, mas que do século VIII até o XV predominou-se uma visão trágica da morte. “Perdeu-se a certeza da salvação e a Eucaristia, de celebração da passagem com Cristo e por Cristo da morte para a vida, passou a ser sacrifício propiciatório pelos defuntos”, explicou.

Tal realidade fez com que Paulo V, em 1614, e Paulo VI, em 1969, tentassem recuperar o caráter pascal da morte cristã, o que foi alcançado no período do Concílio Vaticano II. “O novo ritual apresenta Cristo como vencedor da morte e fonte da ressurreição ou associa a morte do cristão ao mistério pascal de Cristo. A índole pascal da morte cristã aparece também de forma muito explícita nas leituras bíblicas e salmos propostos pelo novo ritual bem como nos textos das missas dos funerais”, salienta dom Manoel.

Na escolha dos textos litúrgicos para a celebração, procura-se harmonizar a temática da esperança cristã, da ressurreição, a partir do que está no parágrafo 72 do Elenco das Leituras da Missa, orienta a Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB. O lecionário dominical e festivo propõe três esquemas de leituras escolhidas entre todas as elencadas para as missas dos defuntos.

“A Palavra de Deus vem iluminar e trazer esperança para todos diante da morte. O Evangelho nos assegura que a vontade do Pai, cumprida plenamente por Jesus, é que ninguém se perca, mas que alcance a ressurreição”, reflete dom Sergio da Rocha.

Ele continua sua exposição a partir de um dos esquemas litúrgicos encontrados no lecionário: “Assim declara Jesus: ‘esta é a vontade do meu Pai: que toda pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia’ (Jo 6,37-40). A esperança de vencer a morte e ver a Deus já animava Jó, no meio dos sofrimentos (Jó 19,23-27). E São Paulo nos assegura que ‘a esperança não decepciona, pois o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado’ (Rm 5,5)”.

Por CNBB

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Lições do Dia de Finados https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/licoes-do-dia-de-finados/ Wed, 01 Nov 2017 08:33:12 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49310 O dia 02 de novembro, no qual comemoramos o Dia de Finados, é marcado por um rito especial: a visita aos túmulos onde foram depositados os restos mortais daqueles que fizeram parte de nossa vida e a oração por eles. O cemitério é o lugar onde os opostos convivem: o lugar é de silêncio, mas nos fala muito; tudo recorda a morte, mas, não de menos, a vida terrena e a vida eterna. A visita ao cemitério, ao mesmo tempo, fala dos que já partiram, de nós mesmos e também de Deus.

Em primeiro lugar é dia de memórias. Muitas vezes ainda é uma recordação dolorida, quando o luto ainda não foi integrado e a dor da separação ainda não foi curada. Então, cada túmulo é o ponto humano de conexão com tantas histórias, lugares, ensinamentos, alegrias e cruzes, que ainda permanecem vivas. Eles permanecem vivos na memória. Nossa oração por eles e as flores que depositamos são manifestações de nossa gratidão a Deus e a eles. Que importante ter uma memória agradecida por aqueles que nos antecederam. Continuamente, nos recordam que a história não iniciou quando nós nascemos. Eles nos precederam e nos ensinaram a viver. Por isso, alguém só morre quando ninguém se lembra mais dele.

Mas o silêncio dos que já partiram nos fala muito e fala também sobre nós, sobre nossa condição humana. Com certeza, a morte é a realidade humana que mais devemos tematizar e refletir. Nós sempre vivenciamos a morte dos outros. Mas a verdade inquestionável de nossa morte é o ponto a partir da qual lemos toda nossa vida. Embora para um mundo que preza por uma vida de fruição ilimitada a perspectiva da morte é propositalmente esquecida, no entanto, ela é certa. Aqui acabam todas as divisões sociais. A morte nos torna todos iguais. Recorda-nos a relatividade da vida terrena e a definitividade de cada dia, cada escolha, cada ato, visto que, como nos diz a Escritura, “todo homem está destinado a morrer uma só vez” (Hb 9,27). Mas, também, se formos sinceros, revela nossa mesquinhez e põe por terra todo orgulho e as pretensões humanas, como disse Jesus: “Louco! Ainda nesta noite, pedirão de volta a tua vida. E para quem ficará o que tu acumulaste?” (Lc 12,20). Recordar da morte nos torna humildes e responsáveis.

Enfim, o Dia de Finados nos fala de Deus, de sua misericórdia e de seu infinito amor que a todos atrai a si, no seu Filho Jesus. No seu Filho, Deus vence a morte definitivamente, quando ressuscitou-o. Na visão cristã, morremos para viver. O que nos aguarda não é o fim de tudo, nem o nada, nem um retorno à natureza, mas os braços acolhedores de Deus Pai, que nos quer consigo. É a vida eterna, estar definitivamente com Ele.Com a morte deixamos “a mansão deste corpo para ir morar junto do Senhor” (2Cor 5,8); “se com Ele morremos, com Ele vivemos” (2 Tm 1, 22). Disse Jesus: “hei de levar-vos para junto de mim, a fim de que, onde Eu estou, vós estejais também” (Jo 14, 3).

Portanto, ao recordarmos nossos queridos que já partiram, iluminados pela morte-ressurreição de Cristo, abre-se para nosso viver a esperança. O sentido para o presente vem do futuro, da promessa da vida eterna. O cristão é portador de esperança. Vale a pena ser justo, ético, caridoso, fazer o bem e viver cada dia intensamente.

Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta

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Como saber o que Deus quer para mim? https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/como-saber-o-que-deus-quer-para-mim/ Tue, 24 Oct 2017 11:11:10 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49135 Não sei bem como lidar com a incerteza na minha própria vida. Como fazer para não temer diante do futuro incerto? Tenho medo de enfrentar o que eu não controlo. Não ser dono dos tempos. Nem do resultado de minhas apostas na vida.

Assusto-me ao ver que a paz e a guerra não dependem do desejo de meu coração. Não quero ser tomado pela raiva quando eu vislumbrar caminhos que não desejo. Nem que o medo me impeça de avançar quando tudo parecer difícil e incerto.

Não quero que o fim justifique os meios que eu emprego para alcançá-lo. Mesmo que o fim seja bom, às vezes os meios podem não ser tão bons quanto. Não quero me ofuscar por possuir o que desejo. Não quero que os sonhos e ideais que se apoderam de mim cheguem a tomar conta da minha alma. Não quero me confundir e pensar que o que eu consigo fazer é tudo o que eu posso e nada mais.

Não sei bem o que fazer quando as posições opostas se enfrentam sem um aparente caminho de saída. Tudo é escuro ao meu redor. Às vezes, há muita luz, muita esperança.

É verdade que eu não sei o que vai acontecer amanhã. Nem nos dias seguintes. Não sei bem qual é o desejo de Deus para a minha vida. Nem conheço seu desejo mais íntimo. Ele pronuncia esse desejo dentro de mim. Mas eu não ou ouço. Talvez o barulho do mundo me perturbe.

Seguindo os passos de São Ignácio, eu lia: “Busque a vontade de Deus. Uma proposta imensa e difícil. Você nunca se perguntou o que Deus quer de você? Nunca discutiu com alguém, enchendo-se de incerteza? Na vida, é conveniente buscar a vontade de Deus” [1].

Buscar o desejo de Deus quando tudo está cheio de dúvidas e medos. Buscar a vontade Dele quando eu pretendo seguir meus desejos sozinho. Buscar a vontade de Deus quando não controlo meus passos no meio da noite.

Como escolher o posicionamento correto? Como saber o que de verdade me convém? Não vou me equivocar e errar o caminho? E se eu fracassar em minhas opções de vida e perder amigos e entes queridos para a vida inteira?

Às vezes, só quero ter certeza do futuro. Temo tanto a morte. Tenho tanto medo de perder o que amo. A única coisa com que eu deveria me preocupar é viver o momento. Amar sem barreiras. Sonhar mais alto, com o bom, com o nobre, com o belo.

Mas, neste mundo inquieto e cheio de mudanças, não sei bem como fazer para escolher o posicionamento correto, o lado adequado, o lugar pacífico.  Uns me dizem para seguir um caminho. Outros me mostram o caminho oposto. Nos dois, há algo de verdadeiro. Nos dois, há algo de atrativo. Nos dois, há mentiras. Não sei como escolher o meu caminho.

Como fazer para encontrar meu caminho entre tantos possíveis? Como fazer para não errar meus passos, para não deixar feridos com minhas opções de vida? Há tantas incertezas neste caminho que fico andando de um lado para o outro!

Como saber o que Deus me pede? Como saber onde ele quer que eu entregue minhas forças? Como saber quando caminho segurando suas mãos?

Jesus passou pela Terra libertando os corações. Acolheu a todos. Buscaram enquadrá-lo em uma postura, em um grupo. Quiseram fazer dele o inimigo dos que eram contra. Quiseram que ele decidisse por um lado, sua posição. Mas Jesus veio para todos ou somente para alguns?

Jesus não se deixou enganar. Não caiu no jogo dos homens. Não se alinhou a alguns, deixando os outros. Isso sempre me impressiona.

Ele poderia ter optado pelos poderosos do mundo para impor seu reino. Poderia ter escolhido os mais sábios e os conhecedores da lei. Poderia ter se protegido. Mas não fez nada disso.

Não caiu no jogo dos enganos. Queriam sua ruína. Mas ele veio para salvar a todos. Os bons e os maus. Os puros e os impuros. Os de um lado e os de outro. Os que ninguém queria e os que todos amavam. Jesus se fez carne para todos. Alma de um mundo ferido. E quis amar os que o rejeitavam.

Seu imenso coração me mostra um caminho a seguir. Jesus foi um homem livre, que amou a todos. Sua liberdade estava no amor, não no ódio. Ele não defendeu sua postura com ódio. Não recorreu à violência para fazer vencer seus pontos de vista. Aquele que usa a violência perde a razão.

Tagore dizia: “A verdade não está do lado de quem grita mais”. Ele guardou silêncio. Outros gritavam. Jesus me mostrou como eu tenho que viver. Ele quer que eu ame até a morte. Quer que eu entregue meu coração e, ao mesmo tempo, viva livre para doar-me.

Ele quer que eu deixe tudo para seguir seus passos: “Jesus os convida a deixar a casa onde vivem, a família e as terras pertencentes ao grupo familiar. Não é fácil. A casa é tudo: refúgio afetivo, lugar de trabalho, símbolo da posição social. Desfazer uma casa é uma ofensa grave para a família e uma desonra para todos. Mas, sobretudo, significa lançar-se a uma insegurança total [2].

Jesus me convida a viver a incerteza dos caminhos, sem buscar segurança. Convida-me a não me alinhar com os poderosos, a não me esconder entre os que protegem meus passos. Ele me quer livre, sem ataduras, sem cordas. Assim quero viver. 

[1] José María Rodríguez Olaizola, Ignacio de Loyola, nunca solo

[2] José Antonio Pagola, Jesús, aproximación histórica

Por Padre Carlos Padilla via Aleteia

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Congresso Diocesano das Famílias em Niquelândia – GO https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-diocesana/congresso-diocesano-das-familias-em-niquelandia-go/ Tue, 26 Sep 2017 19:04:26 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48691 Dom Messias

No dia 24 de setembro aconteceu, na cidade de Niquelândia – GO,  o Congresso Diocesano das Famílias, organizado pela Paróquia Nossa Senhora da Abadia, com o tema “A Família, Luz e Alegria para a vida em sociedade”.

Durante a manhã, o evento contou com  com a presença de Fernando Bacelar, do ministério Guardiões do Amor Maior (Goiânia – GO), que conduziu a pregação com o tema “A força do amor maior nas famílias”. Uma pausa para o almoço com as pastorais envolvidas e paróquias das diversas cidades da Diocese e, logo após, animação, momento cultural com recitação de poesia, música e coreografia, e uma partilha familiar com casal e Pe. Pedro Márcio, vigário da Paróquia Nossa Senhora da Abadia.

Estiveram presentes, também, as Irmãs Franciscanas da Divina Misericórdia, que cantaram o Terço da Misericórdia. Durante todo o evento houve Adoração ao Santíssimo, e o congresso ainda contou com um local reservado para as crianças, com muita diversão, oração, música e atividades para alegrar os pequeninos.

Confira vídeo:

O encerramento deste evento deu-se com a Santa Missa, presidida pelo Bispo diocesano, Dom Messias dos Reis Silveira, e concelebrada pelos padres Valdeci (Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Abadia), Pe. Rodrigo (assessor da Pastoral Familiar da Diocese), Pe. Wolney (Pároco da Paróquia São Francisco), Frei Gilberto (Pároco e Reitor do Santuário São José) e Pe Aldemir (Reitor do Santuário Nossa Senhora da Abadia do Muquém), juntamente com os seminaristas.

Dom Messias lembrou, em sua homilia, que a família precisa estar aberta a Deus e amar uns aos outros, que é preciso existir amor, presença de Deus e o perdão, pois muitos lares poderiam ser melhores se houvesse tudo isso.

O evento ocorreu durante todo o dia no Parque de Exposições Agropecuárias, onde a pôde-se discutir e partilhar sobre o que é ser família, semeando bons princípios e proporcionando uma orientação cristã para promover a valorização da família na sociedade.

Confira fotos:


Pascom – Paróquia Nossa Senhora da Abadia – Niquelândia – GO

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Papa: não ter medo da cruz de Cristo, verdadeiro amor é sacrifício https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-nao-ter-medo-da-cruz-de-cristo-verdadeiro-amor-e-sacrificio/ Mon, 04 Sep 2017 07:48:25 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48243 O Papa Francisco rezou a oração mariana do Angelus, neste domingo (03/09), com os fiéis e peregrinos de várias partes do mundo, presentes na Praça São Pedro.

Na alocução que precedeu a oração, Francisco disse que “o Evangelho de hoje é a continuação do de domingo passado, que ressaltava a profissão de fé de Pedro, ‘rocha’ sobre a qual Jesus quer construir a sua Igreja. Hoje, em contraste estridente, Mateus, nos mostra a reação do próprio Pedro quando Jesus revela aos discípulos que em Jerusalém deverá sofrer, ser morto e ressurgir”, disse o Papa.

“Pedro leva o Mestre para um lado e o repreende, porque isso, lhe diz, não pode acontecer a Ele, a Cristo. Mas Jesus, por sua vez, repreende Pedro com palavras duras: «Fique longe de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, porque não pensa as coisas de Deus, mas as coisas dos homens!» Pouco antes, o apóstolo era abençoado pelo Pai, porque tinha recebido Dele esta revelação, era uma ‘pedra’ sólida para que Jesus pudesse construir a sua comunidade, e logo depois se torna um obstáculo, uma pedra não para construir, uma pedra de tropeço no caminho do Messias. Jesus sabe muito bem que Pedro e os outros ainda têm muita estrada para percorrer para se tornarem seus apóstolos!”

A esse ponto, o Mestre se dirige a todos aqueles que o seguiam, apresentando-lhes claramente o caminho a ser percorrido: 

“«Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz, e me siga». Sempre, e também hoje, a tentação é a de querer seguir um Cristo sem cruz, aliás, de ensinar a Deus a estrada certa; como Pedro: ‘Não, não Senhor, isso nunca acontecerá!’ Mas Jesus nos recorda que a sua estrada é a estrada do amor, e não há verdadeiro amor sem o sacrifício de si. Somos chamados a não nos deixar absorver pela visão deste mundo, mas a ser cada vez mais conscientes da necessidade e da fadiga para nós cristãos de caminhar contracorrente e em subida.” 

O Papa ressaltou que “Jesus completa a sua proposta com palavras que expressam uma grande sabedoria sempre válida, porque desafiam a mente e os comportamentos egocêntricos. Ele exorta: «Quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perde a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la».” 

“Neste paradoxo esta contida a regra de ouro que Deus inscreveu na natureza humana criada em Cristo: a regra de que só o amor dá sentido e felicidade à vida. Gastar os próprios talentos, as próprias energias e o próprio tempo somente para salvar, proteger e realizar-se, conduz na verdade a se perder, ou seja, a uma existência triste e estéril. Se, ao invés, vivemos para o Senhor e estabelecemos a nossa vida no amor, como Jesus fez, poderemos saborear a verdadeira alegria, e a nossa vida não será estéril, será fecunda.”

O Santo Padre frisou que “na celebração da Eucaristia revivemos o mistério da cruz; não somente recordamos, mas fazemos o memorial do Sacrifício redentor, no qual o Filho de Deus perde completamente Si mesmo para ser recebido novamente pelo Pai e assim nos reencontrar, pois estávamos perdidos, juntamente com todas as criaturas. Toda vez que participamos da Santa Missa, o amor de Cristo crucificado e ressuscitado se comunica a nós como alimento e bebida, para que possamos segui-Lo no caminho de todos os dias, no serviço concreto aos irmãos.”

“Maria Santíssima, que seguiu Jesus até o Calvário, também nos acompanhe e nos ajude a não ter medo da cruz com Jesus crucificado, não uma cruz sem Jesus, a cruz com Jesus, ou seja, a cruz de sofrer por amor a Deus e aos irmãos, pois esse sofrimento, pela graça de Cristo, é fruto de  ressurreição”, concluiu o Papa.

Por Rádio Vaticano

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