abertura - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:16 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png abertura - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Aberta a CF 2018: “Fraternidade e superação da violência” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/aberta-a-cf-2018-fraternidade-e-superacao-da-violencia/ Wed, 14 Feb 2018 14:58:29 +0000 http://teste.toqueto.com/aberta-a-cf-2018-fraternidade-e-superacao-da-violencia.html Na manhã desta quarta-feira, 14 de fevereiro, na sede provisória da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi aberta oficialmente a Campanha da Fraternidade (CF) 2018. Este ano, a Campanha trata da “Fraternidade e a superação da violência”. O presidente da entidade, cardeal Sergio da Rocha, e o secretário-geral, dom Leonardo Steiner, receberam autoridades para o evento: a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, o coordenador da Frente Parlamentar pela Prevenção da Violência e Redução de Homicídios, deputado Alessandro Molon, e o presidente da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Carlos Alves Moura.

Mensagem do Papa

O secretário executivo de Campanhas da CNBB, padre Luís Fernando da Silva, leu para os presentes no evento a mensagem enviada pelo papa Francisco: “O perdão das ofensas é a expressão mais eloquente do amor misericordioso e, para nós cristãos, é um imperativo de que não podemos prescindir. Às vezes, como é difícil perdoar! E, no entanto, o perdão é o instrumento colocado nas nossas frágeis mãos para alcançar a serenidade do coração, a paz. Deixar de lado o ressentimento, a raiva, a violência e a vingança é condição necessária para se viver como irmãos e irmãs e superar a violência”.

No final da Mensagem, papa Francisco pediu: “Peço a Deus que a Campanha da Fraternidade deste ano anime a todos para encontrar caminhos de superação da violência, convivendo mais como irmãos e irmãs em Cristo. Invoco a proteção de Nossa Senhora da Conceição Aparecida sobre o povo brasileiro, concedendo a Bênção Apostólica. Peço que todos rezem por mim”.

Exposições

“Há alguns dados dos estudiosos que nos estarrecem”, disse Carlos Moura. Negros e jovens são as maiores vítimas da violência no Brasil, informou. A população negra corresponde à maioria dos 10% dos indivíduos expostos ao homicídio no País. “É oportuno refletir sobre o Manual da Campanha da Fraternidade”, chamou a atenção: “A violência racial no Brasil é uma situação que faz supor uma forte correlação entre três formas de violência, direta, estrutural e cultural. Os casos de violência direta parecem ser resultado mais concreto e evidente de questões socioeconômicas históricas, além de deixarem entrever representações culturalmente produzidas e já naturalizadas a respeito da população negra, do índio, dos migrantes e, mais recentemente, também do imigrante”.

Moura lembrou que outra Campanha da Fraternidade tratou da superação da violência contra a comunidade negra, a Campanha de 1988, que tinha como lema: “Ouvi o clamor desse povo”.  Nela, segundo Carlos Moura, a Igreja renovou o comprometimento da Igreja com o combate à violência.

A ministra Cármen Lúcia, agradeceu à CNBB “pelo convite ao Poder Judiciário para participar desse momento”. A presidente do STF disse que hoje, infelizmente, o outro tem sido visto com desconfiança e não como um irmão, um parceiro. “Esta campanha ajuda a ver o outro como aliado, como irmão”, reforçou. “Não basta que se faça parte da sociedade humana, mas é preciso atuar por ela para que se crie espaços de fraternidade”, acrescentou a ministra.

Deputado Alessandro Molon disse: “Nós nos acostumamos com a nossa tragédia. É como se no Brasil, a vida humana valesse muito pouco”. Ele realçou que a Campanha da Fraternidade não é de combate à violência, mas a superação dela. Chamou atenção para esse ano de discursos políticos é preciso lembrar o que diz o texto-base da Campanha que lembra que se trata de um problema complexo que não aceita soluções simplistas. “Esse carnaval nos deixou algumas lições. Quando as autoridades se omitem, por exemplo, a violência cresce”. O deputado ainda lembrou que todos têm responsabilidade, mas o Parlamento deve melhorar o Direito para proteger mais a vida que o patrimônio.

Cardeal Sergio da Rocha disse que a importância da Campanha da Fraternidade tem crescido a cada ano, repercutindo não somente dentro do âmbito da Igreja Católica, mas em toda a sociedade civil, além de outras igrejas cristãs. “Construir a Fraternidade para superar a violência” é o objetivo da Campanha da Fraternidade, lembrou. “A vida, a dignidade das pessoas, de grupos sociais mais vulneráveis têm sido atingidos frequentemente”. A realidade da violência, no entanto, “não deve levar a soluções equivocadas”, disse. Por conta disso, a Campanha da Fraternidade, disse o cardeal, quer ajudar a todos para fazer uma análise profunda diante da complexidade da realidade da violência.

“Embora que seja importante a ação de cada um de nós, mas é preciso de ações comunitárias”, disse o presidente da CNBB. A Igreja não pretende oferecer soluções técnicas para os problemas que aborda, mas o valor da fé e do amor que mostra que o semelhante não é um adversário, mas um irmão a ser amado, disse o Cardeal.

Cobertura

Todas as emissoras de TV de inspiração católica no Brasil, cinco grandes redes e duas TVs regionais, estiveram comprometidas com a transmissão do lançamento da Campanha da Fraternidade graças ao trabalho coordenado pela Signis Brasil, entidade católica que se ocupa com os meios de comunicação da Igreja. A Rede Católica de Rádio (RCR) também se fez presente oferecendo sinal de áudio para todas as emissoras interessadas no evento. A Assessoria de Imprensa da CNBB também ofereceu transmissão pelo Facebook e o vídeo já está disponível para ser visto na página @CNBBNacional.

Por CNBB

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Autorizado o pedido de abertura do processo de beatificação do padre Léo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/autorizado-o-pedido-de-abertura-do-processo-de-beatificacao-do-padre-leo/ Tue, 26 Sep 2017 15:06:52 +0000 http://teste.toqueto.com/autorizado-o-pedido-de-abertura-do-processo-de-beatificacao-do-padre-leo.html O arcebispo de Florianópolis (SC), Dom Wilson Tadeu Jönck, scj, autorizou o pedido feito pela Comunidade Bethânia para a abertura do processo de beatificação do padre Léo. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 26, em nota oficial publicada no perfil da Comunidade Bethânia no Facebook e replicada no site da arquidiocese de Florianópolis (SC). Os próximos passos incluem a escolha de um postulador para a causa de beatificação e a abertura formal do processo. 

A Comunidade Bethânia já vinha estudando o pedido de abertura desse processo, tendo em vista o recebimento de tantos testemunhos de curas físicas pela intercessão de Padre Léo.

O sacerdote faleceu no dia 4 de janeiro de 2007, aos 45 anos, vítima de infecção generalizada por causa de um câncer no sistema linfático. Fundador da Comunidade Bethânia, que trabalha com a recuperação de dependentes químicos, padre Léo transformou a vida de muita gente com suas pregações, em especial com seu testemunho de vida.

Confira a seguir a íntegra da nota divulgada hoje:

NOTA OFICIAL SOBRE O PROCESSO DE BEATIFICAÇÃO DO PADRE LÉO

Conforme trajeto formal e necessário, formulado pela Mãe Igreja, foi apresentado ao Arcebispo de Florianópolis, D. Wilson Tadeu Jönck, por parte da Comunidade Bethânia o pedido de abertura do processo de Beatificação do Pe. Leo.

D. Wilson acolheu, autorizou e incentivou o trabalho nesta direção indicando os passos seguintes. Por estes dias ainda será acordado com um “Postulador da Causa de Beatificação” os passos para a abertura formal do processo e a continuidade do mesmo.

Em breve serão anunciados todos os detalhes.

Convocamos a todos para que rezem nesta intenção, podendo entrar em contato com a Comunidade Bethânia para esclarecimentos e comunicação de possíveis graças.

Visite: bethania.com.br
Pe. Léo, intercedei por nos!
Abraço e paz!
Pe. Vicente, bth

Por Canção Nova, com Comunidade Bethânia

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Abertura de reunião do Conselho Permanente da CNBB e trabalhos a seguir https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/abertura-de-reuniao-do-conselho-permanente-da-cnbb-e-trabalhos-a-seguir/ Tue, 20 Jun 2017 13:03:16 +0000 http://teste.toqueto.com/abertura-de-reuniao-do-conselho-permanente-da-cnbb-e-trabalhos-a-seguir.html Membros do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) estão reunidos na sede da entidade, em Brasília (DF). O encontro teve início hoje, 20, pela manhã, e prosseguirá até a quinta-feira, dia 22.

A abertura foi feita diante do monumento em homenagem aos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, instalado no gramado da CNBB. Os bispos clamaram a Deus e a proteção da Mãe Aparecida, diante de tantas incertezas, corrupção e injustiças. Eles pediram que a misericórdia do Pai se derrame sobre o povo brasileiro.

O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, frei Faustino Paludo, conduziu a procissão.

“Olhando para imagem de Nossa Senhora pensamos no Brasil, na realidade, no momento em que vivemos. Que repercuta em nós a palavra de Maria ‘fazei tudo o que ele vos disser’. O povo brasileiro não tem mais vinho, isto é, no meio dessa corrupção, tantas realidades nos tiram a autoestima e a grandeza de viver”, destacou o frei.

Logo após a bênção, os bispos seguiram em procissão até o auditório da entidade, onde o arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, cardeal Sergio da Rocha, deu a benção e abriu os trabalhos.

“Nós somos um povo que caminha unidos, rezando juntos, mas também juntos dispostos a cumprir a palavra de Nossa Senhora ‘faça tudo que Jesus vos disser’. Nós sabemos que ainda tem muita água para ser transformada em vinho e sabemos que isso ocorre pela graça de Deus, mas assim como Jesus contou com a colaboração das pessoas em Caná. Certamente, Ele conta conosco para que as situações que aí estão sejam transformadas que nós tenhamos um vinho da justiça, da paz, da alegria e da vida do nosso povo brasileiro”, finalizou o cardeal.

Participam deste Conselho a presidência da CNBB: o arcebispo de Brasília e presidente da entidade, cardeal Sergio da Rocha, o arcebispo de Salvador (BA) e vice-presidente, dom Murilo Sebastião Krieger, e o bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral, dom Leonardo Steiner; os presidentes das Comissões Episcopais Pastorais e os presidentes dos 18 regionais da entidade.

Logo no início da manhã, os bispos discutiram e aprovaram a pauta de trabalho, que conta com assuntos diversos. No decorrer do encontro, os bispos irão tratar do tema central da 56ª Assembleia Geral da CNBB; Sínodo dos bispos que abordará os jovens e o discernimento vocacional; a 4ª Semana de Catequese e a 1ª Semana de iniciação à Vida Cristã; Ano do Laicato; Encaminhamento do texto da 55ª Assembleia Geral, entre outros assuntos.

O Conselho Permanente é composto pelos presidentes e membros dos conselhos dos 18 regionais da CNBB e presidentes das comissões episcopais. Nesta reunião também estão presentes os assessores das comissões episcopais pastorais, representantes dos Organismos do Povo de Deus, além de convidados especiais, como os membros da equipe responsável pela reflexão sobre a conjuntura política e social do Brasil. Também estão presentes representantes dos organismos ligados à CNBB como a Caritas Brasileira e o Conselho Indigenista Missionário (CIMI).

Os participantes têm oportunidade de ampliar a pauta de estudos nestes três dias. Entre os temas apresentados no início da reunião há uma sugestão de que a CNBB faça uma proposta de um dia de oração e jejum pelo Brasil. Os bispos trabalham em sessões que ocupam os três turnos do dia. Várias sessões são realizadas na manhã, tarde e noite.

Serviço:

O que é o Conselho Permanente?
É o órgão de orientação e acompanhamento da atuação da CNBB e dos organismos a ela vinculados, bem como órgão eletivo e deliberativo, nos limites de seu Estatuto. É constituído pela Presidência da CNBB, pelos membros das Comissões Episcopais Pastorais (Consep) e os membros eleitos dos Conselhos Episcopais Regionais (Conser).

De que trata o Conselho Permanente?
Orientar, apoiar, acompanhar as atividades da CNBB e dos organismos a esta vinculados, cuidando para que se executem devidamente as decisões da Assembleia Geral e do próprio Conselho Permanente.

Por CNBB

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Card. Sergio da Rocha: “Admirar os biomas é contemplar a obra do criador” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/card-sergio-da-rocha-admirar-os-biomas-e-contemplar-a-obra-do-criador/ Wed, 01 Mar 2017 14:52:30 +0000 http://teste.toqueto.com/card-sergio-da-rocha-admirar-os-biomas-e-contemplar-a-obra-do-criador.html “Como bem sabemos, a importância da Campanha da Fraternidade tem crescido a cada ano, repercutindo não apenas no interior das comunidades católicas, mas também nos diversos ambientes da sociedade, especialmente pela sua natureza e pela iminência dos assuntos abordados”. Foi com estas palavras que o arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, abriu oficialmente a Campanha da Fraternidade 2017. 

A cerimônia ocorreu na sede da entidade, nesta quarta-feira, 1º de março, em Brasília (DF). Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e a defesa da vida”, este ano, a Campanha busca alertar para o cuidado e o cultivo dos biomas brasileiros: Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa, Pantanal e Amazônia. Além disso, enfatiza o respeito à vida e a cultura dos povos que neles habitam. O lema escolhido para iluminar as reflexões é “Cultivar e guardar a criação (Gn 2, 15)”.

Para dom Sergio, a temática é de extrema urgência. “Cada Campanha da Fraternidade quer nos ajudar a vivenciar a fraternidade em um campo específico da vida ou da realidade social brasileira que tem necessitado de maior atenção e empenho, e este ano o tema escolhido é de grande notoriedade”, enfatizou. Ainda de acordo com ele, é preciso que as pessoas conheçam os biomas a fundo para poderem “contemplar a beleza e a diversidade que estão estampados no próprio cartaz da Campanha da Fraternidade”.

Na mesa de abertura, dom Sergio disse ainda que não bastava apenas conhecer os biomas e que era preciso também refletir sobre a presença e sobre a ação humana nesses ambientes. Ele também ressaltou a valorização dos povos originários, que de acordo com ele são “verdadeiros guardiões dos biomas”. “Nós precisamos valorizar, defender a vida e a cultura desses povos, mas também somos motivados a refletir sobre as causas dos problemas que afetam os biomas como, por exemplo, o desmatamento, a poluição da natureza e das nascentes. Necessitamos também refletir sobre a ação de cada um de nós e nossas posturas nos biomas onde estamos inseridos”, disse.

Por último, o bispo destacou que pode haver um certo estranhamento por parte das pessoas em relação à Igreja ter escolhido este assunto para a Campanha, mas segundo ele, ninguém pode assistir passivamente à destruição de um bioma ou de sua própria casa, da Casa Comum. “O assunto de fato não pode ser descuidado, não pode ser deixado para depois, ele necessita da atenção e dos esforços de todos. O tema tem sim muito a ver com a fé em Cristo, com a fé no criador, com a palavra de Deus, e admirar os biomas é contemplar a obra do criador”, finalizou.

Proposta da CF é de extrema importância

O presidente da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado federal Alessandro Molon, compôs a mesa da cerimônia e, em sua fala, agradeceu pela escolha do tema por parte da Igreja no Brasil, considerando a iniciativa um serviço de extrema importância para o país e para a proteção do meio ambiente. O parlamentar lembrou e agradeceu ainda pelo pontificado do papa Francisco, “grande liderança mundial que precisa ser apoiada, que, dentre outras iniciativas importantes, escreveu a encíclica Laudato Si’ e tem dedicado uma parte especial do seu ministério ao convite de uma ecologia humana e integral, lançando luz sobre a relação entre degradação do ambiente, injustiça social e pobreza”. 

Molon indicou que, dos oito objetivos específicos da CF, quatro serão de grande importância para a Frente Parlamentar em 2017: o aprofundamento do conhecimento de cada bioma, o comprometimento com as populações originárias, o reforço do compromisso com a biodiversidade e a contribuição para a construção de um novo paradigma ecológico. Ao final, apresentou dez desafios da Frente Parlamentar aos quais pediu apoio da CNBB e do Ministério do Meio Ambiente.

Ações convergentes

“Sentimo-nos, portanto, amparados e revigorados na busca dos nossos objetivos”, afirmou o secretário de articulação institucional e cidadania do Ministério do Meio Ambiente, Edson Gonçalves Duarte, ao comentar a escolha da temática da CF 2017. O representante do ministro Sarney Filho iniciou sua fala lembrando da atuação do bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, na defesa do Rio São Francisco e ressaltou que o cuidado com os biomas permeia todos os campos de atuação do Ministério: florestas, biodiversidade, água, extrativismo, clima, desenvolvimento sustentável e cidadania ambiental.

O secretário lamentou que no dia-a-dia de quem trabalha com ambientalismo, que se depara com profundo desconhecimento de parte da sociedade brasileira “que muitas vezes até compreende a importância da Amazônia, mas não percebe que o equilíbrio ecológico dos biomas é necessário para a manutenção não apenas da fauna e da flora, mas também da vida humana”.

Duarte considerou que muitas das ações propostas pela Campanha da Fraternidade convergem com as prioridades determinas pelo MMA, como o combate ao desmatamento, o aprimoramento do monitoramento dos biomas, proteção de nascentes e matas ciliares, apoio aos povos tradicionais e a educação ambiental. “A incorporação de toda essa temática na perspectiva de trabalho da CNBB fortalece sobremaneira a defesa dos biomas brasileiros, pois, além de um arcabouço científico muito bem estruturado, a Campanha da Fraternidade reveste suas ações de uma riqueza espiritual capaz de tocar as consciências de uma forma profunda”, salientou.

Acesse os materiais da CF 2017

Por CNBB

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