57ª AG da CNBB - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:02:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png 57ª AG da CNBB - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Dom Moacir Silva Arantes: novas diretrizes apontam para Igreja mais próxima e acolhedora https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/dom-moacir-silva-arantes-novas-diretrizes-apontam-para-igreja-mais-proxima-e-acolhedora/ Thu, 16 May 2019 13:59:59 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=55405 O secretário do Regional Centro-Oeste da CNBB (estado de Goiás e Distrito Federal) Dom Moacir Silva Arantes, eleito durante a 57ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, que aconteceu de 1º a 10 de maio, comentou sobre as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, que foram aprovadas durante o evento e sobre a nova presidência da CNBB e as novas presidências da CNBB Nacional e do Regional, eleitas também na Assembleia, que aconteceu em Aparecida (SP).

Sobre as novas DGAE aprovadas para o quadriênio 2019-2023, Dom Moacir afirmou que a novidade do texto é o próprio Jesus Cristo. “A novidade na Igreja são as coisas antigas, Jesus Cristo ontem, hoje e sempre. Nós entendemos Jesus Cristo como a grande novidade que o mundo precisa ainda conhecer ou redescobrir, porque existem falsas imagens e a Igreja em suas diretrizes quer oferecer Jesus, oferecendo também a visão de Nosso Senhor e do Reino de Deus, a partir da qual devemos estruturar as nossas relações humanas e institucionais”, afirmou.

O bispo acrescentou que, embora as diretrizes sejam sempre uma continuidade, o novo texto pensa a Igreja a partir da cultura urbana. “Não se trata de diretrizes sobre o mundo urbano da cidade em relação ao mundo da zona rural, mas uma cultura urbana que se configura a partir da imagem da casa, do lar, da família, do ambiente em que todas as pessoas são chamadas a reconhecer a sua Igreja e suas comunidades eclesiais como ambiente de partilha, de encontro e cuidado das pessoas, onde as urgências evangelizadoras continuam como pilares desta casa”, explicou. Os novos pilares, conforme o bispo, são a Palavra de Deus na liturgia, nos sacramentos, na vida cristã e na animação bíblica; a Missionariedade de anunciar o Evangelho, sem a qual a Igreja não existe; a Caridade, o serviço à vida plena desde a concepção até a morte natural, passando por todas as realidades humanas que a muitas pessoas são negadas; e o Pão, que se refere à vivência da liturgia e da espiritualidade sem as quais não existe Igreja de Jesus Cristo.

O novo secretário do regional também comentou sobre a nova gestão da CNBB, destacando que os bispos eleitos precisam de apoio para que cumpram sua missão nos próximos quatro anos de gestão. “O Espírito Santo orienta e assiste sua Igreja de tal forma que os bispos colocados nas diversas funções, estarão a serviço de um corpo que é a Conferência, portanto eles precisam do apoio de toda a Igreja, pois o conjunto dos bispos irão pensar questões da ação evangelizadora da Igreja, dando assim novo impulso com suas contribuições, e com o seu trabalho”.

As mudanças também aconteceram nos 18 regionais da CNBB. No Regional Centro-Oeste, que compreende a Igreja no estado de Goiás e no Distrito Federal, a presidência eleita é encabeçada pelo bispo de Luziânia (GO) presidente Dom Waldemar Passini Dalbello; pelo bispo nomeado para a Diocese de Formosa (GO) vice-presidente Dom Adair José Guimarães; e pelo bispo auxiliar de Goiânia, secretário Dom Moacir Silva Arantes. Sobre a eleição, Dom Moacir afirmou: “Nós estamos a serviço da Igreja e aos poucos vamos entendendo que ela é maior que as dioceses. Existem certos serviços que nos são pedidos e nos tiram de nossas dioceses durante um período, mas para que, servindo a Igreja mais ampla, possamos servir também a nossa Igreja particular”. Dom Moacir disse ainda que seu papel como secretário do regional é ajudar a presidência a encaminhar as iniciativas que ela acha pertinente e dar também apoio às organizações e àquilo que envolve a vida do regional.

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Dom Darci Nicioli fala de documento que apresenta orientações pastorais às mídias católicas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/dom-darci-nicioli-fala-de-documento-que-apresenta-orientacoes-pastorais-as-midias-catolicas/ Fri, 03 May 2019 03:58:21 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=55032 Em coletiva de imprensa realizada hoje, 2, durante a 57ª Assembleia Geral da CNBB, dom Darci José Nicioli, arcebispo de Diamantina (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, discorreu a respeito de um documento que será apresentado a todos os bispos do Brasil e encaminhado à nova presidência para aprovação, intitulado “Orientações pastorais para as mídias de inspiração católica”.

Segundo ele, sua elaboração deveu-se a excessos cometidos por profissionais que atuam em mídias de inspiração católica em relação ao diálogo inter-religioso. Tal assunto vem sendo estudado há anos e as conclusões a que chegaram os estudiosos para sanar tal problema foram publicadas em 2018, porém, dadas a magnitude e recorrência da situação, continuou a ser objeto de estudos até hoje.

Cooperação – A elaboração desse documento contou com a ajuda de muitos colaboradores, em especial de três equipes: a de professores da PUC de Minas Gerais, encabeçada pelo professor Mozair Salomão, a de professores da Universidade Federal do Amapá, coordenada pelo professor Paulo Giraldi, e também de todos os coordenadores regionais da Pastoral da Comunicação Nacional (Pascom) de todo o Brasil, demonstrando o caráter colegiado que norteou tal trabalho.

Segundo dom Darci, a abordagem do assunto partiu do princípio de que seria necessário estabelecer, em primeiro lugar, as condições mínimas para se considerar uma mídia como católica. Em seguida, levou-se em consideração que o material elaborado venha a servir como base de estudo permanente e, por fim, “que sejam instruções pastorais e não normativas”, possibilitando que “a atuação dos meios de comunicação católicos promovam uma cultura de fidelidade à Igreja, a partir das linhas estabelecidas pelo Concílio Vaticano II”.

Destinado a todas as dioceses, congregações religiosas, associações de fiéis que mantêm concessão pública de rádio difusão, profissionais, colaboradores, pesquisadores da área de ciência da religião, agentes de pastoral e todos aqueles vinculados à ambiência digital, o documento tem um objetivo claro: auxiliar na comunicação da verdade e “tornar a comunicação a mais inclusiva possível, fazendo com que as pregações e celebrações reflitam as eclesiologias, ou seja, o modo como produtores [de conteúdo] concebem e vivenciam o ministério da Igreja”, explicou o arcebispo de Diamantina.

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