52º Dia Mundial das Comunicações Sociais - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:04:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Pascom celebra 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais nas paróquias https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-diocesana/pascom-celebra-52o-dia-mundial-das-comunicacoes-sociais-nas-paroquias/ Tue, 15 May 2018 04:43:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=52316

No domingo, 13, Festa da Ascensão do Senhor e data em que a Igreja celebra o Dia Mundial das Comunicações, diversas paróquias da Diocese de Uruaçu, motivados pelo bispo diocesano, Dom Messias dos Reis Silveira, promoveram iniciativas. O tema proposto pela Igreja é “A verdade vos tornará livres – fake news e jornalismo de paz”.

Na Paróquia Santo Antônio de Pádua, em Mara Rosa, o 52º DMC foi celebrado com a presença do bispo Dom Messias. Na conferência do Sacramento da Crisma aos jovens, ele falou sobre fake News, destacando a Mensagem do papa Francisco para este dia. E, no fim do dia, o bispo presidiu uma missa com a presença dos agentes da Pastoral da Comunicação. Estiveram presentes ainda os padres Fábio e Jefferson e o diácono Nielson.

Em Uruaçu, a Paróquia Sant’Ana celebrou o dia com a reflexão da Mensagem do Papa para o 52º DMC e rezou a Oração Francisca. Logo após, o pároco, padre José Francisco, fez breve explanação da Comunicação humana fazendo relação com o Dia Mundial das Comunicações Sociais. O evento foi finalizado com o café da manhã com os agentes da Pascom da paróquia.

Tarde formativa sobre a Mensagem do papa Francisco e apresentação dos agentes da Pascom à comunidade. Estas foram as ações que marcaram o DMC na Paróquia Nossa Senhora da Guia, em Campinorte (GO). A celebração também encerrou naquela comunidade com a Santa Missa na igreja matriz. Em seguida, eles se confraternizaram com a presença do pároco, padre Valdivino Coelho.

Em Minaçu, as Paróquias Nossa Senhora das Graças e Nossa Senhora Aparecida celebraram juntas o Dia Mundial das Comunicações Sociais. A celebração começou às 8h com a Santa Missa presidida pelo padre Davi. Participaram cerca de 15 agentes da Pastoral da Comunicação e o padre, em sua homilia, falou sobre o uso dos meios de comunicação e pediu que a comunidade também utilize os meios, sobretudo os digitais para o bem. Logo após, houve um café da manhã em que os agentes trocam experiências e falaram de trabalhos e planejamentos. O padre Edvaldo Celestino, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, conversou com os agentes sobre o tema Fake News, tema da Mensagem do papa. “Foi um dia muito proveitoso em que aprendemos muito. Pudemos estreitar ainda mais nossas relações, conversar sobre os trabalhos e ampliar nossa evangelização”, disse Karlla Farias Pires, agente da Pascom da Paróquia Nossa Senhora das Graças.

Em Campos Verdes (GO), os agentes da Pascom da Paróquia Santo Antônio de Pádua promoveram uma confraternização e, no dia 27 próximo, eles pretendem apresentar os novos membros da pastoral a toda a comunidade e planejar atividades.

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Pascom: trabalho de comunicação na Igreja é estar a serviço da evangelização https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pascom-trabalho-de-comunicacao-na-igreja-e-estar-a-servico-da-evangelizacao/ Mon, 14 May 2018 17:11:25 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=52311 Aprovado em março de 2014, o Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil (Documento 99 da CNBB) define a Pastoral da Comunicação (Pascom) como eixo transversal de todas as pastorais da Igreja. Em sua missão, deve irradiar ações próprias do campo da comunicação com sentido pastoral, as quais ganham sentido na medida em que colaboram com a ação evangelizadora eclesial.

E é neste campo que atuam milhares de agentes e profissionais da comunicação em todo o Brasil. Mas o Documento da Conferência dos Bispos esclarece que o trabalho da Pascom não deve ser reduzido aos meios de comunicação, “pois ela é um elemento articulador da vida e das relações comunitárias”. A Pascom favorece o cultivo do ser humano enquanto pessoa que comunica valores, vivenciados a partir da Palavra.

O bispo auxiliar de São Paulo (SP), dom Devair Araújo da Fonseca, que é membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, analisa que a realidade brasileira é “bastante complexa e diversificada”, condição que se reflete na atuação da Pastoral da Comunicação nos diferentes contextos.

“Há lugares em que a Pascom é a primeira responsável pelos serviços de comunicação da diocese e atua na coordenação direta de tudo que diz respeito à área. Em outras dioceses, há uma clara separação entre o atuar dos agentes da pastoral da comunicação, que realizam um trabalho de rede nas comunidades e paróquias, e o atuar dos profissionais contratados, que se responsabilizam pelos meios de comunicação diocesanos, a assessoria de imprensa etc.”, enumera.

São seis frentes de trabalho para a atuação da Pascom, de acordo com o Diretório:
1. Colocar-se a serviço de todas as pastorais para dinamizar suas ações comunicativas;
2. Promover o diálogo e a comunhão das diversas pastorais;
3. Capacitar os agentes de todas as pastorais na área da comunicação, especialmente a catequese e a liturgia;
4. Favorecer o diálogo entre a Igreja e os meios de comunicação, para dar maior visibilidade à sua ação evangelizadora;
5. Envolver os profissionais e pesquisadores da comunicação as reflexões da Igreja, para colaborar no aprofundamento e atualização dos processos comunicativos;
6. Desenvolver as áreas da comunicação, como a imprensa, a publicidade e as relações públicas nos locais onde não existem profissionais especificamente designados;

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Jornalismo da paz: Dia Mundial das Comunicações Sociais https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/jornalismo-da-paz-dia-mundial-das-comunicacoes-sociais/ Fri, 11 May 2018 11:57:10 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=52283

Todos os anos o Papa envia o seu pensamento sobre determinado tema aos comunicadores católicos e não católicas de todo o mundo. É sempre uma tentativa de ajudar na reflexão de assuntos atuais e que dizem respeito à comunicação. Neste ano as “fake news” e o jornalismo da paz.

O Papa Francisco vincula o fenômeno das notícias falsas com a “cobiça” e “sede de poder” do ser humano na sua mensagem por ocasião da celebração, no próximo dia 13 de maio, do Dia Mundial das Comunicações Sociais.

As notícias falsas são quase um costume cotidiano e que muitas vezes se tornam virais, ou seja, se difundem de modo veloz e dificilmente são contidas. “Não por causa da lógica de compartilhamento que caracteriza as mídias sociais, mas sim por causa da sua cobiça insaciável que facilmente suscita no ser humano”, escreve Francisco. O Papa acrescenta ainda que as “mesmas motivações econômicas e oportunistas da desinformação têm suas raízes na sede de poder, de ter e de desfrutar”.

Então o grande comunicador que é Francisco destaca a necessidade de “educar para a verdade”, ou seja, discernir, avaliar e ponderar os desejos e as inclinações que se movem dentro de nós. Assim o Papa valoriza as iniciativas educativas que permitem aprender a ler, a analisar e valorizar o contexto comunicativo e ensinam a não ser divulgadores inconscientes da desinformação, mas sim ativos em seu desvendamento.

O Pontífice na sua mensagem também elogia aqueles que, em nível institucional e jurídico estão procurando especificar normas que se opõem a este fenômeno, em especial as empresas tecnológicas e de meios de comunicação com a definição de novos critérios para a verificação de identidades pessoais que se escondem atrás de milhões de perfis digitais.

No texto da sua mensagem Francisco adverte que “nenhuma desinformação é inofensiva” e que mesmo uma aparente distorção da verdade pode ter efeitos perigosos. Segundo o texto, “o drama da desinformação é desacreditar o outro, apresentando-o como um inimigo, até chegar à demonização que favorece conflitos”.

E nesta linha Francisco considera que as notícias falsas revelam a presença de atitudes intolerantes e hipersensíveis, ao mesmo tempo, com o único resultado de prolongar “o perigo de arrogância e ódio”. Por isso, escreve: “nenhum de nós pode se isentar da responsabilidade de enfrentar essas falsidades”.

Aos jornalistas, a quem atribui “um compromisso especial” para evitar a propagação da desinformação, recorda-lhes que “no centro da notícia não estão a velocidade em dá-la e o impacto sobre as audiências, mas sim as pessoas”.

Informar é formar, é “se envolver na vida das pessoas”, afirma o Papa, aludindo em seguida à verificação das fontes e a custódia da comunicação como “processos de desenvolvimento do bem
que geram confiança e abrem caminhos de comunhão e de paz”.

O Santo Padre pede na sua mensagem um “jornalismo da paz”, sem entender com essa expressão, um jornalismo “bonzinho” que nega a existência de problemas graves e assuma tons melífluos, mas, pelo contrário, a um “sem fingimentos, hostil às falsidades, a slogans sensacionais e a declarações bombásticas”. Francisco defende um “jornalismo que não queime as notícias”, mas que se esforce em procurar as causas reais dos conflitos, para favorecer a compreensão de suas raízes e sua superação; um jornalismo comprometido em indicar soluções alternativas à escalada do clamor e da violência verbal.

Fundamental é a necessidade de desenvolver “vacinas” contra a mentira que gera e amplifica o ódio e o medo, e envenena os relacionamentos. É necessário, em vez disso, dedicar-se a um jornalismo “verdadeiro”, de paz, “feito por pessoas para pessoas”.

Fonte: Vatican News

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Este é o antídoto proposto pelo Papa Francisco para combater as fake news https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/este-e-o-antidoto-proposto-pelo-papa-francisco-para-combater-as-fake-news/ Wed, 24 Jan 2018 14:47:46 +0000 http://teste.toqueto.com/este-e-o-antidoto-proposto-pelo-papa-francisco-para-combater-as-fake-news.html Na mensagem para o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que será celebrado em 13 de maio, com o lema “A verdade vos tornará livres. Fake news e jornalismo de paz”, o Papa Francisco pediu um jornalismo que sirva de remédio contra as notícias falsas e o mau uso da faculdade de comunicar e propôs este antídoto: jornalistas educados na verdade.

O Santo Padre assinalou na mensagem, divulgada pela Santa Sé nesta quarta-feira, 24 de janeiro, que “no projeto de Deus, a comunicação humana é uma modalidade essencial para viver a comunhão”. “Mas, se orgulhosamente seguir o seu egoísmo, o homem pode usar de modo distorcido a própria faculdade de comunicar”, advertiu.

“Sintoma típico de tal distorção é a alteração da verdade, tanto no plano individual como no coletivo. Se, pelo contrário, se mantiver fiel ao projeto de Deus, a comunicação torna-se lugar para exprimir a própria responsabilidade na busca da verdade e na construção do bem”.

Nesse sentido, lamentou que, “hoje, no contexto de uma comunicação cada vez mais rápida e dentro de um sistema digital, assistimos ao fenômeno das ‘notícias falsas’, as chamadas fake news: isto convida-nos a refletir”.

Por isso, Francisco propôs 4 pontos de reflexão a fim de “contribuir para o esforço comum de prevenir a difusão das notícias falsas e para redescobrir o valor da profissão jornalística e a responsabilidade pessoal de cada um na comunicação da verdade”.

1. O que há de falso nas ‘notícias falsas’?

O termo fake News, explicou o Papa, “geralmente diz respeito à desinformação transmitida on-line ou nos mass-media tradicionais”. “A eficácia das fake news fica-se a dever, em primeiro lugar, à sua natureza mimética, ou seja, à capacidade de se apresentar como plausíveis”.

Em segundo lugar, “falsas mas verosímeis, tais notícias são capciosas, no sentido que se mostram hábeis a capturar a atenção dos destinatários, apoiando-se sobre estereótipos e preconceitos generalizados no seio de certo tecido social, explorando emoções imediatas e fáceis de suscitar como a ansiedade, o desprezo, a ira e a frustração”.

A difusão dessas notícias falsas “pode contar com um uso manipulador das redes sociais e das lógicas que subjazem ao seu funcionamento: assim os conteúdos, embora desprovidos de fundamento, ganham tal visibilidade que os próprios desmentidos categorizados dificilmente conseguem circunscrever os seus danos”.

Além disso, o Pontífice reconheceu a dificuldade que existe “desvendar e erradicar as fake News”, se deve “também ao fato de as pessoas interagirem muitas vezes dentro de ambientes digitais homogêneos e impermeáveis a perspectivas e opiniões divergentes”.

“Esta lógica da desinformação tem êxito, porque, em vez de haver um confronto sadio com outras fontes de informação (que poderia colocar positivamente em discussão os preconceitos e abrir para um diálogo construtivo), corre-se o risco de se tornar atores involuntários na difusão de opiniões tendenciosas e infundadas”.

Isso leva ao prejuízo ao bem comum e a pessoas concretas: “O drama da desinformação é o descrédito do outro, a sua representação como inimigo, chegando-se a uma demonização que pode fomentar conflitos. Deste modo, as notícias falsas revelam a presença de atitudes simultaneamente intolerantes e hipersensíveis, cujo único resultado é o risco de se dilatar a arrogância e o ódio. É a isto que leva, em última análise, a falsidade”.

2. Como podemos reconhecê-las?

O Pontífice enfatizou a responsabilidade que todos têm diante da desinformação e das notícias falsas. “Nenhum de nós se pode eximir da responsabilidade de contrastar estas falsidades”.

Também afirmou que o egoísmo e a ganância estão por trás deste fenômeno. “As fake news tornam-se frequentemente virais, ou seja, propagam-se com grande rapidez e de forma dificilmente controlável, não tanto pela lógica de partilha que caracteriza os meios de comunicação social como sobretudo pelo fascínio que detêm sobre a avidez insaciável que facilmente se acende no ser humano”.

“As próprias motivações econômicas e oportunistas da desinformação têm a sua raiz na sede de poder, ter e gozar, que, em última instância, nos torna vítimas de um embuste muito mais trágico do que cada uma das suas manifestações: o embuste do mal, que se move de falsidade em falsidade para nos roubar a liberdade do coração”.

Por isso, assegurou que a educação é a melhor forma de reconhecer as notícias falsas. “Educar para a verdade significa ensinar a discernir, a avaliar e ponderar os desejos e as inclinações que se movem dentro de nós, para não nos encontrarmos despojados do bem ‘mordendo a isca’ em cada tentação”.

3. “A verdade vos tornará livres”

Pelo contrário, se há carência dessa formação para fazer frente à desinformação, a exposição a notícias manipuladas deforma a pessoa. “A contaminação contínua por uma linguagem enganadora acaba por ofuscar o íntimo da pessoa”.

Frente a isso, “o antídoto mais radical ao vírus da falsidade é deixar-se purificar pela verdade”.

“Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem e aquilo que, ao invés, tende a isolar, dividir e contrapor. Por isso, a verdade não se alcança autenticamente quando é imposta como algo de extrínseco e impessoal; mas brota de relações livres entre as pessoas, na escuta recíproca”.

Além disso, “não se acaba jamais de procurar a verdade, porque algo de falso sempre se pode insinuar, mesmo ao dizer coisas verdadeiras. De fato, uma argumentação impecável pode basear-se em fatos inegáveis, mas, se for usada para ferir o outro e desacreditá-lo à vista alheia, por mais justa que apareça, não é habitada pela verdade”.

“A partir dos frutos, podemos distinguir a verdade dos vários enunciados: se suscitam polêmica, fomentam divisões, infundem resignação ou se, em vez disso, levam a uma reflexão consciente e madura, ao diálogo construtivo, a uma profícua atividade”, assegurou.

4. A paz é a verdadeira notícia

O Papa insistiu: “O melhor antídoto contra as falsidades não são as estratégias, mas as pessoas: pessoas que, livres da ambição, estão prontas a ouvir e, através da fadiga de um diálogo sincero, deixam emergir a verdade; pessoas que, atraídas pelo bem, se mostram responsáveis no uso da linguagem”.

Por esse motivo, “se a via de saída da difusão da desinformação é a responsabilidade, particularmente envolvido está quem, por profissão, é obrigado a ser responsável ao informar, ou seja, o jornalista, guardião das notícias”.

O jornalista, “no mundo atual”, “não desempenha apenas uma profissão, mas uma verdadeira e própria missão. No meio do frenesim das notícias e na voragem dos scoop, tem o dever de lembrar que, no centro da notícia, não estão a velocidade em comunicá-la nem o impacto sobre a audiência, mas as pessoas”.

“Informar é formar, é lidar com a vida das pessoas. Por isso, a precisão das fontes e a custódia da comunicação são verdadeiros e próprios processos de desenvolvimento do bem, que geram confiança e abrem vias de comunhão e de paz”, concluiu.

Por ACI Digital

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Divulgado o tema do 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/divulgado-o-tema-do-52o-dia-mundial-das-comunicacoes-sociais/ Fri, 29 Sep 2017 16:24:18 +0000 http://teste.toqueto.com/divulgado-o-tema-do-52o-dia-mundial-das-comunicacoes-sociais.html “A verdade vos tornará livres” (Jo 8, 32). Notícias falsas e jornalismo de paz, será o tema do 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, celebrado em 2018.

O tema escolhido pelo Santo Padre e divulgado esta sexta-feira, 29, faz referência às “notícias falsas” ou “fake news”, ou seja, as informações infundadas que contribuem para gerar e alimentar uma forte polarização das opiniões.

Trata-se de uma distorção muitas vezes instrumental dos fatos, com possíveis repercussões sobre comportamentos individuais ou coletivos.

No contexto em que as empresas de referência das redes sociais e o mundo das instituições e da política iniciaram a combater este fenômeno, também a Igreja quer oferecer uma contribuição, propondo uma reflexão sobre as causas, as lógicas e as consequências da desinformação na mídia e auxiliando na promoção de um jornalismo profissional, que busca sempre a verdade, e por isto um jornalismo de paz, que promova a compreensão entre as pessoas.

O Dia Mundial das Comunicações Sociais – único dia mundial estabelecido pelo Concílio Vaticano II (“Inter Mirifica”, 1963) – é celebrado em muitos países, por recomendação dos bispos, no Domingo sucessivo à Solenidade de Pentecostes (em 2018, será em 13 de maio).

O texto da Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial das Comunicações Sociais é tradicionalmente no dia em que a Igreja recorda a memória de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas (24 de janeiro).

Por Rádio Vaticano

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