90 anos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png 90 anos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Bento XVI festeja com amigos e familiares seus 90 anos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bento-xvi-festeja-com-amigos-e-familiares-seus-90-anos/ Wed, 19 Apr 2017 12:36:45 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45538 O Papa Bento XVI festejou na segunda-feira (17/04) os seus 90 anos de vida, completados no dia 16 de abril.

Joseph Ratzinger recebeu em sua residência, o mosteiro Mater Ecclesiae nos Jardins Vaticanos, uma delegação de sua terra natal, a Baviera. As fotos divulgadas pelo jornal L’Osservatore Romano retraem Bento XVI bem disposto, sorridente, tomando inclusive um copo de cerveja acompanhado de seu irmão Georg, três anos mais velho, e do seu secretário particular, Georg Ganswein.

O Papa emérito agradeceu pelo afeto recebido e agradece a Deus por ter-lhe oferecido uma “vida bela, intensa, com altos e baixos”.

O Papa Francisco cumprimentou pessoalmente Bento XVI na quarta-feira passada (12/04), antes do início do tríduo pascal.

Por Rádio Vaticano

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Bento XVI projetou a Igreja na modernidade, diz vaticanista da TV 2000 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bento-xvi-projetou-a-igreja-na-modernidade-diz-vaticanista-da-tv-2000/ Mon, 17 Apr 2017 10:20:16 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45501 “Os temas tratados por Joseph Ratzinger ao longo de sua vida, como professor de teologia, bispo, cardeal e depois Papa, são temas hoje de grandíssima atualidade e continuarão a ser objeto de debate também no futuro. Por isto, reconstruir a sua experiência humana, científica e eclesial, é tão interessante”.

A observação é do escritor e jornalista, Giovan Battista Brunori (vaticanista da tg2, o telejornal do canal dos bispos italianos), autor do livro “Bento XVI. Fé e profecia do primeiro Papa emérito na história”.

Humilde, mas livre e determinado

“Acredito que seja um homem de Igreja que foi e permanece, evangelicamente,  como um “sinal de contradição” para os nossos tempos. Foi um Papa capaz, de fato, de dar início a diversos debates. Um Papa de pensamento, o Papa da palavra, dos documentos, da mensagem evangélica. Uma mensagem proferida com humildade, mas ao mesmo tempo com determinação, que foi ocasião de encontro mas, algumas vezes, também de confronto. Neste sentido, eu diria que Ratzinger quis lançar uma palavra humilde, mas não tímida, em um mundo que perdeu em muitos casos a bússola. Nos chamou ao essencial da fé, defendeu a fé dos simples e relançou a luta contra o relativismo, dando-nos uma mensagem que permanece válida. O fato de ter afirmado com grande franqueza, mesmo diante de foros laicos, esta sua extrema liberdade de juízo, surpreendeu a todos”.

O encontro com a França laica

“Penso sobretudo no seu extraordinário encontro com a França laica (viagem de 2008 ndr) e ao seu discurso no ‘Collège de Bernardins’. O Pontífice – recordou Brunori – foi acolhido com muitas críticas, normais em um país laico, onde a presença anticlerical é muito forte, e onde muitos viam nele o custódio da tradição católica. E soube surpreender seus interlocutores, falando das origens do mundo cultural ocidental, tão ligadas à experiência religiosa do monges. Mas também em outras ocasiões, soube lançar mensagens que fizeram questionar, foram sinais de contradição, fermento de novas ideias e processos”.

Uma renúncia que abriu uma era

“Pensemos sobretudo, na histórica renúncia ao Pontificado – ressalta o jornalista. Um gesto que desconcertou o mundo, surpreendeu não somente os detratores de Bento XVI, mas também lançou num estado de confusão os chamados “ratzinguerianos”. Assim fazendo, acredito, projetou a Igreja na modernidade. Pela primeira vez um Papa apresentou o tema da renúncia por velhice, na consciência de que a Igreja é guiada realmente por Deus, com mão firme. Demonstrou coragem e desejo de reformar a Igreja, uma renovação que hoje leva em frente Francisco”.

Sintonia extraordinária com Francisco

“Hoje existe uma sintonia entre o Papa Francisco e o Papa emérito que é realmente extraordinária. E isto se percebe nos temas de fundo, para além das diferenças de personalidade que são evidentes e acredito que sejam uma riqueza para a Igreja. Diz o Cardeal Herranz em uma entrevista que incluí no livro, que o Senhor utiliza o piano e toca teclas diferentes. Uma vez toca uma tecla e produz um som e depois toca outra tecla. Dois Pontífices que têm, portanto, um temperamento diferente, mas em substância, têm a mesma missão. A sintonia deles é um sinal da eficácia e modernidade da Igreja. A essência é que a Igreja é feita de diferenças que convergem em uma harmonia e tudo isto produz, na minha opinião, uma semente de novidade: a negação de toda homologação na Igreja, que surpreende o mundo e leva a interrogar-se”.

Por Rádio Vaticano

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Os 90 anos de Bento XVI segundo o Arcebispo George Gänswein https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/os-90-anos-de-bento-xvi-segundo-o-arcebispo-george-ganswein/ Mon, 17 Apr 2017 08:52:39 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45497 Neste 16 de abril, Domingo de Páscoa, Joseph Ratzinger completa 90 anos. Os festejos foram transferidos para a Segunda-feira do Anjo (feriado no Vaticano e na Itália) e serão reservados e simples. No Mosteiro Mater Ecclesiae, nos Jardins Vaticanos, estará presente uma pequena delegação da Baviera. Na tarde da última quarta-feira, o Papa Francisco felicitou pessoalmente o Papa emérito.

Para a ocasião, a Rádio alemã Horeb entrevistou o Prefeito da Casa Pontifícia, o Arcebispo George Gänswein, que acompanha muito de perto Bento XVI:

“A vida no Mosteiro é muito organizada. Não é um mistério para ninguém que o Papa Bento ame a ordem. O desenvolvimento de seu dia é muito estruturado, muito claro e isto ajuda também que seja bem vivido. Uma das afirmações do Papa Bento, ao final de seu Pontificado, foi de que não se retiraria “à vida privada”, portanto, para fazer aquilo que lhe agradaria fazer, mas que “subiria ao monte” – uma imagem que evoca Moisés, que se retirou para rezar – segundo as suas forças e as suas convicções e as suas capacidades – pelo sucessor, pela Igreja e pelo mundo. E justamente isto é o que faz. Em sua vida tem oração, estudo, visitas, ouve música, a Missa, passeios, meditações, repouso e a preparação também para o encontro com o Senhor. Vejo que Bento vive muito serenamente esta sua decisão”.

RH: Ele se desloca com facilidade?

“Este é o lado mais frágil de seu corpo. Na realidade, tem dificuldade de caminhar e por isto há algum tempo serve-se de um andador. Assim, encontra maior estabilidade, maior segurança e se locomove melhor”.

RH: Que ensinamentos o senhor tira da convivência com Bento XVI?

“Aprendi, sobretudo, que a fé é um dom, que é um dom que dá alegria; que a fé é uma ajuda para carregar melhor o peso que devo carregar, e que não devo senti-la como o peso que carrego nas costas…”

RH: Uma pergunta recorrente: o Papa Francisco continua a aconselhar-se com o Papa Bento?

“Não é um segredo para ninguém que os dois têm uma boa relação e que o Papa Francisco vai regularmente encontrar Bento; os dois se retiram e conversam. As visitas não têm uma cadência fixa. Normalmente acontecem por ocasião de alguma recorrência pessoal ou antes e depois de uma viagem. (…) Ou se falam ao telefone, ou envia uma carta… não existe, portanto, uma estrutura pré-estabelecida. É mais, digamos, um evento ‘carismático’”.

Por Rádio Vaticano

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Ratzinger: coletânea de textos inéditos pelos 90 anos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/ratzinger-coletanea-de-textos-ineditos-pelos-90-anos/ Wed, 12 Apr 2017 10:07:51 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45438 Diversas publicações continuam a homenagear os 90 anos de Bento XVI, a serem celebrados no próximo domingo, 16 de abril.

Entre estas, encontra-se a obra “O tempo e a história. O sentido de nossa viagem”, uma coletânea de textos inéditos do teólogo e filósofo Joseph Ratzinger, escritos entre os anos de 1960 a 1976.

A antologia de textos constitui uma síntese de uma reflexão sobre as luzes e sombras da modernidade: os ídolos e os horrores do tempo presente, a obscuridade que caracterizou algumas fases históricas, a evolução e involução das civilizações, as questões sempre abertas entre fé e ciência, o desaparecimento dos “homens de Deus” que sustentaram no passado a cristandade.

Entre as tantas novidades, quatro textos publicados entre 1960 e 1976, escritos por Ratzinger antes de ser nomeado Arcebispo por Paulo VI, em 1977.

Em maio de 1957 Ratzinger obteve a cátedra em Teologia Fundamental na Universidade de Munique, e em dezembro do mesmo ano, a cátedra em Teologia Dogmática e Fundamental no Instituto Superior de Teologia e Filosofa de Frisinga.

Em 1959 lecionou na Universidade de Bonn. Em 1963 transferiu-se para a Universidade de Münster. Em 1966 foi nomeado para a cátedra de Teologia Dogmática junto à Universidade de Tubinga (em alemão: Eberhard Karls Universität Tübingen), onde foi colega de Hans Küng.

Os textos compreendem o arco de tempo em que foi docente universitário e estudioso, assim como o período conciliar. Para o jovem professor, de fato, foi uma experiência fundamental a participação, a partir de 1962, no Concílio Vaticano II, onde adquiriu notoriedade internacional.

Renovação da Igreja e anúncio cristão no mundo contemporâneo: estes os temas abordados pelo teólogo, hoje Papa emérito Bento XVI.

O livro é publicado pela Editora Piemme.

Por Rádio Vaticano

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